NA: Pessoal, dessa vez a culpa não foi minha! Rs! O ficou dando pau, e eu só consegui postar esses capítulos agora. Reviews, please?

Capítulo inspirado na letra de Kick-Ass - Mika - Trilha sonora do filme Kick-Ass.

Capítulo II – O chute

O dia nasceu com um ar leve. Ginny acordou com uma alegria que não podia conter dentro de si. Uma vontade de dar risada incontrolável. Mas ela sabia, não poderia demonstrar nada.

Uma piscadela foi o máximo de contato que teve com Neville no salão comunal, e ela sabia que ele sentia-se da mesma maneira.

Luna já estava sentada a mesa da Corvinal quando os outros dois entraram no Salão Principal. Ela sim parecia estar conseguindo lidar com a imensa alegria guardada no peito. Parecia que nada havia acontecido na noite anterior.

Era uma sensação maravilhosa. Sentir-se donos daquela escola, coisa que antigamente era fácil, mas agora tudo era diferente. Os donos eram os sonserinos. Os três, dois grifinórios e uma corvinal sentiam-se imensamente livres. E aquilo era só o começo.

Sabiam que seria uma luta difícil, mas iriam aproveitar hoje. E então, o que aguardavam ansiosamente aconteceu. Sr. Filch chegou correndo ao Salão Principal e soltou:

- Pichações! Ao lado da sala de Defesa Contra As Artes das Trevas e Estudos Trouxas! Pichações!

O burburinho começou. Quando os alunos começaram a se levantar para ver o que havia acontecido, Snape levantou-se de sua cadeira.

- Ninguém sai daqui. – disse ele rispidamente.

Então todos os professores saíram do Salão Principal. Ginny cutucou Neville por debaixo da mesa.

- Tem certeza que a tinta não irá sair? – perguntou em voz baixa.

- Absoluta. – confirmou Neville.

As duas pichações ficariam marcadas para sempre no castelo. "Case-se com trouxas!" e "Lugar de Comensal é em Azkaban" agora eram parte da decoração de Hogwarts.

Depois de um tempo os professores voltaram ao Salão Principal. Neville cutucou Ginny e indicou a professora McGonagall com a cabeça. Ela trazia consigo um sorriso quase que imperceptível.

Snape virou-se para os alunos com ar de moribundo. – Os responsáveis por estas pichações serão encontrados, e a punição será cruel. Acredito que vocês não tenham se esquecido do que aconteceu com aqueles nascidos trouxas.

Com o discurso de Snape os pequenos sorrisos que os estudantes levavam no rosto sumiram. E novamente a passividade tomou conta do ambiente. Mas isso não se estendeu. Durante toda semana só se falava nisso. Supunham-se quem seriam os pichadores. Alguns diziam que era Harry Potter que estava escondido no castelo. Muitos acertaram ao dizer que Ginny tinha algo a ver com isso. Poucos consideraram Neville, e ninguém lembrou-se de Luna.

A reação acabou sendo ainda mais receptiva por conta da nova abordagem dos cursos de Ensino Trouxa e de Defesa Contra as Artes das Trevas. Aleto Carrow dizendo que os trouxas eram vermes e Amico Carrow ensinando arte das trevas deixaram muitos estudantes contidamente revoltados.

Já os sonserinos não deram nenhuma bola para aquilo tudo. Eles andavam com seus narizes para cima, peitos estufados e sorrisos maliciosos, aterrorizando os alunos mais novos. Nada muito diferente do que antes acontecia, mas agora ninguém tinha coragem de intervir quando eles abusavam de alguém. Contudo alguém teve a coragem.

Ainda era a semana das primeiras pichações quando Ginny, indo para sua aula de Herbologia encontrou Draco Malfoy levantando um primeiro-anista pelo pé, com um feitiço, e depois pegando as moedas que caiam de seu bolso. Ginny, uma estudante A de feitiços, nocauteou Draco e ainda em tempo trouxe o primeiro-anista com segurança ao chão.

Ela então retirou as moedas da mão de Draco e entregou-as ao menino. – Vá! – disse ela quando percebeu que Draco voltava a consciência.

- Você está muito encrencada! – disse o rapaz irritadamente.

- Acho que não... Pelo que eu me lembre roubar ainda não foi permitido em Hogwarts. O que aconteceu Draco? Seu pai está perdendo a fortuna? Você-sabe-quem está empobrecendo vocês?

Draco ficou ainda mais vermelho do que estava. Levantou a varinha rapidamente, mas não mais rápido que Ginny. Os dois se encararam, ambos com suas varinhas apontando para o peito do outro.

- Sabia que a namoradinha do Potter tinha algo a ver com as pichações. – disse Draco ironicamente.

- Primeiro, não sei de onde você tirou essa conclusão. Segundo, não sou namoradinha de ninguém. – disse Ginny firmemente.

Draco soltou uma risada histérica. - Não me diga que o Potter deixou você e fugiu com aquela sangue ruim. É bem a cara dele mesmo. Ficar com uma nojenta e dispensar alguém como você. – disse ele medindo Ginny dos pés a cabeça, com um sorriso irônico na boca.

- Você que é um nojento. – disse Ginny e saiu. Andando até sair da vista de Malfoy, e depois correndo até as estufas. As palavras de Malfoy rondaram sua cabeça, "Potter deixou você", "Fugiu com a sangue ruim".

Ginny entrou nas estufas e assim que encontrou Luna soltou o feitiço Mufliatto ao redor delas, fazendo com que Luna levantasse uma das sobrancelhas.

- Você acha que Ron e Hermione finalmente se entenderam? – pergunto Ginny.

Luna sorriu. – Não sei, mas espero que sim. Aqueles dois só estão se enganando. Todos sabem que eles se amam.

Ginny balançou a cabeça confirmando, e sentiu-se idiota de ter pensado que Harry e Hermione poderiam ter alguma coisa.

Começo, o trio chega a hogwarts e começam a planejar como irão fazer enquanto La, são surpreendidos pelas aulas de DADA e por serem espionados pelos sonserinos e pelos irmãos Arrow.

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