3. "Feitos um para o outro", ou não?
Yanaka Aki ainda falou algo sobre ouvir a morte de seu irmão.
Eu sabia que o velho Quill Ateara, teria pulado essa parte se pudesse, mas eles contavam as histórias exatamente como as tinham ouvido. Olhei para meus irmãos ao meu redor, não consegui nem imaginar a dor de perder um deles, muito pior seria ouvir a morte deles, na verdade não apenas ouvir, mas sentir.
Então a mão dela segurou a minha e nossos dedos se entrelaçaram. Olhei para a mão dela parecia a mão de uma criança perto da minha, a pele pálida contrastando com a minha mão morena. Aquilo me deixou mais calmo, desde pequena ela sempre teve o dom de me acalmar.
O líder dentro de mim veio à tona, o que sabíamos sobre esse monstro? Tinha a mesma forma que a nossa e era muito mais forte. Isso não seria problema, uma coisa era lutar contra dois, mas agora nós éramos vinte e cinco. A não ser que ele não estivesse sozinho. Não, seria impossível passar pela fronteira em grande número sem ser visto.
Meus pensamentos foram desviados quando Carlisle se levantou. Vi alguns lobos começarem a se levantar, fiz um sinal para que se sentassem. Alguns de nós nunca confiaríamos totalmente nos vampiros, como Sam, outros os tolerariam como Leah e outros os amariam como Seth.
- Interessante. – ele olhava diretamente para Billy, Quill Ateara e Sue. – Eu não acredito que o jovem Yanaka Aki tenha delirado contando a história. – então ele passou os olhos por todos os presentes. – Na verdade, tenho uma teoria: acredito que ele tenha encontrado uma das criaturas mais antigas do mundo, um lobisomem.
Os mais novos o encararam sem entender, mais os que tinham participado do embate com os vampiros italianos compreenderam logo. Como Carlisle tinha explicado, não éramos lobisomens, éramos, hum, transmorfos, a forma de lobo foi apenas um acaso. Poderia ter sido qualquer outra animal.
Diante dos rostos confusos, Carlisle explicou.
- Os lobisomens não têm uma escolha de se transformar ou não. Sempre à noite eles assumem a forma de um lobo. Durante a lua cheia seus poderes são duplicados e durante o dia ele assume uma forma humana e até o seu cheiro desaparece. Nem todos os poderes funcionam com eles. São mais fortes do que qualquer um de nós. – ele fez um gesto com a mão em direção aos Cullen e Emmett franziu o rosto como se não concordasse. -Irreconhecível durante o dia e imbatível durante a noite. Seu faro é inigualável e sua velocidade invejável.
- Todos têm pontos fracos. – Billy foi o primeiro a quebrar o silencio que se estabeleceu após a fala de Carlisle. – qual é o dele?
Carlisle pensou um pouco antes de responder.
- Talvez nossa única vantagem seja a quantidade. – ele olhou novamente para o gigantesco bando. – Eles não tem o costume de andar em, hum, matilha. Não se dão muito bem e acabam, bem, se matando. Porém é comum que irmãos andem juntos, ou então parceiros.
- Você falou em parceiros, então existem fêmeas?
- Na verdade esta parte é mais mito do que fato. São as peeiras ou fada dos lobos. Elas supostamente têm o dom de se comunicar mentalmente com outros lobos e controlá-los. Mas ninguém acredita que elas realmente existam.
As perguntas então começaram a surgir em uma onda desenfreada. Cada resposta de Carlisle nos trazia uma nova pergunta.
- Então como sabem sobre elas?
- Aparentemente um jovem lobisomem tentando salvar sua vida, contou vários segredos.
- O que você quer dizer com irmãos? – Sam puxou Emily para mais perto de si, esse movimento também foi percebido por Leah, que estava do meu lado.
- Bem, eles não se reproduzem, se esta é a dúvida. – ele hesitou um pouco em falar antes de continuar. – mas eles têm uma tendência de transformar famílias inteiras. Acho que pensam que é mais fácil de passar pela transformação se tiverem alguém que ame ao seu lado.
- E como seria essa transformação? – eu repeti a palavra, cauteloso, não tinha certeza se queria ouvir aquela resposta. Inconscientemente puxei Nessie para mais perto de mim e ela descansou a cabeça em meu peito. O quão perigoso isso seria para ela? Olhei para Edward ele não estava me lançando os olhares homicidas que lançava quando eu estava tão próximo de Nessie. No olhar dele havia apenas compreensão.
- Bem a pessoa deve ser mordida, e o veneno iria se espalhar pelo corpo, mas não é sempre que eles podem fazer isso. Apenas na semana de lua-cheia e uma vez por mês. É como se ele "gastasse" seu veneno com a primeira mordida, não importa o quanto ele tente depois da primeira mordida na lua-cheia ele não transformará ninguém até o próximo mês.
- Quantos irmãos juntos poderíamos encontrar? – eu tornei a perguntar.
- Eu não tenho certeza, mas acredito que o relato do maior bando foi em 1637, na Turquia, quatro irmãos. – ele abaixou a voz para um sussurro. - Apesar dessa não ser uma informação muito confiável.
- Porque não seria confiável? – dessa vez foi Quill quem perguntou, ele já se sentia tão à vontade quanto Seth com os Cullen.
- Bem, Quill, entenda, muitos vampiros já saíram atrás dos lobisomens, - uma ruga apareceu entre suas sobrancelhas, ele tentava achar uma forma melhor de explicar aquilo. – era como uma "temporada de caça" dos humanos, mas os vampiros não queriam apenas uma figura empalhada. – sua voz não escondia o quanto ele discordava daquela prática. - Eles queriam o extermínio dos lobisomens. E esses não iam deixar por menos, então grupos inteiros de vampiros sumiram nessas caçadas.
- Por que queriam o extermínio? – Quem perguntou dessa vez foi Sam.
- Temo não saber o suficiente para te responder devidamente a esta pergunta. – então Carlisle, por hábito eu supus, inspirou fundo. – Dizem que a guerra começou com Rômulo e Remo. Rômulo era uma espécie um pouco diferente de lobisomem, mais parecido com um de vocês, -nesse momento ele apontou para nós - do que com um lobisomem de verdade. (Há teorias sobre uma predisposição genética e o leite da loba, mas isso não vem ao caso) Eles brigavam pelo poder, Remo foi golpeado e caiu, dizem que um vampiro que passava pela região do Lácio viu a cena e não achou justo um humano lutar contra um lobisomem, então o transformou em um vampiro. Historiadores afirmam que aos 54 anos enquanto Rômulo passava em revista às tropas, irrompeu uma terrível tempestade, acompanhada de um eclipse solar. Passada a tormenta, o rei havia sumido. A partir daí foi uma vingaça atrás da outra e muitos nem sequer sabem hoje porque não toleram os lobisomens, apenas os querem mortos.
Todos se calaram e apenas o vento balançando as árvores ao nosso redor quebrava o silêncio.
Eu os acompanhei até o carro. Não queria ficar nem um minuto longe dela. Era como se a qualquer momento a "coisa" fosse surgir do nada e atacar minha bela e vulnerável Nessie. Sorri ao pensar na reação dela se ouvisse eu a chamando de vunerável, ela era tão parecida com a mãe que provavelmente eu levaria um murro, como Bella tinha feito há anos atrás. Edward riu ao meu lado.
- Só que dessa vez doeria, e muito. – ele falou fingindo não ver os olhares curiosos da sua familia para nossa "conversa".
Era verdade, ela apenas parecia vulnerável eu sabia muito bem que ela era bem resistente para uma humana, sabia que ela podia destruir pedras com as mãos e fazê-las virar pó se quisesse, sabia que nada no mundo dos humanos era realmente perigoso para ela. Talvez se ela pudesse se recuperar tão rapido quanto eu, ou se ela fosse mais imortal eu não me preocupasse tanto.
- Acredite você continuaria preocupado. – Edward, lançou um olhar significativo para Bella que andava ao lado de Renesme.
Saí da minha cabeça! Eu suspirei fundo. Então era isso, condenado a passar o resto da minha vida, ou melhor existência, me preocupando. Eu olhei para ela ao lado de Bella, seus cabelos era soprados pelo vento que traziam seu perfume direto em minha direção. Seu doce perfume, o melhor cheiro que já havia sentido. Isso me lembrou a conversa com Quill, ela sempre foi muito madura para sua idade e agora seu corpo acompanhava seu desenvolvimento, sem maldade, ou quase sem maldade me concentrei nas curvas de seu corpo.
Ouvi um rosnado baixo do meu lado, os outros se viraram assustados. Eu ri, Edward me lançava um dos seus olhares assassinos.
Eu mandei você sair da minha cabeça. Internamente eu me divertia com a situação, era no minimo interessante ver ele se debater contra algo que eu sabia que era inevitável. Ela era a minha impressão. Era como aquelas novelas melosas, tipo "feitos um para o outro". Mais cedo ou mais tarde ela iria se apaixonar por mim. O rosnado de Edward se tornou mais furioso. Dei de ombros e continuei andando, os outros fizeram o mesmo, percebendo que a nada iria acontecer. (Para desespero de Emmett que tinha apostado com Jasper que eu e Edward ainda iamos brigar sério, "um verdadeiro derramento de sangue" e com isso ele quis dizer meu sangue, já que ele não tinha nenhum).
E então um pensamento que eu sabia que há muito tempo queria se manifestar veio à tona, como se eu tivesse aberto a porta de um guarda-roupa entulhado e as coisas caissem sobre mim. No meu caso as coisas, era na verdade uma coisa: e se não fosse assim? Leah disse que ela era uma aberração, por isso, a impressão dela não a correspondia. Mas e se não fosse necessariamente assim? E se Nessie não tivesse a obrigação de se apaixonar por mim? E se fosse apenas o acaso? Senti uma pontada no peito. E se ela se apaixonasse por outra pessoa? Ou pior se eu conhecesse essa pessoa? Me forcei a parar de pensar nisso, tinha medo da minha próxima teoria. Ouvi o riso baixo ao meu lado. Droga! Não se tinha um pingo de privacidade do lado dele?Como é que a familia dele aguentava isso?
Nós estavamos quase chegando ao carro quando eu ouvi meu pai falar.
- Simples, - ele deu de ombros. – eles não tem nada para esconder.
Percebi que ele ainda estava falando com Jake. Uma rajada de vento ainda mais fria veio em nossa direção. Tremi um pouco e puxei o casaco para mais perto do corpo. Com o tempo você aprendia a aceitar aquelas conversas.
- Concordo, de qualquer forma ela não me ouviria mesmo.
Paramos em frente aos carros e minha familia foi entrando, me virei para me despedir de Jake e senti a mão dele, entrando em meu casaco, contornando a minha cintura e me puxando para perto de seu corpo. Mesmo com a minha blusa evitando o contato de nossas peles, eu pude sentir o calor que emanava do corpo dele. Era tão bom ficar com ele. Jake bobo!, porque não me abraça sempre?
Então ele levou uma mão ao meu rosto e o levantou me forçando a encarar seu olhos.
- Quero que me prometa uma coisa, - Eu sabia que todo aquele carinho (principalmente na frente de minha familia) ia me custar caro. – você não vai ficar rodando por aí sozinha.
- Mas eu nunca... – ele pôs o dedo sobre meus lábios me silenciando.
- Eu sei, só me prometa.
- Tá. – na verdade eu teria prometido quase qualquer coisa para que ele me deixasse voltar a afundar meu rosto eu seu peito. – Eu prometo.
Ele tirou a mão de meu rosto e a pôs na minha nuca. Senti um arrepio subir pelo meu corpo, causado mais pela proximidade entre nossos corpos do que pela pele quente dele na minha pele.
Eu estava muito confortável e para mim só haviam se passado segundos, quando Emmett buzinou. Jake se afastou e pôs as mãos em meu ombros, e antes que eu pudesse ficar chateada pelo súbito espaço vazio e frio que ficou entre nós, ele deu aquele sorriso. O meu sorriso, o "sorriso Jake", como eu poderia ficar chateada?
Emmett buzinou de novo. Chato!
- Até amanhã então, Ness! – ele bagunçou meu cabelo, dessa vez eu não me afastei para ajeitar. Eu já tinha desistido há muito tempo de manter meu cabelo arrumado esta noite, afinal como lutar contra Jake e o vento juntos?
- Até!
O caminho até em casa foi silencioso, pelo menos no nosso carro. Eu passei a maior parte do tempo me lembrando da história. Samir sabia que ia morrer, sabia que não seria uma morte agradável. Mas ele não tentou fugir, para que seu irmão tivesse uma chance. E foi com esse pensamento que eu fechei os olhos. Nem tinha me dado conta de que já estavamos em casa, até perceber que meu pai estava me carregando e me deixando no seu ex-quarto, na enorme cama king-size. Grunhi algo, como "me bote no chão, sei andar", mas ele não deu muita atençã anotei mentalmente em minha cabeça que teria que perguntar amanhã porque nós não fomos para a nossa casa, porque ficamos na mansão.
- É mais seguro. – claro, ele sabia exatamente o que eu estava pensando. – Agora descanse. – ele me deu um beijo na testa e saiu do quarto.
Eu sabia que já era de manhã antes mesmo de abrir os olhos, se o canto suava dos passarinhos lá fora não denunciasse isso a conversa lá embaixo denunciaria.
- Está muito bom Bella. – a voz de Seth, eu dei um sorriso ainda de olhos fechados, a presença dele era frenquente nessa casa. "Um bichinho de estimação", foi como Rosalie se referira a ele, até mesmo ela já gostava um pouco de Seth.
- É, pra quem não come, você até que cozinha bem. – Jake! Meu sorriso alargou e eu abri os olhos. Ele estava aqui! Joguei minhas pernas para fora da cama. Tudo bem. Eu ia precisar de roupa. Olhei ao redor no quarto, em cima da poltrona tinha algumas roupas dobradas com uma nota em cima, em letras elagantes e finas, estava escrito:
Posso não conseguir ver seu futuro, mas todo mundo precisa de roupas.
Desça para tomar seu café.
Com amor, Alice.
Senti uma pontada no estomago, apesar de estar agradecida, tinha medo das invenções de Alice. Ela se vestia muito bem, era um fato. Mas ela se vestia bem demais. Parecia estar sempre pronta para ir ao mais chique restaurante ou festa.
Suspirei aliviada ao ver o que ela tinha escolhido, tinha um calça jeans justa, uma blusa azul simples. Peguei a calcinha e o sutiã, e fui para a o banheiro.
Em menos de dois minutos, eu já havia tomado banho, me penteado, me vestido, e escovado os dentes. A velocidade era uma das vantagens de ser uma meio-imortal. Desci as escadas de dois em dois degraus e corri para a cozinha. Eles estavam sentados na mesa se deliciando com as panquecas.
- Hey Ness! – Seth acenou para mim, com a mão que não estava ocupada e depois se voltou para o seu prato.
- Para que tanta pressa Nessie? – Jake perguntou, eu lhe dei as costas fingindo que estava pegando um copo de àgua, como humana eu também comia e bebia, mais por incentivo de Carlisle do que por prazer. E era lógico que o barulho lá em cima e a minha correria de descer as escadas foi ouvida. Senti minhas bochechas queimando! Ótimo! Era só o que estava faltando! E agora qual era a resposta? Ah! Jake, tudo isso foi porque eu precisava conversar com você?
- Conversar sobre o que? – Jake perguntou já de pé ao meu lado.
- Ahhh!! – eu me afastei dele como se ele tivesse me dado um choque. Em menos de um segundo eu senti minha familia na porta da NÃO tinha falado aquilo em voz alta. Eu tinha certeza disso! Como ele fez aquilo? O quê? Agora ele também podia ler mentes? Isso definitivamente não seria uma boa coisa. Eu já não tinha privacidade com o meu pai, agora com ele também? Eu estreitei meus olhos. – como você fez isso?
- Isso o que? – ele me olhou confuso. Deu um passo cautelouso em minha direção. - Nessie você tá bem?
Olhei para Seth, ele estava de pé olhando para gente, confuso. Então olhei para trás, Jasper, Alice, Emmett, Rosalie, Esme, Carlisle e por fim minha mãe se amontoavam na porta tentando entender o que estava acontecendo.
- Desde quando você pode ler mentes? – eu temi pela resposta e se ele já soubesse a muito tempo? E todos os pensamentos que eu já tive relacionado a ele? E as sensações que eu tinha quando ele me abraçava ou segurava a minha mão? Tá e se ele tivesse vendo tudo isso agora? Droga!
Eu dei mais um passo para frente. Ela me encarava com os olhos abertos em desespero e o rosto muito vermelho. Mas afinal o que é que estava acontecendo? Ler mentes? Eu?
- Nessie, eu simplesmente não posso ler mentes. – eu toquei seu braço de leve, ela se esquivou ficando ainda mais vermelha, se é que isto era possível. – Você apenas deve ter pensado em voz alta. Não é, Seth? – eu olhei para ele procurando apoio.
- Eu não estou entendendo nada. – ele falou balançando a cabeça de um lado por outro. – Eu não ouvi nada. Só vi você perguntando algo sem sentido para ela, e ela gritando. – ele deu de ombros. – Você formam um ca... – eu olhei para ele e ele não terminou a fala, ele e todo o resto do bando já nos tratavam como casal. Então a ficha caiu. Se ela não tinha falado aquilo em voz alta, então... Eu a encarei, ela me olhava horrorizada, desejei poder ler mentes naquele momento. O que ela pensava que a deixava tão embaraçada? Uma súbita curiosidade me invadiu. Me concentrei bastante, a olhei fixamente e... nada! Bem seja lá o que fosse que estava acontecendo não era comigo.
Carlisle deu um passo em nossa direção, e me olhou com seus profundos olhos dourados.
- Jake, isso é importante, você consegue ver o que qualquer um de nós está pensando agora? – ele apontou para os outros. – Exceto Bella, é claro.
Me concentrei em cada um deles. Nada, além de suas expressões curiosas. Eu olhei para Carlisle e balancei a cabeça negativamente. Então Nessie veio rapido em minha direção. Azul ficava lindo nela, fiz uma anotação mental.
- Jake você consegue ver o que eu estou pensando agora? – ela me fitou com os olhos em agonia.
- Sim. – eu vi pânico tomar conta de seus olhos. – Que você está em frente ao cara mais lindo do mundo. – eu ri quando ela rolou os olhos e me deu um soco fraco no braço.
- Tô falando sério!
- Nessie tenha calma, eu não consigo ver nada! Mas o que é que você está pensando que tem tanto medo que eu saiba?
Seus olhos se arregalaram, suas boca abriu um pouco e ela se afastou. Ah!Como eu queria ler a mente dela agora!
- Bem, Edward seria muito útil agora. – Carlisle suspirou. – Mas talvez eu tenha uma idéia do que está acontecendo, vamos para a sala.
N/A: Oi galerinha! Espero que vocês estejam gostando da fic. Desculpa pelos eventuais erros gramaticais, é porque a menina que era minha beta reader, tá meio sem tempo ( e eu também). Meus mais sinceros agradecimentos a Chantal Cullen e Tsunay Nami, não apenas por deixarem reviews, mas pelo apoio que voc têm me dado. Sério mesmo meninas, valeuzão! No mais, vou começar a escrever o proximo capitulo ainda hoje!
Beijos
