Quando é preciso voltar

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Short fic de três capítulos

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Capítulo três: Quando é preciso voltar

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Edward POV

- Por favor, cheguem logo! – implorei no telefone, minha voz baixa enquanto tentava falar escondido no quarto dos meninos. – Ninguém se importa com os presentes que você não compraram ainda, só venham logo!

- Tudo bem, meu filho, já estamos a caminho. – minha mãe garantiu. – A situação é tão horrível assim?

- Não sei. – admiti. – Mas eu estou com medo de que fique.

- Está certo. Eu e Carlisle estaremos aí em dez minutos!

- Obrigada. – agradeci e desliguei. Só então notei Jasper na porta me olhando com uma cara engraçada.

- Pedindo socorro?

- Quase isso. – me sentei na cama de Josh. – O clima está muito tenso lá na sala?

- Maggie e Ella se encarregaram de falar sobre a entrada delas em Yale ano que vem. – se sentou ao meu lado. – Temos um Charlie babão por alguns minutos.

- Quem me preocupa é a Renée. – confessei. – Ela parece pronta para fazer qualquer comentário inconveniente a todo momento.

- Calma, a Bella sabia disso já. – disse. – Ela segura as pontas, você sabe.

- É, você está certo. – me levantei. – Vamos voltar para lá? – segui para a porta.

- Edward... – meu amigo chamou.

- Sim? – me virei.

- Você está bem?

Suspirei. É claro que todos lembrariam.

- Estou. – falei. – Ele estava muito pior nos últimos anos. Era impossível trazê-lo para passar o natal com a gente. – encarei o chão. – Ele descansou agora, não é?

- Tenho certeza que sim.

A campainha tocou e logo as saudações alegres de Maggie puderam ser ouvidas. Minha mãe e meu padastro haviam chegado.

Bella POV

A comemoração dos meus filhos, e até dos filhos da minha irmã, foi escancaradamente mais alegre e sincera quando os pais de Edward chegaram do que a recepção feita a Charlie e Renée. O que ajudou a carranca da minha madastra aumentar. O quê? Esme e Carlisle são muito mais presentes na vida das crianças – e na minha vida – do que eles.

- Vovó, o Josh tem um desenho para você. – Maggie contou, abraçada a avó pela cintura. – Vamos, Josh, mostre a ela!

Meu filho correu até a árvore de natal e pegou o desenho que estava preso ali.

- Josh, que lindo! – Esme sorriu para o desenho colorido e praticamente perfeito de um sol que o meu menino havia feito. – Você desenha muito bem! – beijou seu rosto.

- E você, Shane? Como vai, garoto? – Carlisle o pegou no colo.

- Eu vou bem, vovô. E o senhor? – sorriu, pegando a gravata de Carlisle. – Eu vou ter que usar isso também?

Todos na sala riram, e Esme e Carlisle foram cumprimentar Charlie, Renée e Alice que estavam sentados.

- Acho que nos vimos poucas vezes, não é mesmo? – Renée pontuou quando Carlisle apertou sua mão. – Mas você não é pai biológico de Edward, não é?

Estranhei a pergunta repentina, mas me mantive concentrada em ajeitar a trança de Maggie em um canto da sala.

- Não, não. – respondeu, um pouco incomodado. – Sou o padastro dele.

- É que os meninos te chamaram de avô, daí... – comentou como quem queria nada.

Suspirei atrás de Maggie que se virou e me encarou, sussurrando:

- Calma, não entra no jogo dela, mãe. – beijou minha testa e se afastou.

- O nosso outro vovô está no céu. – Josh comentou, sem desviar a atenção do seu novo desenho. Todos olharam para ele que desenhava sentado no chão, na mesa de centro da sala.

- Outro vovô? – meu pai indagou. Agora ele havia se incomodado também.

- O meu pai biológico, Charlie. – meu marido veio do corredor acompanhado de Jasper. – Ele faleceu faz dois meses.

- Ah, claro. – meu pai se mostrou constrangido. – Bella havia me dito por telefone.

- Mãe, Carlisle. – abraçou os dois. – Bom tê-los aqui.

- É sempre bom vir, meu filho. – Esme garantiu.

- Você querem que eu coloque os presentes que vocês trouxeram na árvore? – Ella se ofereceu gentilmente, apontando para as sacolas que eles haviam deixado no chão ao lado das poltronas que se sentaram.

- Oh, claro! – Carlisle riu. – Que cabeça a nossa!

- Alice, a sua filha está cada vez mais educada. – minha sogra elogiou.

- Tenho duas filhas de ouro, Esme. – minha meia-irmã babou.

- Lembro bem da época que Ella nasceu. – Esme continuou. – Não foi muito depois de Maggie, não é Bella? – assenti, me aproximando da roda que se formou, todos nós nos dividimos pelos sofás e poltronas. Apenas Edward e Jasper se mantiveram em pé, mais afastados, conversando. E Maggie, Ella e as crianças estavam muito ocupadas arrumando os presentes.

- Sim, Maggie nasceu alguns meses antes apenas. – falei. – Acho que é por isso que se dão tão bem. – mostrei as duas adolescentes da família rindo juntas na árvore de natal.

- Elas vão para Yale, sabiam? – meu pai contou orgulhoso.

- Sim, sim! – Carlisle sorriu também orgulhoso. – Maggie nos ligou chorando para contar! Uma graça!

Olhei para meu pai que sorria desconfortável. Maggie não ligou para eles para contar.

- Bem, acho que é melhor começar a colocar a mesa. – me levantei.

- Bella, deixa que eu faço isso. – minha sogra se ofereceu. – Você mal está sentando, não para nunca!

- Quantos natais na sua casa era você que estava assim, Esme? – sorri. – Pode deixar, eu cuido de tudo.

- Eu te ajudo, amor. – Edward ofereceu. Assenti e fomos para a cozinha.

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- Desculpa, desculpa, desculpa! – falei assim que entramos no cômodo.

- Como assim, Bella? – perguntou confuso.

- Os comentários de Charlie e Renée sobre o seu pai. – segurei seu rosto entre minhas mãos. – Eu sei o quanto este natal está sendo difícil para você.

Ele sorriu pequeno, segurando a minha cintura.

- Não se preocupe, linda. – beijou minha testa. – Eles não fizeram por mal.

- Sei. – murmurei. Edward me encarou firmemente. Revirei meus olhos. – Mas, sério, como você está?

- Eu estou bem. Todos sabíamos que ele não ia ficar entre nós por muito tempo. – ajeitou uma mecha do meu cabelo. – A única coisa que está me matando é que fazia alguns anos que meu pai não vinha da clínica passar o natal com a gente.

- Era complicado, meu bem. Ele já estava muito senil. – acariciei seu maxilar.

- Eu sei, eu sei. – encostou sua testa na minha. – Mas será que não podíamos ter feito uma força?

- Edward, você visitava ele dois dias na semana. Esme também estava sempre lá. – minhas mãos foram para seus cabelos. – Vocês foram ótimos com Peter.

- Obrigado. – beijou meus lábios castamente. – Vamos arrumar essa mesa, hun?

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Edward POV

- Mas será que não podiam nos esperar para comer, não? – a voz estrondosa de Emmett tomou a sala. Todos riram, menos Renée que estava os encarando um tanto quanto séria. Emmett e Rosalie sempre colocavam blusões com desenhos natalinos e vestiam gorrinhos de papai noel no natal, ela deve ter achado ridículo isso.

- Ninguém aqui está comendo, Emm. – Bella garantiu. – Apenas colocamos a mesa.

- Melhor assim. – brincou. – Como estão todos? Feliz natal! Ho,ho,ho!

As crianças morreram de rir. Renée quieta.

- O trânsito estava horrível! – Rosalie contou. – Ficamos horas presos.

- O importante é que chegaram. – Jasper afirmou, indo fechar a porta. – Que tal se...

- Espera, espera, espera, espera! – Ângela segurou a porta. – Chegamos!

- Angie! – Bella correu para abraçá-la. – Que bom que vieram! Podem ceiar com a gente!

- Acho que não, Bella. – Simon disse. – Meus pais estão lá em casa, viemos apenas para entregar os presentes e desejar feliz natal.

- Ah, que pena! – me abaixei para John. – E você, garotão? Como vai?

- Bem. – sorriu seu sorriso desdentado.

- Ah, vamos esperar um pouco, então. – Esme interveio. – Ceiamos mais tarde, que tal? Fiquem aqui com a gente um pouco e depois comemos.

- Como assim? – Renée falou. – Estou aqui a horas comendo petiscos feitos pela Bella e quando finalmente vamos comer temos que esperar para que os amigos de vocês entreguem os presentes?

Ficou um silêncio assustado entre todos. Olhei para Bella que a encarava desacreditada.

- É o champanhe. – Charlie riu desconfortável. – Renée, você não lembra de Ângela? Ou de Emmett? Eles trabalhavam com Bella quando ela ainda era estudante de medicina.

- Na verdade, eu era uma paciente lá. – Angie contou, se acomodando com todos na sala. - Bella mudou a minha vida.

- Ângela... – minha mulher fez sem graça.

- É verdade! – a nossa amiga insistiu. Sorri. – Graças a ela, comecei a fazer palestras sobre a minha doença e hoje trabalho completamente envolvida em ajudar pessoas como eu. – contou orgulhosa. – Conheci meu marido por causa disso! – riu.

- Bella, você, querendo ou não, é a culpada por eu ter encontrado a minha Ângela! – Simon falou feliz. Todos riram.

Notei um olhar orgulhoso de Charlie, ele estava feliz por sua filha ter ido tão longe, por fazer tanta diferença na vida dos outros. Renée sorria sem ter sinceridade, ela estava ali por pura obrigação. Não tinha jeito.

- Todos vocês se conhecem a muito tempo, não? – meu sogro quis saber.

- Ah, sem dúvidas! – Emmett concordou. – Nunca pensei que os meus três pupilos se tornariam meus melhores amigos.

- Ah, que fofo, Emm. – Jasper zombou.

- O quê? Alguém tem que ser o sentimental da relação! – Rosalie falou fazendo todos rirem novamente. Renée cada vez mais incomodada. – Vocês sabem como conheci Bella? – perguntou aos meus sogros.

- Rose... – minha mulher riu.

- Brigando pela vaga do estacionamento do hospital! – falou. – Eu realmente te odiei naquele dia.

- Você achava que eu tinha um caso com Emmett! – Bella riu, esquecendo por um momento dos olhares da sua madastra.

- São esses mal entendidos que nos fazem conhecer grandes amigos. – minha mãe comentou. – Eu conheci o pai de Edward quando eu fui tirar satisfações com Peter achando que ele havia roubado o jornal da minha porta. E o erro havia sido do jornaleiro.

Todos riram, mas mesmo com todas essas risadas, Renée parecia odiar cada segundo daquilo ali. Foi então que eu percebi que a raiva dela estava em ver que Bella havia conseguido de verdade, contrariando todas as suas suposições. Ver, finalmente, onde a filha bastarda do seu marido – que ela aceitou criar – chegou foi muito pior do que ela esperava. Algo me dizia que elas nunca conseguiriam se aproximar novamente. Não havia amor ali.

- Você só tem Edward de filho, Esme? – ela indagou, tomando um gole da sua taça. Congelei. Ela sabia da minha irmã, não sabia? O olhar de Bella para mim mostrou que ela sabia muito bem da história da minha família.

- Não. – minha mãe começou e eu rezei para que ela não ficasse mal. – Tinha Susan também, mais velha. Morreu muito jovem. – contou simplesmente.

- Oh, sinto muito. – disse.

Bella balançou a cabeça indignada e se levantou.

- Vou pegar os presentes de vocês na árvore. – falou olhando para Ângela e Simon, saindo logo em seguida.

Renée sabia muito bem que minha irmã havia cometido suicídio, assim como sabia que minha mãe havia sido internada em depressão depois disso. Todos ficaram sabendo depois que voltei a falar com meus pais. Qual é o problema dela? Por que precisa ficar mostrando as nossas fraquezas?

Me abaixei ao lado de Bella que fingia estar pegando um presente.

- Sabe o que mais me irrita? – ela sussurrou ferozmente para mim. – Ela ataca você. Ela sabe o quanto isso me afeta muito mais do que jogar na minha cara algum fraco meu. – cuspiu. – Ela sabia muito bem a história inteira! Todo mundo dessa sala sabe! Para que ficar remoendo? - começou a se exaltar.

- Calma, calma. – segurei seu ombro. – Vamos entregar os presentes para Ângela e depois todos vamos jantar. Logo tudo isso termina e nós vemos o que faremos.

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Bella POV

Ângela, Simon e John haviam ido embora e todos nós nos sentamos na grande mesa posta na sala. Edward ao meu lado, Shane do outro, seguido por Maggie e Josh. Renée e Charlie bem na minha frente. A janta corria sempre com alguém evitando dar atenção aos comentários maldosos da minha madastra.

- Vocês se lembram daquele natal em que eu tranquei a Bella na dispensa para eu poder comer todos os biscoitos? – Alice lembrou, rindo. – Vocês ficaram muito bravos comigo!

- Eu que fiquei muito brava com você! – eu ri. – Eram os meus favoritos!

Rimos.

- Vocês me davam trabalho nos natais. – Charlie comentou divertido. – Sempre sabotando uma a outra. – riu.

- Não só nos natais, Charlie. – Renée riu, falsamente. – Para vocês verem! Agora são tão amiguinhas... – me olhou com falsa simpatia.

- Para você ver a vida, não é? – Rose falou, notando a troca de olhares. – Maggie! Agora que notei a trança no seu cabelo! Que linda! – mudou de assunto.

- Foi a mamãe que fez. – minha filha sorriu.

- Vocês se dão tão bem, não é? – Renée novamente. – Nem parece que Maggie é adotada.

Senti a mão de Edward voar para a minha coxa. Ele sabia que eu queria quebrar a cara dela.

- Papai disse que é a mesma coisa. – Josh comentou concentrado na sua comida. Olhamos para ele. – Na verdade, eles são mais tempo papais da mana do que da gente, então...

Maggie riu, alisando os cabelos do irmão.

- Todos nós somos filhos deles igualmente, pequeno.

- Eu sei. – deu de ombros. – Mãe, posso comer mais um pouquinho de peru? – se virou para mim.

- Claro, filho. – comecei a cortar o prato principal. – Alguém mais? – negaram. – Shane?

- Não, obrigado, mamãe. – agradeceu levando o seu copo de suco de laranja a boca com as duas mãozinhas.

- Que meninos educados, Bella. – meu pai largou, admirando meus filhos. Sorri.

- Sobremesa? – Jasper ofereceu.

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As crianças estavam se divertindo com os presentes novos. Violet colocou a fantasia de princesa que meu pai e minha madastra deram para ela na mesma hora, meu pai sabia bem o gosto da minha sobrinha.

- Você acertou, pai. Vi está radiante. – apontei.

- Liguei para Alice antes, ela que deu a dica. – parou ao meu lado. Estávamos os dois assistindo às crianças brincarem.

- Claro. – assenti.

- Bella... – chamou, olhando para seus pés. – Eu gostei de ter vindo hoje. Foi bom poder ver como é a sua vida.

Virei meu rosto para ele, aliviada pela sua confissão.

- Eu gostei de ter você por perto também, pai. – falei. – Fiquei muito feliz de você ter conhecido a minha família de amigos. – ri. – Aqui é assim: somos amigos, meio-irmãos, pais adotivos, avós adotivos... – dei de ombros. – Mas somos todos muito felizes com o que temos.

- Tenho certeza que sim. - beijou minha testa. – Estou muito orgulhoso de você, filha.

- Obrigada.

- Agora eu tenho que ir, Renée quer ir para casa.

Assenti, voltando a minha atenção às crianças.

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- Entre mortos e feridos, sobrevivemos. – Edward falou, fechando a porta por onde Rosalie e Emmett, os últimos a irem, haviam saído.

As crianças já tinham ido dormir, todos juntos no quarto dos meninos. Alice, Jasper, Ella e Violet passariam a noite aqui, como todo natal. Os pequenos – e as nossas duas adolescentes – adoravam dormir todos no mesmo quarto, amontoados.

Alice estava dormindo na poltrona da sala, o vinho sempre fazendo isso com ela.

Eu, Edward e Jasper nos acomodamos no sofá, minhas pernas sobre o colo do meu marido, para saborear a nossa última taça de vinho da noite.

- Nunca mais. – soltei.

- Não foi tão horrível assim, Bella. – meu amigo tentou.

- Foi pior. – rebati. – Renée realmente me odeia, eu que lide com isso.

- Mas Charlie estava feliz aqui. – Edward falou.

- Sim, estava. – concordei. – Mas o meu pai nunca vai ir contra a mulher dele. Ela sempre virá primeiro. – concluí. –Ele pode ter sentido ao ver como os nossos filhos se dão melhor com Carlisle do que com ele, mas enquanto Renée viver é ela que manda. Ela e toda aquela necessidade de cutucar o ponto fraco das pessoas.

- Então, não deu certo a tentativa de aproximação, Bella? – Jazz perguntou tomando seu vinho.

- Valeu a pena, mas não. – dei de ombros. – Foi preciso voltar à convivência com eles para eu ver que o meu afastamento não passa de uma proteção. – expliquei, pousando minha taça na mesa de centro. – Não tem jeito, se eu quiser manter a minha sanidade, terei de me contentar com os telefonemas e os poucos encontros ao longo do ano. Nada próximo demais.

- Bem, nós sempre estaremos aqui, Bella. – Jasper afirmou.

- Como desde o nosso primeiro dia de faculdade, há mais de vinte anos. – sorri para eles.

- Eu sempre soube que vocês se casariam. – largou, nos fazendo rir. – Sério, todo aquele sexo sem compromisso... – joguei uma almofada nele. – Ai!

- E eu nunca pensei que você acabaria com a minha irmã! – rimos mais.

- Que belo trio nós somos, hein? – meu marido levantou a sua taça. – Merecemos um brinde!

- A nós! – falamos, rindo sem parar, batendo as nossas taças de vinho.

Afinal, algumas relações devem ser mantidas bem próximas. E para sempre.

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E então? O que acharam? Não tem jeito, essas relações familiares sempre podem dar problema. O importante é que a Bella tem o seu Edward e sua família de amigos, não é?

Bem, muito obrigada a todos que acompanharam Reação de Coragem e, agora, Quando é preciso voltar. A fic foi rápida, acredito que o título tenha muito a ver comigo mesmo: precisava voltar para esse universo um pouco ahahahahaha

Bom ano para vocês!

Isa