Konnichiwa! Aqui é Yulliah, e, puxa vida, você realmente tem paciência pra ter chegado até aqui! ^^ Se tiver gostado, review it, se não, gomen nassai, e puxem minhas orelhas nas reviews. Mesmo escrevendo absurdos, eu procuro ser fiel às personalidades e fatos do mangá. Melhorando a cada página, segundo os meus editores, espero que se divirtam tanto quando eu quando escrevi! Enjoy!

Ps: Bleach foi escrita pelo tio Kubo Tite, e ele não tem idéia do que está passando aqui, senão me mataria! ^^ Essa fic foi escrita com suor e carinho a oito mãos (arigatou Gaspar, Max e Dennys ^^) pra divertir os fãs que nem qui nóis, e não tem a intenção de ofender ninguém! *kidou de enforcamento no meu pescoço* Terminando isso aqui eu devolvo os uniformes e as zampakutous inteirinhos e sem arranhões!

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Naquela noite maldita, véspera da manhã em que o perdeu. Não tinha sido necessário nenhum artifício, nenhum jogo, nenhuma forma de magia. Ele a havia despido com mãos de veludo, com a sua ajuda apressada. Ele dizia que não fosse ansiosa, perderia a graça. Ela não se continha, e ria, arfante. Ele fora mais bruto daquela vez, mas caloroso, como de muitas outras vezes. Ela gostava das marcas dos seus dedos nas coxas, cintura, pescoço, por dias e dias e dias... para provocar tal recompensa, ela deixava ele mordiscar suas virilhas, e lhe agarrava os cabelos com força, pela nuca. Ela sempre terminava aquelas brincadeiras como a mais feliz das mulheres, num sono profundo e inquebrantável. Guardava todas aquelas noites escapadas no quarto do capitão em completo sigilo, precioso tesouro. Nada poderia arranhar a reputação do deu precioso taichou. E foi naquela manhã, com os trajes ainda quentes do cheiro do seu taichou, ela o viu, perdido pra sempre, pregado no alto do paredão branco.

Essa lembrança agridoce deu um impulso novo pro sangue nas suas veias, e ela reuniu forças pra mover os braços, e enlaçar mais uma vez os cabelos do capitão entre seus dedos. Ele lambia e sugava sua intimidade sofregamente, penetrando-a com a língua e a ponta dos dedos de tempos em tempos, mas, ao notar as mãos de Hinamori, ele parou, ergueu-se e se afastou. Os mesmos olhos, o mesmo sorriso, na boca molhada da seiva de Momo, mas agora, frio e distante, como na sua partida para o Hueco Mundo.

- Tão pura, tão doce, tão ansiosa... essa era a única coisa que me irritava, Hinamori-kun, no mais, você era até divertida. Eu quase cheguei a gostar de você de verdade. Mas, aiai, eu vejo que você não mudou nem um pouco nesse tempo todo. Tsktsk, você não aprendeu nada, nada mesmo...

Fez menção de sentar-se, e um trono de escombros de formou embaixo de si. Esparramou-se, displicente e elegante, na cadeira improvável, e fechou-se em copas. Ela jazia, jogada às traças, a metros de distância. Minutos de silêncio, que pareceram horas. A brisa torturava a pele úmida, nua. Aos poucos, as forças retornam aos seus membros. Ela rola, e espia, incrédula, a expressão impassível do capitão. Se encolhe, arqueia, ronrona, nada chama a sua atenção.

- Hummm, taichou... o que eu fiz de errado, taichou? Gomen, gomen nassai, Aizen, querido, gomen!

Ela consegue tomar uma atitude, afinal. Rasteja, meio de quatro, meio rente ao chão, onde suas energias a permitem chegar, até os pés do seu capitão. Alcançando-os, se larga frouxamente sobre eles, e o cobre de beijos. Lhe arranca o calçado e mordisca, chupa, acaricia-os. Ela direciona ao seus pés mais amor que ele dispensara ao seu corpo inteiro. Com sofreguidão, com a fome de um viciado, ela escala suas pernas, as mãos por dentro da perna da calça, arranhando suavemente a pele suave do interior das coxas, beliscando e mordendo o tecido. Ele simplesmente a olhou, de cima pra baixo.

- O que você quer? Você quer que eu brinque com você de novo? - ela gemeu, olhos suplicantes em resposta - Eu vou te dar uma nova chance, então. Mas você vai ter de pagar o preço, "Lil'Peach"...

Ele abriu as vestes, expondo suas intimidades, pronto para agir. Agarrou o coque de Hinamori bem rente, pela nuca, e a teve totalmente sob controle, sem usar kidou algum. Levou seu rosto de pêssego até as virilhas, a esfregou em seus pelos castanhos, e ergueu-a pra junto do rosto brevemente. A expressão da shinigami era de completa entrega, as faces coradas e a boca entreaberta mostravam que ela havia entendido muito bem a ordem dada. Como prêmio pela rapidez de raciocínio, um carinhoso beijo na testa, tão provocante como muitos outros em igual situação. Mole como uma boneca de trapos, ele a atira de volta a suas virilhas. Ansiosa como sempre, ela o abocanha com sede, sugando, bebendo-o de maneira que beirava o assustador. Ele sorri. As mãos, agarradas no coque, a empurram para baixo, até sufocá-la. Ele assiste, aparentando diversão, aprecia todos os sons da boca engasgada de Hinamori. Ao sentir uma lágrima lhe molhar a coxa, cessa a tortura. Ele coça suas orelhas, enquanto ela ofega, cabeça deitada no colo, exausta.

- Isso é o que costuma acontecer aos ansiosos, Hinamori-kun. Quem come rápido demais, engasga. Não quero que você morra sufocada por um pedaço de peixe por aí, então tome cuidado.

Aizen recolhe a pequena suavemente, a põe no colo, o rosto no seu ombro. Passam assim alguns bons minutos, silêncio e vento balançando folhas. O sol descendo avermelha o céu, os raios mornos do fim da tarde aquecendo a pele...

- Aizen taichou... Aizen taichou, eu...

- Sim, Hinamori-kun?

De novo, como um gatinho de colo, ele a ergue pelos ombros e a encara. Ela desvia os olhos. Os raios de sol se dispersando pelos cabelos agora desarrumados. Se ainda estivesse de óculos, Aizen estaria refletindo o sol no rosto entristecido e carente de Hinamori.

- Bem... nada, taichou - hesitou, as palavras sumiram. Ele a abraça novamente.

- Você estava lembrando daquela noite, não é? Por isso esses olhinhos tristes. Eu não te culpo. E peço desculpas. Jamais quis te assustar dessa maneira. Por favor, me perdoe.

- Não, não, esqueça isso, eu não tenho que perdoar nada - suas palavras a traem, havia se esquecido completamente na sala do Conselho. Ela bebe o seu olhar, tal como nos tantos outros dias.

Ele aperta o abraço. Aninhada, ela corre os dedos por entre as vestes em desalinho do taichou, buscando a pele, costelas, cintura. Acaricia, como se com as mãos pudesse sentir o gosto. Ele se livra dos mantos, deixando o peito exposto pra ela brincar. Hinamori suspira alto, e perde a ação. Ele ainda usava o presente dado no último verão.