Obrigado a todos que leram a minha fic, e por me encorajarem a continuar a seguir em frente.

Eu sei que todos os leitores querem ver a entrada do Syaoran, e peço desculpa mas ele só vai aparecer no próximo capítulo, este trás outras surpresas muito interessantes, pelo menos no meu ponto de vista. OHOHOHOH!

3- Prazer!

No dia seguinte à partida da maioria do grupo das nossas personagens favoritas, a Sakura e a Tomoyo estavam muito bem a descansar quando de repente, acordaram sobressaltadas, com um grito no quarto ao lado.

"AH! ISTO É TÃO GIRO!" – dizia uma voz feminina, que pela maneira que disse notava-se que estava exaltada.

Só eram 10 da manhã e já havia alguém naquela casa com tanta energia, parecia mentira. A Sakura e a Tomoyo deram um salto nas suas camas pois assustaram-se com grito. Não se assustaram por ser um grito mas por elas estarem tão cansadas. Estavam cansadas porquê? Pois no dia anterior, melhor dizendo na noite anterior, tinham ficado acordadas até tarde a falar do que ainda tinham que fazer e organizar antes do início das aulas e como seriam as pessoas com quem partilhariam a casa, e que estariam nas suas aulas.

"FALA MAIS BAIXO!" – disse outra voz feminina num tom bem furioso, olha a ironia manda-a falar mais baixo mas também está a gritar – "Já reparaste que ainda ninguém se levantou! Eles não são como nós, eles não tiveram que acordar extremamente cedo para chegar aqui!"

"Oh, Meyling! Não sejas desmancha prazeres como o rabugento do teu irmão! Tu sabes perfeitamente que viemos para aqui para nos divertirmos antes de voltarmos para casa e começarmos a faculdade. Nós viemos para FESTA!" – disse de novo a primeira rapariga, e pela maneira que disse parecia que estava a fazer beicinho.

"Está bem! Mas tu podias ser um pouco mais como o teu, calmo e sereno, como um verdadeiro inglês deve ser, e não doido como tu!" – disse a rapariga cujo o nome era Meyling.

"O que queres dizer com isso "verdadeiro inglês", eu sou inglesa sim senho..." – a primeira rapariga estava a dizer mas foi cortada pela Sr.ª Mizuki.

"Eu sei que este é p vosso primeiro ano de férias aqui, que não conhecem as regras da casa, mas por favor falem mais baixo! Os outros hóspedes pelas últimas duas semanas não dormiram nada de jeito e estão a aproveitar hoje!" – disse a Sr.ª Mizuki, com um tom de voz bastante intimidador , por outras palavras um tom de voz sério, que faz com que todos a respeitem. A Sr.ª Mizuki pode ter um ar doce e calmo, mas quando se trata dos seus hóspedes, ela simplesmente torna-se uma pessoa bastante séria.

"Peço imensas desculpas pelo nosso comportamento" – disse a rapariga que tinha sido interrompida pela Sr.ª Mizuki, espantosamente, ela disse-o de uma forma calma e bem-educada – "Mas nós estamos muitos entusiasmadas com estas férias, são as nossas primeiras férias sem a nossa família por perto"

"Está bem mas não voltem a repetir!" – passado um pouco a Sr.ª Mizuki voltou a falar – " As regras são muitos simples. 1- tem que se divertir; 2- fazer amigos; 3- não incomodar de manhã; 4- terem as melhores férias da vossa vida para regressarem no próximo ano! São só essas de compreensão simples, certo? Antes que me esqueça, não se preocupem em não conhecerem ninguém nem nada na cidade (n.a: esta cidade está mais para aldeia do que para cidade), as vossas vizinhas do lado vão mostrar-vos tudo, e se vocês gostarem delas de certeza que se darão bem com o resto do grupo de amigos delas! Mas por agora deixem-nas descansar pois ontem tiveram um dia muito agitado! Estamos entendidas?"

"Nós percebemos as regras e compreendemos! Só temos é uma dúvida. Quando é que as vamos conhecer?" – perguntou a Meyling.

Antes da Sr.ª Mizuki poder responder ouviu-se a porta do quarto ao lado abrir, e a sair duas jovens que aparentavam ser da mesma idade que as novas hóspedes. A Sakura e a Tomoyo ainda estavam com as suas camisas de dormir, rosa e violeta respectivamente, e vinham a esfregar os olhos como um sinal que acabaram de despertar.

"Não precisam de esperar muito." – disse a Sr.ª Mizuki – "Aí vêm elas!"

"Bom dia!" – disseram a Sakura e a Tomoyo enquanto tentavam disfarçar o sono que sentiam.

"Olá queridas! Já chegaram as novas hóspedes!" – com isto as duas raparigas ensonadas despertaram logo com possibilidade de terem novas pessoas com quem se possam divertir, e tornarem-se amigas.

"Olá!" – disseram as outras duas raparigas meio tímidas nem pareciam as pessoas que ainda à pouco estavam aos berros.

"Bem eu vou deixar-vos sós para que se possam conhecer melhor! Sakura, Tomoyo não acham que depois é melhor mudarem de roupa, o teu irmão e primo não iria gostar de saber que vocês andaram pelos corredores só com uma camisola. Pois não?" – perguntou a Sr.ª Mizuki com um sorriso enigmático, mas divertido com a expressão embaraçosa com a Sakura e a Tomoyo ficaram.

"Claro que ele não iria gostar!" – disse a Sakura. – "Olá, chamo-me Sakura Kinomoto, mas podem-me chamar de Sakura ou Kura , esta é a minha prima Tomoyo Daiidodji."

"Podem chamar-me Tomoyo ou se preferirem Tommy como todos fazem!" – disse a Tomoyo.

"Ai que nomes e diminutivos mais giros! Eu sou a Nakuru Hiiragizawa, e podem me chamar de Nakuru ou Naki!" – disse a rapariga que elas identificaram como a que gritava.

Nakuru era mais alta que elas uns centímetros, tinha o cabelo castanho com algumas madeixas avermelhadas, a parte de trás do seu cabelo era até ao meio das costas e a parte da frente até aos ombros, os olhos eram um castanho avermelhado, dava para reparar que não gostava de fazer as coisas normalmente, preferia tudo diferente, notava-se pelo corte de cabelo. Era bastante extrovertida e por vezes falava alto demais.

"Não liguem à minha prima, chamo-me Meyling Li, podem chamar-me Meyling ou Meymey, mas não me chamem Ling, pois eu simplesmente odeio! –Prazer em conhecê-las" – disse a segunda rapariga que elas pelo som da voz já tinham reconhecido com a que se chamava Meyling.

Meyling era da altura da Sakura e da Tomoyo, tinha o cabelo preto e dava para reparar que era ao nível da sua cintura apesar de estar preso numa espécie de tranças redondas. Os seus olhos era vermelhos como dois rubis, e a sua pele ao contrário de clara com a sua prima era um pouco bronzeada. Pelo seu olhar e a maneira como se apresentou dava para reparar que apesar ser séria era bem divertida e que estava ali para isso mesmo, mas isto elas tinham ouvido através da parede do quarto.

"Vocês também são primas que fixe! Mas espera um pouco..." – disse a Tomoyo – "nós ficámos de vos mostrar as redondezas não foi?"

Ambas afirmaram que sim com a cabeça. A Sakura reparou no brilho que aparecia nos olhos da Tomoyo e como ela estava excitada para lhes mostrar tudo, pois ela começou a andar para as escadas.

"Tomoyo, onde é que vais?" – perguntou a Sakura que ainda não se tinha mexido do lugar como as novas amigas.

"Bem eu estava a pensar mostrar-lhes a cidade contigo mas parece que tu não queres?" – disse num tom triste, sabia que isso iria convencer a Sakura, mas desta vez o problema não era esse.

"Claro que eu quero..." – disse a Sakura, mas continuou rapidamente ao ver que a sua prima começava a andar novamente – "... Eu só não quero ir de pijama, tu queres isso? Que tal nós irmos mudar de roupa enquanto elas descansam um pouco organizam a suas coisas e depois vamos?"

"Ah, pois esqueci-me da parte do pijama...eheheheh" – disse a Tomoyo com as bochechas avermelhadas.

"Nós achamos uma boa ideia se não for muito incómodo!" – disseram entre gargalhadas as primas, pois a cena que viram á sua frente era simplesmente muito divertida.

"Não incomodam nada. E vocês só por acaso não se estão a rir de mim pois não?" – perguntou a Tomoyo.

"Não é de ti, mas sim da situação em si!" – disse a Meyling

"Mas não te preocupes isso também nos acontece ás vezes!" – disse a Nakuru.

"Bem assim sendo vamos nos mudar. Até já meninas!" – disse a Sakura.

Cada uma delas foi para o seu próprio quarto arranjar-se, mas claro como sempre conversavam entre si e trocavam opiniões.

Quarto da Sakura e da Tomoyo

"Tommy gostei mesmo delas, sei lá fizeram-me lembrar nós duas!" –disse a Sakura enquanto vestia um vestido de verão por cima do seu biquini rosa.

"Tens razão parece que nestas férias vamo-nos divertir muito, e não seremos tão poucos" – disse a Tomoyo enquanto vestia um top roxo com uns calções pelos joelhos brancos por cima do seu biquini branco (n.a: não estranhem se as cores do biquinis mudarem pois nós raparigas nunca temos um biquini só de uma cor).

"Tens razão mal posso esperar para saber tudo sobre ela e apresentá-las aos outros!" – disse a Sakura enquanto calçava umas chinelas brancas.

"Sim a Naoko e a Rika vão bombardeá-las com questões e histórias!" –disse a Tomoyo colocando um chapéu – "Está pronta?"

"Sim! Vamos"

Quarto da Meyling e da Nakuru

"Viste eu disse-te que íamos conhecer pessoas simpáticas e normais, principalmente estando longe da família, podemos estar á vontade!" – disse a Meyling

"Sim tens razão, eu realmente este ano só queria nas féria estar longe de tudo, dos negócios, e conhecer pessoas novas, e aquelas duas pareceram-me fenomenais!"

"E parecem que tem cá mais uns quantos amigos, vamo-nos divertir muito enquanto os rapazes estão em negócios" – disse a Meyling com um sorriso demoníaco, a Nakuru riu-se da expressão da sua prima.

"Bem vamos indo, já que temos tudo arrumado!"

"Sim vamos não queremos deixá-las á espera pois não! Apesar disso ser algo que tu farias!"

"Ei! Já chega não!" – disse a Nakuru como se tivesse sido ofendida, ao saírem do quarto ás gargalhadas, encontram as suas vizinhas também a saírem do seu quarto ás gargalhadas.

Olharam umas para as outras, e, desataram a rir. Passado uns momentos, pois de tanto rir precisaram de recuperar o fôlego.

"Bem vamos?" – perguntou a Sakura

"Sim, estamos desejosas de conhecer a cidade!" – respondeu a Meyling

A Sakura olhou com uma cara estranha para a Tomoyo, á qual a Tomoyo correspondeu como "Do que elas estão a falar?", ambas estavam como uma cara que não passou despercebida ás novas amigas.

"O que foi dissemos algo de errado?" – perguntou a Nakuru.

"Não é bem isso?" – disse a Tomoyo – "Como é vocês chegaram até aqui? Vieram a conduzir?"

"Não, viemos de táxi. Mas porque perguntam?" – disse a Meyling. A Sakura olha para a Tomoyo como percebendo algo – "Hey, algo que não nos estão a dizer o quê?"

"Não se chateiem connosco, como vieram de táxi provavelmente a dormir," – disse a Sakura a isso elas afirmaram com a cabeça – "então realmente não viram o tamanho da "cidade" (a Sakura usou fez as aspas com os dedos enquanto o dizia), pois não é muito grande, na verdade é pequena."

"Kura assim estás a confundi-las mais vale mostrar-lhes e elas depois tiram as sua próprias conclusões!" – disse a Tomoyo.

"Okay!"

Eles dirigiram-se á porta. E a primeira coisa que se viram foi a praia, e ao fundo á direita uma espécie de bosque que dava par um monte, e no topo do monte, era possível ver uma estrutura como um templo ou uma igreja.

"É linda a praia!"- exclamou a Meyling, ela nunca tinha visto uma praia que parecesse tão deserta tão paradisíaca.

"É, não é?" – concordou a Sakura – "Eu adoro este sítio! É tão calmo!"

"Bem explicando tudo muito bem!" – começou a Tomoyo – "Como podem ver a praia estende-se desde o bosque até aonde os vossos olhos conseguirem alcançar, estão a ver o penhasco!" - a isto elas afirmaram que sim – " a praia vai até depois dele, é muito divertido andar ao longo da praia, não é verdade Sakura?" – perguntou a Tomoyo de maneira a dar dois sentidos á pergunta que fez.

"Sim é delicioso!"- respondeu a Sakura quase caindo na armadilha da sua prima, a Nakuru e a Meyling estavam á espera da resposta da Sakura, pois tinham reparado no brilho nos olhos da Tomoyo, com quem descobre algo que estava á espera de saber á muito tempo – "Principalmente sozinha, ou com os amigos!"

"Ah não, assim não vale Sakura! Porque não admites que vais passear com alguns rapazes!"

"Porque isso seria mentir, e tu sabes que eu sou péssima a mentir." – disse a Sakura sarcasticamente – "Mas como a Tomoyo, estava a dizer, e escusam-se de rir..."

"Nós estamo-nos a rir foi da maneira como disseste, e acho que senão te importares hei de ir contigo nessas caminhadas" – disse a Meyling.

"Viste a Meyling compreende-me e pensar que nem a minha melhor amiga me compreende!" –disse a Sakura num acto teatral a imitar uma dor como se fosse uma punhalada no peito – "É claro que podes vir, e podemos aproveitar o passeio para ficarmos mais amigas ainda!"

"Que bom é que eu adoro andar a pé, mas nunca tive ninguém que o gostasse de fazer como eu, e a minha prima praia, só mesmo para estar deitada ao sol!"

"Hey que mal tem isso, eu adoro estar a deitada ao sol!" – disse uma Tomoyo meio que chateada.

"Que bom assim, enquanto a Meymey dá os passeios com a Sakura ficamos as duas ao sol, mas vocês não disseram que tinham outros amigos?" – perguntou a Nakuru.

"Sim temos quatro a Naoko e a Rika adoram ficar sentadas á beira-mar, e o Yamazaki e a Chiaharu como namoram, geralmente ou ela o está a estrangular ou estão aos beijos" – respondeu a Tomoyo.

"A estrangulá-lo?" - perguntou a Meyling.

"Sim, é... depois vêm e vão se rir como nós fazemos, pois eles são o casal mais divertido que há!" – disse a Sakura – "Vocês conseguem ver em cima do monte, aquele edifício?"

"Yep!" – respondeu a Nakuru.

"Aquele edifício, é uma mistura entre templo e igreja, é o lugar mais sossegado, de toda a terra!"

"Mas tu não te atreves lá a entrar, não é verdade, Kura?" – perguntou a Tomoyo.

"Tu sabes que sim!" – ao ver a cara de interrogação das novas amigas a Sakura explica – "É que dizem que está assombrado, e eu... ahem...cough..tenho...cough...medodefantasmas!"

"O quê?" – perguntou a Meyling que não conseguiu entender nada do que a nossa Sakura disse.

"É que ela ainda tem medo de fantasma! – disse a Tomoyo com uma ar de 'coitadinha da Sakura' – "Foi o irmão dela. O Toya é que é o responsável por ela ainda ter medo de fantasmas. Ele sempre lhe pregava partidas relacionadas com fantasmas e espíritos, que ela nem consegue ver um filme de terror. E este é o maior segredo e medo de Sakura Kinomoto!" – disse a Tomoyo como se tivesse a falar para o mundo todo orgulhosa da sua conclusão.

"Não há mal nenhum disso, e os espíritos não fazem mal nenhum não precisa ter medo!" – disse a Meyling.

"Eu sei, mas mudando de assunto que este já me está a dar calafrios" – disse a Sakura com a voz meio a tremer - "Bem da cidade o que há mais para mostrar..." –começou a pensar – "É claro por este lado..."

E dirigiram-se para o lado esquerdo onde depois de andarem uns 10 minutos a pé, encontram o centro da cidade que tinha um centro comercial com lojas de roupa, um cinema. Havia ainda uns bares e umas discotecas, todos pertenciam ao mesmo dono, então variavam o dia em que abriam. (n.a: esquisito não)

"Tu dizes que os bares e as discotecas pertencem á mesma pessoa?" – perguntou a Nakuru incrédula.

"Sim, como podem ver a cidade, é na realidade uma aldeia, então não valia a pena os bares e as discotecas terem outros donos porque isso só ia dar confusão. E quem no seu perfeito juízo é que queria trazer confusão para aqui?" – perguntou a Tomoyo.

"Depois se continuarmos para a esquerda vamos encontrar mais umas casa como a da Sr.ª Mizuki, mas pertencentes a outras pessoas."- disse a Sakura – "Antes que me esqueça vocês escolheram a melhor casa para ficarem, é calma sossegada e divertida..."

"E melhor que tudo isso pertence à Sr.ª Mizuki, e isso basta!" – terminou a Tomoyo o raciocínio da Sakura – "Quando as vossas férias terminarem vão descobrir do que estamos a falar!"

"Bem que vos soa irmos almoçar?" – perguntou a Meyling.

"Acho uma óptima ideia. Venham connosco está na hora de serem apresentadas ao resto do grupo e de nos falarem um pouco sobre vocês." – disse a Tomoyo

"É que nós não vos perguntámos nada pois já sabíamos que o resto da malta também quer saber! vocês não se importam pois não?"

"Não é claro que não! Digam por onde é que nós vamos logo atrás!" – disse a Nakuru.

Voltaram á casa da Sr.ª Mizuki, para almoçarem pelo caminha falaram mais um pouco entre si, e de como elas achavam a aldeia pequena, muito pequena mas bastante acolhedora.

Ao chegarem reparam que o seu grupo já estava sentado então foram ter com ele e fizeram as devidas apresentações.

"Oi malta, obrigada por esperarem por nós por almoçar!" – disse a Tomoyo – "Queremos apresentar-vos as pessoas com quem passámos a manhã, e que estão hospedadas no quarto ao lado do nosso."

"Não há problema, já que somos poucos preferimos esperar. E onde estão os novos membros do grupo?" – perguntou a Naoko completamente entusiasmada por conhecer pessoas novas.

"Ai vêm elas com a Sakura!" – disse a Tomoyo, todos olharam para onde vinha a Sakura e viram duas raparigas da mesma idade que eles – "Bem Nakuru e Meyling, estes são a Mihara Chiharu, Yamazaki Takashi, Sasaki Rika e Ynagisawa Naoko (n.a: acho que é assim que se escreve o último nome da Naoko, se não for corrijam-me please).

"Prazer em conhecer-vos a todos." –disse a Nakuru

"Bem malta estas são Hiiragizawa Nakuru e Li Meyling, façam-nas sentir bem!" – disse a Sakura.

"Sempre e podes-me chamar de Rika!"

"Naoko!"

"Chiharu e o meu namorado de Yamazaki, pois é assim que todos o conhecem."

"Está bem mas só se nos chamarem de Nakuru e Meyling!" – disse a Nakuru.

"Bem mas falem-nos sobre vocês!" – disse a Naoko com um brilho de curiosidade nos óculos – "Nakuru o teu nome é japonês e o teu Meyling chinês, não é verdade?"

"Sim" – disseram as duas ao mesmo tempo.

"Eu começo!" – disse a Nakuru, ignorando o "Eu já sabia da sua prima" e as gargalhadas dos restantes. – "Bem já sabem o meu nome não é verdade bem eu tenho 19 anos e um irmão mais novo com 18 anos. O meu último nome é japonês, mas como já devem ter reparado eu tenho sotaque inglês, isto é porque o meu pai era japonês e a minha mãe inglesa. Sou prima da Meyling, e ela é a minha melhor amiga. E antes que digam algo sobre mim, eu realmente sou o que aparento ser, não sou nada calma nem serena, como certas pessoa gostavam que eu fosse" – ao dizer isso olha para a sua prima, este olhar só foi percebido e entendido pela Sakura e a Tomoyo, que escutaram a conversa entre as duas de manhã – "eu na verdade sou muito extrovertida e adoro divertir-me é uma das coisas que faço melhor."

"Finalmente chegou a minha vez. Nakuru não te esqueceste de dizer nada tipo, cartão de crédito, quando deixaste de usar chucha..."

"Muito engraçada, ahahaha, olha para mim a rir!" – disse a Nakuru, pela primeira vez apercebeu-se que os outros na sua mesa se riam, mas sendo ela a Nakuru Hiiragizawa, a única existente, não se chateou, riu-se com eles.

"Como a Nakuru também tenho um irmão mas no nosso caso somos gémeos, eu sou a mais velha!"

"Sortuda!" - sussurrou a Sakura, mas a Meyling ouviu-a e olhou para ela como se fosse fazer uma pergunta.

"É que a nossa Sakura também tem um irmão gémeo, mas ela é a mais nova!" – explicou a Chiharu, a Meyling percebeu imediatamente tudo.

"Mas mesmo assim ele quase não me deixa fazer nada, mas mudando de assunto porque falar dele, faz-me lembrar de negócios, e da família e nós viemos para relaxar não foi Naki?"- disse a Meyling, a sua prima afirmou com a cabeça - "Bem eu tenho 18 anos, e sou chinesa, e ante que perguntem sim pertenço a clã Li tal como a Nakuru, mas eu sou descendente directa do primeiro Li, a Nakuru é a minha melhor amiga, e basicamente eu sou como a Nakuru, mas mais séria. E Espero que nos demos todos bem." – disse sorrindo.

"Ai que giro, primas clãs, tens que me contar tudo, sobre isso!" – disse a Naoko – "E depois se não te importares deixas-me escrever um livro sobre isso."

"É que a Naoko quer ser escritora, e geralmente usas as nossas vidas como exemplo, mas geralmente as histórias são de terror." – disse a Rika – "Ainda havemos de a convencer a escrever outro género de coisa!"

"Eu só o farei no dia que a Kura ler um livro meu, mas olhando para a cara dela" – disse a Naoko, a Sakura estava com uma cara bastante assustada – "Isso vai ser teoricamente impossível!"

"Vocês sabiam que as histórias primeiramente eram só par os reis, depois começaram a ficar assustadoras, pois foi na altura da guerra... –começou o Yamazaki, mas antes de poder dizer alguma coisa a Chiharu já lhe estava apertar o pescoço.

"Chega de dizeres mentiras!" – disse a Chiharu enquanto o arrastava para fora da sala de jantar – "Peço desculpas pelo comportamento do meu namorado!"

"Era a isto que vocês diziam que eles eram o casal mais divertido!" –exclamou a Nakuru, enquanto todas se riam.

"Sim é que eles ora estão aos beijos como foi durante o almoço ora a Chiharu os está a estrangular!" – disse a Sakura.

"Isso acontece por duas razões." – disse a Naoko.

"Ora é por ele contar mentiras..."- continuou a Tomoyo

"Ora é por olhar para outras raparigas, mas tudo termina sempre bem graças á Sakura!" – terminou a Rika.

"Como graças á Sakura, não estou a perceber?" – disse a Meyling.

"É que eu emprestei-lhe uns livros de poemas românticos, e sempre que eles estão assim, ele diz-lhe uma frase ou um poema inteiro, ela acalma logo" – disse a Sakura com um ar divertido – "Mas se as nossa contas estiverem certas os poemas estão a acabar e depois é vê-lo correr para a biblioteca mais próxima!"- com isto começaram-se a rir – "Vocês riem-se mas não foram vocês que foram acordadas ás 3 da manhã para o safar de uma situação dessas pois não?"

"Realmente a Kura é única, agora se nos dão licença nós vamos dar uma volta!" – disseram a Rika e a Naoko ao levantarem-se

"Força! Até já!" – disseram as restante quatro.

"Sabes Sakura eu tenho a sensação que te conheço de algo lado mas não sei de onde?" – disse a Nakuru – "Já alguma vez foste a Inglaterra ou á China!"

"Não, deve ser mesmo só impressão. Se não for mais tarde ou mais cedo vais-te lembrar e depois dizes-me.

Durante esse mês em que passaram todos juntos, para além de irem à praia todos juntos, aos bares, ás discotecas, ás compras, nasceu uma amizade muito forte entre todos, era como se fossem amigos à muito tempo, como se fossem como se os conhecessem desde a infância.

A Sakura andava todos os dias a pé com a Meyling, tinha finalmente encontrado alguém que gostasse de andar a pé tanto quanto ela, e ambas faziam corridas entre si, divertiam-se imenso, ao mostrarem como eram atléticas, cada uma pensava para si que a outra iria tirar o curso de Educação Física, não podiam estar mais erradas. Apesar de todo o tempo que passaram juntas nunca se lembraram de perguntar que curso é que iam fazer e em que faculdade o iriam fazer.

O que acontecia com a Sakura e A Meyling, a amizade em crescimento, também acontecia com Nakuru e a Tomoyo, enquanto esperavam que as suas melhores amigas viessem dos seus longos passeios á beira-mar, conversavam entre si sobre tudo, desde as suas melhores amigos, a eventos ocorridos na infância de cada uma delas e das suas melhores amigas, desde moda a música livros tudo. Mas ao contrário das outras duas, elas sabiam perfeitamente o que cada uma ia cursar, a Nakuru iria fazer música, e a Tomoyo (n.a: como os leitores já sabem mas eu não me importo de repetir) música e design, só não sabiam em que faculdade é que cada uma iria fazer. Então decidiram trocar correspondência para saber como eram as aulas da outra.

E assim com os novos membros do grupo o mês foi passando, todos tinham que dar noticias aos seus familiares, especialmente a Sakura e a Meyling aos seus irmãos, que apesar de estarem a tratar de negócios relativamente a cada uma das firmas que um dia seria deles, ainda tinham tempo para as ouvir, e queriam ouvi-las. Para não ficarem muito preocupados que algo tenha acontecido ás suas irmãs.

Há medida que o tempo vai passado o grupo vai-se conhecendo melhor, e a Sakura, a Tomoyo, estão desejosas de apresentar o Yukito e o Toya, á Nakuru e á Meyling, e elas os seus queridos irmãos.

"Sabem acho que vocês se vão dar bem com os nosso irmãos, tem sei lá umas parecenças e ao mesmo tempo diferenças que vai gerar muita risada se um dia os conhecerem" –dizia a Nakuru excitada com a possibilidade de eles se conhecerem.

"Sim e vocês o meu irmão e o melhor amigo dele!" – disse a Sakura.

"E claro que vamos conhecê-lo, apesar de amanhã voltarmos para casa e começarmos a faculdade para a outra semana, não quer dizer que nos deixemos de falar!" – disse a Tomoyo.

"Concordo plenamente." – disse a Meyling – "E antes que nos esqueçamos, aqui está o nosso contacto de Hong Kong!"

"E aqui está o nosso de Tomoeda!" – disse a Sakura.

Nessa noite todos se despediram mais cedo, pois no dia seguinte a viagem ia ser longa, e todos menos a Meyling e a Nakuru, iriam conduzir. Foram para cama, e simplesmente adormeceram, na expectativa de voltar as suas novas amigas, o mais cedo que possível. (n.a: nem elas sabem o quanto).

No dia seguinte as primeiras a voltarem para casa foi a Sakura e Tomoyo, forma no carro da Sakura, um Beetle 1.6 Cabrio, preto, o Toya e o Yukito voltaram de comboio, pois não queriam eles mais nada levarem o carro da Sakura. Na verdade este ano era a vez deles voltarem para casa de transportes alternativos. Elas despediram-se da Sr.ª Mizuki, e pela primeira vez não disseram "Até para o ano!" pois elas não sabiam se para o ano regressariam, e a Sr.ª Mizuki sabia disso, sabia que as suas queridas flores, se voltassem, não seria pelo mesmo tempo, pois já não estavam mais na secundária e não tinha o mesmo tempo de férias daqui para a frente.

Depois delas partirem foi a vez da Meyling e da Nakuru, esperam pelo táxi, agradeceram por tudo a Sr.ª Mizuki, e disseram que o que Sakura e a Tomoyo lhes haviam dito era verdade. Que a melhor coisa de se estar hospedado naquela casa, era a Sr.ª Mizuki. A Sr.ª Mizuki agradeceu o elogio, e disse-lhe s que as tinha adorado lá ter, que o seu jardim tinha ganho mais duas lindíssimas flore, e que as esperava assim que fosse possível. Elas disseram que para a próxima iriam tentar trazer os seus irmãos.

Depois foi a Naoko e a Rika que se forma embora, como uma cara triste, como quem está preste a chorar. A Sr.ª Mizuki relembrou-lhes que na sua casa só havia 4 regras, e a mais importante era divertirem-se, mesmo durante as despedidas, por mais triste que sejam, haveria sempre o amanhã. Depois disto dirigiram-se ao Peugeot 206 Azul da Rika, e voltaram para Tomoeda.

Os últimos a irem embora foram a Chiharu e o Yamazaki, pois partilhavam os dois o mesmo quarto e preferiram terminar as férias, abraçadinhos um ao outro, depois de mais um briga, as pazes sabem sempre bem. Despediram-se da Sr.ª Mizuki, e ela ao casal, disse-lhes para aproveitarem a companhia um do outro, para o Yamazaki aproveitar a namorada que tem pois como ela à poucas, contar menos histórias e mentiras, e para a Chiharu, ter mais calma com o Yamazaki, não o estrangular tantas vezes, senão qualquer dia o ele não teria pescoço e sim uma linha de tanto ela o apertar. E assim foram eles, no Renault Clio (n.a: último modelo) de volta a Tomoeda.

Espero que tenham gostado do terceiro capítulo. Eu sei que ficou um pouco longo, se o próximo também ficar assim tentarei dividi-lo em dois, para não se tornar tão chato de se ler.

Já sabem leiam e revisem, digam-me o que acharam, para eu saber onde posso melhorar.

Vejo-vos no próximo capítulo "Tu por aqui?".

Beijos até à próxima!