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Com atitude enérgica, pôs-se a andar pela escura sala. Não queria pensar no passado. Sentia-se muito cansada, muito triste. Subiria ao andar de cima, tomaria um bom banho e se esqueceria de tudo.
De repente seus pensamentos se interromperam quando tropeçou e tropeçou em um objeto duro, muito sólido. Gritou instintivamente de dor e se ajoelhou no chão para esfregar o pé ferido, chorando de fúria e de frustração. [N/A: sempre desastrada]
-Maldita, maldita seja - murmurava entre dentes. Esqueceu-se de que nesse mesmo dia, pela manhã, tinha baixado uns caixotes do apartamento da cobertura e as tinha deixado no centro da sala.
-Bella, você está bem?
Era a voz de Edward, no outro lado da porta principal da casa.
-Sim. Vá embora - gritou, ansiando que a deixasse sozinha.
CONTINUANDO...
Capítulo 1 - Someone Like You (Parte II)
Edward ignorou por completo sua ordem, porque Bella não demorou ao ouvir o som da porta se abrindo. Rapidamente se aproximou dela, olhando-a com expressão preocupada.
- Que diabos você fez?
- Estava jogando futebol com os caixotes. - murmurou Bella com tom sarcástico.
Edward sorriu enquanto se agachava para olhar seu pé. Bella esboçou uma careta de dor quando sentiu o contato de seus dedos.
- Viverá... Não é grave - disse Edward ao mesmo tempo em que fica de pé, e por um instante Bella pensou que ele iria embora. Mas ao invés se dirigiu à cozinha. - Vou pegar um pouco de gelo para o inchaço.
- Não é necessário Edward. Já me cuidarei sozinha. - ao levantar descobriu que o pé lhe doía muito, e teve que se apoiar no caixote.
Edward voltou da cozinha com uma bolsa cheia de cubos de gelo e se ajoelhou a seu lado colocando-a no seu pé.
- Sente-se melhor? - Perguntou ele levantou o olhar para ela.
- Sim, obrigado - respondeu Bella com voz rouca. Podia sentir como sua fúria se evaporava dando lugar a um sentimento mais forte... Pelo homem ao qual sempre tinha amado. A tristeza se refletiu em seus olhos castanhos. Se seu pai não tivesse procurado Edward em busca de ajuda econômica... Não queria pensar mal de Edward. Ansiava deixar de lado todos aqueles pensamentos para poder confiar nele, como sempre tinha feito.
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- Odeio te ver tão triste Bella. Me Desespera te ver assim. - Disse Edward.
Bella se controlou, decidida a não chorar.
- Você... Deveria ter pensado nisso antes, quando meu pai te pediu que prorrogasse o prazo de devolução do empréstimo. - suas palavras já não tinham o tom acusador de antes, nesse instante sua voz só destilava tristeza e arrependimento - Só teríamos precisado de alguns meses e...
Edward sacudiu a cabeça e olhou a seu redor, fixando o olhar nos caixotes que ocupavam a sala.
- Eu jamais quis que tudo isso chegasse até esse ponto. - murmurou sombrio – Não sabia que estava fazendo as malas para partir. - passou uma das mãos pelo cabelo. - Será um grande trabalho embalar tudo o que tem aqui.
- Sim. Três gerações de minha família viveram nesta casa. Demorarei bastante para terminar. - Disse Bella com pesar.
- O que fará? Levar os móveis a um armazém? – perguntou ele.
- Os agentes imobiliários me aconselharam a vender com tudo. Mas há um grande número de coisas de grande valor sentimental, assim farei uma revisão exaustiva e ficarei com o que puder. -Ela tentou adotar um tom prático, para não deixar transparecer o muito que lhe doía tudo aquilo.
- Ama muito esta casa, não é Bella? - perguntou ele com tom suave.
- É meu lar... - aspirou profundamente.
- Apesar do que possa pensar, não era isso o que eu queria. - afirmou Edward - A propósito, foi minha mãe quem primeiro emprestou ao seu pai o dinheiro que necessitava não eu. - explicou com tom tranquilo - E não fez só porque queria ajudá-lo. Ela estava muito apegada a você, Bella.
- Eu também estava a ela. – respondeu Bella, com os olhos cheios de lágrimas - Foi muito amável da parte dela. - admitiu com voz rouca.
- Não chore Bella. - Pediu Edward.
- Não estou chorando - negou furiosa, enxugando as lágrimas que teimava cair.
Edward se aproximou colocando-a entre seus braços. Por um instante Bella se apoiou nele, reconfortada. Depois, quando levantou o olhar, o sentimento de consolo que tinha experimentado começou a transformar-se sutilmente em outro, desejo.
- Bella... - Edward pronunciou seu nome em um suave murmúrio que a fez tremer de excitação. Bella queria que a beijasse. O desejo que ardia em seu interior era simplesmente desesperador. Edward acariciou sua bochecha com o as costas de sua mão a fazendo corar.
Segundos depois Edward baixou a cabeça e ela sentiu o contato de seus lábios misturado com o salgado sabor de suas lágrimas. Durante anos tinha sonhado secretamente com o dia em que finalmente a beijaria. Imaginou que seria um momento mágico, apaixonado, mas não tinha estado preparada para a tormenta de desejo que se apoderou em seu interior.
Assim que os lábios de Edward tocaram os seus uma corrente elétrica correr por todo seu corpo a fazendo tremer.
Os lábios dele eram macios e quentes e se moldaram aos seus com perfeição.
Entreabriu os lábios recebendo a língua ávida dele em sua boca, sentindo-a massagear a sua com delicadeza, ele tinha um hálito adocicado.
Edward retirou uma dos braços que estava ao redor de sua cintura a segurou pela nuca trazendo-a mais pra ele e aprofundando o beijo. Seu corpo moldou-se ao dele fazendo seu coração bater ainda mais, sentia como se fosse sair pela boca. O Beijo tornou-se urgente, com se a vida deles depende-se disso.
Quando Edward se afastou, Bella estava sem fôlego e corada. Olhava-o fixamente, sem fala, perdida nas profundidades daqueles intensos olhos verdes.
Mas logo a realidade a golpeou com toda sua força.
Pensou em seu pai, pensou nas palavras que ele tinha murmurado com esforço, palavras de ódio contra Edward Cullen.
Frio, duro, implacável; esses eram os adjetivos que tinha utilizado para referir-se a ele. Aquelas palavras passavam em sua mente como uma recriminação, e a invadiu trazendo um sentimento de culpa.
De alguma forma, sua paixão por Edward lhe parecia um enorme ato de deslealdade a memória de seu pai. Empurrou-o para longe dela.
- Não sei o que aconteceu, mas foi um tremendo erro. - Disse Bela tentando pensar com clareza.
- Eu acreditava que tinha agradado aos dois. - murmurou Edward arqueando uma sobrancelha.
- Não acredito que a sua noiva goste tanto. - replicou Bella.
- Eu não tenho noiva. - espetou-lhe Edward.
- E o que tem com Tanya? - perguntou Bella.
- Terminamos. – Responde ele com indiferença.
- Mas eu acreditava... Todo mundo pensava que vocês dois... Bom, que iam se casar. - Disse ela confusa.
- Todo mundo supõe muitas coisas sem saber. - murmurou secamente Edward. E acrescentou. - Tanya e eu terminamos, não temos mais nada.
- Oh! – olhou para ele fixamente, realmente surpreendida por aquela notícia - Está muito abalado? – perguntou.
- Por quê? – perguntou ele fazendo uma careta. - Queres me consolar? - Perguntou com tom sarcástico. - Porque uns poucos beijos mais como este e acredito que poderia chegar a me sentir muito melhor. [N/A: pense no homem cínico, vem Ed eu te consolo.]
- Não seja absurdo. - Bella sentiu que seu coração acelerar.
Disse a si mesma com firmeza que não lhe importava com quem estivesse se relacionando. Isso não interessava a ela. Mas muito no fundo aquele beijo não saia de sua cabeça... A sensação de sentir-se segura em seus braços.
Bruscamente, deu-lhe as costas
- Acredito que deveria ir embora agora. - Disse ela.
- Se for isso o que quer... Espero que acredite em mim Bella, quando te digo que jamais foi minha intenção arruinar a seu pai. - Afirmou ele.
Ela não respondeu nada... Não sabia o que pensar. Sentia-se desconcertada, assustada.
E jamais em toda sua vida havia se sentido tão sozinha.
- Se isso te servir de ajuda, quero que saiba que posso esperar o tempo que for até que me devolva o dinheiro que me deve. Não me importa quando vai me pagar.
Ao escutar aquilo, Bella girou ficando de frente a ele e exclamou, sacudindo a cabeça.
- Não posso acreditar! Faz tão somente uns meses que te pedi que prorrogasse o prazo limite. E você negou redundamente.
Agora meu pai está morto e você tem a ousadia de me dizer, com toda tranqüilidade, que não te importa quando te devolva o dinheiro...
- Quero te ajudar. - Disse ele com sinceridade.
- Bom, pois é muito tarde Edward.- nesse momento, sua voz destilava angústia - Sabe muito bem.
- Não posso ficar quieto vendo como destroça a você mesma. - murmurou Edward,
- Com o risco de ficar repetitiva, te direi que você não se importava com isso faz tão somente uns meses. - Disse Bella aspirando profundamente - Ou te atormenta terrivelmente a consciência, ou é um ator excelente. - Completou com frieza.
- Minha consciência não me atormenta. - apressou-se a replicar Edward - Tinha minhas razões para dizer a seu pai o que lhe disse. E eram muito boas.
- Tão boas que eu não consigo compreender-las. - espetou ela. - Bom, não sou tão estúpida para não ver o que se oculta atrás de uma oferta assim. Está preocupado pelo que possa pensar as pessoas se chegar a lhes contar os detalhes dos problemas econômicos de meu pai. Um homem que se apresenta como candidato a prefeito não iria querer uma mancha semelhante em sua reputação. Daí a grandeza de seu gesto. - sacudiu a cabeça - Edward, não necessito de sua caridade.
- Não estou oferecendo caridade alguma. - replicou com tom seco. - Estou te oferecendo ajuda como vizinho...
- Oh, por favor! - interrompeu-o, rindo desdenhosa.
- Como você bem sabe Edward, é muito tarde. É o que está acostumado a acontecer quando cai em falecia, sabe? - exclamou com tom zombador. - É como o efeito dominó. As dívidas vão se acumulando... De repente alguém te exige que lhe devolva seu dinheiro imediatamente e, pouco a pouco, tudo começa a paralisar. - olhou-o fixamente - Eu já estou acabando essa partida de dominó, e o único que posso fazer é vender o mais rápido que puder, antes que isso se exploda em minhas mãos. Sua oferta de me apoiar durante mais algum tempo, não faz nenhuma diferença. Faz uns meses precisava de sua ajuda... Mas agora não me importa.
- Estão tão mal as coisas, então? - perguntou ele com o tom preocupado.
- A você o que te parece? - Perguntou Bella.
- Não tinha idéia de que as coisas tivessem evoluído com tanta rapidez - Edward sacudiu a cabeça - Você Falou com o banco?
- O banco me anima sem cessar a que siga adiante com o leilão... E que não perca tempo. - Disse Bella com insatisfação.
- Não pode vender determinadas parcelas da propriedade, sem ter que perder a casa? - perguntou Edward - Eu estaria interessado em adquirir uma parte de suas terras.
- Disso não tenho dúvida. Sabia que era isso o que estava procurando...
- Isso não é o que pretendo. – interrompeu ele seco.
- Me diga, em que parcela de terra tinha pensado? - Perguntou Bella, como se ele não tivesse falado nada.
Edward encolheu os ombros.
- O que você acha da que faz fronteira com a parte traseira de minhas terras?
- Refere-se a que contém a única reserva de água de minha propriedade? - a voz de Bella tremia de fúria. - Pela venda de minhas terras não tirarei muito benefício, dado ao estado em que se encontram, mas sem água valerão menos ainda.
- Pode modernizá-la, instalar um novo sistema de irrigação e... - Respondeu Edward calmamente.
- Tem alguma idéia do dinheiro que isso custa? – perguntou ela furiosa.
- É obvio – respondeu ele com frieza.
- Pois então você deverá saber que nem sequer, se te vendesse essa terra, depois de te devolver o empréstimo e de pagar todas as demais dívidas, ficaria dinheiro suficiente para fazer um investimento semelhante. – mordeu os lábios, angustiada - Não, terei que vender toda a propriedade, inclusive a casa. Não tenho outra opção. - Afirmou Bella com tristeza.
Voltou de repente e a seguir pra à cozinha, onde deixou o gelo, que já se estava derretendo, na pia. Por um instante admirou a cozinha o encanto daquela habitação. A despensa, a mesa de madeira de pinheiro... Seu lar. O coração encolheu de emoção.
- Então, aonde irá? - A voz de Edward na soleira a fez virar para olhá-lo.
- Ainda falo com alguns amigos da universidade. - Disse Bella dando de ombros. - Recebi cartas de condolência e um convite para compartilhar o apartamento enquanto procuro trabalho.
- Uma amizade masculina? - inquiriu Edward sarcástico.
Bella franziu o cenho. A oferta era de uma amiga, mas não estava disposta a lhe esclarecer aquele ponto.
- Isso não é da sua conta – replicou ela. - O fato é que não tenho mais remédio a não ser partir daqui. Preciso de um emprego e de começar de novo.
- Sempre há outras opções. - Sugeriu Edward.
- Como quais? - Inquiriu ela.
- Poderíamos nos converter em sócios. - respondeu Edward com tom suave.
Bella tinha ficado tão surpreendida que por um momento não pôde dizer uma palavra. - Quer dizer que saldaria minha dívida contigo e todas as demais que tenho se acrescentasse seu nome ao meu como proprietário de meus vinhedos?
- Não exatamente. - Disse Edward.
- Quer os meus vinhedos, não? - Perguntou Bella confusa.
- Estou mais precisando de um sócio, melhor dizendo, de uma sócia, que de seus vinhedos. - Como Bella continuava olhando-o perplexa, Edward sorrindo continou. - Preciso de uma esposa.
- Uma esposa? Sinto muito, Edward, não estou compreendo. - Bella lhe respondeu com confusão.
- Estou te pedindo que se case comigo Bella. - Afirmou ele calmamente.
Bella o olhou fixamente. Aquilo devia ser uma espécie de brincadeira! Seus lábios se curvaram em um sorriso e sem se da conta começou a rir. - Não pode estar falando a sério!
- Não me referia a um compromisso para toda a vida. Estou falando de um ano. - Replicou Edward.
- Soa como uma sentença de prisão. - Bella se sentiu recompensada ao ver a momentânea expressão de aborrecimento que apareceu no rosto de Edward.
Proporcionou um certo prazer transtornar sua insensível e fria aparência.
Em que diabos estaria pensando, se perguntou sombria. Não tinha ilusão alguma a respeito dos sentimentos de Edward por ela...
No passado poderiam ter sido amigos, mas ele jamais tinha dado indício de que queria aprofundar aquela amizade, apesar de muito que ela o tivesse desejado.
- Você quer que eu seja sua esposa por um ano... O que ganho eu em troca? - Perguntou ela com o tom zombador.
- Conservar tudo isso. Eu te ajudarei a levantar outra vez a sua propriedade e pagarei todas as suas dívidas. - respondeu Edward tenso.
- É um preço muito alto. – Respondeu Bella com coração lhe pulsava acelerado
- E estaria disposto a fazer tudo isso com o propósito de me ter como sua esposa por um ano? - Bella sacudiu a cabeça confusa. - Não entendo nada. Por que um ano?
- Quero uma esposa que seja consciente de seus deveres como tal. – Respondeu ele com sorriu divertido - Alguém que me cuide e me mime. [N/A: oooo Ed vem que eu cuido de ti baby...kkkk, o homem cara de pau]
De repente Bella compreendeu tudo.
- Tudo isso tem que ver com sua candidatura a prefeito, verdade? Quer fazer com uma imagem apropriada: um marido terno, um homem de família...
- Alto lá. - Edward se apressou a interrompê-la. - Não pretendo ter uma família contigo... As crianças não aparecem no trato. Mas sim, é evidente que terei mais possibilidades de ganhar se me apresentar como um homem casado.
- E quando nos separamos... Como afetará isso a sua preciosa imagem? - Perguntou Bella sarcástica.
Edward se pôs a rir.
- Direi a todo mundo que se casou comigo por dinheiro... E isso não estará muito longe da verdade, não é? Provavelmente votarão em mim outra vez por pura simpatia. [N/A: mandava-o tomar no... dele Bella]
- Mas por que eu? - Inquiriu ela.
- E por que não? É atraente. E sabe como terminará tudo isso. Redigiremos um contrato e vamos nos ater a ele. - encolheu-se de ombros. - Na realidade, não sou o tipo de homem feito para casamento. Eu gosto da liberdade. Entretanto, sendo só doze meses não me parece tão má idéia. - Completou Edward.
Mas era uma idéia tão absurda que Bella continuava o olhando fixamente, sem nada falar.
- Um casamento de conveniência... Um trato de negócios. - murmurou ela ao fim. - Você consegue uma esposa para que esteja ao seu lado nos atos públicos... E eu consigo recuperar minha propriedade no um período de um ano? - Perguntou ela.
- Sim. Seremos sócios durante um ano. Depois eu me retirarei como sócio de sua propriedade e tudo ficará para você. - Respondeu ele.
O brilho de humor que viu nos olhos dele a fez fechar os punhos
- Será um casamento puramente formal? - Bella Perguntou desconfiada.
Edward não respondeu imediatamente, mas sim a olhou de forma apreciativa, detendo-se deliberadamente nas suas curvas.
- Não, conheço minhas limitações. Tem um corpo maravilhoso Bella e eu tenho um apetite muito são.
- Eu gostaria de fazer amor contigo, Bella. - Completou ele com intensidade.
Por um momento ela ficou tão surpreendida que não pôde falar. [N/A; Jesus! Diga ele supera todos os limites, mas ta calor aqui..kkk]
- Não é uma idéia tão repulsiva, verdade, Bella? - inquiriu Edward já que Bella continuava em silêncio. - Sei que é muito mais jovem que eu, mas faz só uns minutos, quando te beijei, e gostou muito. Não pode negar. - afirmou ele presunçoso. - Estou seguro de que era desejo que sentir em seus lábios... E isso fez me perguntar por que nunca antes tinha te beijado. - Disse ele pensativo.
Bella ardia de fúria e de humilhação. Seu orgulho nunca admitiria o fato de que o achava atraente... Jamais. Sacudiu a cabeça.
- Isso foi imaginação sua. Percebeu em mim surpresa, desconcerto... Nada mais. - Respondeu Bella com raiva.
- Está segura disso? - Edward arqueou uma sobrancelha. - Houve um tempo em que me perguntei se estava apaixonada por mim.
A arrogância de seu comentário de Edward a impressionou.
- Até quando pensa em voltar no tempo? Não irá me recordar a época em que te convidei para ir comigo à festa de graduação do colégio, vai? - Ela sabia muito bem que essa tinha sido uma das poucas ocasiões em que se atreveu a mostrar seus sentimentos a Edward, a flertar com ele. - Céus! Se não recordo mal você começou a rir; disse que as pessoas poderiam te acusar de pedofilia e que era absurdo. - Acrescentou ela. - Naquela época eu devia gostar dos homens mais velhos. - Disse ela desdenhosa.
- Era muito jovem. - comentou Edward, encolhendo-se de ombros.
- Nos separavam os mesmos dez anos de agora. - Disse ela sarcática.
- Não esqueci. - por um instante ele adotou um tom muito sério. Depois olhou para ela com expressão apreciativa. - Mas agora tem vinte e dois e é diferente. - Respondeu Edward.
Só por um segundo, Bella teve a impressão de que estava tentando convencer a si mesmo mais que convencer a ela.
- Segundo você, não haveria nada de mal em que me explorasse dessa maneira durante um ano, não? – espetou ele.
Bela sentia que seus nervos já não podiam suportar por mais tempo a tensão.
- Preferiria vender minha alma ao diabo. - Disse Bella com a voz tremula.
- Eu não chamaria assim. - Disse Edward e pôs-se a rir - E acredito que estará de acordo com minha proposta... Porque sem dúvida será a decisão mais proveitosa que tenha tomado em toda sua vida. - voltou para seguir para a porta.
- Pense nisso Bella. - Disse ele antes de ir embora.
Oi xuxus ae esta a segunda parte do primeiro capitulo.
Espero que gostem e deixe seus reviews ok?
Falando em review, obrigado a Lara Cullen e foi a primeira a deixa um review...kkkkk
a Auriana Cullen, a minha amiguinha Dayanne e a Raquel, sejam MUITO bem vindas meninas e espero ver vcs MUITAS vezes por aqui.
Agora o MEU MUITO OBRIGADO as meninas que são do Nyah e que venheram acompanhar aqui.
A BeccaBlack,
ingrydmendonca
ana paula
Leidinha
Emyllie
Ivinha
E quero aproveitar pra me desculpar com vcs sei que lá no Nyah a fic já tava BEM mais adiantada, mas paciencia xuxuzinhas
Com fé a gente chega lá ok? E obrigado mesmo por não ter abandonado a fic.
Vlw pelo carinho e atenção de TODAS, as novas e as que já acompanhavam no nyah ok?
Mil bjinhos e Otimo FDS pra vcs até sexta que vem.
Não esqueçem , ta vendo esse botãozinho aqui em baixo?
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