Santa mecha: Aliados, inimigos e meio termo.
Saint Seiya não me pertence e sim a Kurumada além dos respectivos meios... Como já sabem, é uma fic sem fins lucrativos e toda aquela história que estamos cansados de ler.
Resumo: Depois de saber da existência de alienígenas entre nós, os cavaleiros reunirão os aliados, conhecerão os inimigos e descobrirão que tem gente que não sai de cima do muro. Na segunda parte da saga, novos personagens irão aparecer e preparem-se, porque nada é o que realmente parece ser. E que Zeus ou as mechas os protejam!
Beta: Mishelly Aloisio
Observação: Só terá dez capítulos nada mais e nada menos. Vamos parar de escrever e começar o babado.
Capitulo 3
Santa mecha: Aliados, inimigos e meio termo.
Em algum lugar no espaço...
O pai de Ivan estava a meio caminho da Terra. Tinha falado com Ramsés sobre a sua ida para o planeta Terra, pois além de rever o seu filho caçula e colocar tudo no seu eixo, ou seja, cumprir com o acordo de dar o seu filho mais novo, ao seu novo senhor, Ramsés.
Sabia o que Orion havia feito e se os relatos dos seus espiões estivessem certos, teria mais problemas do que imaginava, antes da primeira fuga do caçula e com essa segunda fuga tramada com seres inferiores, que influenciaram as decisões do mais novo a qual estava aceitando de bom grado ser um acordo de rendição.
Só que...
Primeiro, tinha problemas com Ramsés, por conta do trato mal feito. Segundo, a maldita resistência humana que era contra tudo e todos, esses são os seus maiores inimigos. E por último, a investida do filho mais velho contra os seus planos, sem contar aquele a qual é deus do submundo onde seu filho mais velho procurou abrigo. Muitos problemas que terá uma única solução, um casamento entre o seu caçula e Ramsés.
-x-
Na Terra, precisamente, na Itália.
Reina Kamiki Ravinelli poderia ser qualquer pessoa no mundo, mas para sua alegria ou não, tudo caiu por terra ao descobrir por acaso, que é meio alienígena. Seus pais não conseguiram mentir e nem conseguiram mais contato com a filha após revelar a verdade, mas eles sabiam que Reina ainda continuava a administrar os negócios da família. Como? Nem eles sabiam explicar o motivo dela ainda estar à frente do acordo com os italianos.
Reina entrou no hotel onde estava hospedada e assim que adentrou no quarto, caiu na cama e tentou fechar os olhos para esquecer do mundo. Porém, a breve sensação de que alguém a observa mexia consigo e sem sair da comodidade da cama falou com o intruso, não tão intruso.
- Veio saber mais? – questionou a italiana. (N/A: como ela não tinha nacionalidade na ficha escolhi a italiana e a dona da ficha concordou.)
- Claro. – falou a figura entre a cortina que dividia o quarto do roupeiro.
- Olha não é que eu goste de ser espiã por acaso, mas vamos dizer que estou fazendo isso porque considerando os fatos, nem eles e nem vocês são melhores que nenhuma pessoa comum.
- Olha quem fala... – como se a italiana fosse uma pessoa comum.
- Eu já falei que não ia me meter em briga de gigantes, mas eles são loucos. – expressou a sua opinião levantando da cama e tirando os sapatos, os jogando em qualquer lugar do quarto. – Se eles encontrarem mesmo Ivan, a situação ficara feia para ambos os lados e que lado...
- Como assim? – falou a pessoa escondida. – No último relatório você não comentou nada comigo a respeito...
- E você me deixou falar? – levantou a sobrancelha, fitando entre o tecido. – Veio aqui, pegou os papeis e foi atrás da ruiva sem peito.
- Val não é mulher.
- Val?! – sorriu e sentou no centro da cama o fitando, pois agora conhecia um pouco sobre o misterioso homem. – Me diga senhor, eu não posso falar o meu nome, mas meu mestre quer saber de tudo que rola por ai, o que afinal eu estou fazendo nessa rede de espionagem?
- Só tentando colocar tudo em ordem. – sentiu o celular vibrar no bolso da calça. – Tipo, tem forças superiores, para ser mais preciso Deuses que não querem que certos seres invasores entrem no nosso território. E você é uma aliada imprescindível para a nossa revanche.
- Ok meu chefe! Amanhã vamos fazer uma reunião e pelo que entendi vamos atacar novamente Ramsés e parece que tem uma investida a uma mulher chamada Saori Kido.
O celular vibrava na calça do individuo e ainda tinha mais essa informação.
- Amanhã me ligue assim que terminar a reunião. – falou a pessoa escondida.
- Ok senhor capitão! – bateu continência e percebeu que o rapaz havia sumido do seu quarto. – Que coisa!
Reina tem 21 anos, italiana, de cabelos violeta liso na altura dos ombros, repartidos de lado, olhos acinzentados, seios médios, corpo esguio por volta de 1,60 de altura e pesa 56 quilos. Meio alienígena e meio terráquea, tentava encontrar o seu lugar ajudando aquele estranho homem que invadiu a sua vida, lhe contando quem era quem.
-x-
Em algum lugar da Índia...
Rennally Castro Pappucci estava admirada como os humanos conseguiam continuar suas vidas mesmo sabendo que houve uma invasão há pouco tempo. Parou de pensar nisso e entrou numa ruela indo de encontro com o seu mentor, ou melhor, com o loiro que lhe contou sobre a sua vida passada, que agora trabalhava indiretamente para ele e para Ramsés.
- Espero que seja alguma boa nova. – falou a voz máscula assim que a viu.
- Vamos entrando. – falou a belga abrindo a porta da casa.
Os dois entraram em uma casa humilde, onde ambos se reuniam para trocar informações e lá dentro se sentaram um de frente para o outro. O loiro percebeu algo e isso o deixou meio apreensivo com a conversa de última hora.
- Soube que Areta é mesmo meio humana. – falou a belga. – Pelo jeito temos que tê-la ao nosso lado o mais rápido...
- Não. – falou o loiro. – Deixe-a.
- Mas ela vai entrar na briga?
- Escute. Sua missão é simplesmente entrar, o que você conseguiu com louvor. Espiar, algo que esta no seu sangue. E por último sair antes que a situação fique pior. E no caso dessa Areta, ela terá que escolher o seu destino.
- Mas Radamanthys.
- Sem mais Rennally. Eu tenho mais uma espiã no lado da revolução ou algo do gênero que aqueles idiotas fazem. Tenho outro espião do lado dos humanos. E tudo deve sair como nos planos dos deuses.
- Fala de Hades?
- Falo dos deuses em geral.
- Então Atena sabe de algo?
- Vamos ao que realmente interessa. – mudou de assunto imediatamente.
- Bem as informações são vagas, mas pelo que ouvi, Ramsés falou mesmo com o pai de Orion e ele vira pessoalmente para Terra. Pelos dados, se isso acontecer creio que tudo deve estar em ordem.
- Ou seja?
- Ramsés pode ser o nosso aliado, se conseguirmos convencer você sabe quem a casar com ele. A revolução dos humanos é o problema, mas se a elite estiver junta para lutar contra o pai de Orion, creio que...
- Não temos tempo. – falou o inglês. – Ivan tem outro plano e isso só vai piorar a situação, porque são três grupos e cada um com um ideal.
- Então?
- Faça a sua parte e depois me envie os relatórios como sempre fez.
- Como queira.
Rennally viu o juiz sair da casinha humilde e ficou mais um tempo no local pensando. A situação estava ficando muito complicada. Será que a outra pessoa tinha essas informações? Talvez não. Pode ser que o único que o tenha, é o loiro.
- Complicado. – falou por fim se levantando e ganhando as ruas.
Rennally é Belga, tem 21 anos e após o telefonema dos pais pedindo que fosse urgente para o Japão falar com um rapaz, tudo havia mudado. Ou talvez nem tanto. Sua história de vida antes da Terra foi um choque, mas mesmo assim não deixou de amar os seus pais e nem os humanos. Contudo, a situação parecia um pesadelo que um dia acabaria assim que acordasse.
De altura mediana, corpo bem definido, cabelo levemente ondulado – na altura dos ombros e negros –, olhos claros da cor do mel. Pele bronzeada por ficar exposta ao sol, mas cora com facilidade e isso chamou a atenção de Ramsés. Ele estranhou a súbita aparição dela em uma das invasões dos humanos meio alienígenas. Entretanto a esperteza em lidar com uns assuntos, a qual o senhor daquele local não daria nem em um milhão de anos, a fez deixá-la no grupo.
Após andar muito, chegou à entrada da montanha que levava a uma das entradas do QG de Ramsés. Levou um susto ao vê-lo com cara de poucos amigos logo ali.
- Rennally! – falou o alienígena.
- Senhor. – ficou apreensiva a belga.
- Você vai ensinar a Areta a pilotar Alfa.
- Eu?!
- Sim. – fitou a mecha da belga. – Quem melhor do que você para ensinar o básico para minha filha. – ela estranhou a fala de Ramsés. – Após a reunião que vamos ter quero que você fale com ela. Afinal são mulheres.
A belga não soube o que dizer, mas o jeito foi aceitar. Essa seria a oportunidade de ter um tipo de comunicação com a única meio humana, além de si naquele lugar.
-x-
Itália
Reina deu uma leve cochilada e acordou um pouco disposta. Ficou pensando naquele nome, Saori. E o segundo, nome Kido não lhe era estranho, mas de onde tinha saído aquele nome nada incomum na sua vida?
- Vamos ao trabalho. – relendo o último contrato e colocando tudo em dia antes de ir para o covil dos revolucionários. – Hum...
Parou de ler e ficou observando o nada. Revolucionários malucos, isso sim. Como eles poderiam querer destruir um mundo tão lindo, por conta de uma vingança maluca. Ainda por cima, ir contra quem os trouxesse para esse lindo planeta.
- Pessoal totalmente maluco.
Falou sozinha, não entendendo como os outros seguiam a ordem daquela maluca. Riu um pouco e recordou de Mary, a quem tentava acabar com os revolucionários. Será que ela é aliada de alguém? Ou trabalhava para alguém?
- SANTOS LINDOS! – gritou e tapou a boca com medo que alguém tivesse ouvido.
Revirou uns arquivos no computador portátil e viu de onde vinha o nome Kido.
- Eu sabia.
Viu o nome e quase teve um ataque cardíaco.
- O tal do Saga é um dos representantes da família Kido. – coçou o queixo. – E ele é bonitão... E será que tem o telefone dele...
Procurou na agenda profissional da empresa dos pais.
- Preciso avisá-los... Opa! – levantou deixando a agenda de lado. – Como vou explicar isso? – andou de um lado para o outro da sala. – Tipo, olha senhor Saga, a família Kido corre perigo porque têm alienígenas e deuses querendo alguma coisa que eu não sei, mas não se preocupe porque sou espiã de um cara misterioso e tenho um robô de nome Angélica e posso ajudá-los.
Andou de um lado para o outro rindo do que acabou de dizer e pegou a agenda.
- Ligar ou não ligar é a questão.
-x-
Santuário.
Becky estava dentro da mecha esperando pelos dois cavaleiros. Miro e o outro estava quieto em um canto, quieto até demais foi o que pensou o aquariano que se aproximou do escorpiano.
- Miro? – Kamus o viu levantar o rosto, mas não via os olhos por conta da franja.
- Hum?!
- Tem certeza que quer mesmo fazer isso?
- Claro. – a voz estava muito pastosa.
- Eu apoio essa sua idéia maluca, mas vê se não faz besteira, do tipo apertar botões que não deve.
- Preocupação agora não adianta Ka. – deu um meio sorriso. – Naquele dia pedi para que me deixasse cuidar do seu pupilo, mas você fez do seu jeito.
-... – aquelas palavras foram golpe baixo.
- Eu estou fazendo o passeio, porque acho que é o certo a se fazer.
- Eu...
- Ok! – falou Mary. – Chega de namorar, vamos colocá-los em Bumblebbe.
O francês ia reclamar, mas ficou calado ao ver os dois cavaleiros sendo levados como um saco de batatas pela russa e pelo americano.
-x-
Dentro da mecha.
Cada um dos cavaleiros foi colocado em uma cadeira. Mary sorriu e chegou perto do cavaleiro.
- Sabe loirinha. – viu que ele ainda esta atento aos fatos que estavam acontecendo a sua volta. – Espero que o seu passeio seja confortável, porque a maioria dos que fazem a primeira viagem são crianças, velhotes como vocês morrem na primeira fase.
- Mary! – repreendeu, o americano. – É mentira Shaka.
- Ok! – a russa deu um meio sorriso. – Divirtam-se!
-x-
Dentro de Bumblebee.
Tudo estava escuro. Miro abriu os olhos, sentiu abaixo de seu corpo a grama verde um pouco alta e o céu limpo com algumas nuvens ao longe. Sentou-se e viu o virginiano mais a frente sentado de costas para si.
- Shaka! – o viu fitar vermelho.
- Fique ai. – falou o indiano.
- Como? – não entendeu, o escorpiano.
- Eu falei fique ai.
- Ora! Me dê uma razão para não ir ai?
- Já olhou as suas roupas?
Abaixou o olhar, o grego, e se viu nu, sua reação foi rir com vontade da cara do outro. Levantou-se e mesmo a contra gosto do indiano, o ajudou a levantar.
- Maluco. – falou Shaka.
- Somos homens seu besta. – sorriu. – Já vi você nu quando isso ai. – apontou para as partes baixas do loiro. – Era pintinho. – riu mais.
Shaka não gostou, mas parou de pensar na sua nudez quando o grego olhava a imensidão em que estavam, assim que parou de ri. Os dois tinham que tirar o chapéu, assim que sentiram os fios picarem o seu corpo e pararem naquele lindo lugar.
Um cutucão no cabelo.
- Miro não puxa o meu cabelo. – falou o indiano.
- Eu não estou mexendo nele. – o grego estava mais a frente do virginiano.
- Que...! – virou-se. - ZEUS! – gritou alto. – UMA MENINA!
O loiro escondeu a sua nudez, a menina chorou alto e o escorpiano se abaixou mesmo sobre protesto do loiro. Alisou os cabelos castanhos e deduziu.
- Becky! – a viu confirmar e puxou uma mecha de cabelo do cavaleiro fazendo de bigode. – Olha Shaka é a Becky. Mas porque você esta pequena?
- Coelo. – falou a menina de cinco anos. – Coelo. – apontou para longe.
- Olha vamos... – fitou o indiano. – Shaka? Você esta sumindo...
-x-
No primeiro templo.
Mallos foi a cozinha e viu o americano no comando do fogão do ariano, quando ia falar com Etheniel, uma pessoa ficou em seu caminho. O olhar do cavaleiro não era um dos melhores e nem poderia ser, ao ver aquele anel no dedo do chinês.
- Então o putinho estrangeiro esta invadindo território do meu amado...
- Meu nome é Mallos. – falou o chinês. – Eu ainda não sei o seu nome, mas nunca o chamei de nomes pejorativos e nem faltei com o respeito. Exijo pelo menos uma conversa amistosa.
- Certo. – debochou. – O putinho tem nome e ainda...
Um soco certeiro no nariz.
O americano acompanhou a conversa sem se intrometer, afinal o chinês sabia se defender muito bem. E olha que o errado foi o cavaleiro de prata, que chegou com ignorância com o outro.
- Seu...! – tentou se levantar, mas uma sombra o impediu o sentando numa cadeira e colocando gelo na cara dele.
- Mallos. – falou o americano. – Vai namorar. – viu o chinês sair pisando duro. – E você senhor encrenca, fica ai porque depois que eu terminar de assar aquilo ali, vejo se quebrou algo.
- Hum?!
- Meu melhor piloto e você quer vê-lo furioso. – falou mexendo a panela sendo observado pelo cavaleiro. – Mallos tem um soco poderoso e ainda por cima não deve ser confrontado.
- E por que esta me dizendo isso?
- Eu sei. – colocou tudo numa travessa e verificou o nariz do cavaleiro. – Ele não quebrou nada. – riu. – Você esta mesmo procurando encrenca com ele e com o seu ex.
- Fala como se fosse um Deus e o conhecesse muito bem.
- Quem sabe.
- Conhecesse o muito bem?!
- É como se eu fosse um Deus.
Brendo não soube o que dizer, mas tinha percebido algo estranho no americano. O cosmo dele é muito diferente dos outros. Por exemplo, Ophelia tem um cosmo protetor como uma mãe que protege os seus filhos. Mallos um cosmo vingativo uma hora e em outra doce como se lutasse contra algo do passado.
Becky tem um cosmo divertido como se nada pudesse sair errado mesmo saindo errado. Mary tem um cosmo agressivo como se todo mundo fosse fazer mal a ela, só de falar consigo. Ivan tem um cosmo incógnito.
Já Etheniel é um cosmo grandioso, mas que se esconde de um perigo como se ao libertar o seu cosmo algo pudesse fazer mal a si e aos amigos. Percebeu isso após analisar o seu adversário e os amigos deles. Pensando bem, não ia desistir do sagitariano, mas tinha que tomar cuidado com esses cosmos.
-x-
Dentro de Bumblebee.
Miro não viu mais o virginiano e fitou Becky que pegou sua mão o levando para ver o coelho adiante. O cavaleiro deixou ser levado e sentiu que assim que chegou a um campo de relva baixa e um rio raso, percebeu que suas mãos ficaram pequenas... Olhou seu reflexo no rio e se viu pequeno, talvez algum ano mais novo que a japonesa.
- Coelo. – apontou a pequena japonesa.
- Coelo. – falou o grego rindo da sua fala infantil.
- Cenora. – mostrou ao cavaleiro uma cenoura roxa estranha.
- Cenora?! – a pegou e deu aos coelhos roxos.
- Bunitu.
- É.
Os dois deram comida aos coelhos que cheiraram os dois e comiam a cenoura estranha que veio de não sei onde. Miro se deixou levar pela magia daquele lugar quando viu Becky feliz correndo na direção de um homem enorme e nu que apareceu do nada.
- Papa! – falou feliz a japonesa. – Papa!
- Becky. – o homem a chamou se ajoelhando e a abraçando. – Minha pequena Becky.
O escorpiano ficou amuado e ia dar meia voltando quando...
- Miro. – o homem o chamou. – Vem cá. – voltou-se para os dois e se aproximou. – Houve algo?
- Você é pai de Becky? – questionou.
- Sou o pai dela. – falou o homem e pegou a mão do cavaleiro. – E seu pai também se você quiser.
- Eu quero!
-x-
Templo de Áries.
- Hum?! – expressou-se a irlandesa.
- Aconteceu algo com o Miro? – perguntou Kamus que parecia chiclete perto da ruiva.
- Não. – visualizou os batimentos dele e a expressão do cavaleiro. – Ele esta bem, mesmo ainda agitado. – podia-se ver os pés e mãos se mexendo freneticamente. – Só que Shaka esta voltando a si. Ele não conseguiu.
- EU SABIA. – gritou a russa. – A loira não ia conseguir ficar muito tempo. – levantou-se e foi até a cozinha gritando. - ETHENIEL VOCÊ ME DEVE UNS DOIS MIL PORQUE APOSTOU NA LOIRA AZEDA.
- Mallos. – chamou a ruiva. – Poderia ir pegar Shaka com um cavaleiro. – Mary fez uma aposta com o americano e talvez até com a japonesa, porque os três não paravam de conversar sobre dinheiro, pensou a irlandesa.
- Claro. – virou-se para o brasileiro. – Você vem comigo?
- Vamos. – se prontificou Aldebaran
Aioros estranhou que seu namorado não o chamou, mas viu uma figura sair da cozinha indo para a arena. Ia comentar algo, mas deixou isso de lado, por enquanto. Já na arena, Aldebaran percebeu que havia acontecido algo, mas relevou porque não era de sua conta, foi no mecha pegou o virginiano que parecia meio perdido.
- Bebe um pouco. – falou o chinês. – É água. – tremendo bebeu alguns goles e fitou o grego que ainda estava conectado. – Sempre há uma primeira vez para ser desconectado de um mecha. – falou o chinês. – Eu fui sete vezes, mas não desisti.
- Fala assim... – doía tudo. – Porque você... recebeu treinamento...
- É melhor descansar. – talvez seja orgulho ferido, pensou o chinês.
-x-
Dentro de Bumblebee.
Abraçou aquele homem e sentiu como se fosse puxado para dentro de algo maior. Abriu os olhos e viu Becky do jeitinho que ele é hoje, com aquele macacão e o tal homem vestido com o mesmo macacão.
- Bem vindo Miro! – falou a japonesa. – Fala algo Bee.
- Bem vindo Miro. – a voz parecia mecânica.
-x-
Templo de Áries.
Aliviada por um dos cavaleiros ter conseguido entrar no mecha, visualizou as informações. Notou que o grego ainda tremia as mãos e pernas, mas os movimentos eram involuntários porque para ele, era com se os utilizasse.
- Miro? Becky? – chamou por um dos dois.
-x-
Dentro de Bumblebee.
Miro viu os outros, mas de um ponto mais alto.
- Quer tentar mexer algo? – questionou a japonesa.
- Posso? – sorriu a vendo concordar. – Mas como... – o homem se aproximou dele e pegou seu rosto, mas o cavaleiro se afastou num movimento brusco.
- Bee tem que ver sua memória. – ela mostrou o que ele ia fazer. – Deixe-o fazer isso. – encostou a testa na dele e fechou os olhos. – Depois ele ira fazer isso. – ele a abraçou pelas costas e todos viram quando Bumblebee se mexeu, levantando se. – Agora é sua vez.
Seguiu as instruções da amiga japonesa e fez como pedido. Encostou sua testa na dele e fechou os olhos. Sentiu como se ambos fossem um, ao abrir os olhos mexeu as mãos e sentiu o rapaz de nome Bee o segurar na cintura num abraço colocando a cabeça no seu ombro.
- Miro? Becky? – chamou por um dos dois.
- Ophelia. – falou Miro.
- Então é você que esta pilotando. – falou a irlandesa. – Como se sente ai?
- Estranho, mas é divertido. – sorriu. – Ainda não quebrei nada. – lembrou do aquariano. - Será que posso voar? – sempre que via os mechas pousando, imaginava como seria voar.
- Bem...
'Preparando mecanismo para vôo. ' falou uma voz mecânica.
- Becky? – o escorpiano a fitou com medo.
- É sistema de vôo amigo. – não ia parar mesmo que pudesse, afinal era um desejo do grego e o mecha ia fazê-lo, pois é assim que funciona. - É como andar de bicicleta.
- Mas eu não aprendi a andar de biciCLETA...
'Sistema operando em modo mecha. Deseja passar para modo piloto?'
Bumblebee estava a meio metro do chão planado.
- Ele deseja. – falou a japonesa.
- Eu... – tentou organizar a fala, mas pensou como se fazia nos filmes que viu.
- Segure-se. – sorriu divertida quando começaram a subir.
-x-
Entrada do santuário.
O soldado estava levando uma jovem até a primeira casa, quando ambos viram Bumblebee ganhando os céus. A jovem de dezoito anos, cabelos castanhos escuros, lisos na altura da cintura bem desfiados com uma franja, pele bem clara, magra, altura mediana e de olhos azuis acinzentados, fitou o céu.
- Então é aqui. – falou a também japonesa.
- Falou algo senhorita Sakura Hanazawa? – questionou o soldado.
- Sim. – voltou-se para o soldado. – Você vai mesmo me levar para ver Mion ou vai me fazer andar por horas?
- É Shion senhorita.
- Tanto faze, se é Macarrion ou Chione ou Lion. Eu quero falar com ele.
-x-
Em algum lugar do mar.
Miro se divertia voando a Grécia pelo mar. Parecia um sonho. Pegou na água do mar e sentiu a sensação de molhado quando ia fazer o retorno, uma luz se acendeu. O momento de alegria acabou quando rapidamente a japonesa puxou Bee fazendo-a voltar a ser o piloto. A luz piscava em vermelho.
- Salve Becky! – falou uma voz e apareceu na frente dos dois que estavam em Bumblebee, uma mecha. – A traidora da revolução.
- Olha quem fala. – rebateu a japonesa vendo o sensor de armas.
- Presente para você japinha traidora.
O impacto foi forte bem na mochila.
-x-
No santuário.
- Mas... – Ophelia sentiu o gosto de sangue e tudo parou de funcionar.
- Ophelia?! – o canceriano foi ajudá-la.
- Etheniel. – o italiano odiou quando ela chamou pelo americano. – Etheniel...
- Será que não se pode cozinhar... Ophelia? – correu para o encontro dela. - O que houve minha querida?
- O sistema fechou. – estava tonta e viu o canceriano se afastar com ódio no rosto.
- Reinicie e use tudo. – virou-se para os cavaleiros procurando pelos outros. – Mallos. Mary. – fitou Shura que o olhou feio.
- Deu errado. – a russa veio com cara de poucos amigos como se tivesse interrompido algo muito importante. - O que foi? – perguntou Mary.
- Entrei. – falou a irlandesa. – Becky? Você...
- Ataque... – ouviu a voz dela fraca de Becky. – Energia... extra... destruída... ferida... assumindo... novo... piloto...
- Que? Novo piloto? – falou a irlandesa. – Ele não pode assumir a menos que... – um novo piloto só assume quando o outro estava debilitado então era por isso que a conexão caiu. – Vou te ajudar. – todos viram quando os fios saíram do chão e se conectaram a irlandesa. – Conexão com Asthey.
'Atenção conexão a longa distancia pode provocar perda direta de energia. Deseja continuar?'
- Continue. – falou firme e forte mesmo sabendo que poderia morrer no processo.
A frase falada pelo comando de voz deixou tanto o canceriano apreensivo quanto o capricorniano. Ambos tinham que ter uma seria conversa sobre a ruiva e saber que alegria era aquela toda do americano ao falar com a irlandesa.
- Mary... – o americano a viu confirmar que ia partir de encontro com a japonesa.
- Eu vou. – falou o chinês. – Tarot tem uma cadeira reserva.
- Ophelia peça a Tarot que disponibilize a cadeira reserva. – falou ao americano. – Você tem pouco tempo nela. – nunca gostou de cadeiras reserva e nem de que seus pilotos a usassem. - Cadeiras reserva não são boas para pilotar e tem aquele problema.
- Pode deixar.
- Ophelia peça a Kriska que se prepare.
- Passando as instruções e preparando para voar. – falou fazendo mais de uma função, a irlandesa.
- É seguro. – falou o sagitariano preocupado com a última fala do americano.
- Meu melhor piloto é Mallos. – falou Etheniel. – Creio que nada e nem ninguém possa pará-lo.
- Falo da segurança dele e não dele voltar...
- Acredite em mim Aioros. – viu os dois entrarem no banheiro do ariano. – Eu estou no comando e nada vai sair errado. Vou trazer Miro de volta são e salvo e meus melhores pilotos também. – voltou-se para a irlandesa. – Ophelia não se desgaste demais.
- Afirmativo. – seus olhos estavam vermelhos. – Asthy pronta para voar e partindo para o destino traçado pelos últimos dados de Bumblebbe.
-x-
Em algum lugar no meio do oceano.
Bumblebbe estava parado em modo defensivo, enquanto o outro mecha tentava romper a proteção de cosmo temporária.
Dentro de Bumblebee.
Becky tinha se ferido e estava no chão sentido fortes dores, a mochila extra de energia tinha sido destruída no ataque covarde. Agora só tinha energia para uma pessoa. Bee a olhava sem poder fazer nada e ainda precisava de um piloto. Miro estava ao seu lado querendo ajudar.
- Pilote Miro. – falou a japonesa.
- Mas como? - a questionou.
- Estou fraca e não tem energia para nos dois. – falou mais baixo. – Estou entrando em estado de coma induzido para que você pilote.
- Mas você esta bem? Ou melhor, vamos ficar bem?
- Talvez...
Ela fechou os olhos e o cavaleiro olhou Bee que o esperava.
- Vai doer? – questionou-o.
- Vamos ver. – foi tudo que falou ao iniciar o modo novo piloto.
-x-
No santuário.
Aioria estava ficando impaciente com a demora de Etheniel em se trocar. Mallos e Mary tinham saído a pouco tempo e Ophelia pilotava a distancia Asthy. Sentindo que algo não estava certo foi ao quarto onde o americano estava se trocando e ao entrar... Etheniel estava sentado na cama com a respiração rápida, dava para ver pelo peitoral subindo de descendo rapidamente, seu rosto estava abaixado.
- Niel?! – aproximou-se receoso, o leonino.
- Oria...
- Você esta bem?
- Dói.
- Onde? – não obtendo resposta colocou a mão no rosto do outro. – Você esta queimando em febre... – viu o levantar o rosto. – Seus olhos.
-x-
Na sala do templo de Áries.
Mu não tinha gostado da invasão ao seu templo, mas por uma boa causa estava tolerando aquela avalanche de pessoas. Tinha notado que o americano sabia cozinhar bem, pelo menos não ia cozinhar para todos os cavaleiros de ouro. Notou que um soldado trazia uma jovem para seu templo. Os esperou na entrada.
- Mestre Mu, peço passagem para levar a senhorita Sakura para ver Mestre Shion. – falou o soldado.
- Não será necessário, pois ele se encontra nesse templo. – fitou a jovem. – Bom dia! O que a traz a Grécia senhorita Sakura?
- Bom dia! – cumprimentou a jovem vendo o soldado voltar aos seus afazeres. – Um rapaz de nome Sirene... Não. Corneta... Não... Soneta...
- Sorento?
- Isso Soneto. – falou errado o nome do marina.
- Sorento. – a corrigiu.
- Ele pediu para falar com Chione.
- Shion.
- Isso mesmo que eu falei. - fitou o ariano.
- Sobre...?
– É assunto particular. – gostou das pintinhas dele. - Poderia vê-lo?
Contudo a correria para ver que manifestação de cosmo no quarto do ariano mudou o foco da conversa. Aioros entrou no quarto e viu o seu irmão sendo segurado pelo americano.
- Irmão. – falou um preocupado sagitariano.
- Você não vai levá-lo. – falou o americano olhando o sagitariano com ódio. – Ele é meu, Orion.
- SE ASFASTA! – alertou o leonino ao ver o cosmo crescendo de Etheniel.
Aioros só não foi acertado pelo poderoso cosmo, porque Dohko o pegou, pulou e se escondeu atrás da parede antes de ver a porta e uma parede voar pelos ares. Mu ficou pálido quando viu tamanho poder, juntamente com a japonesa. Saori e Shion se aproximaram cautelosos.
- Etheniel. – chamou pelo americano, a deusa.
- Mande ele se afastar de nós. – falou furioso o americano segurando o leonino.
- Ele quem? – questionou o grande mestre.
- Orion. – respondeu o americano.
- Ele não é Orion. – falou o leonino. – Etheniel você esta com febre...
- Eu estou bem. – falou o americano o fitando. – Orion não vai tirar você de mim nunca mais.
Aioria agora estava encrencado porque o americano estava com febre e delirando achando que o seu irmão Aioros é Orion. Já ele é Ivan, isso ia dar sérios problemas...
- Etheniel eu sou Aioria não se lembra? – falou o leonino querendo trazer a razão a ele.
- Não. – negou e a febre aumentava. – Ele esta o enganando. – o cosmo começou a se descontrolar. – Orion quer nos separar igual aquela vez que eu cuidei de você quando ele nos deixou...
- Como assim? – ficou curioso.
- Não se lembra? – o leonino negou para ver qual seria a revelação. – Não se lembra de nada?
- Não.
- Orion veio para o meu planeta pedir ajuda, alguns dias depois trouxe você, mas parecia que alguém tinha feito uma lavagem cerebral. – olhou para a porta e continuou. – Eu cuidei de você porque me apaixonei pelo seu sorriso e deixei minha obrigação para ficar com você.
- Obrigação?
- Sim. Eu ia me casar com uma deusa. – fitou o leonino. – Esqueceu que eu sou um deus por isso tenho os olhos vermelhos.
-x-
Dentro de Bumblebee.
Miro sentia como se seu corpo fosse ser dividido ao meio. Bee tentava abrir a mente do escorpiano, mas como são muitas lembranças a situação estava difícil. Pois normalmente aos poucos os mechas percebiam as lembranças dos pilotos já que se iniciava o treinamento ainda muito novo, contudo quando se é mais velho é quase nulo que o piloto sobreviva a todo o processo.
'Alerta. Novo piloto não suportando transferência. '
- Continue. –forçou a voz, o grego.
'Ainda em 15% e fazendo a conexão'
- Continue...
'Preparando autodestruição caso piloto não consiga suportar a transferência. '
Continua...
Nota: Ae! Sim é presente de ano novo. Feliz 2013! E de aniversário mega adiantado. Sim porque dia 28 é meu aniversário e estou dando esse lindo capítulo a vocês.
Vamos comentar sobre a fanfic... Sim há deuses nessa fanfic, de outro planeta e não é só um. Sim, a história de Mary não bate com a Etheniel porque cada um tem sua versão. Sim, eu quero matar vocês do coração, mas pelo menos coloquei três personagens na trama. Sim, Hades sabe demais assim como outros deuses da Terra.
Sim, eu sei quem vai ficar com quem, ou seja, os pares além da minha Beta Mi que será revelado no seu devido tempo. Sim, vai sobrar cavaleiros, mas depois arrumamos mulheres ou homens para eles em votação. Ninguém vai ficar sozinho ou chupando dedo. Vai ter mais revelações e novidades que nem eu nem Mi iremos contar.
Sim, acabei de escrever e até o próximo capítulo.
Beijos para todos que comentaram ou não.
Respondendo...
Hikari Nemuru – Ae! Ela apareceu. Passou no TTC? Eita! Sei bem o que falta de inspiração, mas vamos ao comentário... Eu entendo o problema do FFnet. Ainda bem que não, mas assim que souber vai ser ruim. Becky e Deba não nasceram uma pra outro como casal, mas como amigos sim. Aioros é fofuxo imagina ele com ciúmes, vamos ver isso em breve. Espera só o que eu e minha beta resolvemos aprontar com esses três. E sobre o Yuri ainda tem muito problemas pela frente. E até a próxima. Beijos!
Black Scorpio no Nyx – Vamos saber dessas questões no meio da trama amiga. Talvez Shurinha esteja gostando dela, mas o beijo seja mesmo para comprovar ou não. Kkkkkkk. Ainda vai ter mais coisinhas que eu e minha beta estamos aprontando. Somos malvadas. Kkkkkkkkk. Verá quem é o feliz proprietário do passeio. Shura terá seu nomento fofuxo também espere e verá porque só um leva a mina para viver feliz para sempre. Aguarde mais e mais capítulos e beijos!
Elhienn Hovercast – Sem problema com relação a demais, mas que bom que voltouuuuuuuu. Adoro essa dedicação de Harpia com Radamanthys porque é aquele espectro leal e que ninguém – nem eu – vê como Yaoi. Uahuahua. Escrevi besteira, mas voltando... Minos vai perder feio mesmo por esses e inúmeros outros motivos e acho o que falta nele é gentileza e ser como Radamanthys. Vamos ver se fica mesmo esse Yuri ou é só uma amizade colorida. Eu também queria comer macarronada na próxima ele nos chamará e espero que a amizade deles não se desfaça por conta do amor entre uma mesma mulher. Vamos esperar. E tem muita coisa para acontece, espere e vera. Beijos e até...
Felisbela – Vou responder uma em duas, ou seja, o primeiro e o segundo capítulo aqui. Vamos lá. Oi menina! Sim, os personagens vão aparecer aos poucos e ela deu o ar de sua graça assim como os outros que iram aparecer em breve. Sim é o Ikki e vamos devagar com as cenas românticas com os dois porque ele é mais velho que ela é tem muita coisa para ser comentada ao logo do fanfic. Beijos e espere pela história de Maria que vai ser legal. Até...
Victor – Oi gato! Eu desculpo a demora já que você comentou bem vamos à resposta... Esses dois ainda vão dar o que falar, pois o amor de Ophelia que cada um tem vai se manifestar do seu jeitinho. Até que fim alguém deu o braço a torcer, mas não espere que eles vão ficar em paz para sempre. Oria e Niel têm carinha que são irmãos desde pequenos. Kkkkkk esqueci que Deba é também igual a Rada. Kkkkk. Beijos!
Pure-Petit Cat – Oi! Ainda bem que os alienígenas são meios malucos para que a trama sai a da rotinha. Uhauahuhua. Espero que Minos tome cuidado para não se magoar. Coitado do juiz! Oros é fofuxo mesmo. Ophelia não vai pra o lado negro da força, mas creio que ela vai ficar com uma personalidade mais forte e decidida que antes que estava meio confusa. Deba é sempre fofo com todos e sempre o vejo com aquele que se pode contar. Kkkkkkkkkkkk, Coitado de Shaka! Isso deve ser uma amizade das longas sem yaoi proque tem demais aqui. Uhauhauha. Agora temos que arrumar um namorado para Ophelia ou vamos ver qual ela ira escolher. O nosso amado leonino ganhou um irmão. Todo mundo vai ficar meio esquecido nessa fanfic até o nosso Niel. Será mesmo que é Yuri? Vamos ver no que vai dar Saori e Mary. Vamos ver agora se vai dar tudo certinho no passeio. Beijos!
Lecka-chan – Ela voltouuuuuuu. Ai! Vixe! Espero que tudo de certo para você ficar livre de vez. Boa sorte por ai! Bem disponha e qualquer coisa é só escrever viu agora que tem o meu e-mail. Renna ira aparecer em breve. Ramsés foi um nome aleotario do Word, pois escolhi a letra R e fui escrenvedo até que o Word começou a corrigir, foi a mesma coisa de Brendo. Kkkkkkkkkk. Espere e verá aonde ela ira se meter. Espera o par dela é Saga? Hum... Ainda não decidir os pares, mas acho que talvez ela vá para ele. Não odeie a Ophelia. Eu tenho namorado e sei mais ou menos o que a bichinha esta vivendo, pois menos namorado o assédio é foda, estou usando vários elementos para construir ela e estou gostando do resultado. Qualquer coisa chamo e digo o mesmo. Beijos!
Jules Heartilly – É mesmo Minos não tem boas intenções, mas vamos ver no que vai dar isso. O casal fofuxo Mallos e Aioros. Acho que Máscara tem um leve problema com relações amorosas por isso ele é desse jeito, mas tudo vai ser superado até a partida de coração do nosso amado espanhol. Quem sabe... Talvez... Aguarde o próximo capítulo e beijos!
