Capitulo 3. Um veela submiso.
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Todos os convidados olhavam em choque a cena, claro, exceto os gêmeos Weasley, quem ao ver o beijo se olharam entre eles e depois se largaram a rir a mandíbula aberta. Por suposto, Remus mandou-lhes uma mirada enfadada para depois olhar a seu esposo com preocupação, porque estava a ponto de ter uma interrupção mental.
O casal, por outro lado, seguia chupando seus lábios como se a grande quantidade de gente que os olhavam com diferentes graus de choque não existisse. Draco ronronou e moveu seus quadris para que o moreno se acoplasse melhor entre elas. Não sabia que era esta sensação, mas tudo dentro dele se estava abrandando ao sentir o peso de seu casal sobre o seu, tomando posse de seus lábios com tal selvagismo e posse.
-Harry! Solta a esse loiro presumido!
Sirius foi o primeiro em reagir (coisa rara), quando um sonoro gemido gostoso do loiro o sacou de seu trance. Sem importar-lhe nada, se agachou e esticou bruscamente o braço de seu afilhado. Draco grunhiu e fulminou com a mirada ao culpado do afastamento de seu casal, seus olhos cinzas brilharam enfadados e levantou-se como para tomar vingança quando sentiu outro poder bem mais forte e dominante, que fez que sua veela interno se aplacara. O dono do poder era Lucius Malfoy, quem não luzia muito feliz.
-Draco, controla-te. - sibilou friamente.
O loiro piscou várias vezes e pôde ver a toda a gente que o olhava com surpresa, recém ali a nuvem que nublava sua mente pareceu despejar-se um pouco e o rubor tomou caminho por todo seu rosto. Que acabava de fazer?! Mal se recordava! Tocou-se os lábios e seus olhos abriram-se como pratos quando algo do sucedido venho a sua mente. Olhou ao Potter e pôde ver que Black o sacudia como se tratasse de uma boneca de trapo.
-Harry, Que se supõe que estavas fazendo?!- gritou o animago. - Não posso achar que beijaras ao mini-Moony!
O moreno sacudiu sua cabeça, como se quisesse aclarar seus pensamentos.
-Que…? Que fiz que…?- murmurou, confundido.
Remus sacudiu sua cabeça e suspirou longamente. Fingiu não ver a mirada de traição que lhe mandou seu marido e se agachou para ajudar a seu filho a se levantar. Hermione, sendo a garota inteligente que era (depois que seu choque diminuísse), juntou todos os cabos soltos e arquejou, se levando uma mão à boca, quando chegou a uma conclusão.
-Oh, não… Não me digas que Harry é teu casal de enlace?
-Que?!- gritou Sirius, envolvendo a seu afilhado em um abraço protetor, como se pensasse que alguém lhe ia a roubar. Harry franziu o cenho, mas não podia entender nada porque ainda estava confundido pela energia que o tinha possuído dantes.
-Alguém tem que dar muitas explicações…- sibilou Lucius, olhando com reproche e enfado a seu esposo e filho, quem tiveram a decência de parecer envergonhados.
-Enlace…? Que enlace…?
-Por Merlin, Ronald!
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Despacho privado de Sirius Black
Todos tinham entrado ao lugar luzindo muito enfadados. O pobre Harry foi empurrado por seu padrinho, porque ainda não podia caminhar por seus meios, já que os poderes veelas de Draco ainda o afetavam. Por sorte, Hermione deteve a Ron de que entrasse, já que sabia que não ia fazer nenhum bom que seu amigo exaltado estivesse com eles.
-E bem….?- Sirius grunhiu. - Alguém vai explicar algo?
-Não é evidente o que está passando? - suspirou Remus, tomando a mão de seu filho. Camila tinha sido deixada em mãos de Narcisa. - Todos nós podemos recordar este tipo de comportamento…- disse, olhando significativamente a Lucius.
O loiro removeu-se incômodo em seu lugar, as lembranças do comportamento desbocado de sua adolescência eram muito humilhantes.
-Que…? Não entendo!
-Oh, por Merlin, Black! - sibilou Lucius. - Draco já tem recebido sua herança… e creio saber quem é seu casal…
Foi nesse momento que Harry decidiu acordar de seu deslumbramento, tomando as últimas palavras do loiro maior.
-Ca-Casal?- tartamudeou. Olhou a Draco e viu que este o observava com um brilho faminto em seus olhos cinzas, empalideceu engolindo saliva e se aferrou com forças ao braço de seu padrinho.
-Estão loucos!- gritou o animago, colocando-se protetoramente em frente ao corpo de seu afilhado. - Não vou deixar que esse fedelho ponha um dedo sobre meu Harry!
-Não há nada que possas fazer, Black. - veio o rosnado de Draco, que o olhava com fúria e ciúmes.
-Draco, controla-te. - sibiloi seu pai. - E eu quero saber porque não fui advertido desta… situação antes. - demandou.
O veela menor conseguiu controlar seus poderes, sobretudo pela grande influência que recebia dos próprios poderes de seu pai, após tudo, a parte veela de seu pai era maior e mais poderosa e, o tendo gestado ele mesmo, tinha um controle muito bom sobre os poderes de seu filho.
-Eu… não queria que te enfadasse. - engoliu saliva e franziu o cenho. - Meu casal é Potter após tudo. - disse com todo o desprezo que pôde reunir.
Sirius arquejou e caiu sentado no cadeirão mais próximo, arrastando a Harry com ele.
-Oh, não… me digam que isto é uma broma.
-Já quisesse eu. - disse Severus, falando pela primeira vez. Ele tinha entrado e tinha-se localizado cerca da porta, olhando divertido as reações de seus amigos e o chucho.
-Moony…?- pediu Sirius, com uma nota de pânico em sua voz. Harry estava congelado junto a ele.
-Oh, Siri. Não te ponhas dessa maneira, isto não é tão mau. Recordas que quando estávamos no colégio os três fantasiávamos com casar a nossos filhos entre eles? - sorriu.- Bom, nosso desejo se cumprirá.
-Mas isto é diferente! - gritou. - Nesse momento não sabíamos que ias ter um filho com Malfoy!
-E isso faz a meu filho ser indigno de Harry?- grunhiu o licantropo.
-Eh… não… - balbuciou algo cagando de medo.
-Estão falando como se eu não estivesse aqui. - a voz veio justo desde ao lado de Sirius. Harry Potter via-se visivelmente enfadado, confundido, assustado e mais recuperado de seu choque inicial. - Remus, estás dando por fato que vou ter algo com Draco, só pelo que me estás dizendo.
-Bem… bom… - mordeu seu lábio inferior, nervoso. Pôde sentir como o alarme crescia em seu filho, ao sentir uma possível rejeição.
-É praticamente inevitável, Potter. - falou Lucius, luzindo mais acalmado, ainda que ainda estava enfadado por inteirar desta maneira que Harry Potter era o casal de enlace de seu filho. - Draco não amará nem desejará a outra pessoa mais que a ti e fará o possível por te conquistar, incluindo o fato de afastar todo casal potencial que possas ter. Se não é por amor… será por cansaço.
-Oh, que alivio. - murmurou sarcástico.
-Não me queres? - a voz de Draco soava baixa, doída… submisa.
Harry removeu-se em seu assento ao ver a mirada desabrigada do loiro.
-Não posso te querer sem mais, Malfoy. Nunca nos levamos muito bem… e eu nem sequer sei se gosto dos homens. Todos os casais que tenho tido até agora foram mulheres.
-Só tens estado com a Chang. - grunhiu o loiro.
-Bom, mas ela é mulher, não?- murmurou ruborizado pela vergonha. Não era sua culpa ter assuntos mais importantes nos que se ocupar que estar tendo encontros!
-Hmph! Essa não é mulher para mim, mas bem uma cadela em ciúmes. - bufou.
-Draco!- seu papai repreendeu.
Os olhos de Harry se entrecerraram.
-Mesmo assim… eu não penso aceitar estar contigo, porque é você o que está com ciúmes agora.
Sirius riu ao escutar as palavras de sua afilhado e ver como Draco se ruborizava e fulminava ao moreno com a mirada. Remus também tinha um sorriso divertido, ele não pôde definir melhor o estado no que pareciam entrar os veelas quando recebiam sua herança e queriam conquistar a seus casais.
-O que eu quero saber é… - disse Severus. - Por que Potter assaltou a Draco? Se recordo bem, em nossos tempos, era Lucius o que se tentava violar a Lupin nos corredores.
-Não sejas vulgar, Severus. - sibilou Lucius. Se tivesse sido outra pessoa, provavelmente abria-se ruborizado. - E em verdade não entendo. - entrecerrou os olhos, olhando a seu filho. - Supostamente deveria ser ao revés. Tendendo em conta que tudo isto se desatou pelo beijo desse fedelho incorrigível… - Sirius e Severus fizeram uma careta ante a acusação escondida. - Draco deveria ter sido o que interceda, querendo arrancar a garganta de Lucas ou beijando a Potter para deixar em claro que ele é seu…
-Tem razão. - Remus franziu o cenho. - Ainda que… por todo o que tenho lido sobre veelas…- seus olhos se alumiaram e um sorriso se formou em seus lábios.- poderia ser que, baseado nos fatos recentes, nosso filho pudesse ser um veela submiso.
-Que?! Eu, submiso?! - exclamou ultrajado. - Por suposto que não! Eu não me vou deixar controlar pelo Potter! - cuspiu, fulminando ao moreno com a mirada. O único que lhe faltava era isso, para ficar absolutamente humilhado!
-Mas as provas estão ali. - sibilou o Malfoy maior, com enfado. - Que tenha tido este excelente controle até agora só significaria que seus poderes saem à luz se teu casal os precisa. Isto pode dar pela mistura de sangues, teu pai se converteu em um lobo submiso quando o reclamei e isso pôde passar a seus instintos. Também está o fato que os veelas submisos buscam a pessoas poderosas que possam os proteger a eles e a seus filhos… e, por muito que me custe o dizer, Potter é um mago poderoso.
-Seu pai tem razão. - disse Remus acariciando o braço de seu filho, ao ver que se estava alterando. - Se tivesses sido um veela dominante, terias buscado alguém com menores poderes, que você possa proteger.
-Potter não é melhor que eu. - murmurou.
-Não estamos dizendo isso, tesouro. - tranqüilizou seu papai. - Só que Harry tem mais poder mágico que você.
-Não creio entender completamente. - murmurou Harry. - Que diferença há entre um submiso e um dominante?
Os adultos luziram algo incômodos ante a inocente pergunta do moreno, foi Remus o que finalmente falou.
-Bem, basicamente… isso quer dizer que… Draco poderá usar seus poderes para que você eh… o tome… a cada vez que ele o deseje. - Os dois adolescentes se ruborizaram furiosamente e Harry tossiu nervoso. - Por suposto, - apressou-se a dizer: - isso não ocorrerá as vinte e quatro horas do dia, e a maior parte do tempo, Draco só buscará te comprazer em muitas coisas, será diligente e atento a tuas necessidades, mas também muito zeloso e possessivo…
-Papai, deixa de vender-me como se fosse um produto recém saído ao mercado. - gemeu Draco. - Não posso achar que me esteja passando isto.
-Sento-o, filho. - desculpou-se envergonhado.
Harry franziu o cenho. Isto não podia lhe estar passando a ele. Outra vez punha-lhe um ônus sobre seus ombros sem que ele o pedisse. Ainda que, comparado a todos seus ônus anteriores, esta não parecia ser tão má, se é que Remus tinha razão no que lhe dizia. No entanto… era Draco Malfoy, após tudo. Mas não podia deixar de admitir que o beijo que tinham compartilhado no pátio (em frente a todos seus convidados) foi muito passional e saboroso. Algo que indubitavelmente não podia dizer era que não quereria voltar a repetir. Se ruborizó ante esse pensamento.
-Estás tendo pensamentos pervertidos comigo, Potter? - sibilou Draco, com uma mirada venenosa. O rubor de Harry aumentou. - Pois de agora te advirto que te esqueças de tudo, nada disso passará.
-Não poderá o evitar, Draco. - disse seu pai, luzindo divertido. Agora se poderia vingar porque lhe ocultassem coisas. - Por mais que o negue com palavras, não poderá evitar seus instintos, eles te dirão que deseja a Potter, que quer que Potter seja seu e de ninguém mais e que te faça seu a cada noite.
-ARG! Basta! - gritaram Draco e Sirius, tampando-se os ouvidos.
-Ainda que ponham-se assim… é o que inevitavelmente vai suceder, não podemos fazer nada, nem negar ao fato. - disse Severus.
Harry suspirou e se recostou sobre o respaldo do cadeirão, Sirius e Remus olharam-no com pena, ao vê-lo tão desabrigado.
-Harry, pode estar seguro que eu jamais te faria dano nem também não quero te impor nada, mas isto é por meu filho. Teu negação ou rejeição lastimará para além do que pode imaginar a Draco. Ele não pode lutar na contramão de seu sangue e instintos… de modo que só te peço que lhe dê uma oportunidade, faz favor?
Depois de escutar as palavras sábias de Remus, o moreno olhou-o com intensidade, depois sua mirada viajou à de Draco e comprovou que este se via ansioso e nervoso, tanto que não pôde lhe sustentar a mirada e a terminou baixando. Suspirou.
-Não posso lhe prometer nada, nunca pensei em Draco como uma pessoa na que pudesse ter um romance. E não posso lhe negar em que me dá algo de medo em saber que provavelmente o terei me assediando como um animal.- O loiro grunhiu, mas Remus silenciou-o com a mirada, não ia ser bom que interrompesse neste momento de sinceridade. - Mas… entendo o que me disseste Remus… posso lhe dar uma oportunidade de que me… corteje… mas se me dão a segurança de que não quererá usar seus poderes para que passe o do beijo de afora.
-Isso não sucederá, Potter. - falou Lucius. - Agora que meu filho e meu esposo se decidiram a me dizer a verdade… - disse com uma mirada de reproche para os mencionados. - eu ajudarei a meu filho a controlar seu veela interno. Por suposto, não posso te dar 100 de garantias que isso não voltará a suceder, porque o veela reagirá se vê que ameaçam sua posse sobre ti ou se está em perigo.
-E o último é muito provável, tendo em conta teus antecedentes, Potter. - disse Severus com sarcasmo.
-Não está ajudando, Severus. - grunhiu Remus.
-Só estou dando os panoramas, Lupin. Já todos sabemos que Ele tem voltado e quem é seu pior inimigo e alvo. Não podemos ignorar isso. Temo pela vida de meu afilhado se é que o Senhor Escuro se chega a inteirar que seu sangue veela o escolheu.
Um tenso silêncio instalou-se dentro do lugar, pensando nesse assunto importante que não tinham tido em conta ao princípio. Para Draco, o pânico começou a crescer, sabendo que as palavras de sua padrinho eram verdadeiras, que a guerra estava à volta da esquina e que o alvo era seu casal, isso sem contar que era a esperança e a cabeça do lado da Luz. Se pensava-o, desde primeiro ano que a vida de seu casal se viu ameaçada por esse louco, mas ele deixaria de se chamar Draco Malfoy se deixava que lhe pusesse uma mão em cima. Não, isso sim que não.
-Draco, tranqüiliza-te. - a voz de seu papai soou-lhe distante, levantou a cabeça e pôde ver que o olhavam com preocupação e surpresa. - Teus poderes estão-se desbordando um pouco, céu.- acariciou sua bochecha. - Prometo-te que não vamos deixar que esse mau homem ponha um dedo em Harry, ok?
-Bem… obrigado. - inspirou várias vezes para acalmar-se.
-Eu desejo fazer uma comprovação. - Lucius levantou-se de seu assento e acercou-se a seu filho. - Vêem, Potter.
-Que? Por que?
-Vêem digo-te, quero comprovar que tão submiso é meu filho.
-Que? - gritou o loiro, indignado.
Harry assentiu e levantou-se até chegar junto ao patriarca da família Malfoy. Draco cruzou-se de braços e se amuou, um ligeiro rubor podia-se apreciar em suas bochechas, já que seu casal estava tão cerca dele. Podia ler perfeitamente o cheiro característico do rapaz, uma mistura de bosques com algo débil de chocolate, tudo isto somado à aureola de magia que despedia seu corpo fazia enlouquecer a seu veela interno.
-Bem, Potter, quero que olhes a meu filho diretamente aos olhos e tentes deixar sair algo de sua magia, só um pouco.
-Ok. - murmurou, dirigindo seus olhos verdes até ligar com as cinzas do loiro.
-Draco…- advertiu seu pai, ao notar que seu filho se negava a olhar ao moreno.
O garoto grunhiu e lentamente ligou olhadas com o outro adolescente. Precipitadamente pôde sentir a seu veela ronronear ante o ato, desejando mais que só ver seus olhos e estar cerca dele. Seu corpo foi-se relaxando e sua mirada tornou-se sonhadora. Harry levantou uma sobrancelha e sorriu nervoso, olhando a Remus, que só lhe sorriu de lado e negou com a cabeça.
-Bom, agora lhe dá uma ordem. - disse Lucius.
-Uma ordem? Como que…?
-Não sei. - grunhiu. - Inventa-te algo, Potter.
-Fá-lo ladrar.- disse Sirius, luzindo divertido.
-Não vais humilhar a meu filho, Padfoot. - Remus franziu o cenho em seu amigo. – Diga-lhe que te atinja o livro que está nessa mesa Harry. - disse, cabeceando para a mesa pequena que estava junto ao cadeirão que ocupava Sirius. - Utiliza a palavra "desejo".
-Eh… de acordo.- olhou ao veela, que tinha tal olhada de adoração em seus olhos que o fez se sentir incômodo. - Draco, desejo que me tragas o livro que está na mesa junto a meu padrinho.
-Claro, Harry. - respondeu solícito.
O garoto levantou-se pressuroso e foi em busca do livro. Sirius riu baixinho e tampou sua boca ao ver que seu amigo o fulminava com a mirada. Severus bufou e negou com a cabeça, sua afilhado estava perdido. Lucius cruzou-se de braços, satisfeito. Harry, por sua vez, levantou uma sobrancelha ao receber o livro em suas mãos por parte do veela.
-Eh… obrigado.
-Desejas algo mais Harry?
-Não, não… obrigado.
-Agora te afasta e deixa de olhar aos olhos. - ordenou Lucius.
O moreno assim o fez e, quase ao instante, Draco sacudiu sua cabeça e olhou desorientado para ambos lados. O último que recordava era estar sentado junto a seu papai, mas agora estava parado junto a seu pai.
-Que…?
-Nada, filho. Só tenho provado um fato. É um veela submiso.
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-Idiota! Quer se comportar?
-Awww… minha Gin-Gin… não me golpeies, não vê que sou frágil?
A ruiva menor da família Weasley fulminou a seu namorado com a mirada. Não bastando com o bochorno do beijo de faz um momento (que pensava que tinha desencadeia uma série de fatos desafortunados), agora seu namorado se comportava como um menino de cinco anos. Não podia achar que só esse copo de whiskey de fogo o tivesse posto assim, o tonto de Lucas não tinha nem um pouco de tolerância ao álcool.
O moreno ronronou de repente e estrelló a sua namorada contra a parede. Ela abriu os olhos como pratos quando sentiu que os lábios do garoto tomavam posse dos seus. Abriu a boca e cedo viu-se assaltado pela língua exploradora do garoto Lestrange. Ela gemeu ao sentir como uma mão se metia por embaixo da blusa de verão que estava usando nesse dia.
-Ejem.
Só Ginny foi quem escutou a tosse e empurrou com todas suas forças a Lucas, o conseguiu depois de uns minutos de luta, já que o garoto que se tinha colado como lapa. Ao ver quem era, se ruborizou furiosamente.
-Se-Senhor Lestrange.
-Bem. - o sorriu de lado. - Não sou a mais feliz das pessoas tendo que permanecer encerrado e, escutar a meu filho tendo sessões de beijoqueiro na porta de minha prisão, verdadeiramente, não alivia meu humor.
-Eh… sento-o. - murmurou, agachando a cabeça.
-Awww… mami! Por que esta ranzinza? Meu irmãozinho já te está dando oscilações de humor? - perguntou Lucas, caminhando até Rodolphus para abraçá-lo e esfregar sobre seu ventre ainda plano.
O maior franziu o cenho e olhou à garota pedindo uma explicação.
-Sirius deu-lhe um copo de whiskey de fogo… e este é o resultado. - disse, fazendo um gesto para o rapaz.
-Esse idiota. - sibilou, pondo os olhos em alvo e tentando separar a seu filho de seu corpo. - Pelo visto, Lucas tem herdado minha pouca tolerância ao álcool.
-Como que pouca tolerância?! - se ergueu orgulhoso. - Se eu estou muito bem! - exclamou. No entanto, que tropeçasse e caísse de fila ao andar fizeram que os outros duvidassem de sua palavra.
-Sim, sim… - disse seu papai, sarcasticamente. - Agora te levanta, Senhor Tolerante que virás comigo a que te de uma boa ducha. - olhou à garota. - Podes deixar-me, eu me farei cargo dele. Obrigado, Ginny.
-De nada, Senhor Lestrange.
-Jujuju… - o garoto riu pervertidamente. - Não queres vir a tomar banho comigo, Gin-Gin? Tenho um patinho de borracha! Diz quak, quak!
-Não, idiota!
-Vamos, Lucas!
Continuará…
N\T
Nossa que pouca vergonha desse moleque do Lucas! Kkkkkkkkkkkkkkkk
Mas a cena de Draco é a melhor acreditem :D
Quero os reviews então ate a próxima!
