Sempre distraída por tudo que faz mas agora, estar sendo disputada por amigos ficava sem jeito pois seria que os dois estavam brincando com ela, ou seria um teste ou uma pesquisa para ver o quão baixa ela seria em queres os dois, ou quão baixa a mulher seria ao cair ao encanto dos homens. Então só os classificavam como amigos, a todo momento de seu ser.

Só que um deles ela era a cobaia e o Kent um cientista maluco, achava engraçado pensar assim, só que ajudaria se fazendo como uma namorada para ele ter a chance de entender sobre o que é o amor, mesmo que ela explique como ela sentiu uma vez o amor que foi na infância, o Kent disse que era algo bobo, como é sentir e como é gerado no corpo para entender. Mas como ele sempre diz que a formulas matemáticas foram a coisa mais linda que descobriu em sua vida. O amor seria algo trivial que conheceria e só seria posto no papel como uma pesquisa, bem por momentos ela amaldiçoava ele que fosse castigado pelo que dizia sobre o amor, que se apaixona-se para ver como é, e nunca mais debocha-se.

Por outro lado tinha um problema o amigo do Kent o Ikki trabalhava no mesmo lugar que ela as vezes eles trabalhavam no mesmo turno e azar ele ficava provocando para que ela se apaixona-se, mas isso não era o pior, era quando as garotos do fã clube dele chagava a à ameaçar sua vida que pare-se de ficar perto dele e para-se de seduzi-lo. Claro que ficava com uma cara de boboca pois não era ela que estava tentando seduzir e sim o Ikki, já havia perdido a conta de quantas vezes tinha falado que não tinha nada com ele eram só amigos.

Agradeceria se um dia essa loucas a encontra-sem com o Kent saindo nos dias de pesquisas a deixa-la em paz percebendo que ela era só uma amiga do Ikki, como esse dia não chega teria que ter mais cuidado com sua vida quando se tinha o fã clube do Ikki a observando.

Heroine poderia agradecer por conhecer pessoas como os dois diferentes e amáveis, tendo dificuldades como solidão que ela possa ajudar a superar mesmo que fosse com um sorriso bobo para faze-los rir, mostrando que também fazem parte daquele mundo.