Intrusa

N/A: Falei que eu ia queimar os neurônios, e queimei :D

Seguindo a sugestão de Thay Cris, sobre ter um amor para a Sophie, só tenho uma coisa a dizer...

FICHAS ABERTAS!!! /õ/

Requisitos básicos :B

Nome: (Ah, não queremos um Zé ninguém sem nome, né --'')

Idade: (até 15 anos. Não queremos nenhum pedófilo aqui õ3o)

Local que mora: (Forks ou La Push, eis a questão :B)

Aparência: (Sem feiúra, por favor u3u)

Espécie: (eu tava receosa se podia ou não ser vampiro. Mas acho que vou deixar ser u.u

Personalidade: (Estilo livre /õ/)

Relacionamento inicial com a doida da Sophie: (Amizade, ódio... Tu escolhe, filha :B)

Extras: (o que quiser :D)

Bem, -Toca um gongo- QUE VENÇA A MELHOR CRIADORA!!! \õ/

Agora a fic :D

P.S: Se leu a ficha, saiba que é obrigatório mandar uma ficha no review Ò_ó

P.S.S: Brinks, só mande se quiser :B

Capítulo 2:Estou sem casa.

Dei meia volta na floresta e voltei. Quando cheguei na clareira, MERDA! Eles não estavam lá.

Tentei correr pela floresta sem cair. Nem preciso dizer que eu caia a cada três passos e meio, não?

Mas quando cheguei nos limites da floresta (misteriosamente bem onde o Volvo estava), eles não estavam visíveis. Eu ia procurar eles no local em que eles jogaram (jogarão, sei lá) beisebol, quando olhei melhor para o Volvo prata e, MY GOD, agora eu sei porque meu irmão quer ele quando fizer 16 anos.

Aproximei-me quase que hipnotizada pelo carro e segurei na maçaneta. A porta estava destrancada.

"Você não pode entrar, Sophie." ouvi meu lado bom dizer "Esse carro nem é seu, pior, é de um vampiro."

"Ah, vamos." agora foi meu lado mau. "Uma olhadinha só nunca fez mal. Você só entra, experimenta o assento, e sai, sem deixar rastros.

"Não dê ouvidos a ela, Sophie!" gritou meu lado bom. "Claro que irá deixar rastros. Ele é telepata E vampiro!"

—Ah, cala a boca! -Falei para o meu lado bom, abrindo a porta e entrando no carro.

"Só não diga que eu não avisei." meu lado bom bronqueou, pouco antes do meu lado ruim pegar uma arma e apontar para o anjinho. Este sumiu em uma nuvem rosa claro, e o diabinho sumiu, por sua vez, em uma nuvem vermelho sangue.

É ridículo, eu sei, mas eu parecia um menino moleque naquele carro. Mas, puxa vida, o carro é demais! E abriu as portas da minha imaginação. Imaginei a mesma coisa que meu irmão imaginaria se estivesse no meu lugar. Que eu estava num desses filmes dos Velozes e Furiosos, desviando de mil explosões e causando mais mil explosões. Ou naquele vídeo que começa calminho e termina com uma mulher medonha dando um grito de gelar a espinha.

Soltei um grito fininho quando alguém bateu na janela do carro. Justamente a do lado que eu estava. Do lado de fora, Edward estava meio que me fuzilando com o olhar, indicando com o polegar algo que já estava muito acostumada a ver e fazer, e sei muito bem o que isso quer dizer. "Caia fora do meu quarto!". Tá, não era um quarto. Era um carro. Mas essa é a frase mais usada lá em casa. Acho que é porque são três filhos, uma de dezoito, um de 15 e a minha pessoa, de 13.

Perguntei-me porque ele simplesmente não abrira a porta. Recapitulando, ele é um vampiro e telepata.

Sai cabisbaixa do carro, se ver nenhum sinal da Bella. Edward parecia um irmão mais velho lá, parado, de braços cruzados, me encarando furiosamente com uma das sobrancelhas arqueadas. Hum... Irmão mais velho... Até que soa bem.

—Desculpe. -Falei virando para o lado, fazendo um biquinho, que nem uma irmã mais nova que fez uma coisa errada. Se bem que eu tenho uma ótima experiência em fazer coisas erradas para com meus irmãos mais velhos. Tipo da vez que eu li o diário de Ruby, quando eu tinha 10 anos e espalhei para toda a escola o seu conteúdo. Mas isso é passado.

E depois, ela devia me agradecer. Foi graças a isso que ela e o atual namorado dela estão namorando até hoje.

—Você entra no meu carro... -Falou, emburrado. -E ainda pede desculpas?

—Sim, mas... FOI CULPA DO CAPETINHA!!!! -Berrei. Tecnicamente, era culpa do capetinha mesmo. O capetinha que me persuadiu a entrar no carro. O capetinha que falou que ia ser rápido. O capetinha que apontou o revolver para o anjinho.

O capetinha também me persuadiu para ler o diário da minha pobre irmã e espalhar seu conteúdo pela escola.

—Capetinha? -Perguntou, irônico.

—Sim, capetinha! Se duvidar, pode ler minha mente!

—Você sabe que o "capetinha"... É da sua imaginação... Não?

Sim.

—Mais ou menos. -Respondi.

—E que, independente dele atirar no "anjinho" (também fruto da sua imaginação) você pode muito bem seguir o "anjinho"... Não?

Não.

—Sim. -Respondi.

—E você também sabe que eu sou telepata e sei muito bem que você esta dizendo o oposto do que quer dizer agora, não.

—Cara, você parece o meu irmão mais velho! Tirando a parte do vampiro telepata. -Reclamei. E parecia mesmo.

—Pelo seu pensamento, isso é um elogio.

Hahaha.

— Na verdade, meu irmão é uma praga que lê diários na frente da minha sala. -Falei.

—Você não fez diferente.

Fiquei sem palavras. Por um momento, me esqueci que ele lia os pensamentos alheios como se fossem falas. Ai me lembrei. Lembrei que eu fiz a mesma coisa com minha irmã Ruby (mas já falei! Ela deveria me agradecer. Foi assim que ela e o namorado começaram)

—Hey, eu tinha 10 anos na época! -Protestei. -Eu era bem endiabrada!

Eu sei, eu sei, ainda sou meio endiabrada. Quer dizer, eu ouvi o capetinha. Capetinha! Isso é meio que, sei lá... Sinal de que meus irmãos vão sofrer ainda mais quando eu voltar?

Perai... Mas e se eu não voltar? Vou ter de dormir embaixo da ponte? Vou ter de virar uma ermitã?!

—Não exatamente. -Edward respondeu aos meus pensamentos. -Basta você contar a mesma história para a maioria das pessoas de Forks que vão te acolher rapidinho.

—Hum... Pode ser... -Então, eu não resisti. -...Irmão mais velho.

Houve um momento de silêncio. Edward parecia confuso. Claro que estava. Não deve estar acostumado com uma garota do nada chamar ele de irmão mais velho. Principalmente depois de pensar que ele é um lindo. Principalmente de outra dimensão.

Sei disso porque ele me fuzilava com o olhar com cara de "Não sou seu irmão" e apontado para bem longe da floresta, um sinal CLARO de que ele ficou irritado. Ou de que eu deveria ir logo. Acho que ele ouviu minha barriga roncar pouco antes de ele apontar para a estrada.

oOoOoOoOo

N/A: Ta bom... O titulo ta meio... Nada a ver. E o cap esta meio... No sense .3.

Mas comentem, viu? Criticas são bem vindas *---*

Agradeço a ^u^, pela idéia do volvo :D

Como em minha opinião, esse cap não teve graça, vou contar uma piada.

O que é um barracão?

É aquele lugar em que cachorro é proibido 8D

Respostas dos reviews /õ/

Thay Cris: Sim, como ela foi baseada na criatura aqui (menos na parte do diário e da irmã mais velha) ela é uma destrambelhada total, o que a leva ser engraçada :D

E valeu pela idéia do amor para Sophie. Vamos ver no que vai resultar a idéia das fichas.

Daddy's little trouble: Sim, ela vai evitar as burradas dos seres humanos e não humanos... Para causar ainda piores. AGUARDE /õ/

Glori: Que bom que gostou. Ai foi mais.

Dani: Sim, vai ser... Espero. Porque quer ver como vai ser a relação dela com o Jasper? õ3o (curiosidade)

raffa: É, essa também foi minha fala favorita :B Créditos minha mãe, por ter me explicado que é pedofilia. E créditos ao Michael Jackson (ou seja lá como se escreve) e o Orochimaru (personagem de Naruto. Sim, eu gosto -) para inspirar a mente de Sophie para a mentira dos pedófilos :D

Se bem que o Orochimaru é gay, não pedófilo '-'

Sra. Hale: Sim, ela é. É que, sabe, como a criadora, ela tem um punhado de parafusos soltos :B

^u^: Que bom que ficou feliz *----* Agora, só não gostei da parte da lição '-'

Espero que seu pai não tenha descoberto (o meu teria me posto de castigo x-X)

E, acho que você já sabe, mas... Valeu pela idéia do Volvo destrancado :3

É isso aí. Então, please, R&R&F /õ/