Disclaimer: é tudo da tia meyer. Menos o Jacob. Esse ela não tira de mim.
A noiva do vampiro, por Mari Moon
-Alice, eu não posso ler a mente dela!
-Pelo amor de deus, Edward, você já é um vampirinho bem grandinho para ter crises de moral. Você está com vergonha de ler a mente de uma humana? Por favor.
Alice nem se dignou a levantar o rosto de sua leitura. Estava bastante acostumada com as lamurias do irmão para se importar.
-Não alice, eu realemente não consigo ler a mente dela. Como se houvesse uma barreira intransponível. Eu tentei, e só ouvi o silêncio.
Alice levantou o rosto, e seus olhos relampejaram. Ela odiava ser pega de surpresa. Aparentemente, a tal Violette tinha muito mais segredos do que ela previra.
-Outra coisa, Alice. O cheiro dessa menina é... pecaminoso. Eu mal pude me impedir de rasgar ela em tiras, ali, na frente de tudo e todos. Eu nunca senti isso Alice, esse impulso assassino tão violento apenas por causa de um cheiro. E você sabe que eu não sou acostumado, e nem pretendo, me conter.
Alice não respondeu. Ela estava absorta em seus próprios pensamentos, que Edward acompanhava com avidez. Ela tentava sentir o futuro, mas estava muito incerto. As decisões ainda estavam para ser feitas.
-Bom, Ed, se você acha que não consegue lidar com isso, você pode sempre devolvê-la. Mande-a de volta para a França, sob um pretexto qualquer.
Edward sabia o que a irmã estava fazendo, e não ia morder a isca. Nem que quisesse, porém, poderia mandá-la de volta para a França, sua curiosidade já estava muito aguçada para que ele simplesmente abandonasse o assunto.
-Alice, quem é ela? Eu sei que você sabe quem é.
Alice sabia que a pergunta era muito mais complexa, mas ela apenas deu um substantivo como resposta.
-Ela é sua noiva, Edward.
O vampiro franziu o rosto e olhou a irmã abandonar a biblioteca sem mais palavras. Frustado, jogou longe as botas e se serviu de Whisky da prateleira. Estando bêbado ele amortecia melhor essa vontade incontrolável de fincar suas unhas e dentes na pele alva de Violette Valmorian.
Bella se olhou de volta pelo espelho luxuoso dos aposentos reservados a ela na gigantesca mansão Cullen. Não havia do que reclamar, era um quarto amplo e bem iluminado por candelabros de prata, uma imensa varanda separada do quarto por cortinas de organza branca e uma imensa cama sem dossel com o dobro do tamanho de uma cama comum, toda coberta por cobertas creme e almofadas cor de chocolate. A penteadeira que usava era de madeira laqueada, com um gigantesco espelho oval sem adornos. Era tudo decorado com simplicidade e bom gosto, bem diferente do exagero francês a que estava acostumada. Por baixo do robe de seda não usava mais que o espartilho e a cinta liga, e os cabelos desciam livremente pelas costas, agora que ela desfizera o penteado e espalhara os grampos pelo tampo de madeira. Ia se casar em menos de uma hora.
Estava insegura, como nunca estivera na vida. Era uma situação tão nova e adversa que ela simplesmente não sabia o que fazer. As pessoas daquela casa eram quase místicas, silenciosas e pálidas como sombras, porém belas e elegantes. Falavam baixo com vozes sinuosas, e seu noivo lhe pareceu o mais misterioso de todos. Viu em seus olhos algo de assassino e algo de passional que a petrificou. Pela primeira vez, o espelho não lhe trazia conforto. Desejou estar com Jacob a seu lado, ele saberia o que dizer para conforta-la. Ele sempre sabia o que dizer para conforta-la. "Confie em seus olhos, Bella", era seu mantra.
Ela desviou os olhos do banquinho e encarou a cama, onde tinha estendido seu melhor vestido, o que costumava usar quando realmente queria assombrar. Já o usara umas vezes nas soirés francesas, e em nenhuma dela ela saira de mãos abanando. Jacob lhe comprara uma vez num arroubo de paixão. Era todo em cetim cor de marfim, porém com a barra e os detalhes do corpete em veludo preto, com uma imensa cauda francesa de rainha. E ela pretendia usa-lo em seu casamento, embora algo lhe dissese, que, por mais que ele já tivesse por demais encantado a sociedade francesa, ele não seria suficiente naquela casa.
Quase caiu do banquinho ao ouvir as batidas da porta. Levantou de um pulo e foi arrastando o robe atrás de si até a fechadura da porta. Era alice.
-Violette, querida, imaginei que você ainda não estivesse pronta.
Alice riu-se por dentro. Havia visto exatamento essa cena minutos antes. Bella a deixou passar, abrindo espaço para a cunhada e para uma imensa caixa que a mulher levava nos braços.
-Alice...?
-Desculpe, Violette... você não se importa se eu a chamar de Violette, certo? Ótimo. Enfim, eu imaginei que você não tivesse nada certo para usar, afinal, é mesmo seu casamento com um homem desconhecido... Então eu tomei a liberdade de arranjar uma coisinha.
Alice pousou sem esforço a imensa caixa sobre a cama ao lado do vestido original. Ela o olhou por alguns segundos, admirando-o. Tocou na barra para sentir a textura perfeita do veludo e a delicadeza do cetim.
-Sem dúvida, é um belíssimo vestido. Mas, sem ofensas, é um pouco francês demais não acha? Tente esse. Acho que azul vai ficar maravilhoso na sua pele.
Alice ajudou Bella a se encaixar num volumoso vestido de cetim azul petórleo, sem adorno algum além do próprio drapeado dramático do vestido. Era magnífico. Alice a deixou para chamar a criada para auxilia-la com o cabelo, deixando Bella sozinha no quarto. Ela se encarou no imenso espelho que substituia completamente uma das paredes. Sorriu de volta para a imagem, arqueando as sobrencelhas de uma forma tentadora, como só ela poderia fazer, e como ela tinha praticado tantos anos até chegar à perfeição. Naquele maravilhoso vestido podia sentir-se mais que nunca uma dama bem nascida jogada nos braços de um marido ambicioso. Sentia-se a atriz perfeita que era, estava completamente dentro da pele de Violette Valmorian.
Do outro lado da porta, Alice sorriu de volta. A moça era decididamente misteriosa, e a vampira não resistira, tivera que vesti-la de uma maneira que Edward não ia resistir. A vampira sofria a anos vendo o irmão sempre desinteressado e caótico, e aquela jovem era exatamente o que precisava para entretê-lo. O fato que ele não conseguia ler sua mente viera como um bônus inesperado, e o cheiro também, Alice se perguntava como não tinha visto isso antes, porém estava satisfeita. Ela também gostara muito da noiva de Ed, lhe seria uma ótima companhia na arte delicada que ela desenvolvera através dos anos: Jogar com Edward.
-Como ela está se sentindo?
Jasper encarou a amada de volta, entre o divertido e o zombeteiro. Divertia-se com as artes da esposa mais do que qualquer um da casa.
-Exatamente como você pediu, meu bem. Ela está completamente confiante em si mesma. Acho que podemos esperar uma noite muito interessante.
-Ah, sim isso eu posso ver. Jasper amor, você vai adorar conhecê-la. Digamos que ela é bastante única.
Jasper assentiu e beijou a vampira nos lábios, sentindo o corpo pequeno sob suas mãos. Naquele momento, a última pessoa que ele desejava ser era Edward Cullen.
-Vem, meu bem. está na hora de ir se vestir. Eu relamente preciso me livrar desse vestido.
Jasper não disse nada, apenas a seguiu na direção do quarto que dividiam, do outro lado do corredor. Queria muito ajudar a esposa a trocar de roupa, afinal, estivera fora tantos dias caçando que sentia falta de algo mais que sangue.
-Edward pelamor de deus, tenha um pouco de paciência. Até parece que você não conhece as mulheres humanas.
Ele fez uma careta para alice, se perguntando se as mulheres vampiras eram tão diferentes assim das mulheres humanas. Alice rolou os olhos e foi se encarregar dos garçons, Edward quando estava insuportável tinha a habilidade de lhe sugar as energias. Ele virou um copo de whisky; não se lembrava de estar ansioso assim em nenhum de seus outros casamentos.
Como alice se encarregara dos convites, toda a nata da sociedade londrina comparecera em peso, as mulheres provocantes em seus vestidos exagerados e os cavalheiros caçando os garçons servindo whisky em abundância. O salão estava divinamente decorado, com rosas enrosacadas nos candelabros, toalhas de seda nas mesas e um batalhão de garçons transitando pelo salão e servindo drinks em procissão. Edward não conseguia suportar o ruído incessante de pensamento fútil do salão. Desejava ver sua noiva, precisava mais do que nunca de uma alma frágil para torturar.
Quando ela surgiu no topo da escada, um clichê sempre presente nos casamentos da alta sociedade, todos esperavam que ela estivesse tímida e confusa com toda a atenção do salão, provavelmente corada e desnorteada. Em pensamento, todas as donzelas enciumadas do recinto torciam para que ela rolasse escada abaixo. Ao contrário, para a surpresa de todos (com exceção de Alice) ela estava ereta, com um discreto sorriso provocante nos lábios, bela e elegante numa confiança inabalável. O azul do vestido fazia sua pele brilhar, e os cabelos muito escuros emolduravam seu rosto alvo com perfeição. Desceu as escada sem olhar nenhuma vez para baixo, mantendo seus olhos nos de Edward, como uma hipnose, a expressão enigmática no rosto todo o tempo.
-Senhoras e cavalheiros, um brinde à mais nova integrante da familia cullen, Miss Violette!
Alice ergueu o copo que bebia, e toda a festa a imitou. Bella, na base da escada, fingiu embaraço, mas sorriu. Distinguiu seu noivo abrindo caminho com facilidade entre os convidados, andando em sua direção. Algo em seu estômago a chutou com violência, mas ela ignorou a sensação e manteve a expressão impecável.
Ele se curvou e apenas tocou sua mão com os lábios, em seguida a encarando com seus brilhantes dourados.
-Miss Violette, a senhorita está... deslumbrante.
-O senhor também está muito elegante, senhor Cullen.
-Por favor, me chame de Edward. Nós vamos nos tonar marido e mulher dentro em pouco, gostaria de evitar formalidades desnescessária.
Edward estava fascinado. Ela não tentava se esquivar, ou desviar os olhos, ou corar. Era como se não estivesse com medo. Ao contrário, ela parecia confortável e tranquila. E ele não conseguia ler suas pensamentos para saber o que ela realmente estava pensando, se ela realmente estava tão calma como aparentava. Ele era péssimo em ler as pesssoas, exatamente por que tinha o mau hábito de já ter seus pensamentos de bandeja. Ele simplesmente tinha que confiar em seus olhos, grandes, achocolatados e brilhantes. Para todos, era simples confiar no que eles diziam. Edward simplesmente não podia. Era frustante não ter certeza do que se passava por trás deles.
-Am, Edward? Acho que estão nos chamando para assinar a certidão.
Casamentos protestantes eram bem simples que os católicos, para a imensa alegria dos ingleses desde a época de Henry Tudor. Bastava assinar uma certidão na presença de uma autoridade religiosa que validasse a união. O salão ficou bastante silencioso enquanto ambos se debruçavam sobre a mesa para assinar o docuemnto. Edward assinou primeiro, passando em seguida a caneta para Bella. Foi por pouco que ela não assinou Isabella Swann ao lado do nome bem desenhado de Edward Cullen. Por fim, desenhou a caligrafia delicada de Viollete Valmorian, seguida por uma salva de palmas de todos os convidados e pela sinfonia melodiosa dos violinos. Nessa hora Edward tirou as alianças do bolso, que el ainda não vira pois foram arranjadas de última hora por Alice. Eram simples aros de prata, com brilhantes na de Violette. Logo depois, começou a valsa nupcial.
-Aceita uma dança com seu marido, Mrs. Cullen?
Bella sorriu com o nome. Agora ela era Mrs. Cullen. O nome era absurdamente melodioso, e o marido não destoava. Ela aceitou a mão que ele oferecia, se dirigindo então ao meio do salão, que subitamente se abriu num espaço vazio para que ambos pudessem dançar.
Com firmeza, Edward a enlaçou pela cintura e a deslizou suavemente pelo salão, e ela era conduzida com destreza. Doeu admitir, mas seu estranho marido dançava bem melhor que Jacob Black.
-Então, Violette, eu estava curioso.
Ele olhou bem fundo em seus olhos, e então sorriu, dando a ele permissão para continuar.
-Sua foto, no medalhão. Por que você não se parece nada com ela?
-Ah, imaginei que iria ser indagada sobre isso. Bem, Mr. Cullen...
-Edwrad, por favor.
Ela sorriu, concertando o erro sem titubear.
-Edward. Eu estou muito acostumada que me julguem pela minha aparência. Era sempre assim na França. Eu queria que pelo menos meu marido não fosse se casar comigo simplesente por que eu tenho esse rosto, então eu mandei a foto de outra mulher. Edward, não sabe como fiquei feliz que não tenha cancelado o casamento por causa do retrato, e espero que consiga viver com uma mulher um pouco mais bela do que esperava.
Não houve hesitação, e ele não sentiu nenhum nervosismo vindo dela, porém sem ler sua mente ele não conseguia simplesmente aceitar a verdade em suas palavras. Porém, seus olhos o olhavam com candura, a espera de uma resposta. Ele sorriu de volta para ela, intrigado.
-Sim, Violette, não vejo problema algum em passar o resto da minha vida com você.
Ele a beijou na testa, e ela sentiu a textura fria de seus lábios contra sua pele pela primeira vez. Uma carga elétrica desceu pelo seu corpo como um raio, e ela se abraçou a ele com mais vontade. A sensação era estranha, muito diferente dos abraços de Jacob Black. Sentiu como se o tivesse traindo. Nessa momento, a música cessou e uma nova começou, e outros casais se juntaram à pista de dança, dando início ao baile.
-Venha, devo te apresentar ao resto da minha família.
Edward sentiu os pensamentos de alice muito atentos à tudo que acontecia, e a ouviu o chamar mentalmente para conhecer Jasper, Emmet e Rosalie. Ofereceu o braço à esposa e a conduziu a um canto do salão, onde se encontrava sua família.
Emmet estava especialmente curioso para conhecer a nova hóspede, como uma criança com um brinquedo novo. Assim como alice, ele se divertia imensamento com os casamentos do irmão, sempre era um assunto novo numa casa por demais austera, e ele era um dos que mais se irritava com as sinfonias intermináveis do piano, por detestar sinceramente música. Ele costumava gritar para a casa toda que o problema do irmão era falta de sexo. Assim que a viu, acompanhada de Edward, sorriu e beijou sua mão.
-Encantado. Sou Emmet Cullen, a seu dispor. Me chame caso seu marido bobão não saiba o que fazer.
Ele piscou e Bella riu, divertida.
-Sou Viollete, o prazer é meu.
Edward e Rosalia rosnaram baixinho para Emmet, que casa vez se divertia mais. Rosalie não podia estar mais desineteressada, analisava exaustivamente as pregas de seu vestido carmim.
-Esta é Rosalie Hale, minha esposa.
Mesmo para alguém segura e confiante como Bella, se defrontar com uma criatura como Rosalie Hale era simplesmente um soco no estômago. Absurdamente divina, ela só lançou um olhar à humana e dobrou ligeiramente os joelhos num cumprimento debochado. Rosalie detestava cada uma das esposas, amantes e humanas que Edward ousasse dar atenção.
-Não se preocupe, não é nada pessoal, ela só não é habituada com pessoas novas na casa.
Bella assentiu, ligeiramente nervosa, transparecendo sua insegurança. Rosalie Hale era uma criatura assustadora. Edward sentiu isso, e sussurrou para ela, bem baixinho "não se preocupe".
-E por fim, Violette, esse é meu marido, Jasper Cullen.
Bella sorriu pelo apelido da cunhada, que a olhava cheia de signficância. Jasper Cullen era alto, calado e austero, e a olhava com com seus grandes olhos caramelo de um jeito intrigado, quase assustado. Perto dele a mais nova Cullen se sentiu tranquila e segura novamente, como se uma onde de bem estar a varresse. Ela sorriu e se curvou. Algo a avisou de que se ela oferecesse a mão, ela não a beijaria. A distância entre eles era intrasnponível.
-Violette, encantada.
Ela não pode deixar de notar que Edward estava ligeiramente desconfortável com a situação. Ela sorriu para ele e segurou sua mão, transmitindo uma confiança que ela não tinha. Cada um dos membros da família Cullen era assustador à sua maneira particular, e ela estava ligeiramente assustada. No que fora se meter? Teve a impressão que não estava no controle absoluto da situação, como sempre se encontarava toda vez que ia aplicar um golpe em um ricaço ou fingir que era outra pessoa para se casar. Dessa vez era diferente. Dessa vez, ela sentia que ignorava inúmeros detalhes importantes. Se jogara em um abismo, e só agora percebia isso. Porém, estava gostando bastante da queda.
-Sabe Edward, eu adoraria dançar.
O vampiro sorriu com o convite oportunuo para se livrar da família.
-Seu desejo é uma ordem, meu bem.
Passaram o resto da noite a dançar até a exaustão com Edward, se divertindo então ao dançar com Emmet, que a rodopiava com tanta violência que alguns casais se afastaram, machucados, tomando drinks e aproveitando o jantar, embora o marido tenha recusado a comida, que parecia deliciosa. Bella fez questão de ficar até o final, dançando e bebendo. Ao final da noite estava ligeiramente tonta de champagne, tropeçando vez ou outra nos inúmeros chapéus esquecidos e nos lenços caidos das senhoras coquetes.
-Hora de subir, Violette.
Bella sorriu e pegou a mão do marido, aceitando sua ajuda para subir as escadarias até seus aposentos. Edward a conduziu para o próprio quarto, como era tradição, porém ela o parou na porta.
-Edward, me desculpe, mas nós poderíamos adiar... isso? Eu estou tão cansada, e nos conhecemos hoje, e eu sou tímida para essas coisas...
Edward sorriu por fora, beijando sua mão.
-Eu espero o tempo que for preciso, Violette Cullen.
Bella sorriu, embora tenha sentido certa ironia de seu marido. Ela se curvou desejando boa noite e rumando para seus aposentos. Seria sua primeira noite como esposa de Edward Cullen. Sorriu com a ideia. Não que fosse virgem (embora soubesse fingir que o era bastante bem), mas sabia que um pouco de espera para as artes do sexo faziam dos maridos presas fáceis para os desejos de suas mulheres. Dormiu em sua imensa casa rodeada de travesseiros, sonhando com o dia seguinte.
Agora era oficialmente esposa de Edward Cullen. Fantasiou com o nome Isabella Cullen, o que mais bonito era seu nome do que o nome de Violette naquela certidão...
Oi amores! Duas semanas, olha, to atualizando rápido até hahaha´! Enfim, espero que gostem dessa fic, por que sinceramente eu estou amando escrevê-la. Já imaginei mil intrigas para ela, as armadilhas do Jacob e tal. Abaixo vai o link que eu vi num site e me inspirei pra ser o vestido da bella. é o vestido que a Dita Von Teese usa pra casar com o Marilyn Manson. Embora o casamento não tenha dado certo, eu achei o vestido um arraso haha. Muito obrigada a Auriana Cullen, Thamy S, Paloma Gomes, gby00, Ci, Lune Cullen and Liaah Taisho, LumiStewart e manucss pelos comentários! Vocês fazem com que eu escreva com tanto prazer :) Até a próxima!
Beijinhos, Mari Moon
http : / justplainunhollywood. files. wordpress. com /2009 /04/ dita. jpg (só tirar os espaços)
