Capítulo III
Salva pelo Passado
O dia amanhecia priguiçosamente e às margens do rio Tarubi, dois homens viajavam em uma pequena carroça, rumo ao vale de Renwez. Um dos homens era pequeno e velho, de cabelos brancos e barba grisalha, estava adormecido ao lado do jovem rapaz que controlava os dois cavalos. Ele cantarolava baixinho uma antiga canção das aldeias do norte. Ele estreitou os olhos e finalmente localizou a ponte de pedra, não faltava muito para chegar na vila. Cerca de meio dia, de acordo com suas contas, isso se nada os atrapalhasse no caminho. Bateu de leve as rédeas para acelerar o ritmo dos cavalos.
Ao prestar atenção na distante silhueta da ponte notou que ela estava diferente. Olhou ao seu redor e por um momento cogitou estar ter ido pelo afluente errado do rio. Impossível. Conhecia os caminhos para sua vila bem demais para se perder. Manteve a velocidade do trote dos cavalos. Ao se aproximar, pôde notar os detalhes da ponte entrando em foco. Estava com metade dos balaústres e altas pilastras arrancadas. Olhou nas margens do rio, lá estavam grandes fragmentos de pedra de haviam despencado. Mas que diabos... Exatamente uma semana antes estivera lá e a ponte estava como sempre. O que tinha acontecido? Voltou a olhar para frente e gritou assustado.
— Ah! Hein? — O velho acordou de súbito.
O rapaz saltou imediatamente da carroça e correu alguns metros até um corpo na margem da correnteza do Tarubi que tentava arrastá-lo. Entretanto, o corpo estava preso... Por uma espada fincada nele. Chegou perto e viu longos e reluzentes cabelos louro-platinados. A espada estava cravada entre os seios da mulher. As roupas estavam empapadas de sangue que era levado a medida que escorria e alcançava a água.
— Pelos deuses... — Ele murmurou e se abaixou ao lado da mulher. O rosto dela também estava coberto de vermelho. Com as mãos em concha levou um pouco de água para limpar um pouco do vermelho. Aproximou-se do rosto dela para ver se ainda respirava. Negativo. tocou abaixo do seio esquerdo e para sua surpresa o coração ainda batia. Fraco, mas batia. Seu próprio coração deu um pulo. Precisava fazê-la respirar. Mirou a espada, era enorme. Precisava tirá-la dali. Mas como fazê-lo sem que ela perdesse ainda mais sangue? Sua memória soou um alarme. Já tinha visto aquela espada antes. Arregalou os olhos. Estava diante do corpo de uma...
— Pelos deuses! Ela é uma Claymore! — O velho gritou atrás do rapaz.
Sim, os cabelos claros e reluzentes, as roupas — mesmo suja de terra, molhada e manchada de sangue —, ela era uma Claymore.
— Pai. Ajude-me aqui, nós precisamos salvá-la! — Disse o rapaz.
— Salvá-la?! — O velho praticamente gritou. — Está louco, Trev? Ela é uma Claymore!
— Então! Nós precisamos ajudá-la.
O rapaz começou a analisar a grande espada, procurando por uma maneira de removê-la sem machucá-la ainda mais. Olhando para cima e vendo a ponte, em ruínas, começou a cogitar sobre o tamanho da briga que aquela Claymore tinha enfrentado. Devia ter sido um Youma dos grandes.
— Eu preciso tirar a espada.
— Já disse, meu filho, deixe a mulher aí, essas Claymores sabem se cuidar. Assim que ela acordar ela vai se arrastar pra algum canto e pronto.
O rapaz não acreditou na relutância do pai. — Pai, essa mulher nos defende dos Youmas!
O velho abriu uma gargalhada alta e sarcástica. — Sim, desde que paguemos uma gorda quantia. Largue ela aí e vamos embora. O Sr. Uwaine está nos aguardando.
— Pai, vamos levá-la. Ela está desacordada, nada poderá fazer contra nós, se o Sr. Uwaine não aprovar, trazêmo-a de volta para a floresta e a deixamos em qualquer canto. Nosso patrão decidirá o que fazer com ela.
O velho suspirou insatisfeito. — Está bem, mas não me preocuparei se ela morrer no caminho...
Trev se levantou e postou as duas mãos no cabo da espada, então, puxou-a com cuidado. Um pouco de sangue fluiu pelo grande machucado, mas o suficiente para a mulher encher os pulmões ruidosamente. O velho teve que segurá-la para não ser carregada pela correnteza. O rapaz entregou a espada para o pai e então levantou-a nos braços para acomodá-la na carroça. Antes de partirem o velho esticou um manto de couro de boi sobre o corpo dela. "Só para evitar olhares quando chegarmos na vila", ele disse. Trev nada respondeu, apenas se acomodou na parte da frente da carroça e retomou as rédeas dos cavalos.
Seguiram pela margem do rio até encontrarem o velho carvalho morto que indicava que deveriam voltar para a estrada. Aquele atalho, apesar de penoso, economizava um dia inteiro que normalmente usariam para circular o bosque para alcançar a ponte sobre o rio Tarubi. Valia mais passar por baixo dela e retomar a estrada do outro lado e seguir na direção do vale de Renwez. A vila jazia aos pés de uma enorme cadeia de montanhas e logo ao fim do bosque, numa grande clareira. Era pequena, visto que não tinha para onde crescer, exceto para quem estivesse disposto a começar a derrubar as árvores ou a subir a montanha (como o Sr. Uwaine), porém aquela não era uma preocupação, pois era raro alguém se abalar até o isolado vilarejo.
O sol começava a se pôr quando a carroça adentrou o centro da vila, Trev pretendia seguir em direção a colina onde ficava a morada do patrão, porém o avistou na taverna na companhia do velho Emlyn.
— Não deixa ninguém chegar perto, eu vou falar com o senhor Uwaine — Trev disse ao pai e seguiu para a taverna — Senhor Uwaine. — Chamou inclinando-se para frente de maneira reverente.
— Trev! Voltaram cedo. — Constatou Uwaine, num tom divertido. Trev notou o caneco de cerveja na mão do patrão.
— Sim, senhor, viemos pelo atalho do rio.
— Sem dúvida economiza tempo. — o velho Emlyn se intrometeu enquando enchia o caneco de Uwaine com mais cerveja. — Porém, destrói as rodas das carroças. Cansei de perder mercadoria no meio daquelas pedras maltidas.
— Todo atalho dá trabalho! — Concluiu Uwaine e deu um gole em sua cerveja. — Mas creio que não veio até mim para comunicar sua chegada, Trev. — O home disse calmamente.
— Não senhor... Eu... Ahm... — Como ele diria que tinha uma Claymore semi-morta na carroça...
— Fale rapaz! — Uwaine gritou, mas sem ser agressivo.
— Eu preciso que o senhor venha ver algo. — Não podia dizer que tinha uma Claymore semi-morta na carroça...
Uwaine postou o caneco na mesa e virou-se para Emlyn. — Desculpe, amigo, assuntos de família.
Emlyn sorriu amigavelmente e se enfiou para dentro da taverna. Uwaine saiu com Trev que o guiou para a carroça. O patrão cumprimentou o velho com um aceno educado com a cabeça e parou subitamente a dois metros da carroça, com a expressão repentinamente séria.
— Mas o que vocês trouxeram aí!? — Ele perguntou tornando a movimentar-se a passos largos na direção do manto. Levantou-o fazendo barulho e viu a mulher. O rosto coberto de sangue que também tingia de vermelho os cabelos quase brancos de tão claros. Havia uma enorme perfuração entre os seios dela. Seu olhar encontrou a espada, cuja lâmina também estava suja de sangue. A malha que ela vestia estáva em frangalhos, rasgada, suja e manchada. Recebera golpes poderosos que arrebentara a ombreira esquerda. Tinhas ambos os joelhos deslocados, os pulsos abertos, sefrera perfurações, cortes horrorosos. Supreendia-se por ela ainda estar vida. Mesmo sendo uma Claymore. Limpou um pouco do sangue do rosto. Pensando bem, não se surpreendia... Nenhum pouco. — Vamos levá-la para a casa. — Ordenou e então perguntou onde a haviam encontrado.
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Frio, foi a primeira coisa que percebeu. Ela tremia. Estava sentada em algo gelado e abraçava as pernas enquanto escondia o rosto entre os joelhos. Mexeu-se e percebeu que estava nua. Não sentia mais suas extremidades. Por que ele a largara ali? Por que? Desgraçado! Assim que o encontrasse, faria-o pagar caro por aquilo. O vento cortava-lhe a pele e o sangue há muito congelado não fluia para fora de seu corpo. Tinha fome também, uma fome dos infernos. Não fazia idéia quando fora a última vez que ele a deixara comer. Ergueu o olhar e então viu nada além de flocos de neve atingindo-lhe o globo. Tornou a esconder o rosto nos joelhos. Queria ir para casa, queria comer, queria dormir, queria um pouco de calor! Queria que ele morresse. Tentou mover as mãos. Cuidaria disso quando o encontrasse. Se não morresse congelada ali. Com dificuldade lutou para conseguir mudar a posição, e se mexer. Cavou um buraco na neve e se enfiou dentro, com a mesma dificuldade, cobriu-o. Tremia tanto que mal conseguia respirar. O frio doía até os ossos. Maldito. Maldito!! Queria que o frio passasse. Queria morrer. Pelo menos assim não sentiria mais frio. Não... Não morreria antes de matá-lo. Iria matá-lo. Assim que a tempestade passasse e o dia estivesse claro, rastejaria até ele, como um animal e o mataria.
— Ppappai... Ppapai... — Ela baubuciou. — Eu vvou mmatta-llo. Eeu pproommetto...
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Ela retornou a consciência lentamente. Não estava mais frio. Sonho estranho. Estava quente até, mas seu corpo ainda doía, mas não era a dor do frio, era a dor de quem apanhara durante horas de uma horda inteira de humanos e tivera sua carne mastigada por animais e em seguida cuspida fora. Estava deitada em algo fofo e macio. Uma cama. Mexeu de leve as pernas, sentindo os joelhos latejarem. Gemeu. Abriu os olhos, até isso doía. Encarou as vigas de madeira no teto. Percebeu as luzes escapando pelas frestas das janelas, estava claro, então era dia. Passara tanto tempo inconsciente que perdera completamente a noção do tempo. Levantou um pouco a cabeça para verificar com os olhos o quão horrível era a situação. Mais dor. Estava num quarto um quarto simples e confortável. A porta e as janelas estavam cerradas. A penumbra era aconchegante. Tentou mudar de posição, mas um estralo dolorido a fez mudar de idéia, então, daquele jeito ficou, quietinha, sem falar, sem se mexer, e talvez até sem respirar, simplesmente encarando as vigas do teto.
Quanto tempo estivera fora de si? Sua boca seca acusava que não bebia nada há muito tempo, então se deu conta que estava sedenta. Tinha uma excelente resistência física, sabia que seu corpo só ficaria incomodado daquela forma quando não estivesse aguentando mais, portanto seria uma questão de tempo até que desfalecesse novamente. Tempo. Tudo se resumia a tempo.
Se concentrou no pequeno feixe de luz no chão, escapolindo pela fresta de uma porta. Quanto tempo estivera fora de si? Provavelmente muito mais do que estava acostumada, pois não conseguia relaxar e sua cabeça começava a ficar mais acordada do que jamais podia lembrar...Lembrar? Oh, sim! Teresa do Sorriso Aparente fora finalmente derrotada. Mas porque não estava morta? Se estivese morta com certeza não estaria com tantas dores, com tanta sede e com tanta fome. Estava com uma fome dos infernos. Ela havia rompido com a Organização e eles haviam mandado as guerreiras números 2 a 5 para matá-la, entre elas uma novata, desconhecida de Teresa. Mas por que eles queriam sua cabeça? Ah, sim! Havia assassinado humanos, vários deles. Bandidos. Apesar da regra ser clara e dizer que Guerreiras não podiam matar humanos. Mas aqueles não fariam falta de qualquer maneira, o mundo estava melhor sem eles. Prestavam menos que os Youmas. Porém, os matara por causa da garota, só podia pensar nela naquele momento. Clare... Clare!? Merda! Quando a novata despertara, Teresa se embrenhara na batalha contra a Kakuseisha de modo que esqueceu completamente da garota. Merda! Tinha que encontrá-la. E se tivesse se machucado? Não tinham matado a criatura, e ela tivesse pegado a garota. Teresa nem pôde pensar no que seria capaz de fazer caso alguma coisa tivesse acontecido a sua garotinha. Merda!
Um barulho na porta chamou sua atenção. Ela deixou a cabeça cair para o lado e viu a porta se abrir deixando a luz entrar no ambiente. Uma mulher robusta entrou no quarto.
— Oh! Você está acordada! — Ela constatou, sem disfarçar o receio por estar na presença de uma Claymore. Teresa pensou que ela era uma estúpida por tal medo, afinal, a guerreira mal conseguia se mexer... Seu estado era óbvio para o mais ignorante dos camponeses.
— Quem... — A voz de Teresa falhou. — Quem me acolhe?
— Meu patrão disse que assim que você puder sair da cama, ele irá ter com você e responderá tudo que você desejar perguntar. — A mulher respondeu se dirigindo âs janelas e abrindo-as para deixar a luz entrar.
A iluminação incomodou os olhos de Teresa de início.
— Seu patrão tem nome? ... Bem, não importa, — com as forças que tinha, pôs-se sentada, deixando a corberta cair e revelar o tronco. Estava nua, exceto pelas ataduras que cobriam seus ferimentos, formando uma espécie de espartilho, que lhe cobria dos seios até o quadril. Tinha os joelhos enfaixados e imobilizados. — Diga-lhe que agradeço a hospitalidade e os cuidados, mas agora posso me cuidar sozinha. Onde estão minhas roupas?
A mulher coçou a nuca, sem saber o que fazer.
— Ah... A senhora ainda está muito machucada, acho que seria melhor ficar na cama... — Ela disse com cuidado e receio, como se a guerreira fosse arrancar a cabeça dela.
Teresa arqueou as sobrancelhas, se não fosse a dor terrível, já teria saído daquela casa somente com a corberta cobrindo o corpo.
— Ah... A senhora devia pelo menos comer alguma coisa. Está há dias aí desmaiada, não comeu nada, deve estar fraca... — Ela se interrompeu com os olhos arregalados, como se tivesse dito algo errado que ofendesse a guerreira. — Perdão! Eu sei que as Claymores são superiores aos humanos! ... Eu vou buscar um prato de sopa...
Com isso, a mulher saiu ventando do quarto. Teresa suspirou ao ouvir a porta bater, mas não se surpreendeu com a atitute. Tinha consciência de que era um monstro e apesar de seu rosto bonito, era vista como tal. A mulher tinha razão, deveria comer e se fortalecer antes de partir. Teria que ir atrás de Clare e provavelmente enfrentar mais meia dúzia de guerreiras, já que a organização ainda queria a sua cabeça.
Permaneceu quieta, concentrando-se em curar o máximo de seus ferimentos usando o mínimo de seu Youki, tinha certeza que a organização já tinha posto metade das guerreiras mais poderosas em seu rastro. Tinha que tomar cuidado e não se deixar ser sentida pelas outras, tinha que encontrar Clare e garantir sua segurança antes de enfrenta-las novamente. Isso se os desgraçados não a tivessem encontrado antes e feito a pequenina de isca. Portanto, tinha que estar inteira para recuperá-la. Teresa era a primeira que desafiava a Organização tão abertamente, eles não a deixariam em paz tão facilmente.
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A mulher deixou o quarto soltando um suspiro aliviado, por mais que lhe dissessem que as Claymores estavam do lado dos humanos, elas eram terrivelmente intimidantes. Só a lembrança daqueles olhos prateados lhe causavam arrepios. Ela seguiu para a cozinha onde havia uma panela de sopa sobre o fogo do fogão. Antes de servir uma travessa para a hóspede, achou melhor contar ao patrão que ela finalmente havia despertado.
Ele estava a frente da casa, sentado à companhia do velho Sean, com seu cachimbo.
A mulher pigarreou chamando a atenção dos homens. — Senhor Uwaine, a Claymore já despertou.
Uwaine levantou os olhos e mirou o rosto redondo da mulher. — Está bem, Becca, sirva-lhe algo para comer, ela deve estar faminta.
— Estava para fazer isso, senhor. Porém, creio que se ela tivesse condições de deixar a cama, ela nem esperaria para tomar a sopa que vou lhe servir, pareceu-me que ela quer ir embora logo. — Becca contou ao patrão.
— Não me surpreende, deve estar ansiosa para voltar a sua rotina. Bem, Becca, obrigado. Agora sirva alguma comida para ela.
A mulher se retirou e o velho Sean mirou o patrão com curiosidade.
— Você está preocupado demais com aquela Claymore. — Disse o velho sugestivamente.
— Na verdade não, Sean, eu sei que ela ficará bem. Ela é uma guerreira, afinal de contas. Foi treinada para sobreviver aos ataques mais violentos. — Uwaine explicou, defendendo-se.
— Tenho certeza que sim! Mas, mesmo assim, você está preocupado, está agindo estranho desde que Trev e eu a trouxemos. Primeiro, a enche de cuidados, fazendo questão de tratá-la pessoalmente. Agora, você nem quer saber de chegar perto dela. — Eu lhe conheço desde antes de meu filho nascer... Tem algo de muito errado nisso, não tem?
Uwaine levou o cachimbo a boca, em silencio. Tinha algo errado? Talvez, tudo dependia de como a situação era analisada. Para ele, era um alívio tê-la bem, a salvo, em seus domínios. Sabia que ela tinha se metido numa encrenca das grandes, a extensão de seus ferimentos provava isso e o homem tinha plenos conhecimentos do poder daquela Claymore.
— E então? Devo considerar seu silêncio como uma confirmação?
— Você não deve considerar nada.
Sean emitiu um 'huh' e tornou sua atenção ao fumo. — Só espero que agora que ela acordou, vá embora rápido.
— Você não gosta delas, não é?
— Não tenho nada contra... Só não me sinto confortável na presença delas. Aqueles olhos prateados, a pele tão branca que elas parecem cadáveres, além disso, é só ter uma noção do estrago que elas fazem, que dá medo.
— Elas estão do lado dos humanos...
— Mesmo assim não gosto de Claymores. Elas no canto delas e eu no meu.
Uwaine maneou a cabeça. — Você me aceita... Qual é a diferença?
— Você é... diferente. Você não intimida ninguém. Mesmo fazendo um grande estrago num Youma. Ah... E seus olhos não são prateados. Isso conta muito.
Uwaine esboçou um risada e voltou sua atenção para o horizonte. No fundo estava preocupado. O que ela pensaria quando o visse? Não esperava ver Teresa novamente e, sem dúvidas, ela não esperaria o mesmo dele.
E então, a história continua, como muitos de vocês, também me sinto frustrada por ter assistido a morte da personagem mais carismática do Anime/Mangá. Portanto, eis o regresso da Teresuda (L) over fucker do mal linda e maravilhosa.
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Agradecimentos a Juliane.chan1, a BlackSakuyamon, por terem se manifestado. Ao Pizza Hut, que apesar de não ter deixado review tem me atormentado via MSN e Orku. E a minha nega loira Maria, do Olhar Bolado que passou horas me escutando falar sobre as minhas idéias para esta estória.
Sinceros votos de que ninguém morra!
Até o próximo capítulo,
Ty.
