Capítulo 3: O Plano

Onze pessoas vivas estavam na casa. Uma delas era um assassino ou assassina. E meia hora depois, essa pessoa saiu para o corredor e escondeu-se nas sombras, à espera.

O Dean virou-se na cama. Não conseguia adormecer. Estava sob stress.

Dean (pensando): Estou farto de estar aqui. Tenho de sair desta ilha! Aliás, temos todos de sair daqui.

O Dean continuou a virar-se na cama, sem conseguir dormir.

Dean (pensando): Se a casa tivesse televisão, ainda podia ir ver televisão até ter sono... mas assim... acho que vou beber leite.

Ele saiu do quarto e desceu as escadas. O assassino ou assassina continuava à espera. O Dean chegou à cozinha e depois parou.

Dean (pensando): Hum... a Laura disse para termos cuidado com o que comíamos... e se o leite estiver envenenado? Oh, que disparate, não há-de estar.

Mas o Dean hesitou novamente.

Dean (pensando): Bom, é melhor não comer nem beber nada. Vou voltar para o quarto.

Ele voltou a subir as escadas. Enquanto caminhava para o quarto, não viu que a pessoa que estava à espera e se aproximou dele com um ferro na mão. Com um gesto rápido, o ferro acertou na cabeça do Dean com toda a força e ele caiu no chão, morto. O assassino ou assassina deixou o ferro ali e voltou, calmamente, ao seu quarto.

"Onze pessoas olhando de rés-vés;

Uma leva uma pancada e restam dez."

Na manhã seguinte, o Leon foi o primeiro a levantar-se. Quando ia para ir à casa de banho, encontrou o corpo do Dean e deu logo o alarme.

Leon: Pessoal, venham cá depressa!

Várias portas se abriram e as pessoas reuniram-se no corredor.

Rick: Que horror!

Sara: Dean! - gritou ela. - Oh não...

Karen: Ele... levou uma pancada com aquele ferro, não foi?

Laura: Não há dúvida. - disse ela, examinando o ferro. - E desta vez não há possibilidade para enganos. Alguém teve mesmo de fazer isto ao Dean. Não estava preparado por ninguém, nem foi acidente. Alguém o matou!

Os outros sustiveram a respiração. Era a quarta morte e sem dúvida esta tinha sido homicídio.

Anne: Alguém deve ter entrado aqui em casa e matado o Dean.

Sara: Estará alguém escondido na ilha?

Josh: Pode até estar escondido aqui em casa! – disse ele, olhando para os outros.

Os outros pareceram alarmados.

Karen: Então corremos todos perigo!

Rick: Calma! Atacaram o Dean de noite, por isso não me parece que nós estejamos a correr perigo agora. Proponho que nós nos despachemos e nos encontremos todos na sala de jantar.

Os outros concordaram. O Rick e o Josh levaram o corpo do Dean para o seu quarto e taparam-no com um lençol. O Josh pegou no ferro e mandou-o ao mar.

Vinte minutos depois, os dez sobreviventes estavam juntos na sala de jantar.

Laura: Temos de procurar a pessoa responsável pela morte do Dean.

Karen: Dele e dos outros. Se há alguém que matou o Dean então deve ter armado as coisas para matar o Pit, a Marie e a Marina também!

Sara: A Karen tem razão. – disse ela, abanando a cabeça.

Sabrina: E não tomamos o pequeno-almoço? Desculpem, mas eu estou com fome.

Anne: Eu posso preparar uns ovos para todos.

Os outros concordaram e a Anne e a Helena foram até à cozinha e prepararam uns ovos. Depois de comerem, eles decidiram ir procurar o culpado ou culpada pelas mortes.

Laura: A pessoa culpada pelas mortes há-de estar nesta casa ou na ilha, por isso vamos procurar!

O grupo dividiu-se para procurar. A Sara e a Sabrina foram até ao pico da ilha ver se havia ali por baixo algumas grutas onde alguém se pudesse esconder, mas não haviam nenhumas. A Laura foi até ao lago procurar, mas não havia nada para encontrar. Ao pé do lago havia só algumas árvores e o lago nem sequer era profundo.

A Anne foi procurar à pequena praia a sul da ilha, mas também ali não havia qualquer lugar onde alguém se pudesse esconder. O Rick foi procurar à parte oeste da ilha. A pequena cabana em ruínas não tinha nada para esconder e apesar de haver várias árvores ali, não havia lá ninguém escondido.

Os outros procuraram na casa, de uma ponta a outra, em todos os recantos possíveis, mas também eles não conseguiram achar nenhuma pessoa.

Voltaram a reunir-se todos, desta vez na sala de estar.

Laura: E pronto, não há mais ninguém nesta ilha além de nós.

Sabrina: E isso quer dizer exactamente o quê? - perguntou ela.

Todos ficaram calados a olhar uns para os outros. Ninguém queria pronunciar as palavras que passavam pelas cabeças de todos eles.

Laura: Ao que parece... o assassino ou assassina tem de ser um de nós.

Karen: Isso é absurdo! - gritou ela. - Nós não nos íamos matar uns aos outros!

Rick: Laura, a Karen tem razão. Tem de haver outra explicação.

Anne: Pode ser alguma magia que nos esteja a matar.

Peter: Essa hipótese parece muito rebuscada.

Sara: E se a pessoa que matou o Dean veio aqui e depois se foi embora? - perguntou ela.

Laura: O que queres dizer?

Sara: Bem, podia ter vindo de barco, matou o Dean e foi-se embora. – explicou ela.

Leon: Não faz muito sentido. Porque é que alguém haveria de fazer isso?

Sara: Não sei. Foi só uma teoria.

Sabrina: É um bocado difícil de acreditar na teoria da Sara, mas mais difícil é acreditar que um de nós é um assassino, não acham?

Os outros tiveram de concordar.

Anne: Então parece que estamos sob uma ameaça exterior. Sabem, se essa pessoa voltar aqui de barco, podemos dominá-la, pegamos no barco e saímos daqui!

Rick: Pois, mas ninguém sabe navegar um barco.

Karen: Eu sei. Os meus pais têm um iate. Não é nada de muito especial navegar um barco ou um iate. - disse ela, com simplicidade.

Josh: Então voltamos ao mesmo? Temos de esperar?

Helena: Parece que sim.

O tempo foi passando. A Helena e o Leon foram até à pequena praia a sul da ilha.

Leon: As nuvens estão negras. Parece que vai chover em breve.

Helena: Pois é. E nós presos nesta ilha...

Leon: Já não há-de faltar muito para sairmos daqui.

Helena: Espero que sim. – disse ela, suspirando.

Leon: Então, quem ficou a fazer o almoço?

Helena: Desta vez ficaram a Anne, a Sara e a Laura. Eu também mereço descanso.

O Peter tinha entrado na sala de jantar, quando olhou para a mesa das estátuas.

Peter (pensando): Hum... só estão aqui dez estátuas... faltam as estátuas da Marie, do Pit, da Marina e do Dean... hum, a Anne tinha razão. As estátuas andam a desaparecer.

Pouco depois, o Leon deixou a Helena na praia e voltou à casa. Ela sentou-se a olhar o mar.

Helena (pensando): O mar é bonito. Bonito e vasto. Somos insignificantes em relação ao mar... tão insignificantes que não conseguimos sair da ilha. Será que vem alguém de fora matar-nos e vai-se embora? Não, não acredito nisso.

Nesse momento, uma pessoa aproximou-se da Helena. A Helena nem sentiu que alguém se aproximava. A pessoa empunhava uma seringa. Com um gesto rápido, enterrou a seringa no pescoço da Helena e injectou-lhe veneno. A morte da Helena foi imediata. Ela caiu no chão, sem vida. A pessoa pegou na seringa, atirou-a ao mar e depois regressou a casa.

"Dez pessoas vão almoçar enquanto não chove;

Uma delas acaba por não comer e então restam nove."

Pouco depois, a Anne entrou na cozinha. Logo de seguida, entrou a Sara. E segundos depois, apareceu a Laura.

Anne: Tive de ir à casa de banho. Mas deixei a comida a cozer.

Sara: Eu fui à dispensa ver se tínhamos lá comida enlatada e fechada. Convém que nós comecemos só a comer coisas que ainda não estão abertas.

Laura: Pois. Podem estar envenenadas se a embalagem estiver aberta.

Anne: Onde é que tu foste, Laura?

Laura: Eu? Fui num instante à biblioteca.

Anne: Era suposto estarmos a fazer o almoço. Não era hora de ires para a biblioteca. – disse ela, um pouco aborrecida.

Laura: Pronto, desculpa, mas eu e a Sara nem ajudamos muito. Nós não sabemos cozinhar quase nada.

Sara: Isso é verdade.

Anne: Já estava na hora de aprenderem.

Meia hora depois, a Anne foi chamar os outros para almoçar. Todos estavam à mesa, menos a Helena.

Anne: Onde é que anda a Helena?

Leon: Ela estava na praia. Mas pensei que já tivesse voltado.

O Peter soltou uma exclamação.

Peter: Desapareceu outra estátua!

Todos se viraram para a mesa das estátuas. Só lá estavam nove.

Peter: Há pouco estavam aqui dez... agora só estão cá nove.

Anne: Hum... faltam as estátuas da Marie, do Pit, do Dean, da Marina e da Helena. - disse ela. - Aconteceu alguma coisa à Helena!

Laura: Porque é que dizes isso?

Anne: Vocês não percebem? Quando alguém morre, desaparece a sua estátua! E a Helena ainda não apareceu!

Leon: Calma! Ela pode estar na praia e não te ouviu chamar para o almoço.

Sabrina: Vamos lá ver!

O grupo foi até à praia e encontrou a Helena morta.

Laura: Tem uma picada no pescoço.

Peter: Terá sido um insecto?

Leon: Não foi insecto nenhum! Parece uma picada de agulha. Olhem!

A seringa andava a flutuar no mar.

Leon: Foi com aquela seringa que a devem ter matado. Deve ter sido injectado veneno ou algo assim. - disse ele. - O assassino esteve aqui e matou a Helena!

Os outros ficaram calados por uns segundos, sem saber o que dizer.

Anne: Poderá o assassino ter vindo, matado a Helena e ido embora?

Laura: É possível, mas extremamente improvável. - respondeu ela.

Sara: Então que outra explicação há?

Laura: Vocês sabem muito bem! Eu já tinha dito e volto a dizer. Teve de ser um de nós!

Sabrina: Não! Não acredito nisso!

Josh: Laura, porque é que nos andaríamos a matar uns aos outros? Não faz sentido!

Anne: Também não faz sentido que alguém venha aqui para nos matar um de cada vez e depois vá embora... - murmurou ela.

Leon: Vamos levar o corpo da Helena para a casa. - disse ele.

O Josh e o Peter ajudaram-no e levaram a Helena para o seu quarto, deitando-a na cama e cobrindo-a com um lençol. Reuniram-se todos na sala de estar.

Anne: O almoço está pronto... apetece-vos comer? - perguntou ela, mas os outros acenaram negativamente.

A tarde passou depressa. Começou a chover com força. Ninguém queria falar do que tinha acontecido. Todos se mantinham vigilantes.

Peter: Mas porque raio andam as estátuas a desaparecer?

Anne: Parece-me que o assassino ou assassina está a jogar um jogo connosco. Cada vez que um de nós morre, uma estátua desaparece.

Sara: Será por magia?

Anne: Talvez... bom, deve ser. Caso contrário, para tirar a estátua dali era preciso que o assassino entrasse aqui em casa.

Laura: Não seria difícil ao assassino entrar aqui em casa e tirar dali a estátua, caso o assassino seja um de nós. – disse ela.

Rick: Laura! Mas porque raio estás a querer, com toda a força, que seja um de nós o assassino?

Laura: Eu não quero que nenhum de nós seja o assassino! Mas temos de encarar os factos e é a hipótese mais viável. Se vocês não querem encarar isso, problema vosso!

A Laura subiu até ao seu quarto. Sentou-se na cama a pensar e depois os seus olhos pousaram no quadro com o poema. Caminhou até ele.

"Dez pessoas vão almoçar enquanto não chove;

Uma delas acaba por não comer e então restam nove."

Laura (pensando): Sim, não há dúvida que isto encaixa na morte da Helena. Ela não almoçou... bom, nenhum de nós o fez. Perdemos o apetite... mas estou convencida que o assassino segue este poema para nos matar.

Quando a noite chegou, a Anne foi preparar o jantar com a ajuda do Josh e do Rick. A Laura chamou a Sara e foram as duas falar para a biblioteca.

Sara: O que foi, Laura?

Laura: Tenho uma ideia para comprovar a minha teoria de que um de nós é o assassino misterioso.

Sara: Que ideia é essa?

Laura: Bom, pode dar para o torto... aliás, até espero que sim... mas...

Sara: Explica-te. - pediu ela. - Não estou a perceber nada.

Laura: Hoje, quando todos se forem deitar, nós vamos fechar a casa toda.

Sara: Mas nós temos fechado a casa.

Laura: Eu sei, mas vamos pôr cadeiras encostadas às portas para a rua, barricar as janelas, etc.

Sara: E para quê tudo isso? Para o assassino não entrar?

Laura: Não é bem isso. É que, com tudo isto, vai ser impossível para o assassino entrar sem ser notado. Caso, e espero que não, alguém morra esta noite e nenhuma janela ou porta tenha sido arrombada, então o assassino é um de nós, pois está dentro desta casa.

Sara: Mas olha lá, se o assassino for um de nós pode muito bem, por exemplo, tirar uma cadeira que está a barricar uma porta para fingir que entrou cá um assassino de fora.

Laura: Por isso é que só nós as duas é que vamos saber disto e fazer isto às escondidas dos outros. Claro que na porta da frente vamos ter de pensar noutra coisa... pôr um arame discreto, talvez, não vá alguém descer para beber água e ver uma cadeira contra a porta. - disse ela. - E como só saberemos nós, há uma hipótese da minha teoria se comprovar.

Sara: Isto, considerando que nenhuma de nós é o tal assassino misterioso. – disse ela.

Laura: Eu não sua nenhuma assassina e conheço-te bastante bem, Sara. Sei muito bem que tu também não és... mas um dos outros...

Sara: Desconfias de alguém em particular?

Laura: Não. Mas pronto, já sabes Sara, quando todos nos formos deitar, esperamos um pouco para eles adormecerem e encontramo-nos no hall. Depois barricamos a casa.

Sara: Não sei se quero que o teu plano resulte ou não, Laura. Se resultar... isso significa que mais um de nós morre e ainda por cima também comprova que um de nós é um assassino. Poderá haver algo pior que isso?

Laura: Sim. A incerteza de um inimigo invisível é pior. Pelo menos, poderemos ficar a saber de um esperar o perigo. – respondeu ela, decidida.

Pouco depois, nove pessoas sentaram-se à mesa da sala de jantar e comeram em silêncio. Cada uma delas pensava no que se tinha passado e no que se poderia passar daí em diante.

Depois do jantar, reuniram-se todos na sala de estar.

Anne: O que fazemos agora?

Laura: Não podemos fazer nada. Vamos mas é dormir.

Sara: Pois, vamos lá pessoal.

Os outros encolheram os ombros e todos subiram as escadas, indo cada um para o seu quarto. Meia hora depois, a Laura e a Sara encontraram-se no corredor.

Laura: Vamos lá. - sussurrou ela.

Elas desceram as escadas e foram pôr cadeiras nas portas, verificaram se as janelas não podiam mesmo ser abertas por fora e a Laura encontrou um arame para pôr na porta da frente.

Laura: Pronto, está tudo feito. Podemos ir para os nossos quartos.

Sara: Não sei se isto irá resultar... mas vamos ver.

Elas subiram as escadas, despediram-se e cada uma foi para o seu quarto. A Laura olhou para o quadro na parede.

Laura (pensando): A uma delas falta o ar... o que quererá dizer... bem, amanhã saberei. E por via das dúvidas...

Ela caminhou até à porta do quarto e trancou-a.

Uma hora depois, já todos, menos uma pessoa, estavam a dormir. Essa pessoa saiu do seu quarto.

Pessoa (pensando): Parece que hoje ninguém fez uma saída nocturna do quarto além de mim... não faz mal. Vou escolher a minha vítima.

A pessoa pensou durante uns segundos, depois deu uns passos e, com todo o cuidado, abriu uma das portas e entrou num dos quartos. Caminhou até à cama, onde a Sabrina estava a dormir.

Num gesto rápido, a pessoa pôs as mãos no pescoço da Sabrina e apertou-o com toda a força. A Sabrina abriu os olhos, assustada. Tentou libertar-se. Tentou gritar. Mas a outra pessoa era mais forte que ela. Em poucos segundos, ficou sem ar e morreu.

A pessoa tirou as mãos do pescoço da Sabrina. Tinham ficado umas marcas vermelhas no pescoço. A pessoa sorriu, deu meia volta, saiu do quarto da Sabrina, desceu as escadas, foi até à sala de jantar, pegou na estátua da Sabrina, foi até à dispensa e com cuidado partiu a estátua, deitando os pedaços de vidro dentro de um pequeno balde, por baixo de vários papéis. Depois foi para o seu quarto, onde se deitou e adormeceu.

"Nove pessoas pensando numa solução;

A uma delas falta o ar e então restam oito."

Na manhã seguinte, a Laura e a Sara foram as primeiras a levantarem-se, descendo as escadas apressadamente. Foram verificar toda a casa.

Laura: Não há sinais de arrombamento.

Sara: Pronto, ninguém entrou cá em casa. Mas se calhar ninguém morreu também.

Laura: Veremos. Vamos acordar os outros.

Sara: Espera! Vamos contar-lhes do que fizemos? Então e se o assassino for um deles e decidiu não atacar ontem mas sim hoje? Assim já não cairiam na nossa armadilha.

Laura: Tens razão... então vá, vamos tirar as cadeiras das portas e o arame também. Ninguém pode suspeitar que barricámos a casa. Se ninguém morreu, basta voltarmos a barricar a casa novamente o que, além de nos proteger de um inimigo de fora, ainda pode comprovar a minha teoria.

Rapidamente as duas retiraram as cadeiras das portas e o arame também. A casa ficou normal como dantes. Nesse momento, o Rick e a Anne vinham a descer as escadas.

Anne: Bom dia meninas.

Rick: Hoje acordaram cedo.

Laura: Sim. Eu não dormi muito bem.

Sara: Eu também não.

Anne: Então vá, venham ajudar-me a preparar o pequeno-almoço.

Eles entraram na sala de jantar e iam dirigir-se à cozinha, quando a Anne apontou para a mesa das estátuas.

Anne: Vejam! Falta mais uma estátua! Mais uma!

A Sara e Laura aproximarem-se rapidamente da mesa.

Laura: Está aqui a minha estátua, a tua, a do Rick, a do Leon, a do Peter...

Sara: Falta a estátua da Sabrina! Oh não! - gritou ela, saindo dali a correr.

A Sara subiu as escadas apressadamente e foi até ao quarto da Sabrina. Abriu a porta de rompante e descobriu a irmã morta. Soltou um grito que acordou o Peter, o Leon, a Karen e o Josh. Segundo depois todas as pessoas, vivas, da casa estavam no quarto da Sabrina.

Anne: Coitada da Sabrina.

A Sara estava junto da cama da irmã, a chorar.

Josh: Foi estrangulada, sem dúvida. Talvez tenha morrido sem sentir nada.

Laura: Os dois versos do poema: "Nove pessoas pensando numa solução; A uma delas falta o ar e então restam oito." Era a isso que o poema se referia... falta de ar referia-se à asfixia.

Anne: Mais um de nós que morreu...

Rick: Sara, é melhor sairmos do quarto da Sabrina.

A Sara olhou para todos eles, com fúria no olhar.

Sara: Afastem-se de mim! Assassinos!

E assim, mais umas mortes. A Laura concebeu o plano com a ajuda da Sara e o assassino ou assassina atacou, matando a Sabrina. A Sara parece furiosa pela morte da irmã e acusa os outros. Quem morrerá a seguir? Quem é o responsável por estas mortes? Não percam o próximo capítulo.