IsabellaPC: Esses dois além de serem super engraçados, são super atrapalhados nesse negocio de parecer interessados... quando eles menos esperarem vão ver que realmente estavam interessados.

Aninha Flavia:Olha antes do casamento sair muita água vai rolar por baixo da ponte, então imagine só o que ainda não vai dar o que falar.

Agatha:Fico feliz que esteja gostando da fic, isso me motiva a postar ainda mais!!!

Meninas, agora, aproveitem o capítulo, voltamos a nos falar no final dele.


CAPÍTULO TRÊS

Por mais que Bella tentasse, ela não conseguia perder. Uma multidão juntou-se ao redor da mesa e, cada vez que ela tenta va desistir, as pessoas protestavam pedindo-lhe que lançasse os dados mais uma vez.

Ela respirou fundo

De pé atrás dela, Edward massageava-lhe os ombros.

— Desse jeito, ou você salva a humanidade ou compra um novo hotel.

Bella sacudiu os dados nas mãos preparando-se para rolá-los.

— Não precisamos de um novo hotel. Isto está ficando cons trangedor. Não está vendo o olhar furioso de Maxim para cima de mim?

— Ele não está furioso com você.

Bella olhou de soslaio para seu anfitrião e o viu passar um dedo sob o colarinho. Ela ganhava sem parar, e estava criando uma situação difícil. Mas todos também estavam ganhando.

— Como eu faço para perder? — perguntou Bella a Edward, num sussurro.

— Role um sete.

— Tá bom.

— Vamos torcer, por favor.

— Vamos lá, sete. Um sete, por favor! — exclamou Edward. — Você sabia que vai perder uma boa bolada?

— O dinheiro não é meu.

—Eu sei. É meu. — Apesar do comentário, Edward parecia completamente despreocupado.

Afinal, não era o dinheiro dele que estava em jogo. Era o dinheiro da Teddybear Trust. Bella daria um jeito de devolver o dinheiro a quem era de direito ou morreria tentando.

Ela sacudiu os dados nas mãos, preparando para rolá-los so bre o feltro verde. Eles bateram no canto da mesa e, como num passe de mágica, lá estava: seis e um.

Bella foi invadida por uma onda de prazer.

Ela conseguiu.

— Saia da mesa de fininho, com o seu melhor sorriso estam pado nos lábios — aconselhou-a Edward em meio ao burburinho de desapontamento da multidão ao redor da mesa.

Os outros ficaram desapontados. Era natural. Bella rapida mente escondeu o rosto no peito de Edward que a abraçou, fazendo questão de mostrar que a estava apoiando.

Tudo bem. Mas era difícil não reagir àquela sensualidade latente. Cada fibra do corpo de Bella pulsava, acelerada, em resposta ao calor do corpo dele.

— Não se preocupe — disse Edward em voz alta, para que todos o ouvissem. — É um dinheiro perdido para uma causa nobre.

Os suspiros e murmúrios de desapontamento logo se trans formaram em brincadeiras animadas. Um homem lembrou que aquele dinheiro perdido se transformaria em lucro perante o Im posto de Renda; um outro sugeriu que todos deveriam constar da lista de Natal da Teddybear Trust daquele ano.

Bella continuava nos braços de Edward. Ele parecia querer prolongar o momento. Já era de se esperar. Com tanta gente em volta, aquelas pessoas logo começariam a fazer perguntas sobre o relacionamento dos dois.

Aquele abraço foi uma jogada de mestre e, por um momento, Bella entregou-se a ele. Relaxou e deixou a tensão escoar de seu corpo. Jogar era muito estressante, mesmo quando se ten tava perder.

Edward afagou-lhe os cabelos e beijou-os. Um beijo doce, sua ve. Foi tão bom que Bella parecia ouvir sinos tocando em sua cabeça.

Ela aproveitou o momento ao máximo. Por fim, desvencilhou-se do abraço, embora Edward mantivesse-a enlaçada pela cin tura. E ela não esboçou resistência, por mais que isto quebrasse a promessa que fizera a si mesma de não se deixar envolver.

Rosalie e Jacob surgiram em meio à multidão.

— Como você está? — perguntou Rosalie à irmã.

— Ela perdeu todo o meu dinheiro — respondeu Edward, brin calhão.

— Foi por uma boa causa — lembrou Bella.

— Você perdeu trinta mil dólares — disse Edward.

Bella esquecera-se de que o valor era tão alto.

No entanto, a expressão dele lhe dizia que não se importava. Claro que ele não se importava. Apenas queria que o mundo inteiro soubesse que ela estava ali gastando o dinheiro dele.

Esse era o jogo. O jogo dele, Bella recordou-se, tentando desvencilhar-se do abraço de Edward.

— Considere a dedução que vai ter no Imposto de Renda e pare de reclamar.

Edward resistiu à pressão dela. Ela continuou tentando livrar-se daquelas mãos ao redor de seu corpo. Ele apenas sorriu.

— Senhoras e senhores. — A voz de Maxim ecoou nos auto-falantes. — Vocês estão convidados a fazer uma pausa nos jogos e juntar-se a nós no jardim, para a grande atração da noite. O sorteio do grande prêmio!

— O jardim é um encanto — comentou Bella, finalmente desvencilhando-se de Edward e juntando-se à irmã. — Vamos ver o sorteio do grande prêmio.

— Graças a generosidade de um doador anônimo, nosso grande prêmio deste ano é uma Mercedes conversível — anun ciou Maxim.

Todos os convidados ficaram extasiados.

— Olhem o seu convite. No canto superior direito está o seu número da sorte.

Bella e Rosalie, de braços dados, seguiram o fluxo de pessoas rumo ao jardim. Ela tentava manter o foco no jardim, em Rosalie, em qualquer coisa ou pessoa — menos em Edward. Para ser mais específica, em qualquer outra coisa diferente da reação que Edward imprimia em seu corpo.

— Tudo bem com Jacob?

— Por que a pergunta?

— Ele está tão calado. — Bella sabia que normalmente

Jacob era brincalhão, alegre. Exatamente como Edward estava se comportando esta noite.

Ah, não. Edward de novo não.

— Acho que ele pensou que eu ia ganhar — respondeu Rosalie.

— Quanto você perdeu?

— Alguns milhares de dólares. — Rosalie jogou os cabelos louros para trás. — Eu não sei mesmo qual é o problema dele.

— Ela assobiou baixinho, apontando para o carro. — Irmãzinha do meu coração! Já posso me ver dando umas voltas por aí nessa beleza!

— Nada mal — concordou Bella, conferindo as linhas ar rojadas do conversível prateado, resplandecente sob as luzes do jardim.

— Senhoras e senhores, sou forçado a admitir que nossos doadores são as pessoas mais generosas deste país — disse Maxim.

A platéia aplaudiu e Maxim meneou a cabeça, agradecendo o apoio.

Chegara a hora do sorteio. Maxim dirigiu-se para uma imen sa bola transparente, onde repousavam os pedacinhos de papel. Ele girou a bola e anunciou, num tom teatral:

— E o ganhador desta Mercedes conversível maravilhosa, novinha em folha é... o número 732! Sete, três, dois!

— É o meu número — sussurrou Edward para Bella. — Volto já.

— Ele ganhou? — perguntou, espantada.

Rosalie olhou para ela, arregalando os imensos olhos azuis.

— Ele ganhou!

— Vejo que temos um vencedor — anunciou Maxim, obser vando Edward abrir caminho na multidão, subir ao palco e entre gar-lhe o convite premiado.

— O vencedor desta noite é o sr. Edward Cullen, um dos nos sos mais valiosos patrocinadores.

Edward admirou o carro e pediu a palavra.

— Sem dúvida a sorte está me acompanhando esta noite! Es pero que ainda fique ao meu lado por mais uns minutos — agra deceu Edward, com um sorriso.

Virou-se para Maxim:

— Gostaria de agradecer a Maxim e a todos os dedicados voluntários da Teddybear Trust. — Fez uma pausa, admirando o carro por um momento. — Eu adoraria dirigir essa beleza de carro, mas creio que isto não será possível.

A platéia ficou em silêncio.

— Porque eu vou doar este carro para a Teddybear Trust, para o leilão de setembro — completou Edward.

Uma onda de aplausos tomou conta da noite enquanto Ma xim apertava calorosamente as mãos de Edward.

Bella não podia conter o orgulho que sentiu com o gesto de Edward.

Desempenhando um papel ou não, Edward acabara de doar uma boa soma de dinheiro para a caridade.

Ele voltou a falar.

— Peço um pouco mais da paciência de vocês pois queria dizer mais algumas palavras. — Ele pigarreou, para limpar a garganta. — Eu não estava brincando quando disse que estava acompanhado da sorte esta noite. Para ser honesto, atribuo a sorte desta noite a uma dama muito especial: Bella!

Aquele galanteio soou um pouco exagerado. Mas tudo bem. Ela podia lidar com isso. Ponto para ele. Bella sorriu, tentando parecer apaixonada.

Edward devolveu o sorriso. Seus olhos reluziam sob as luzes das árvores.

— Bella, você me daria a honra... de ser minha esposa?

Ela congelou. Parecia que suas entranhas tinham sido arran cadas.

Um suspiro coletivo tomou conta da platéia, seguido de vigo rosos aplausos, todos os olhares concentrados nela.

Isso era pior que um monte de telões de alta definição espa lhados pelos quatro cantos. Metade daquelas pessoas ali presen tes a conhecia ou tinha conhecido o seu pai.

Rosalie deu uma cutucada na irmã, que percebeu que Edward mantinha os olhos fixos nela, esperando uma resposta.

Enquanto Bella tentava organizar as idéias, Edward tirou uma pequena caixa de veludo do bolso. O cretino tinha planejado tudo.

Ele era o doador anônimo da Mercedes conversível. A noita da de filantropia e cavalheirismo tinha sido planejada com um único objetivo: deixá-la num beco sem saída.

— Bella, fale alguma coisa — sussurrou Rosalie.

— Não consigo — protestou Bella, ofegante.

— Fizemos um acordo com ele — Rosalie lembrou.

É verdade. Tinham feito um acordo. Mas não para esse show ridículo e piegas. Bella tinha uma reputação a zelar. E ela fora contra toda essa palhaçada.

Rosalie empurrou-a discretamente na direção do palanque.

— Anda! Vai lá!

Ela não queria ir. Não podia. Os pés pareciam colados ao chão.

— Bella? — chamou Edward, num tom de voz simplesmente encantador. O trapaceiro.

— Falência... — sussurrou Rosalie em tom de advertência. Falência.

Bella forçou o primeiro passo, e o segundo. Com o melhor sorriso que pode estampar no rosto, caminhou em direção ao palanque.

Todos aplaudiam e davam-lhe os parabéns. Ela se deixou levar. Todos aqueles rostos pareciam envoltos em uma grande névoa.

Já no palanque, Edward segurou-lhe a mão num galanteio.

— Quer ser minha esposa? — repetiu ele, abrindo a pequena caixa de veludo.

Bella mal conseguia olhar o anel. Queria acabar logo cora aquilo e ir embora.

— Quero. Quero ser sua esposa. E depois quero matar você.

O sorriso estampado no rosto de Edward dizia que ele entendera o subtexto. E que também ganhara aquela batalha. Retirou o anel da caixa e colocou-lhe no dedo.

Então, diante da aprovação entusiástica da platéia ele se in clinou sobre ela.

Ele não ia...

Ele não se atreveria...

Ah! Não'

Bella ainda tentou escapar, mas Edward já a tomara em seus t braços, ordenando:

— Agora me beije. — Bella compreendeu que não tinha escolha.

Centenas de pessoas estavam olhando. Este era o ponto mais importante do acordo de milhões de dólares. Ela ergueu a cabe ça e o viu sorrir.

Prometeu a si mesma que seria um beijo rápido o suficien te para se livrar daquele grande logro. Mas quando seus lábios se tocaram, as chamas de uma paixão reprimida tomaram seu corpo.

A boca era quente. Os lábios firmes sabiam beijar uma mu lher. O hálito recendia a uísque, conferindo um sabor todo espe cial ao beijo. Bella sentiu o corpo formigar. A cena era perfeita para uma foto.

Ela sabia que precisava acabar com aquilo, mas Edward abra çou-a com mais força e então Bella começou a ouvir sinos re-picando e fogos de artifício espocando com os flashes das câmeras. Os olhos cerrados, o corpo completamente entregue àquele beijo ardente, entregue a Edward. Seu corpo era puro desejo.

Devagar, Edward soltou-a, dando-lhe um último beijo, suave, nos lábios. Só então Bella percebeu cada fotógrafo e os brados da multidão.

Uma ducha de água fria abateu-se sobre ela. Manter uma dis tância profissional iria ser muito mais difícil do que imaginara.

Edward mal conseguia acreditar como foi fácil armar todo aquele teatro. Maxim adorou participar do esquema da Merce des, É claro que isso significou uma considerável doação, mas ele percebeu que Maxim ficou extremamente entusiasmado com o arranjo para que ele fizesse o pedido de casamento. Parece que ainda existem muitas pessoas românticas no mundo.

Edward estava impaciente quando saiu da festa e deixou Bella em casa. Assim que pode, ligou para Ryan.

— Já ficamos noivos — informou Edward.

— E foi tudo bem?

— Ela aceitou. — Isso é que foi notável. O beijo também pareceu notável por alguns minutos. Surpreendentemente no tável. Mas foi rápido, apesar de inesperadamente excitante. O diamante que colocara no dedo de Bella era um investimento e tanto. — Cullen passara de bom moço para o bom e romântico moço. — Gunter ia adorar a publicidade, mas Edward não estava dando pulos de alegria quanto ao inerente celibato.

— Antes você do que eu meu camarada — disse Ryan, per feitamente ciente de que o noivado acabaria com as farras e noi tadas de Edward.

Um murmúrio suave do outro lado da linha despertou a aten ção de Edward.

— Você está sozinho?

— Você está brincando! Edward soltou um palavrão.

— Morda a língua e pense nos lucros.

— Eu estou pensando nos lucros. — Mas Edward também es tava pensando no beijo que trocaram. Para alguém que vivia dizendo ter uma reputação a zelar, aquele beijo foi de arrasar. E ela também estava deslumbrante naquele vestido, que deixava à mostra porções generosas de uma pele lisa e macia.

Edward roçara a pele de Bella ao seu bel-prazer — o que acabou sendo um erro, já que ficava difícil pensar em dinheiro quando tudo o que queria era provar mais daquele corpo e mais daqueles lábios. E isso nunca aconteceria.

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A segunda-feira de Bella se arrastava. Varrera da mente a doçura da noite anterior. Ela devia saber que quando um negó cio é bom demais para ser verdade, é exatamente isto que sig nifica. Edward estava livrando-a das dívidas, mas o preço a pagar era alto demais.

Detestava a situação em que se metera. Em completo deses pero, saiu do escritório e enfiou-se no spa do hotel em busca de paz e privacidade.

— Bella? — perguntou Rosalie.

— Estou aqui.

— O que você está fazendo?

— O que você acha que eu estou fazendo?

— Eu sei lá.

— Estou me escondendo.

— Do quê?

— A pergunta não é do que, mas de quem.

— Então tá. De quem?

— Do Philippe.

— Por quê?

— Por que ele é um chef de cuisine maluco e chato que não me deixa em paz.

— Você está sendo perseguida por um chef de cuisine malu co? E isso existe?

— Acho que são todos malucos. Estou sendo perseguida por pelo menos uns dez. Philippe é só o mais chato.

— A segurança não pode cuidar disso?

— Mas é claro. E ai vou colocar todos os repórteres na sala da segurança.

— Repórteres?

— É Rosalie, repórteres. No saguão, no mezanino, lá fora, por todos os lados.

— Ninguém me incomodou.

— Claro. Você não foi a atriz principal do show de Edward Cullen ontem à noite.

— Você tem de admitir que, para quem achou que era verda de, foi muito romântico.

Bella não tinha de admitir nada. Foi uma cena afetada e cafona. Nem em um milhão de anos ela se casaria com um ho mem que achasse romântico pedi-la em casamento na frente de tanta gente.

— Mas não foi de verdade.

— Eu sei.

— Então pare de me olhar como se eu tivesse saído de algum conto de fadas. Edward estava atuando. — Uma pequena diferen ça, mas muito importante.

— Ele é um bom ator.

— Vai ver que a equipe de marketing o ajudou. Rosalie não pôde evitar uma gargalhada.

Mademoiselle Swan? — Uma voz masculina anasalada chamava-a pelo nome.

— Você foi seguida? — perguntou Bella à irmã.

— Não sou nenhuma Bond Girl — protestou Rosalie.

— Ai, não!!

Mademoiselle Swan? — voltou a perguntar Philippe Gagnon. —Ah! A senhorita está aí.

Rosalie quase não conseguiu segurar a gargalhada quando o homem de uns sessenta anos parou diante delas e juntou as mãos sobre o peito.

— Temos muito a fazer — afirmou ele.

Com certeza. E no topo da lista de Bella estava uma viagem secreta para as Bahamas. Ela encontraria uma praia deserta sem telefone, sem rádio e sem chefs de cuisine.

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Diante daquela afirmativa, a sra. Nash voltou a falar num tom mordaz.

— Você deve se envergonhar do que está fazendo, meu jo vem!

Meu jovem? O que aconteceu com o "senhor" Cullen?

— Não tem vergonha de arrebatar essa garota inocente dessa forma?

— Espere um pouco...

— Você mandou flores para ela? Levou-a ao Tradori? Levou-a à sua suíte no Manhattan?

— Uau! — Como a sra. Nash sabia da suíte no Manhattan? — Eu estou sendo completamente honesto com a Bella.

— Sei. Essa pobre moça não teve a mínima chance. Acabou de perder o pai!

Aquela argumentação não era justa. Edward levantou-se.

— Ela teve todas as chances.

— Edward, eu adoro você, meu anjo. Você é como um filho para mim.

— Eu não fiz nada de errado.

— Eu conheço suas fraquezas.

— Eu também conheço. — E mentir para uma mulher para roubar seus bens não se incluía entre elas.

Ele podia ludibriar um concorrente para fechar um negócio, ou mentir para o mundo inteiro para conseguir a fusão de duas redes hoteleiras. Mas eram questões que não se misturavam. E eram perfeitamente defensáveis.

Além disso, ele não devia explicações a ninguém.

Infelizmente, alguma coisa no semblante da sra. Nash desper tou lembranças da infância dele. E ele não podia desapontá-la.

Edward tentou se explicar.

— Bella sabe por que estou me casando com ela. A expressão da sra. Nash mudou.

— Ela sabe que é por causa dos hotéis?

— Sabe. Eu ofereci um acordo e ela aceitou. Agora, se me dá licença, tenho uma reunião.

A sra. Nash foi atrás dele.

— Um casamento de conveniência, sr. Cullen?

— Isso mesmo. Um casamento de conveniência. — Ele não estava infringindo lei alguma.

— Bem, meu jovem, nós dois sabemos como isto vai aca bar.

— Lucros e um aumento de capital?

— Infelicidade, solidão, frieza. Morte certa.

O corpo de Edward ficou rígido.

— Eu não sou como o meu pai.

— Você se parece mais com ele do que quer admitir.

— Não me pareço com ele em nada. E sei o que estou fazen do, sra. Nash.

— Com todo respeito, sr. Cullen, o senhor não tem a mí nima idéia.

Tudo bem. Com todo o respeito. Edward não estava com paciên cia para discutir este assunto e tampouco tinha tempo. Respirou fundo e mergulhou na piscina.


E aí, o que acharam??? Curiosas para saber o que vem por ai ??

Se vocês forem boazinhas e comentarem bastante amanhã mesmo eu coloco um novo capítulo!!!

Beijos,

Xarol