Os três dias que se seguiram foram meio agitados para mim, que tentava não ficar em casa ao máximo possível. Emma estava simplesmente me tirando do sério, me deixando louca. Eu pensava naqueles olhinhos sorridentes a porra do dia inteiro e dormir com ela ali, seminua, agarrada ao meu corpo era algo que fazia com que eu me sentisse horrível.

Eu amava a minha irmã, eu amava. Mas eu também estava apaixonada por ela, eu estava completamente louca por ela e não conseguia parar de pensar naquele corpo sob o meu, o calorzinho gostoso que ela me emanava ao me abraçar a noite só fazia com que minha sanidade desaparecesse.

Ela teria uma excursão com o colégio e eu teria um pouco de sossego, poderia aproveitar o meu quarto só pra mim pelo resto da tarde depois de voltar das aulas e ao chegar em casa eu me encontrei bastante sozinha, o que era bom, iria poder enfim dormir.

Passei pela cozinha pegando um pacote de bolacha e uma cerveja preta, abrindo-a na mesa e indo em direção ao meu quarto. Chegando lá joguei a mochila e revirei os olhos para a cama desarrumada, por que, claro, o quarto era meu, obrigação minha.

Puxei os lençóis da cama e joguei todos ao chão, arrumando um por um, da forma como eu gostava, mas quando eu peguei o edredom e o sacudi para estica-lo sobre a cama vi uma pequena peça branca saltar por ali e meus olhos seguiram-na, quase que em câmera lenta.

A pequena calcinha caíra no chão e eu, claro, não pude resistir por muito tempo à tentação de pegá-la, de cheirá-la. Aquele cheirinho adocicado delicioso deixou-me ainda mais perturbada e molhada do que eu jamais ficara.

Fechei a porta e tirei minha camiseta, calça, tênis e meias, jogando-os num canto próximo à mochila, deitei na cama e levei a mão direto ao meu sexo, por baixo da calcinha, dedilhando por sobre o clitóris já inchado, quente, pulsando. Meus dedos ficaram tão molhados como eu nunca sentira antes. Respirei mais um pouco daquele cheirinho delicioso e não demorara a me sentir tremer. Meus olhos fechados buscavam imagens de Emma deitada em meu colo, abraçadinha a mim.

Eu só podia estar enlouquecendo, definitivamente, estava ficando louca e assim eu adormeci: os dedos entrelaçados ao pano da calcinha e a mão sob o travesseiro. O corpo seminu virado de barriga pra baixo e os cabelos soltos, largados pelo travesseiro.

Senti aquele corpo gelado sobre o meu, gotas escorrendo pelas laterais do meu corpo e acabei gemendo de forma manhosa, sem notar muito bem o que era. Eu devia estar sonhando.

-Gina, Gina... Cheguei...

Aquela voz gostosa bem próxima aos meus ouvidos, a respiração quente batendo em meu pescoço. Os seios durinhos em minhas costas e eu acabei por empinar a bunda, de forma que seu sexo se encaixasse melhor em mim.

-Eu senti tanto sua falta, Gina...

-Eu senti sua falta também, Emm. Como foi o dia?

Virei os corpos de forma a derrubá-la na cama e arrancando gargalhadas deliciosas daqueles lábios maravilhosos e beijei demoradamente sua bochecha, no canto dos lábios. Pelos deuses, como eu a queria, como eu precisava dela.

E pareceu que ela entendera aquilo, já que simplesmente me virou e se deitou por cima de mim, as coxas ao redor de meus quadris com o sexo quente encostado no meu abdome estava me tirando do sério e eu toquei suas coxas, apertando-as levemente enquanto ela se deitava por sobre mim, encaixando o rosto entre meus seios e ficando deitadinha ali.

-Foi legal... Mas eu queria te ver. Eu queria vir pra casa logo...

-Ahn... Que bom, meu amorzinho...

Deixei que meus dedos deslizassem de suas coxas por suas costas, acariciando-a sem pressa, só roçando as pontas dos dedos e tive a impressão de ouví-la gemer baixinho, mas só pude comprovar isso quando senti ela se arrepiar e se encaixar melhor em mim, deixando aquela respiração gostosa e seu hálito quente em meu pescoço.

-Emm... Eu preciso... ir tomar banho...

Engoli em seco, sentindo aquela umidade persistente entre minhas pernas, o desejo de tocá-la de forma mais verdadeira, de toma-la para mim dominou todo o meu corpo. Pelos deuses, Regina! Ela é sua irmã... E tem só 13 anos... Beleza que ela está gostosinha e tudo, mas sossega... Cora te mataria...

-Ah, maninha... Fica aqui mais um pouquinhozinho... Seu carinho tá tão gostoso...

-Tá... mas só mais um pouco...

E com isso eu ergui minha coxa, encostando-a em seu sexo. Podia sentir seus pelinhos macios tocarem minha pele e aquele calor delicioso emanar dali. Como eu queria usar meus dedos, meus lábios.

Mas quando ela se sentou ali, forçando-se um pouquinho eu devo ter feito uma careta muito feia, que ela me olhou com algo parecido com compaixão e me deu um selinho de leve.

-Já que você quer tanto... Vai lá, toma seu banho... Vou me arrumar pra deitar com você... E ah... Eu trouxe uns doces escondido da mamãe... Não é demais?

-Sim, Emm, certo. Faremos assim, então.

Pisquei pra ela e acabei dando outro selinho naqueles lábios, que sorriram em resposta, como eu podia fantasiar e desejar tanto uma criatura tão fofa? Tão inocente? Eu muito provavelmente queimarei no inferno.