Disclaimer: esta fanfiction é uma tradução de "Sí,amo" então nada aqui me pertence, os personagens pertencem a Stephenie Meyer e a história pertence a Janelle Mindfreak.
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Disclaimer: este fanfiction es una traducción de "Sí,amo" entonces nada aquí pertenece a mí, los personajes pertenecen a Stephenie Meyer y la trama pertenece a Janelle Mindfreak.
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Sim, mestre...
"Vocês sabem, mesma vestida de seda, uma macaca sempre é uma macaca."
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3.- A Bella e a Fera.
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13 de setembro, 2007.
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- Você é tão insuportável.
- Acredite em mim, eu só estou me assegurando que você faça o que eu mandar.
- Bem seguro – o que pareceu bastante sarcástico -. Relaxa, Masen, eu não colocarei fogo na casa...
- ...se eu estiver aqui para te impedir.
Rolei os olhos diante do seu sorriso de confiança.
Deus, isso já estava passando dos limites. A confiança que o idiota do Edward tinha em mim era tão pouca que nem no jantar eu poderia ficar sem ser vigiada como se fosse uma criminosa? Além do mais ele além de ser um aproveitador era agora também era um folgado. O que mais eu poderia pedir para meu – que conste, que eu continuo odiando a palavra – mestre? E, por favor, que o sarcasmo continue fluindo.
Eu não quis perder de vista o fogo que ele carregava no olhar, porque se eu o fizesse tenho certeza que gritaria uns bons palavrões na cara dele. Também que ele tinha se comportado bem na tarde de quarta-feira me ajudando com os deveres e agora voltava a ser o mesmo arrogante que eu conhecia. Mesmo que... bom, eu não podia dizer que eu conhecia ele, porque isso seria uma mentira. È verdade que em uma ocasião ou outra eu via ele pela escola, mas nada mais que isso.
Depois do primeiro jantar que tive com os Cullen, e isso já faz um ano; e depois que eu vi o olhar frio que ele tinha quando me olhava, eu não fiquei com muita vontade de conhecer melhor ele.
E agora eu estava sendo obrigada a conhecer-lo.
Ao que parece o destino gostava que Edward Masen e eu passássemos um tempo sozinhos. Quando eu cheguei na casa dos Cullen, no Volvo de Edward, para minha desgraça, e seguidos por Alice, Esme nos avisou que iria sair com Alice e que ficariam fora a tarde toda, e que chegariam bem tarde, elas tinham esquecido de comprar alguma coisa da ultima vez que saíram para fazer compras. Ela também disse que Emmet estaria com Rosalie e que ririam pegar o Jasper para ir com elas as compras. E que, para consumar o desastre, Carlisle, o pai de Edward em muitos sentidos, chegaria tarde.
Perfeito, Perfeito. O senhor Masen poderia me mandar de lá pra cá, com isso e sem isso sem que a doce Esme pudesse me defender de seus abusos machistas. Mais alguma coisa a acrescentar? Sim, mais é claro, estamos falando de mim; Alice não para de insinuar coisas entre Edward e eu. E ela não para de gritar quando eu digo que eu acho ele fisicamente atraente. Mas, fala serio, alguma garota diria o contrario?
Pensando na possibilidade, eu virei a cabeça para avaliar melhor as expectativas.
Ótimo, todas caíram à zero.
Edward estava apoiado na mesinha americana de centro, com as costas e as mãos encostadas na pilastra. A luz não estava nem um pouco a meu favor, porque ela iluminava o rosto dele como se fosse um anjo – coisa que ele não era nem no mais pequeno sentido metafórico da palavra. Sua pele era tão branca como cal e fazia contraste com seu cabelo cobre, despenteado, porém lindo, que ficava como uma moldura em seu rosto sereno, mesmo que eu tinha somente a visão de seu perfil. Eu pude, também, olhar seus olhos, focados no teto, e agora mais claros que o normal. Por um minuto de irracionalidade e de serena paz, eu pensei que eram os olhos mais lindos que eu já havia visto em toda minha vida.
Agh! Depois eu terei que fazer lavagem cerebral em mim, para que ninguém mais fique sabendo que eu alguma vez pensei isso.
Um som agudo tocou na minha frente. E, ao mesmo tempo em que Edward, virei o meu olhar para ver a panela. Peguei um pano de prato, para não me queimar, e levantei a tampa da panela, a água já estava fervendo, agora eu teria que colocar a massa ali dentro.
Estiquei o braço, procurando o pacote de espaguete que eu havia deixado do meu lado, supostamente. Mas o balcão estava vazio. Mas eu havia pegado o espaguete, não tinha?
- Está aqui – alguma coisa foi colocada na minha mão, e eu peguei sem realmente olhar.
Meus olhos viram o pacote que eu estava procurando nos meus dedos e....entre os dedos de Edward. Meu olhar percorreu o braço dele, comendo os músculos dele com os olhos, até que finalmente cheguei ao seus rosto. Ele tinha um sorriso arrogante nos lábios, mas, infelizmente, isso ficava incrivelmente atraente nele.
- Obrigada – eu murmurei entre os dentes, desviando o olhar do dele e franzindo a testa. Eu pude sentir perfeitamente o calor nas minhas bochechas. Droga, por que ele tinha que ser tão perfeito assim?
- De nada - ele sussurrou.
Senti um ligeiro estremecer ao escutar a voz dele; eu não conseguia me acostumar com o quanto ela era a musical e bela.
Bom, finalmente eu pude terminar a massa que Edward havia ordenado para eu fazer, eu servi ele depois de colocar na mesa. Ele estava vendo televisão nessa hora, não tinha passado das sete e meia da noite. Ainda podia chegar em casa antes das dez.
Ultimamente eu não podia preparar a comida de Charlie, já que tinha que ficar aqui, claro, eu nunca disse isso a Edward, ele acharia que eu estava dando uma desculpa para me desfazer dele antes que ele possa pedir mais alguma coisa. Por fim e em fim, Charlie caiu na gargalhada quando eu contei da minha derrota e do castigo. Ele me disse para eu não me preocupar, que ele iria comer na casa dos Clearwater para comer, porque, assim ele matava dois pássaros com um tiro só, Sue ficava muito sozinha depois da morte de seu marido, Harry.
Obviamente, como toda filha, eu tive falsas esperanças pensando que Charlie me ajudaria e proibiria a execução do castigo. Mas quando eu vi ele quase caindo de tanto rir....me dei conta de que estava quase sozinha. Pelo menos Alice estava disposta a me raptar algumas vezes para me livrar das garras da besta do irmão.
E falando no rei de Roma....
....Edward cruzava a porta para entrar na cozinha, preparado para começar a comer.
Mas em vez de se sentar imediatamente, ele ficou ali, na porta, encostado e com os braços cruzados. E me olhando. Não sei o que ele viu em mim que riu baixinho, mas eu fiquei parada no mesmo lugar em que estava quando ele chegou.
Ele passou do meu lado, sem que eu percebesse, acho que eu estava no meu mundinho particular. Escutei o arrastar da cadeira ao ser movida, atrás de mim. E também o pegar do garfo.
- Você não vai sentar? – perguntou Edward. Eu pude imaginar o sorriso em seus lábios quando ele falou.
Me virei e neguei levemente, com a cabeça, sem olhar nos olhos dele.
- Não. E, se não se importa, ou se você não quiser mais nada, eu vou ir para casa. Com licença.
Suspirei pesadamente. Alguma coisa me dizia que ele não ia deixar eu ir tao fácil assim. Acho que enrijeci um pouco ao pensar desse jeito.
Comecei a andar tranquilamente, cultivando um pouquinho as pequenas esperanças que eu tinha de liberdade. Ainda teria que fazer certas tarefas que eu deveria ter feito, mas não eram precisamente para mim.
- Sim, eu me importo.
O som da sua voz musical foi ouvido e até a parte mais pequena do meu sistema nervoso se estremeceu. O coração se acelerou, e eu tive medo de que ele pudesse ouvir ele.
Falta dizer que eu não me virei.
- Não quero jantar sozinho – ele disse, e acho que ele estava fazendo um grande esforço para não rir. A verdade é que esse garoto me frustrava bastante.
- Não tenho fome – menti. A verdade é que fazia um tempo que o cheiro da massa estava me chamando e meu estomago reclamava; mas eu não queria jantar com ele, eu acho.
E eu fiquei ali, em pé, de costas para ele. Debatendo com mim mesma entre sair correndo e aceitar o convite. Eu voltei a ficar frustrada ao me dar conta de que nós tínhamos outra coisa em comum: nenhum dos dois gostava de jantar sozinhos.
- Serve um prato para você, por favor.
Bom, onde que estava o tom mandão que ele normalmente usava comigo? Eu não tinha que obedecer ele cada vez que ele pedisse alguma coisa? Ele estava me pedindo para jantar com ele? Pior ainda, o que era essa parte de mim que não queria recusar o seu pedido? Onde demônios estava a parte coerente que gritava para mim a alguns estantes para que eu saísse correndo? Ugh, outro erro; como eu iria ir para casa? Era ele que teria que me deixar em casa. Bah, uns quilômetros de caminhada não me fariam nada de mal.
E apesar de eu ter discutido....
...acabei por pegar um prato da louça lavada e me servi um pouco – porque seu pedido ainda tinha um tom de ordem entre as palavras -, eu coloquei ele na mesa, e eu me senti muito intimidada enquanto sentia seu olhar de esmeralda sobre meu corpo. Peguei os garfos na gaveta de talheres, e coloquei ele perto do prato ainda sem a massa. Dei outra volta pela cozinha, procurando um copo para colocar o suco. Quando eu já o tinha feito, me sentei do lado dele, sem olhar para ele e com os olhos semi cerrados.
- Pronto, você está feliz agora?
Senti o braço dele esbarrar no meu quando ele deu os ombros. E eu não pude acreditar na descarga elétrica que passou pela minha pele.
- Eu não me queixo. Aproveito.
E o no final a besta tinha educação, fazer o que. Não é o que nos ensinam na escola hoje, então?
Não consigo acreditar que conseguimos jantar sem soltar faíscas pelos olhos. Por um outro pequeno lapso de tempo eu gostei de ficar ao lado de Edward Masen, eu gostei muito. E me dei conta de que ele tinha um curiosidade insaciável, me perguntou muitas coisas sobre a minha vida. Eu não imaginei que coisas do dia-a-dia, poderiam parecer para ele, de certo modo, interessantes. Eu contei algumas histórias sobre a minha mãe Renée e eu, quando eu morava em Phoenix com ele; e Edward ria uma vez e outra. E a sua risada parecia musical e aveludada, igualzinho a sua voz. Quando eu escutei ela não pude deixar de sorrir como uma boba.
Sinceramente, eu não sabia o que estava acontecendo comigo.
- Agora é a minha vez de fazer as perguntas – eu disse.
- Prossiga.
Me levantei lentamente da cadeira, e fui pegar mais suco, o que tinha em meu copo já havia acabado, e eu estava com muita sede.
- Por que, você tem o sobrenome Masen – perguntei enquanto me servia de mais suco -, se vive com os Cullen?
Escutei ele pigarrear alto, enquanto minha pergunta pegava ele de surpresa.
Voltei lentamente, sem tirar meu olhar dele, e, para variar, ele desviou o olhar. Outro segundo mais de serenidade, e me derreti com seus olhos de esmeraldas, agora um pouco opacos. Me perguntei o que se passava em sua cabeça para que seu rosto se descompusesse dessa maneira tão leve; eu vi o esforço que ele estava fazendo para manter essa expressão quase serene.
Então tudo aconteceu muito rápido.
E o ódio que eu senti pela minha falta de jeito, iria durar pelo resto da vida.
Me sentia uma completa estúpida. Fiquei com a cara vermelha, de vergonha, e de raiva de mim mesma, mas... Droga, era culpa dele! Ninguém mandou me olhar desse jeito! Ninguém me disse que eu poderia tropeçar nos pés da cadeira! Demônios! Ninguém me disse que eu poderia derramar o suco na camisa de Edward!
Ah, o que aconteceu, e... Droga!
- Droga – ele sussurrou quando passou a mão por onde o suco havia caído.
- Me perdoa! Por favor, por favor. Droga, que idiota! – agora é que eu percebi que os panos de prato não tiraram a umidade das camisas Calvin Klein.
Ele não disse nada, nem me olhou, e eu agradeci por isso. Era melhor ele me ignorar do que me olhar com a fúria que eu temia que explodiria a qualquer momento.
- Deixa pra lá – ele sussurrou, rapidamente e serio.
Larguei o pano quase que imediatamente, ao ouvir o tom dele, era um pouco melancólico.
Como se eu fosse mais uma irmã da família, como se tivéssemos confiança suficiente, como se ele me conhecesse a vida inteira....; ele tirou a camisa na minha frente, e eu pude ver sem nenhuma objeção como era perfeito e masculino o seu corpo. A pele pálida de seu peito firme, seus braços musculosos sem excessos, sua barriga bem marcada...
E então tudo ficou preto.
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14 de Setembro, 2007.
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Quando voltei a abrir os olhos a claridade da manhã machucou meus olhos. Levantei o braço e cobri a luz com a sombra que ficou. Virei lentamente, e me dei conta de que estava em cima de alguma coisa bem confortável, familiar e quentinha: minha cama.
Minha....cama?
Bom, bom, bom. Acho que eu estava um pouco confusa; e, para colocar mais lenha na fogueira, eu não conseguia me lembrar de muita coisa. Somente o escultural corpo de Edward e....
- Bella, está acordada? Posso entrar?
Charlie?
Era obvio e definitivo que eu estava na minha casa. Mas, como...?
-Entra, pai.
A porta se abriu lentamente, deixando Charlie entrar. Ele já tinha colocado seu uniforme de polícia, só estava faltando colocar o cinto com o revolver. Seus olhos brilhavam com um pouco de vergonha, e eu não sabia o por que.
Uma parte de mim achava que era pelo que supostamente havia acontecido, e que tinha haver com como eu havia chegado aqui. Eu teria que averiguar, Charlie não me síria por ele mesmo.
- Como você se sente, Bella? – ele perguntou quando já estava sentado nos pés da minha cama.
- Bem – respondi simplesmente -. Que horas são?
- São sete e meia, você ainda pode ficar deitada mais um pouco. Ontem você levou um boa pancada na casa dos Cullen.
Uma pancada?
- Ao que você esta se referindo? – perguntei, duvidosa.
- Bom...- ele tentou se lembrar -. Ontem Alice Cullen veio aqui para te trazer, você tinha desmaiado não-sei-por-causa-de-que e tiveram que te trazer. E a única coisa que eu fiz foi te colocar na sua cama. E aí você ficou a noite toda, devia estar muito cansada.
Então me veio uma lembrança na mente; e, para minha desgraça, a lembrança não era nada desagradável, e acho que meu coração se acelerou somente em lembrar.
Edward.
Oh, meu Deus! Eu tinha esquecido de respirar. Sempre acontecia a mesma coisa, claro!
Isso só acontecia comigo. O que ele vai pensar de mim agora? Droga, alguma coisa me dizia que ele iria zombar de mim pelo resto de castigo, e...faria da minha multa metafórica um inferno sem camisas Calvin Klein!
Senti o calor nas minhas bochechas ao me lembrar novamente.
- Bella, filha, você está bem? – Charlie perguntou.
Era fácil de perceber que eu estava um pouco perdida no meu mundinho particular.
- Sim, sim.. é...., eu vou me vestir para ir a escola. Você pode ir para o trabalho tranquilo.
- Você não quer fiar em casa?
Eu olhei para ele com os olhos semi cerrados, desde quando Charlie era tão protetor?
- Depende, Xerife – eu sorri -. Você disse alguma coisa disso para minha mãe?
- Não – ele riu -. Mas acho que me descuidei muito de você, não é? Você quer que eu te "castigue" para que não possa cumprir o acordo com o garoto Masen?
Fiquei na duvida por uns segundos. Era muito bom para ser verdade.
- Tentador, mas não, obrigada. Agora...se não se incomoda....
- Sim, sim, até logo!
Ele foi deixando a porta entreaberta. Eu ri tontamente, e sozinha. Coisas como eu desmaiar ao ver a barriga nua de um garoto só podia acontecer comigo mesmo.
"Bom, Edward Masen não é qualquer garoto."
Onde que está o meu cérebro quando eu preciso dele?
Tomei uma ducha rápida, me vesti com a primeira roupa que achei, e me preocupei depois, de checar se estava bom, e depois fui para a escola no meu Chevy, que estava um pouco abandonado. Admito que o estrondoso barulho do motor me assustou um pouco; eu havia me acostumado com o suave ronco do Porche de Alice, ou do Volvo de Edward, ah fala serio, era diferente viajar assim.
Cheguei uns vinte minutos antes do sinal tocar para o inicio das aulas. Assim que estacionei perto da saída, me desviando do centro do estacionamento.
Me assustei bastante quando ouvi batidas no vidro ao meu lado. Era incrível, eu tinha acabado de estacionar e Alice já estava do lado do meu carro, parecia ansiosa por alguma coisa, e preocupada também. Seu lindo rosto de fadinha, tinha alguma coisa estranha nele. Não parava de bater na janela com sua pequena mãozinha, apesar de eu já ter visto ela ali e já estava prestando atenção nele. Abriu a porta rapidamente e me puxou rápido do meu assento – me sorpreendi com a força que a fadinha tinha apesar da sua estatura e seu corpo pequeninos.
- O que houve Alice? – eu perguntei.
- Não é nada bom – ela disse e pegou no meu pulso, me arrastando.
Não pude fazer nenhuma força para não ir, porque a curiosidade estava me corroendo por dentro. Nos dirigimos para a parte do dentro do estacionamento, a mesma parte que eu havia fugido antes e que eu não havia prestado atenção. Ali, entre vários carros que comprovavam a existência dos dinossauros, havia uma grande quantidade de pessoas, todas gritando, falando e formando um caos em meus ouvidos.
Alice não se deteve quando eu voltei a perguntar o que estava acontecendo e que o que era toda essa multidão no estacionamento da escola. Eu não teria muita cabeça para imaginar o que viria pela frente, eu não tinha nada em mente....
....até que escutei o seu nome ser falado no meio da gritaria.
"Vamos, Edward, mostra para ele como que se faz!"
Meu coração se acelerou somente na menção do nome dele, e na minha mente vieram imagens que eu havia prometido para mim mesma que não voltaria a lembrar. Deus, uma sensação estranha passou pelo meu estomago....como se tivessem mariposas nele, ou náusea.
Então em seguida eu ouvi a remoção de umas das pedras do chão, e muitas exclamações diferentes, algumas contra, outra a favor, "Uh!" "Para com isso, Edward!". O que aconteceu, ele havia sido derrubado? O que era tudo isso?
- Rápido Bella! – Alice gritou para mim, e tudo derrepente ficou muito claro.
Nós entramos no meio da multidão de pessoas que estava agitada e se movia como crianças de primário. A maioria eram garotos e eles estavam muito confortáveis com o confronto que acontecia no centro da multidão.
E ali estava ele, mas é claro, o centro das atenções, e de muitos olhares também. Ele estava sentado no chão, entre as pedras e com poeira por toda a sua roupa, seu cabelo estava mais despenteado que o normal, e seu rosto pálido estava meio sujo de poeira pela queda que ele havia sofrido, o canto esquerdo de seu lábio estava sangrando. Por instinto eu quase entrei no meio da roda para ajudar ele, mas alguém segurou meu braço. Eu virei, e vi Jasper Hale, o namorado da Alice.
- Não, Bella, você não vai...
- Cuidado, Mike!
Outro barulho no chão, e outras pedras mexidas, mas já não era o corpo de Edward o que estava no chão. Era o garoto, Mike, ele era da equipe de basquete dos veteranos, junto com o irmão mais velho de Edward, Emmet, que com certeza não tinha nada que estar fazendo ali, supostamente teria que estar na universidade, isso era uma armadilha e agora que eu percebi! Depois eu falaria com Edward, agora...
- Edwa....!
- Mas o que é que está acontecendo aqui? – era a vos clara do diretor.
- Droga – Edward disse, mas continuou olhando firmemente para Mike e se jogou sobre ele mais uma vez. O garoto não demorou a responder, e já estavam outra vez rolando no chão e na terra.
Entre socos e chutes, eles iam e vinham. Edward parecia mesmo uma besta brigando com a outra, Mike não ficava atrás. E outra vez começaram os gritos imaturos das pessoas presentes. Apoiando seu oponente favorito. Eu, por minha parte, estava quase tendo um ataque de nervos, não podia aguentar aquilo.
- Edward, pára! – eu gritei histérica, Alice me abraçou levemente.
- Senhor Cullen, Senhor Newton!
Eles não pararam de brigar nem quando escutaram seus nomes serem chamados. O numero de espectadores aos poucos começaram a s dispersar, eu continuei ali, quieta, com Alice e Jasper nas minhas costas. Olhando igualmente preocupados a cena que nós presenciávamos.
O pobre Senhor Greene teve que ele mesmo separar eles. Edward e Mike estavam com muita raiva, alguma coisa me dizia que tinha alguma coisa por trás daqueles olhares.
- Na minha sala, agora! – ele sacudiu eles pela camisa, e se adianto com passos autoritários, seguro esperando que os garotos o seguissem imediatamente -. Os outros, para a aula, agora!
Enquanto o público se dirigiam para a classe intimidados, eu continuei em pé, ali. E continuei somente olhando para ele. Meus pés criaram vida própria no momento e chegaram mais perto dele, ficando ao seu lado, eu encostei no ombro dele com a minha mão, mas ele tirou minha mão de lá na mesma hora.
- Edward...
- Vai logo, Swan! – gritou comigo, como se eu fosse a sua pior inimiga.
Alguma coisa dentro de mim se remexeu no mesmo instante, e não foi nada agradável. Franzi a testa, irritada com a imaturidade dele.
- Você está sangrando – eu disse enquanto passava meu dedo pela bochecha dele, que tinha um corte, e também pelo canto do seu lábio. Uma corrente elétrica passou pelo meu corpo.
- Eu disse que...! – e então ele olhou nos meus olhos e foi como se ele esquecesse o que ia me falar -. Você...! Só...! Me deixa sozinho... – sua voz falhou no ultimo momento, e foi como se eu me sentisse fraca e vulnerável. Ele desviou o olhar de mim, e me virou as costas, começando a andar.
Eu não pude fazer outra coisa a não ser ficar quieta, observando ele, com uma sensação estranha no estomago ao ver suas costas. Eu só consegui ver até ele entrar na escola.
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n/a (autora original): Esperoque tenham gostado desse capítulo. Por que Mike e Edward brigavam? Por que Bella reagiu tão protetoramente? O que vai acontecer depois?
Vocês verão no próximo capitulo...
+ Janelle M.
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N/T (minha): Bom primeiramente eu gostaria de me desculpar pela demora em atualizar a fic aqui mas é q ocorreram uns imprevistos minha avó estava internada... :/ ....enfim já está tudo bem graças a Deus e bom queria muito também agradecer a todos q deixaram reviews, aos que adicionaram a fic aos seus favoritos , q me add como autor favorito e nossa gente eu fiquei muito feliz porque foram umas 50 pessoas... *-* ...então pessoal muito obrigada d verdade....adoro vocês....bom então agora q já está tudo mais resolvido na minha vida e apesar d eu já ter voltado as aulas.... :/ ...eu prometo q vou atualizar mais rápido a partir de agora.....
Aaaah e não posso deixar de dizer q me diverti muito com as reviews d vocês né?! Tipo acho q uma coisa foi unânime tds querem ter o Edward como mestre e nem iriam reclamar disso...hehhehehehhehehehe.....aah e brigada também pelos elogios sobre a minha tradução fico muito feliz q vocês estejam gostando....
Bom e agora pra finalizar pq eu já falei d+ aquele pedido básico de sempre né!? Please mandem reviews me dizendo o que acharam do capítulo, o que estão achando da fic, se gostam ou não...enfim...escrevam o que quiserem e o que acharem, mais escrevam ok?!
Bjinhos,
Kris Minnie.
