Embora só tivemos UM review, ainda há leitores fantasmas(esperamos), mas deixem review pliss.

Nos ajudem com um nome pro cap, pliss

Gente, hoje é meu niver(Heellynha) e eu quero reviews de presente. Okey?
Na verdade foi ontem, mas aceito atrasado(hehe)
Está aí mais um capítulo com revelações, supresas e coisas para confudirem vocês.
kkkk'

bjs e não esqeçam dos reviews.
shuachuackshauck...


Pov Tayla Evillen Chase Jackson

Acordei em um lugar completamente estranho. Escutei vozes ao longe. Sentei-me na cama. Estava em um quarto que com certeza não era meu. Tipo, eu amei o quarto, mas aquilo só podia ser um sonho. O quarto poderia muito bem fazer o quarto da Barbie ser um quarto em um hotel de quinta categoria. Era um quarto rosa e branco. As portas do closet eram com espelhos. E do lado havia uma penteadeira com presilhas, pulseiras e tudo mais. Na parede onde a cama estava encostada, havia uma foto de um bebê no colo de uma mulher loira e meu pai estava do lado. Parecia ter mudado nada com o tempo. O chão era de azulejos brancos com um tapete rosa. Tudo era cheio de detalhes. Parecia de princesa. Esfreguei os olhos tentando clarear as idéias.

-Percy, Vai acordá-la. Ela está dormindo há horas. - Escutei uma voz de mulher dizer.

-Okey Annie. - Escutei passos subindo uma escada e se aproximando. Deitei-me novamente na cama me embrulhando. Minhas memórias voltando ao normal.

Toc Toc

Escutei alguém bater na porta.

-Posso entrar? - Meu pai abriu um pouco a porta. Sentei-me novamente e fiz que sim com a cabeça. - Até que enfim que acordou. Pelo jeito puxou a mim quanto a sono. - Ele entrou sorrindo e se sentou aos pés da minha cama. - Gostou do quarto? - Balancei minha cabeça umas cinco vezes. Eu tenho que parar com essa mania. Meu pai riu. - Sua mãe que fez. Ela é arquiteta. Er... Ela quer te ver. Vamos decer? Quer trocar de roupa primeira? - Ao mesmo tempo que eu queria eu não queria. Tipo, tava muito nervosa, mas ao mesmo tempo eu queria ficar perto do meu pai. Estranho não? Já lhe disse que sou estranha?

-Não. Essa roupa tá boa.

-Então calce a bota e vamos. - Calcei minha bota e sai com ele do quarto. Assim que sai do quarto, havia um corredor com quatro portas de mogno escuro - duas em cada parede. Os espaços entre elas eram bem grandes, de forma que se podia dizer com certeza que os cômodos eram bem espaçosos. No fim do corredor, havia uma escada caracol. O corrimão era dourado e os degraus eram brancos. Déssemo-la - eu na frente - e dei de cara com o primeiro andar.

O corredor continuava, mas em cada lado da parede havia três cômodos. Todas as portas estavam abertas, exceto a ultima da esquerda que tinha a porta branca normal. A escada dava ao fim do corredor. O primeiro cômodo da direita a qual passei era o escritório. O cômodo era espaçoso e tinha portas de cor mogno. Dentro havia umas poltronas e mesas com notebooks. Tudo era bem iluminado e de cores não muito vivas, como mogno, marrom, preto e branco.

O segundo cômodo da direita era um home theater. O lugar, assim como toda a casa, era espaçoso e bem iluminado e com moveis finos.

O segundo cômodo da esquerda, era a cozinha. O terceiro era a sala de jantar. Não era muito espaçosa. Mas era luxuosa. A enorme mesa tomava conta de quase todo o cômodo. Duas cadeiras estavam nas pontas e nas laterais dois bancos de madeira. A cortina estava amarrada de forma que podia se ver o exuberante jardim do lado de fora. A porta era de madeira negra. O terceiro cômodo da direita era o hall. Tinha um mix nos moveis de linha clássica e contemporânea, dando um charme ao lugar.

Mencionei que no corredor havia uma porta?

Abri a porta e dei de cara com um luxuoso jardim com árvores e um muro. No chão havia pedras em uma trilha. Caminhei pela trilha observando as árvores, o ar puro, o vento, a liberdade! Tudo o que no internato não tinha. Caminhei pela trilha até os fundos da casa. Apesar de ser inverno o sol ainda estava lá. Um pouco fraco, mas estava. Nos fundos da casa havia uma piscina e mais árvores. Havia também uma varanda, onde minha mãe estava sentada. As poltronas e o sofá ficavam de costa para a piscina. Meu pai me contornou e subiu as escadas de três degraus na minha frente.

-Annabeth! - Minha mãe olhou para o meu pai.

-Acordo... - Ela não terminou de dizer. Ela jogou o livro que estava lendo no sofá e veio até mim. Ela usava uma calça jeans e uma regata. Ela não tá com frio não? E estava descalça.

-Isso responde sua pergunta? - Meu pai apontou para mim que estava paralisada.

Minha mãe veio até mim o mais lento que ela parecia conseguir com um sorriso enorme e ao mesmo tempo com um pouco de receio. Ela agachou de forma que seus olhos ficassem na altura dos meus. Sorri para ela. Tinha vontade de abraçá-la. Mas eu quase sempre tenho controle sobre meus impulsos.

-Oi filha. - A voz dela saiu receosa e doce. Ela parecia ter uns vinte anos apenas. Seus olhos cinza brilhavam. Eu passei os braços, receosa, sobre seu pescoço e a abracei. Vi meu pai sorrir. - Sentimos sua falta. - Ela sussurrou no meu pescoço me abraçando mais. Sua voz era um pouco de choro. Eu a soltei. Ela me fitou, assim como eu a fitei. Seus olhos eram cinza e parecia transmitir amor de uma forma que não sei explicar. Eles estavam lacrimejados. Uma mão afagou meu rosto. Olhei para os olhos verde-mar do meu pai que me fitavam. Ficamos parados um tempo. Meu pai foi o primeiro a levantar.

-Está com fome Tay? Já são três horas da tarde.

-Três horas? - Eu gritei e meu pai riu.

-Você esteve dormindo durante nove horas de prazo.

-Você puxou ao seu pai. - Minha mãe riu também. -Venha. - Peguei na mão dela e nos dirigimos para uma mesa de pedra perto da piscina. A mesa era contornada por um banco de pedra. Nos três nos sentamos e umas menininhas verdes nos serviram. Meu pai e minha mãe se levantaram com seus pratos e eu fui atrás. Eles despejaram parte da comida deles em uma fornalha e murmuraram alguma coisa e um olhou para o outro sorrindo. Minha mãe entregou o prato dela a meu pai e se agachou do meu lado.

-Faça uma oferenda aos deuses. Pegue alguma comida e diga meu nome para você ver. - Fiz o que ela falou. Joguei um pedaço de frango no fogo e murmurei o nome dela.

-Assim?

-Aham. - Ela pegou o prato dela e jogou um pedaço de carne e murmurou algo. Um cheiro delicioso de bolo de chocolate que acabou de sair do forno me invadiu.

-O que é isso? - Perguntei e ela sorriu.

-Depois te explico. - Eu odeio essa frase. - Vamos almoçar.

Sentamos-nos novamente na mesa. Comecei a comer e bebi um pouco de coca diet que estava no meu copo. O estranho, é que quando eu terminei de beber, o copo se encheu sozinho.

Terminei de almoçar e eu e meus pais fomos assistir um pouco de tv. Entramos no home theater e eu e meu pai fomos ver um filme enquanto minha mãe foi ver algo no notebook. Meu pai tinha me chamado para deitar em cima dele. Ficamos ali até o filme acabar. Tínhamos visto "o príncipe de pérsia".

- Percy, o Nico não tinha dito que ia vim para cá?

-Ele deve ta lá com a Layla. O Nico às vezes é mais criança do que ela.

- Tem razão.

- O que vamos fazer agora? - Meu pai perguntou.

- Que tal arrumar aí? Tem pipoca pra tudo quanto é lado. - Minha mãe reclamou.

-Ela é chata não é? - Meu pai murmurou no meu ouvido e eu ri.

-Não acho.

-Eu escutei viu Percy? - Minha mãe disse.

-Vou apanhar. - Meu pai murmurou no meu ouvido e eu ri mais. Minha mãe largou o computador e se virou para nós.

-Vamos tomar banho mocinha? - Minha mãe me perguntou.

-Pode ser.

- E o Senhor seu Percy, comporte-se.

-Sim Senhora.

-Vem filha. - Peguei a mão dela e fomos para o meu quarto. Sentei-me na cama enquanto ela pegava uma roupa no armário. Era estranho aquelas sensações que eu sentia. Mas mesmo feliz, a minha duvida apenas piorava. Não resisti mais e perguntei:

-Por que eu fiquei cinco anos naquele internato? - Ela ficou rígida e parou de mexer nas roupas. - Por que nunca me visitaram? - Minha voz era de choro. Todas as vezes que eu falava disso eu chorava. - Por que não mandaram nem uma carta? Por quê? Por que só agora é que me tratam assim? - Ela fechou as portas do guarda roupa com calma. Ela tremia. Meu pai entrou no quarto e a abraçou por trás. Ela se virou para ele e chorava compulsivamente.

-Ela me odeia! - A voz dela era puro choro. Quase que não se entendia o que ela dizia. - Ela me odeia!

-Annabeth, calma. - Meu pai tentava consolá-la. - Deixe-me falar com ela.

-Ela me odeia! Ela me odeia!

Abracei meus joelhos. Chorava o mesmo tanto que minha mãe.

-Annabeth, vá para nosso quarto! Venha. - Ouvi os passos dos dois. Eles saíram do quarto. Escutei uma porta ser aberta e continuava a escutar o choro de minha mãe. Os passos pararam. Depois de menos de um minuto eles recomeçaram. Meu pai entrou no meu quarto e me abraçou. - Não chore pequena. - Ele murmurava.

-Por quê? - Era a única coisa que conseguia pronunciar.

-Filha, eu em momento quis ficar longe de você. Muito menos sua mãe. Nós fomos obrigados. Não queríamos te deixar. Mas não tínhamos escolha. Se ficasse conosco ia sofrer muito. Eu nunca quis isso.

-É mentira.

-Não, não é! A maior dor que eu senti na vida foi ter que te deixar Tayla! Isso me fez sofrer demais. Era como se faltassem partes de mim. Eu não estou mentindo. Filha me escuta. Nem eu nem sua mãe gostamos de ficar longe de você! Foi um sofrimento para ambos!

-Por que nunca me visitaram? Por que eu não podia ficar perto de vocês? Por quê?

-Porque há pessoas que querem te fazer mal. Que querem te machucar. Eu tinha que protegê-la. Não podia deixar você sofrer! Não podia deixar você se machucar!

-Por que deveria acreditar em você?

-Olhe nos meus olhos e verá se estou mentindo! Pense na reação de sua mãe. Se nós não gostássemos de você, não teríamos trago você para cá! Mas nós te amamos. Mais do que tudo no mundo. Mais do que nossas vidas. E foi por isso que te deixamos longe. Para não te machucar. Porque nós te amamos. Entenda isso!

-NÃO! - Gritei- EU NÃO ENTENDO! ISSO NÃO FAZ SENTIDO! VOCÊS NÃO ME AMAM!

-Tayla, não é isso! Por favor, me entenda. Eu nunca quis ficar longe de você! Nem sua mãe. Ela esteve em depressão todos esses anos! Tudo porque não podíamos ficar perto de você!

-Por que não podia? Por quê? Eu não entendo!

-Há pessoas que querem te machucar. Há pessoas que querem te fazer infeliz! E se você tivesse ficado perto de mim, ela teriam te machucado mais do que já machucaram! - Um fash veio em minha mente.

"A imagem de minha mãe chorando era o que mais tomava atenção no flash. Ela chorava compulsivamente, junto com o bebê no colo. Outras três mulheres com bebês também choravam, junto com os quatro bebês.

-NÃO! NÃO! NÃO! EU NÃO QUERO! EU NÃO VOU FICAR LONGE DA MINHA FILHA! ELA É MINHA FILHA! NÃO PODEM ME OBRIGAR A FICAR LONGE DELA! - Minha mãe gritava com o bebê no colo! Aquilo era simplesmente incompatível. Como ela foi obrigada? Por quê?"

O flash mudou.

"Minha mãe estava chorando novamente e olhava para um berço. Ela dizia coisas como:

'Meu bebê, por que fizeram isso? O que ganham com isso? Por que me obriga a ficar longe do meu bebê?'

'Annabeth... 'Meu pai começou.

'Por quê? Por que não fazemos nada? Por que eu tenho que ficar longe dela? Eu a quero comigo. Eu preciso dela! Ela precisa de mim! EU QUERO MEU BEBÊ!'

Aquilo não fazia sentido. Simplesmente não fazia!"

O flash parou e estava de volta no meu quarto. Tudo o que meu pai me disse era verdade? Ele realmente foi obrigado? Mas como? Por quê? Não existe lógica nisso!

-Filha, acredite! - Olhei no fundo dos olhos do meu pai e só enxergava dor, tristeza e culpa. Mas aquilo não fazia sentido. Esfreguei meus olhos.

-Vou te deixar pensar, qualquer coisa, tome um banho, e se precisar, me chame. Eu te amo! - Ele deu um beijo em minha cabeça e saiu para acudir minha mãe que chorava. Comecei a soluçar. Peguei a calça e a blusa que estava em cima da cama e corri pro banheiro para tomar um banho. Tirei logo a roupa e joguei no chão. Entrei no box e liguei o chuveiro. Chorei ainda mais. Como podia aquilo ser verdade? Eu não entendia! Por quê? Por quê? Por quê? Aquilo não fazia sentido.

Uma hora e meia depois desliguei o chuveiro. Já não chorava mais. Também não escutava soluços ou choros. Sequei-me e vesti a roupa. Penteei meu cabelo e sai do quarto descalça. Pulei em cima da cama e me enfiei de baixo do edredom. Precisava clarear a cabeça. Algo estranho acontecia. Algo que causava tudo isso. Algo que me obrigou a ficar longe de meus pais. Depois de uns dez minutos de baixo do edredom decidi ir ver como minha mãe estava. Pulei da cama e calcei um tênis que estava no canto e coloquei o casaco. Sai do quarto e dei de cara com o enorme corredor. Respirei fundo. Escutei murmúrios vindo do quarto de frente pro meu. Bati na porta.

-Pode entrar! - A voz do meu pai era baixa. Abri a porta delicadamente. Ele estava deitado abraçado a minha mãe. - Vem cá. Está mais calma? - Os olhos de minha mãe estavam vermelhos. Imaginei que fosse de tanto chorar. Aproximei-me devagar da cama. Minha mãe se sentou e esfregou os olhos.

-Vem cá Tayla. - Subi na cama e me aproximei dela. Ela passou a mão no meu rosto e olhou no fundo dos meus olhos. Tentei desviar o olhar, mas não conseguia. - Olha, você pode acreditar que nós te abandonamos lá, que não te amamos, mas não é verdade. Tudo o que fizemos foi pro seu bem. Tudo. Eu nunca quis ficar longe de você. Eu te amo mais do que minha própria vida. Se você ficou lá todos esses anos, foi porque me obrigaram. Pode acreditar ou não nisso. Mas essa é a verdade. - Um silencio constrangedor tomou conta do cômodo. Ninguém sabia o que dizer. Depois de algum tempo com meu pai e minha mãe esperando minha reação, eu deixe mais uma vez os impulsos tomarem conta de mim. Abracei minha mãe que ficou surpresa. As lágrimas que havia tentado segurar vieram a tona e me deixando frágil e sensível. Minha mãe ficou assustada com meu ato, mas logo retribuiu o abraço e meu pai nos abraçou. Depois que consegui recuperar meu controle, eu os soltei. Esfreguei meus olhos.

-Bom, vamos esquecer isso e recuperar o tempo perdido. Pode ser?

-Por mim. - Minha mãe disse com um enorme sorriso.

-Concordo.

-O que vamos fazer? - Meu pai perguntou.

-Vamos fazer assim, como vocês dois ficaram assistindo filme enquanto eu trabalhava, agora seu pai faz a janta, e eu e você vamos brincar. Que tal?

-Nem. Eu fazer janta?

-Sim Senhor.

-Eu preciso ver algumas coisas ali. Vou te que sair. Então vocês duas ficam aí brincando pode ser? - Fiquei triste pelo fato dele ter que sair, mas acenti. Ele pegou uma roupa e trocou no banheiro, depois saiu dando um beijo em minha mãe e um em minha cabeça.

-De que quer brincar? - Minha mãe perguntou assim que meu pai fechou a porta. A tensão no ar só aumentou. Estava meio que sem graça pelo acontecido de alguns momentos atrás. E minha mãe não parecia muito confortável.

-Não sei. - Fitei a cama evitando olhar em seus olhos.

-Você já viu a brinquedo teca? - Olhei pra ela.

-Não.

-Vem vou te mostrar. - Ela pulou da cama e eu fui atrás dela. Ela entrou no meu quarto e pegou um casaco.

-Vista porque lá é frio. - Vesti o casaco, coloquei o capuz e descemos a escada e demos a volta na casa.

A brinquedo teca ficava um pouco depois de algumas árvores atrás da piscina. Não havia percebido antes. Minha mãe abriu a porta e me indicou para que eu entrasse. Entrei e me surpreendi com a quantidade de brinquedos. Minha mãe fechou a porta atrás de nós porque nevava.

-Gostou?

-Ta brincando? Eu amei! - Ela sorriu mais.

-Do que vamos brincar? - Pensei um pouco.

-Eu e a Lay adoramos brincar de boneca. Alias, cadê ela?

-Na casa dela. Aquela dali. - Ela apontou para a direita, se faz mais sentido para você, ela apontou para o norte.

-Ah sim.

-Vamos brincar de boneca então. Vem. - Ela abriu um armário cheio de bonecas e ficamos brincando lá durante muito tempo.

O que mais me passou pela cabeça é que minha mãe não ficou muito tempo perto de mim, ou seja, ela não teve muito da sensação de pegar um bebê no colo, ensinar a falar, a andar e todas essas coisas. O que me deu dó. E também me fez querer perguntar quando foi que eu fui para o internato. Mas não cheguei a pergunta. Já tinha visto como ela ficou quando perguntei o porquê de ter ido para lá. E agora meu pai não estava aqui para socorrê-la.

Eu brincava tão animada com minha mãe, que nem percebi que meu pai nos observava. Durante todo o tempo eu agi por impulsos, e minha mãe pelo jeito também, porque não havia tensão no ar.

-Oi amor. - Minha mãe disse quando viu meu pai. Virei-me e vi-o rindo. - Do que está rindo? Quer brincar também?

-Ah não. Vim chamar vocês para jantarem. Já são dez horas. Isso é hora de ta na cama.

-Ai ai. Okey, vamos jantar. Já é hora da Senhorita tá na cama dona Tayla. Vem. - Ela se levantou do chão e me ajudou a me levantar. Coloquei o capuz e fechei o casaco e meu pai me pegou no colo por causa da quantidade de neve que tinha no lugar e porque chovia. Entramos pela porta que tinha atrás da escada. Fomos para a sala de jantar e depois de jantarmos e tudo mais, os dois me levaram até o quarto. Deram-me beijo de boa noite e dormi rapidamente. E estranhamente, meu dia foi completamente diferente do que eu imaginei. Muito melhor. Eu os imaginava tristes e frios. São completamente diferentes. Isso que dá tirar conclusões precipitadas.

POV PERCY JACKSON

- O que achou? - perguntei a Annabeth. Ela suspirou.

-Ela é um amor. Mas...

-Mas?

-Eu não sei se estou preparada. Sei lá. - Ela se soltou de meus braços e olhou no fundo de meus olhos.

-Você está preparada sim. Só está nervosa. Eu estou nervoso. - Ela mordeu o lábio inferior e deitou nos meus braços. A abracei por trás. - Qual problema?

-Você viu o jeito que eu fiquei quando ela perguntou o porquê de ter ficado no internato. Você viu que eu não conseguia me controlar.

-Isso é normal Annabeth. Todos estamos preocupados que algo aconteça com eles. E o que eles vão pensar de nós. Tem alguém querendo matá-los. Isso é fato. Ou está apenas querendo nos atingir.

-Estou preocupada com isso. Mas você acha que ela gosta de mim? - Ela se soltou novamente e me olhou nos olhos. Sorri.

-É claro. Quem não gostaria de você?

-Você é suspeito de mais para falar isso.

-Por quê?

-Eu te amo. - Ela disse e vi seu rosto se iluminar por um sorriso.

-Eu te amo mais. - Eu a beijei.

-NÃO PARE! NÃO! NÃO É VERDADE! PARE! - A soltei assim que ouvi os gritos de Tayla. Nós dois nos levantamos correndo e fomos para o quarto dela. Cheguei primeiro e Annabeth acendeu a luz. Ela se debatia na cama e gritava sem parar. A peguei no colo.

-TAYLA! TAYLA! TAYLA! - Gritei! Não! Aquilo não podia está acontecendo! Não devia está acontecendo. Ela estava encharcada por suor e continuava a se debater em meus braços e a gritar. De repente ela parou. - Tay? - Sussurrei. Annabeth estava no meu lado aflita e a ponto de chorar. Tayla focalizou meu rosto e começou a chorar compulsivamente. A apertei contra meu peito.

-Me protege. - Ela sussurrou em meio de choro e soluços.

-Calma, eu vou te proteger. - Sussurrei em resposta. - Annabeth, pegue água para ela. - Ela saiu correndo do quarto e logo entrou com um copo de água. - Aqui. Beba um pouco de água. - Ajudei Tayla a beber a água. Ela estava mais pálida que o normal e tremia. - Venha. Vamos descansar. Vocês duas tem que descansar. - Levei Tayla até meu quarto e a deitei em minha cama. Annabeth deitou ao lado dela e eu do outro lado. Tayla ficou virada para mim.

-Dormiu? - Annabeth me perguntou e eu acenti.

-Durma também. Amanhã conversamos. Amanhã teremos trabalho.

-E se ela passar mal.

-Eu te acordo. Agora durma. - Ela acentiu e logo dormiu. Levantei-me e tomei um pouco de água. Eu espero que não tenha acontecido o que eu acho. Se não teremos mais problema e sofrimento. - Que os deuses nos ajudem. - Murmurei olhando os relâmpagos estralando no céu. Quem quer que seja que esteja tentando machucar minha filha, vai se ver comigo!


uarto da Tayla: ./i/ccor_amb_rs_

Quarto casal: ./imgres?imgurl=&imgrefurl=/decoracao/casal/quarto-de-casal-planejado&usg=_a3u5iho04XaAJhDbIQWugCM4-fY=&h=382&w=600&sz=54&hl=pt-BR&start=0&sig2=JSzkEziGEDLHKYgY2IIUTA&zoom=1&tbnid=QH1DA1SAqfv_BM:&tbnh=139&tbnw=204&ei=q9IxTfvRJMWdgQfQhdi6Cw&prev=/images%3Fq%3Dquarto%2Bde%2Bcasal%26hl%3Dpt-BR%26sa%3DX%26biw%3D1024%26bih%3D649%26gbv%3D2%26tbs%3Disch:1,ic:specific,isc:red&itbs=1&iact=hc&vpx=347&vpy=157&dur=29&hovh=179&hovw=281&tx=131&ty=79&oei=q9IxTfvRJMWdgQfQhdi6Cw&esq=1&page=1&ndsp=12&ved=1t:429,r:1,s:0

Hall: ./i/ccor_amb_rs_

Cozinha: ./i/ccor_amb_rs_

Brinquedoteca: ./i/ccor_amb_rs_

Varanda: ./i/ccor_amb_rs_

Sala de jantar: ./i/ccor_amb_rs_

Escritório: ./i/ccor_amb_rs_

Home Theathe: ./i/ccor_amb_rs_

Gente, muito obrigado por lerem.
E não esqueçam do meu presente okey?
kkkk
ando pedindo demais.
kkk'
O próximo capítulo já está sendo feito pela Annietopz, esse foi feito pela Heellinha, ou seja eu.
kkkk

Nos avisem de erros ortograficos.
Ou/E deem sugestões, criticas CONSTRUTIVAS, elogios e etc. Tudo será aceito.

p.s.: O nosso tudo okey?

kkkkk

Toh de bom humor hoje.

Okey,okey, vou parar de gastar o tempo de vocês.

gente, o capítulo foi demorado a postar, porqe a Annietopz tava viajando e eu(heellinha) tava com preguiça. ~~qe briguem comigo qem nunca teve~~~~

Esperamos os reviews e que vocês continuem acompanhando.

;D

Beijinhoskisskiss e valeu pelo review.

(esqeci seu nome, hehe)

P.s.: Essa fic eh escrito por duas autoras qi tbm escrevem no nyah.

Heellinha:./heellinha

Annietopz: ./annietopz

História no nyah: ./historia/112361/Destinos_Tracados

Capa: /2G5q