SexCall... Qual é a sua maior fantasia sexual?

Disclaimer: Essa história pertence à Joha, que me autorizou traduzir. E os personagens são da Stephenie Meyer.

Sinopse: Por que o céu me odeia? Justo no meu ultimo dia de trabalho esse inferno se converteu em meu paraíso.


Capitulo 3

Edward PDV

Se alguém tivesse me dito que ligar para uma linha quente me daria o melhor orgasmo da minha vida, eu provavelmente teria rido na sua cara, mas agora não, tive o melhor orgasmo da minha vida e graças a apenas uma linha erótica. Eu me lembro da voz dessa menina e eu fico duro apenas imaginá-la ao meu lado, essa voz de menina travessa, a virgem selvagem, fiquei a mil, não sei quanto tempo me custou para recuperar-me do orgasmo e da emoção, e só agora percebi que a menina não disse mais nada, é só desligou o meu telefonema, assim como um bom homem de negócios que eu sou, fiz isso, um negócio, peguei meu telefone e liguei para a pessoa que poderia me ajudar.

- Olá? Emmett. Eu preciso pegar o nome do proprietário de uma linha quente.

- Você se tornou pervertido Eddie? - Eu quase podia ver o sorriso infantil no seu rosto.

- Não estúpido… é por… - busquei em minha mente hábil alguma boa exclusiva e bingo, a reunião que tive esta tarde no jornal veio a calhar - um artigo… isso.

- Ok… suponhamos que eu acredite em você… que linha seria? porque há muitas - eu senti a sua mudança de voz – Uyyy irmão… tem um que uma loira atende que dá os melhores boquetes do mundo.

- Emmet - eu ri - Como você sabe que você é em uma loira e tudo… como você sabe como é seu boquete? É pelo telefone – lhe esclareci o óbvio, mas às vezes é necessário.

- Óbvio Eddie.

- Não me chame de Eddie – grunhi.

- Óbvio porque sua voz é de uma loira, e porque quando me tocou quase posso sentir sua boca pressionando o Emmetizinho.

- Tonto – se não conhecesse tão bem meu amigo acharia que tinha problemas mentais, mas não, ele é assim.

- É verdade! – Agora parecia um garoto pequeno – então, ligou para minha loira?

- Não, essa – busquei o numero que havia anotado – quero que ligue para esse… 7653427 e consiga p nome e numero do dono, nada mais – sabia muito bem porque lhe esclareci o último.

- Mas...

- Não.

- Ok… terei que satisfazer-me sozinho – imaginei a perfeição do seu bico.

- Liga quando consegui o numero.

- Ok – cortou irritado.

Tente recolher os meus papéis para a reunião e considerar algumas alternativas para a reportagem que estávamos planejando, decidimos dar um giro com a revista, torná-la um pouco mais ousada e atrair novos clientes até uma nova repórter recém formada haviam contratado para a reportagem. Pensei de novo em minha Ovelhinha e, afinal, não é uma idéia tão má ter a linha quente como reportagem, uma grande parte da população masculina e feminina ligam para satisfazerem e isso é algo para se considerar.

Eu estava pensando sobre os prós e contras da reportagem, quando o som do meu celular me trouxe de volta à realidade.

- Quanto você me ama?

- Emmett… você pode ser mais gay? - Eu ri, sabia como lhe afetava insinuações sobre sua sexualidade.

- Você gostaria… assim pelo menos ligaria para algo que eu ligo - e tinha que lhe dar alguma razão não sei o que estava acontecendo comigo, mas ultimamente estava péssimo com as mulheres, menos com Ovelhinha é claro.

- O nome e o número.

- Ok… ao Eddie lhe deram onde dói – cantou muito feliz e eu só grunhi – ok, ok, não grunhe… o número é 8731250 e o nome do dono é Marco Volturi.

- Anotado – ia dizer algo mais, mas cortei a ligação para discar o numero de Marco.

Tu… tu… tu…

- Alo? – a voz do homem mostrava que era mais velho.

- Alo, Marco Volturi?

- Sim, é ele, quem fala?

- Olá, sou Edward Cullen de "Almost Angels" conhece a revista?

- Claro, é uma revista de grande circulação, mas não entendo sua chamada.

- A ligação é porque estamos interessados em fazer uma reportagem sobre as linhas quentes e tinha pensado na sua, se pudermos entrar em seu mundo terá uma enorme publicidade gratuita – publicidade, isso nunca falha, é a melhor tática para que lhe dêem entrevistas ou qualquer outra coisa que você precisa – além disso, discutimos esta questão da melhor maneira… elegantemente – não sei o que pode ter de elegante.

- Senhor Cullen – em sua voz senti que tinha um sorriso no rosto – É uma honra que escolha a SexCall, quando quer começar?

- Senhor Marco – já havia aceitado, assim que ai vinha a segunda parte do plano – mas tenho um pedido especial e algo… pessoal.

- Diga-me senhor Cullen.

- Uma de suas garotas… Ovelhinha… queria que a entrevista se baseasse nela.

- Desculpe Senhor Cullen, mas hoje é o último dia de trabalho de Ovelhinha.

- E – demônios, isso sim que está mal, mas jamais me rendo diante de nada – não há alguma forma de prende-la um pouco mais? – sabia que com o tom que usei praticamente o estava obrigando.

- Claro – bem, entendeu com perfeição – Mas, senhor Cullen, tem algum interesse especial nela?

- Não, só me recomendaram – menti muito bem.

- Bem, porque aqui as garotas não são prostitutas – apesar de sua ameaça gostei que esclarecesse o ponto.

- Eu entendi, mas tudo isso era na reportagem assim que ali poderá lê-lo bem.

- Bem, então como faremos isso?

- Nos próximos dias nos colocaremos em contato para assinar e arrumar os detalhes.

- Ok, foi um prazer senhor Cullen.

- O mesmo digo eu Volturi.

Um sorriso apareceu em meu rosto quando desliguei a ligação, ainda que não sabia muito bem o que faria de agora em diante, pelo menos me conformava com ter algum tipo de contato com ovelhinha, já encontraria a forma de conhecê-la de uma maneira melhor.

Por inércia levantei o olhar e topei com o relógio que me mostrava o qual atrasado ia para a reunião, juntei minhas coisas e me dirigi ao meu volvo, pela minha forma de manejar não demorei muito tempo para chegar, entrei rapidamente no elevador que me levou para o direito de andar quando as portas se abriram corri para a sala de reuniões, e quando ia entrar escutei o que precisava escutar.

- Deve ser alguma coisa… que tenha impacto – delimitou um senhor de cabelo e barba branca

- Alguma coisa - interrompeu outro quase careca – diferente.

- Uma linha quente – respondi enquanto entrava na sala.

- Edward – senti o olhar de reprovação do meu pai pelo atraso.

- Desculpe por chegar tarde, mas estava fazendo ligações – ri sem olhar para ninguém sentei em meu lugar – já falei com o dono da empresa e só falta o contrato e os detalhes… agora… que lhe parece a idéia? – sabia que nada se atreveria a rebater-me, sempre que proponho algo é um êxito.

- Uma linha quente – repetiu Aro – me parecia que é um bom giro.

- Mas teríamos que abordar o tema com classe.

- Claro Jasper – olhei para o meu amigo – essa é a idéia, nada de vulgaridades, então? – olhei para os homens que tinham diante de mim e poderia jurar que mais de alguma vez haviam sido clientes, mas seus rostos demonstravam que gostava da idéia.

- Está bem filho – falou Carlisle – e com quem fez os contatos?

- Com – olhei entre meus papeis – Marco Volturi de SexCall… Qual é a sua maior fantasia sexual? E acho que seria um excelente nome para o artigo… até – quis continuar falando, mas um pigarro de alguém engasgando me impediu.

Vire os meus olhos em busca de quem se engasgava e me tomei para uma garota que estava mais vermelha que um tomate, eu rapidamente sai da minha cadeira lembrando o tipo de primeiros socorros e fui ajudar, parece que só engasgou com a saliva, porque não demorou muito tempo para se recuperar, quando finalmente vi o rosto dela eu conheci a mais perfeita desta terra, uma fada de cabelos e os olhos de chocolate convidando para devorar, quando nossos olhos se encontraram a menina corou e que só se tornou mais adorável.

- Você está bem? – rompi o silêncio.

- Sim… eu – abaixou o olhar envergonhada – obrigada – não voltou a levantar o olhar e isso me irritou, queria voltar a me perder em seus olhos.

- Filho interrompeu meu pai – ela é Isabella Swan a nova repórter – me apresentou – Isabella – girou até ela – ele é Edward CUllen meu filho e vice-presidente da companhia.

- Prazer – não perdi a oportunidade e levantei a sua mão para deixar um casto beijo nela – Isabella.

- Bella… - me corrigiu e justo nossos olhares voltaram a se cruzar – um prazer senhor Cullen.

- Só Edward – a corrigi e lhe dei um sorriso que sabia que derretia gelo.

Definitivamente esse ia ser um artigo muito interessante.


OH MEU DEUS Eu jurava que tinha postado o capítulo 3, tanto que traduzi o 4 para postar agora, e quando fui ver não tinha postado.

MIL DESCUPAS, gente eu to com tanto problema pessoal que minha cabeça ta uma merda, enfim...

Será que Edward vai descobrir que a Bella realmente é? HAHA seria bem engraçado e... interessante.

Espero que tenham gostado, prometo tentar ser mais rápida.

Por favor, comentem ok, e obrigada a quem acompanha.

Bjs