Obs – Pra que repetir? Não é meu, é dele lá. E ele continua matando todos os personagens bons do anime ¬¬
Yokai Gakuen
Capítulo I –
De neko e louco todo mundo tem um pouco.
Bem vindos ao mundo dos humanos!
Aqui você aprenderá como esses seres estranhos vivem, seus costumes e seus sonhos!
Tenha uma maravilhosa experiência aprendendo com esse seres tão estranhos! Venha para um intercambio cultural no mundo dos humanos!
A nossa escola fica localizada em Tóquio, aqui você terá tudo de que precisa! Se não tiver um lugar para ficar enquanto estiver aqui do mundo humano, você pode morar em um dos dormitórios, será uma experiência maravilhosa para conhecer novas pessoas. E tudo isso com as despesas pagas!
Venha hoje mesmo para Yokai Gakuen, aceitamos todas as espécies.
Em algum lugar da cidade – Seis da manhã
– Sai da frente humano idiota!
Tóquio. Um ótimo lugar para se viver. Na capital da cidade do Japão, você encontra coisas variadas, pessoas variadas, comidas variadas. E principalmente, criaturas variadas, um lugar de lendas antigas e novas, onde o moderno se funde com o antigo. Para alguém que não esta acostumada com este mundo, tudo é novo. Existe várias escolas neste país, entre escolas publicas, particulares, religiosas e etc. Mas uma escola em especial é a mais conhecida em Tóquio, a Yokai Gakuen, todos sabem que lá só entra os melhores entre os melhores. Ou pelo menos é isso que eles pensam.
O dia havia amanhecido normalmente, era uma simples segunda-feira. Tudo estava normal. Pessoas corriam para trabalhar, estudantes risonhos conversavam enquanto andavam para suas destinadas escolas. Celulares tocavam, velhos molhavam as suas calçadas. Se você pegasse o metrô você poderia visitar o centro de Tóquio, e ver seus maravilhosos arranha-céus. Mas quem se importava com isso? Eram só humanos. Todos simples humanos, com suas vidas humanas enfadonhas e sem nada de novo.
Uma figura apressada passou por um grupo de humanos idosos. Todos olharam para a garota – Que corria apressadamente – E comentavam de como a juventude era apressada nos dias de hoje.
Ela corria. Talvez ela pudesse correr mais rápido se pudesse ir por cima das casas, mas não poderia, senão chamaria a atenção das pessoas a sua volta, ela poderia ser expulsa no seu primeiro dia ali. Marie Bavatou apressou a corrida, mesmo se ela corresse mais rápido, ela não chegaria na hora, principalmente porque nem sabia para onde tinha que ir. A mochila de viagem que carregava estava pesada, ela xingava-se mentalmente por não ter mandado suas roupas mais cedo para o dormitório da escola, agora ela teria que carrega-la até chegar no lugar.
Quando o sol batia nos cabelos loiros de Marie, dava a leve impressão que ela era um anjo, cabelos brancos de um anjo, mas se alguém olhasse para as roupas dela, o anjo parecia ter saído de Harajuku, a cidade fashion do Japão. A saia pregueada balançava de acordo com a corrida, se não tomasse cuidado, a sua roupa intima acabaria aparecendo. O coturno de salto quadrado dava mais mobilidade para ela correr. A sua blusa e saia eram pretas, marca registrada de Marie, usar roupas de tom negro. A argolinha prata que ela usava no nariz brilhava toda vez que o sol batia nela. Era uma figura no mínimo interessante.
– O folheto é bem explicativo. Menos a localização desta merda! – Resmungou, parando de correr e lendo o pequeno papel que segurava. Amassou o folheto e enfiou de qualquer maneira dentro da mochila.
Algumas estudantes de alguma escola perto dali conversavam animadamente, matando o tempo antes da aula, coisa tipica de se encontrar em Tóquio. Com seus uniformes de marinheiro, com seus celulares de ultima geração, e seus risos que incomodavam os moradores mais velhos daquele lugar. As atenções dessas garotas foram chamadas para a estranha garota loira que estava parada no meio da faixa de pedestres.
– Que saco, onde eu tenho que ir? – Perguntou para si própria, enquanto olhava a sua volta. Humanos, humanos e mais humanos, femeas e machos.
Arrumou a franja com os dedos. Aquilo estava irritando Marie, o sol que corava a sua pele alva, os homens na rua – Se fossem homens humanos bonitos, mas não, a maioria eram feios – E pra piorar a maldita franja que teimava cair nos olhos dela! Maldita hora que ela cortou o cabelo daquela maneira. Marie aproveitou para arrumar as duas mechas maiores que chegavam as suas costas, e arrepiar mais o cabelo atrás, de modo que aparecesse bem a sua tatuagem de borboleta.
Marie se assustou quando uma daquelas maquinas humanas usadas para se locomover – Qual era o nome mesmo? "Carros?" Ela não sabia, mas tinha quatro rodas. – , A "coisa" fez um barulho estranho, e um humano irritado xingava a pobre Marie, de nomes que ela não conhecia, mas que lhe pareceram muito pejorativos. A loira se irritou, quem aquele humano macho pensava que era pra falar assim com ela?
– Qual que é? Vai encarar seu filhote de ogro desdentado! Cai dentro! – Ralhava Marie, levantando o punho para o motorista.
O pobre motorista, assustado, deu partida no carro quando Marie ameaçou tira-lo do mesmo, para socar a cara dele. Marie observou a maquina cantar pneu pela rua. Ficou olhando por alguns segundos aquelas maquinas que desviavam dela para continuar o caminho. Resolveu não se importar com aquilo, precisava chegar mais rápido possível na escola.
Sem se importar com as buzinadas que recebia, ela continuou a correr no meio da rua mesmo, percebeu que ali ela poderia pular de carro em carro, e assim seria mais rápido chegar em algum lugar sem precisar trombar com as pessoas na calçada. Marie queria saber onde ela a tal escola, já estava cansada de procurar. Não era um yokai cachorro, mas resolveu tentar achar algum odor diferente.
Parou em cima do teto de um dos carros. E ficou cheirando tudo. "To parecendo a merda de um cão" Pensava . "Hum, esse cheiro é bom, eu conheço isso"
Aquele cheiro lembrou algo para Marie, algo muito bom, excelente, para ser mais exata. Aquele cheiro era tão gostoso. Com um salto ela aterrizou em pé no meio das pessoas da calçada, avistou seu alvo e ficou um tempo estasiada só encarando. Tinha vontade de ronronar só de ver aquilo. O tamanho, o cheiro, viscoso, fresco, lindo, ah ela queria colocar suas presas naquilo, iria fazer loucuras com aquilo na boca. Marie focalizavam o seu alvo com tamanho interesse.
– Hey mocinha, se não for comprar o peixe, sai fora! – Reclamou o vendedor da peixaria.
Mas Marie não escutou nada, ela ficou olhando pro peixe com tanto interesse que uma cauda dourada longa e fofa apareceu por baixo de sua saia. A linda cauda balançou por alguns instantes como se tivesse vida própria. O peixeiro não percebeu porque "misteriosamente" uma bancada cheia de peixes foi ao chão, espalhando-os por toda a calçada, fazendo algumas pessoas caírem.
Ela ficou encarando aqueles peixes maravilhosos espalhados na calçada. Pobres peixes, uma grande pena, eles estariam muito melhor na boca dela!
Atrás de Marie um rapaz ria, na realidade ele gargalhava. Tinha se divertido com aquilo, principalmente porque foi ele quem havia feito aquilo. Tobi segurava a sua barriga de tanto rir, já estava tendo espasmos. Marie olhou para aquele ser estranho – Estranho porque usava uma estranha mascara laranja em forma de digital.
– Hey ser da digital. – Tobi parou de rir e apontou para si mesmo. – É tu mesmo. Tá rindo do que palhaço? Eram os peixes mais lindos que já tinha visto!
– Tobi tá rindo da brincadeira que Tobi fez! – Respondeu rapidamente o rapaz, intitulado por Marie como "ser da digital"
"É normal, para um humano." Pensou, analisando-o da cabeça aos pés. As roupas de Tobi eram normais, calça jeans, blusa preta, tênis nos pés. Tudo normal, menos a estranha máscara. Ele continuava a rir, ainda mais quando olhava o dono da peixaria cair quando tentava pegar um dos peixes, ele escorregou em um enorme atum, peixe este que foi deslizando até os pés de Marie.
Ela olhou pro peixe, o peixe olhou pra ela (?).
O pior inimigo de um pobre peixinho inocente: Uma gata que não tomou café da manhã. Marie abaixou perto do atum, cutucou o pobre com a bota, encarou de novo o peixe. "Que fome, uma lasquinha não vai fazer mal!" Os pensamentos da gata Marie eram dela correndo de braços abertos, em um lindo campo florido de margaridas, na sua direção o lindo Atum, vestido com um terno. O rabo de Marie já estava aparecendo novamente, tanto a emoção da gata.
A pobre yokai gata loira foi tirada de seus devaneios por um puxão em seu rabo. E aquilo tinha doido!
– Miauuu – Gritou, ou melhor, miou. – Quem foi o retardado que puxou meu pobre rabinho? – Reclamou olhando pra Tobi. – Meu pobre rabinho lindinho, eu penteio ele três vezes ao dia! Uso os melhores condicionadores nele! Meu lindo rabo dourado!
– Foi Tobi! – Respondeu de maneira divertida. – Humanos não podem ver você assim, menina-gato. – Tobi falou com tanta naturalidade que Marie ficou pensando por alguns segundos.
Ele falou que humanos não podiam vê-la, que ele foi responsável por aquela brincadeira com o peixe, e parecia que ele não se assustou com o rabo dela. Isso tudo só podia significar uma coisa! Tobi nada mais era do que ...
– Você é um yokai digital! – Falou Marie, apontando acusadoramente para Tobi. Pensou por alguns instantes no que ela acabou de falar, balançou a cabeça de um lado para outro, tentando tirar algumas teorias furadas da sua cabeça.
– Isso não fez muito sentido. – Comentou Tobi, tirando a mascara de carnaval que usava. Bagunçou um pouco seus cabelos negros. E deu um sorriso contagiante para Marie. – Tobi não é nada digital! Tobi é meio antiquado.
– Que? Quem é Tobi? – Perguntou cutucando o braço do moreno.
– Eu sou Tobi. – Respondeu com outro sorriso.
– Você não era um yokai digital? – Perguntou novamente Marie, como uma boa gata curiosa que ela é .
– Tobi não é digital! Tobi é antigo!
– Não, você é uma digital! – Marie insistia, colocou o dedo na ponta do nariz de Tobi e falou calmamente – Repita comigo, eu sou uma grande digital humana!
– Menina-gata, você se droga?
Os dois ficaram em silêncio por alguns instantes. Marie olhou para Tobi. Tobi olhou para Marie. Marie colocou um dedo no queixo e ficou pensativa. Tobi fez a mesma coisa, mas depois ficou encarando um pombo que estava no poste, o pombo era mais interessante que Marie.
– Não. – Respondeu Marie, depois de vários segundos sem falar nada.
– Não o que? – Perguntou Tobi sem entender.
– Oras! Eu não me drogo! E você quem é?
– Tobi.
– Eu já sei seu nome. – Ela falou com uma linda veia saltando da sua testa. – Eu quero saber o que você é! Você viu minha cauda e não se assustou.
Tobi ficou por alguns minutos olhando os olhos bicolores da loira a sua frente, estranhos olhos, um azul marinho e o outro verde. Piscou várias vezes e depois virou Marie de costas para olhar a bunda dela. Neste simples gesto, a gata ficou muito corada, de raiva, e de vergonha.
– Tarado! – Gritou chutando Tobi na canela.
Tobi segurou o local atingido e grunhiu alguns xingamento. Marie estava vermelha, vários transeuntes estavam olhando a cena, a maioria pensava que aquilo era alguma encenação .
– Hey, Tobi só estava olhando se você tinha mesmo uma cauda! – Respondeu, ainda segurando a canela. – Pra onde ela foi? Ela encolhe? Tem botão liga e desliga?
– Cala a boca seu pervertido! – Gritou novamente Marie, olhou com uma cara tão feia para as pessoas que observavam a cena, que todos passaram batido dali. – Não mete a cauda no meio não.
– Ah, então ela fica no meio do seu ...
Tobi não pode terminar a frase, porque Marie tentava estrangular o pobre moreno. Gritando coisas como "Morra homem digital!" E "Seu tarado patológico, deflorador de pobres gatas inocentes!"
– Para! Tobi promete se comportar! Me solta, você vai matar Tobi assim! – Gritava o pobre garoto.
Marie soltou Tobi, não porque ele tinha pedido, mas sim porque ela já estava cansada de esgana-lo. Respirou bem fundo, pegou a sua mochila – Que estava jogada em um canto qualquer na calçada. – Olhou pro rosto vermelho e sem ar do moreno. Reparou no físico dele, só que não dava pra ver muito por causa daquela camisa que ele usava. Colocou a mochila nas costas, ficou frente a frente com o Tobi – Ele até se afastou um pouco dela. – E levantou a camisa dele, analisando o tórax de Tobi.
– Que cê tá fazendo? – Ele perguntou com curiosidade.
– Analisando se você tem tanquinho. – Respondeu com naturalidade, depois soltou a blusa dele, para então dar um longo suspiro. – Bah, já vi melhores. To saindo fora, preciso ir pra Yokai Gakuen. Beijos garoto digital. – Ela parou por alguns instantes, olhou para os dois lados, e se deu conta que não sabia onde estava, nem pra onde ir. – Merda, onde é a escola?
– É pra lá. – Respondeu Tobi, apontando para a direita.
– Brigada! – Agradeceu correndo na direção que ele havia indicado.
Tobi observou ela sumir quando virou em uma esquina. Ele recolocou a mascara, não antes de dar um sorriso misterioso. O motivo do sorriso? A direção que Marie havia tomado não era pra escola, e sim para o canil da cidade. E Tobi apostava que ela iria se divertir com os vários cachorros que tinha lá.
– Nos vemos por ai, neko.
E sumiu na multidão.
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Do outro lado da cidade – Seis da manhã.
O sinal tocara pela primeira vez aquela manhã, indicando que já era para os alunos entrarem em suas salas. O pátio principal da Yokai Gakuen estava cheio de alunos dos mais variados tipos, alguns carregavam malas, outros somente mochilas e cadernos. A linda fachada branca da escola lembrava vagamente um hospital. A construção era imponente em alguns sentidos, mas se comparar com as outras escolas espalhadas no Japão, esta era um construção mediana. Para os alunos o que interessava era a escola em si, e não a aparência antiga de seus prédios. Árvores se espalhavam pelo pátio principal para dar um ar mais leve ao local.
Havia alunos vestidos de vários estilos diferentes. Já que a escola não obrigava-os a usar uniforme. Se algum humano com algum poder espiritual avançado olhasse para aqueles alunos, ele poderia ver auras diferentes vindo deles, ou, quem sabe, a verdadeira forma destes alunos.
Dois alunos estavam parados na frente do imponente portão de ferro da escola, aquele simples portão usado para fechar a estimada área de educação tinha um significado a mais. Se um humano normal tentasse passar por ele, este humano seria repelido da escola. Ao lado do muro, o nome da escola reluzia em duas lindas placas douradas. Demon Academy escrito em inglês, e Yokai Gakuen em japonês, a placa era tão extravagante que nenhum aluno gostava.
Um destes alunos era Akasuna no Sasori. Vestido com suas típicas roupas negras, que revelavam mais ou menos os seus gostos. Os cabelos vermelhos de Sasori pareciam reluzir quando o sol batia diretamente nele. O segundo aluno, Itachi Uchiha, vestido impecavelmente com uma blusa social combinando com a calça, ambas preta. Suas vestes também revelavam muito de sua personalidade, sério e maduro, talvez a única coisa que demostrava que Itachi fizesse parte daqueles alunos, seria o seu tênis, que era a única coisa esportiva, nas formais roupas que usava.
– Os novos alunos estão atrasados. – Sasori comentou, olhando uma lista de nomes que segurava – As aulas já estão para começar, e eles não chegaram.
Itachi deu um longo suspiro quando escutou aquela nova informação. Era seu dever cuidar dos alunos novos, simplesmente porque ele era o representante da escola no conselho mágico. Passou a mão no cabelo em um gesto de nervosismo. Primeiro dia de aula e já tinha problemas para ele resolver. Ele não precisava disso, não mesmo. A experiência de Itachi era o suficiente para faze-lo trabalhar como presidente da empresa do pai, mas graças a sua amada mãe, ele foi forçado a estudar como um humano normal, em uma escola ridícula no mundo humano.
Deu outro longo suspiro, desta vez de raiva. Deu um olhar significativo para Sasori – O vice presidente.
– O que temos este ano? – Perguntou com seu costumeiro mal humor matinal, que parecia pior naquela manhã.
Sasori respondeu com um sorriso cínico para o presidente.
– Por que o interesse? – Indagou o ruivo. – Você nunca quis saber que especie de alunos nos temos. Quer saber se alguém em particular está este ano aqui na Yokai Gakuen?
– Não seja tolo, Akasuna. – Respondeu com acidez – Não que isso seja da sua conta, mas só quero saber que especie inferior estamos lidando.
– Inferior? Está se referindo a classificação? Tem medo de que alguem seja mais forte que você, Uchiha?
Itachi encarou Sasori, por alguns instantes os olhos negros de Itachi mostraram um brilho perigoso avermelhado. Não deveria ter ninguém mais forte que ele em toda escola, mesmo Sasori – Um feiticeiro classe A – Não era tão forte quando ele. Itachi Uchiha, o prodígio vampiro classe S. Não havia nenhuma classe S em toda escola, somente Itachi. Era normal ele querer saber que tipo de criaturas ele estaria lidando em seu último ano escolar.
– Tudo bem, senhor presidente. – Ironia pura nas palavras de Akasuna. Ele olhou pra folha com os nomes e deu um sorrisinho irônico. – Você não tem com que se preocupar. Não temos nada demais este ano. Alguns yokais. Uma única humana. Fadas e elfos vindo de intercâmbio, devem ser parente do Deidara, tudo que é elfo tem a mesma cara mesmo.
– Poupe-me de seus comentários, Sasori. – Resmungou Itachi, tomando a lista das mãos de Sasori, e lendo ele mesmo. – Temos um deus este ano. Interessante, que tipo ele será? – Perguntou-se para si mesmo.
– Ele ainda não chegou. – Comentou vagamente Sasori.
Os dois ficaram em silêncio. Olhavam desinteressados alguns alunos entrando na escola apressadamente. Quando algo chamou a atenção dos dois, alias não só dos dois, mas de todos os alunos que estavam no pátio da escola. Uma pequena explosão vinda da área dos dormitórios, mas exatamente do dormitório feminino.
E um grito.
Um grito raivoso feminino, provavelmente escutada por toda a Yokai Gakuen.
Itachi deu um suspiro irritado, mas um problema para ele. E Sasori colocou a mão na própria testa e resmungou um: "O que eu fiz pra merecer isso?"
– Deidara? – Deduziu Itachi. – O que eles está fazendo no dormitório feminino?
– Ele disse que iria acordar uma certa necessitada. – Sasori respondeu em resmungos, ainda estava querendo saber se tinha feito alguma magia pra ofender alguma entidade, porque pra ele era azar demais ter um amigo igual ao Deidara.
– Teremos um longo anos. – Resmungou Itachi entrando na escola e deixando Sasori ir para os dormitórios para resolver o problema.
Enquanto isso no canil da cidade.
– SOCORRO!! CÃES RAIVOSOS! – Gritou Marie fugindo de um monte de cachorros. – Você me paga Tobi!
Continua.
Coisas sobre alguma coisa
Na boa, essa música do quarto filme do Naruto é muito boa, ela dá vontade de dançar xD Já deu pra perceber que eu to escutando ela enquanto escrevo essa nota de fim de capítulo, não é? Pois é, baixem a música Lie-Lie-Lie ela é ótima para dançar. Em todo caso eu geralmente coloco alguma música no comecinho do capítulo das minhas fics, mas desta vez não coloquei porque não achei nenhuma que combinava. E como a anta aqui esqueceu de pedir as músicas dos personagens, ai ficou complicado ù.u'' Se vocês quiserem mandar as músicas que vocês achem que combine com a fic, por favor, fiquem a vontade.
Primeira a aparecer na fic: A Marie O A neko doida e linda \o\ E o Tobi sacaneou ela, tadinha ù.u Ah mew, eu sou louca por gatos, fiquei um tempão observando o meu gatinho para tentar saber como é a personalidade de um gato de verdade o.o Depois de meia hora vendo que ele só bocejava e ronronava no meu colo, eu desisti ¬¬ Uma conclusão: Gatos são preguiçosos!
A segundapersonagem a aparecer será ... Tcharám, quem descobre? XD
Hum, eu fiz os resumos das fics do Yokai Gakuen, cada uma será diferente, e por enquanto só tem uma idéia básica definida. Será no máximo dez capítulos por fic. Alguns leitores pediram a sinopse delas, e eu coloquei mais ou menos o que será, mas não está na parte final, eu posso dar a louca e mudar de idéia na ultima hora, então quando eu terminar esta fic aqui eu começo a outra, senão me enrolo -.-'
Sinopses básicas. – Podem sofrer alterações de acordo com o tempo.
Yokai Gakuen II – Crazy Love – Nesta temporada a Yokai Gakuen está com problemas. Surgem várias escolas similares no mundo humanos, poucos alunos estão se matriculando na Yokai, há o perigo de fechar as portas. Uma ação pioneira é feita para manter a estimada escola: Intercambio de humanos. Mas nem todos os alunos que sobraram vêm isso com bons olhos, será que dará certo?
Yokai Gakuen III – Suna Fight – É chegada o ano da disputa entre as escolas do mundo mágico! Uma escola chamada Suna desafia a Yokai Gakuen em uma competição de luta, mas não temos lutadores, o que será que vai acontecer?
Yokai Gakuen Neko's War – Duas tribos de yokai gatos estão em guerra. Para evitar morte dos jovens uma tribo envia vários Neko's jovens para a Yokai Gakuen, o problema? As duas tribos inimigas tiveram a mesma idéia, será que a guerra de gatos vai se estender á escola?
Yokai Gakuen Ecchi club – Um estranho clube de anfitriões é formado da Yokai Gakuen, no mesmo dia, estranhos ataques acontecem com os alunos em seus sonhos. Será esse clube responsável?
Bom, acho que é só isso. Isso é só uma previa do que vai acontecer.
Beijos a todos \o\
(Obs – Só para todos saberem, eu já estou bem melhor da dengue xD Brigada a preocupação de vocês O)
Agradecimentos
Fafi Raposinha; Lilly Angel88 (Eu tinha realmente gostado da sua ficha, estava bem construída!); Taiyoo Akurai; Mutsuhi Tsunouchi; Chibi Haru-chan17; Namida no Fuyu-chan; sakusasuke; Quartzo Cristal; Amanda-Sama; Hanari.
Indique uma música
Fafi Raposinha eu meio que to te imitando o.o Então to colocando os créditos aqui, vai que cê fica brava com eu xD
Indique uma música para a fic Yokai Gakuen! Indique a letra que você ache que combine mais com a fic \o\
