TWD NÃO ME PERTENCE.

IMPORTANTE: SEXO! Fanfic para +18. Citações que envolvem violência, estupro, palavrões, alusões a lesbianismo, sangue e sexo. Obvias alusões à True Blood. Godric é o criado de Eric Northman. Entrevista com Vampiro, Dracula de Bram Stoker, Underworld e etc. Nada me pertence, é só um conglomerado de coisas que eu gosto + Carol Peletier, que eu amo. Fanfic escrito por pura diversão sem fins lucrativos.

"Carolina"

By Chibis.

Parte 3

"Eu vou te morder, vou chupar seu sangue, mas você não vai sentir dor. Você vai sentir prazer como nunca antes! Posso?" Ela perguntou, mas não esperou por uma resposta. As pupilas dilatadas de Daryl eram a resposta.

Daryl viu as presas, pontudas, afiadas, assim como as unhas que lhe arranhavam as costas. Ela não era uma mulher comum, ela era uma criatura. Talvez alguma coisa demoníaca... Ele deveria estar em pânico, mas Carol estava fazendo alguma coisa com sua feminilidade, algo tão gostoso que Daryl só conseguia se sentir bem. Deliciosamente bem, ele estava a ponto de explodir dentro dela.

"AHHhh" Carol mordeu o pescoço de Daryl enfincando seus dentes pontudos na artéria. O sangue jorrou na garganta dela ao mesmo tempo que a semente de Daryl jorrava de seu membro dentro dela. Conforme o canal de Carol o apertava em orgasmo, ele se esgotava. Êxtase, puro êxtase, como nenhum dos dois havia sentido antes.

Daryl apagou, morto para o mundo.

Carol lambeu o peito e o pescoço dele, nenhuma gota nem gotícula de sangue foi desperdiçada. Ainda sentada no colo do homem desfalecido, ela começou a sentir os efeitos do sangue fresco preenchendo suas veias.

Sentiu seu corpo amornando por dentro, as marcas de expressão desaparecendo, sua pele rejuvenescendo, e ficando com uma textura sadia. As bochechas avermelhadas, os olhos brilhantes e vivos. Seus músculos fortificando. Sua visão e audição aguçando ainda mais. O sangue humano era literalmente a fonte da juventude e vida eterna.

E ela escutou o coração de Daryl batendo bem fraco dentro do peito. O sangue era tão saboroso que ela exagerou, bebeu além do que costumava beber.

"Droga!" Carol pegou a mão do homem e a soltou. Daryl tinha força zero. Ele estava em choque hipovolêmico. Estava pálido como cera, suas mãos e seu rosto frios, e úmidos. Na ponta dos dedos Carol percebeu algumas pintas. "ARGH! Comportei-me como uma adolescente, quando foi a última vez que eu não consegui me controlar desse jeito?"

Era pra ser só uma noite de sexo e alimentação, e tchau e benção! Mas se ela deixasse Daryl ali naquela estradinha, ele morreria. O coração estava parando de bater. Carol não queria que Daryl morresse.

"Daryl..." Carol soltou o ar de uma vez. O sangue de um vampiro era sagrado, ele tinha todas as propriedades que fazia um vampiro ser eterno, e só morrer com estaca no coração. A mais importante de todas as funções, a cura.

Compartilha-lo era criar um laço eterno.

"Você vai ficar bem... Eu vou fazer com que você volte ao normal, ok?" Carol não tinha intenção de criar um novo vampiro, ela já tinha suas mãos cheias com Tyreese e Tara, então ela tinha que fazer isso enquanto o coração dele batesse em ritmo lento, mas estável. Se o coração de Daryl parasse, e ele bebesse o sangue ao mesmo tempo, Daryl se tornaria um vampiro.

"Abra a boca" Com uma gota de seu sangue Daryl sairia do choque e voltaria ao normal. Mesmo sabendo das consequências, Carol mordeu o próprio punho, abriu a boca do homem e deixou que o sangue grosso e escuro pingasse nos lábios dele.

O sangue compartilhado, agora criaria um laço. Em ambos, já que a vampira se banqueteou do sangue dele. Carol seria capaz de saber as emoções de Daryl, tesão, tristeza, alegria, medo, dor...até o final da vida dele. Daryl teria sonhos e alucinações com ela, provavelmente as fantasias mais eróticas.

"Está feito!" ...Eu não pensei que minha noite terminaria assim... Carol sentiria sede pelo seu sangue. Daryl sentiria um desejo de ser mordido e sugado.

O corpo de Daryl estava se escutou o coração voltar a bater forte, e o sangue novo sendo criado dentro da medula. As marcas das mordidas no pescoço do homem desaparecendo. Assim como as marcas de arranhadas cicatrizavam. Daryl estava novo em folha. Melhor do que antes de conhece-la, até a dor nas costas de tanto carregar peso, que o incomodava nos últimos dias tinha desaparecido.

Os olhos azuis escuros se abriram. A vampira ainda estava sentada no seu colo, com a boca e os seios manchados de sangue. Os olhos vermelhos, brilhantes. Os caninos pontudos. Ela tinha a feição preocupada. "Você está bem?" Ela perguntou.

"O que você fez comigo? Que diabos você é? O demônio ou algo assim?" Daryl colocou as duas mãos na barriga dela, afastando-a de seu pescoço. "Eu sabia que você era uma cilada"

"Bem, tudo já voltou ao normal!" Um tanto quanto decepcionada com o pânico no rosto dele, ela saiu do colo de Daryl. Ela abriu a porta do carro, carregando suas roupas junto.

"Demônia ! Você não vai me matar! Eu vou acabar com você antes. Sangue suga!" Ainda nu, Daryl puxou alguma coisa debaixo do banco do motorista.

Ele abriu a porta do carro com um chute, contornou o veiculo e parou bem na frente dela. " HEI VAMPIRA!" Um crossbow cheio de flechas mirando bem na cabeça de Carol.

Carol ignorou a ameaça e continuou a se vestir. "Se eu quisesse te matar, teria matado. E não te traria de volta como fiz... Está se sentindo forte, poderoso, rejuvenescido? É meu sangue correndo nas suas veias."

"O que? Você me transformou! DESGRAÇADA!" Daryl estava em pânico. Que tipo de reação ele deveria ter? O homem disparou uma flecha que acertaria bem no meio da testa de Carol, sem ter certeza se uma flecha daquelas matava vampiro. Mas ele não tinha estaca, nem alho, nem crucifixo. Daryl estava confuso e assustado.

Carol pulou antes que a flecha chegasse na metade do caminho. Ela a quebrou em dois pedaços. Rosnando, com os caninos a mostra e os olhos vermelhos. Ela continuou a se moveu tão rápido quanto um piscar de olhos e parou frente a frente à Daryl. Quase tocando o nariz do homem nú. Ela disse brava. "Humano! Um brinquedinho desses não vai acabar com uma vampira de 400 anos."

"400 ANOS?" Daryl estava em choque, com a velocidade dela, com a força dela, com a feição assustadora que tinha quando ficava com raiva. Ele deu dois passos para trás e apontou um dedo para ela. "Você me transformou? Eu me sinto diferente!"

A feição de Carol voltou ao normal. Ela fez um bico com a boca, e balançou a cabeça. Como uma mãe repreendendo a malcriação de uma criança teimosa.

"Não Daryl, eu não te transformei... Só bebi sangue demais, e te curei usando meu próprio sangue. Seu coração nunca parou de bater, então você ainda é humano..." Carol colocou o salto alto. "A única coisa é que... criamos um vinculo. Porque compartilhamos nossos sangues..." Carol não queria entrar em detalhes. Daryl descobriria cedo ou tarde, que raio de vinculo é esse. "Eu não faço isso para qualquer um, considere-se com sorte..."

"Como assim?" Daryl jogou o crossbow dentro do carro, já que percebeu que era inútil. Agarrou a calça jeans e a vestiu rapidamente. Nu, no meio da madrugada , em uma estradinha de terra, conversando com uma vampira...Nem Merle e suas drogas tinham um sonho tão louco.

"Olha, eu não tenho tempo pra isso!" Carol sentia o cheiro da aurora, ela precisava voltar para o hotel urgentemente. "Não se preocupe Daryl, estou deixando a cidade na próxima noite... Nosso encontro não vai passar de uma lembrança para contar para seus netos. E nosso vinculo não vai alterar muito a sua vida... Adeus Daryl Dixon!"

"Você não pode simplesmente desaparecer sem me contar porra nenhuma! Quem é você? De onde você veio?" Daryl usava os braços as mãos, frustrado com as milhares de perguntas que pipocavam dentro da sua mente.

"Adeus!" Carol piscou pra ele e sumiu, se movendo tão rápido quanto um piscar de olhos.

"HEI! ESPERA AÍ"

Ele foi deixado embasbacado no meio da estradinha de terra. Sozinho, descalço, vestido só com a calça jeans. Não fosse pelo sutiã de renda preto esquecido no banco traseiro do carro, esse encontro seria só um sonho louco.

~.~.~.~.~.~.~.~

"Onde você se meteu?" Tyreese estava na porta do hotel. Carol nunca demorava tanto tempo para voltar de suas caçadas. "Eu te chamei, mas não senti sua resposta." Devido ao vinculo que tinha com ele, Carol sentiu Tyreese a chamando, mas estava no meio de uma atividade interessante, então resolveu ignorar.

Os raios de sol estavam perigosamente aparecendo detrás das montanhas. "Não se preocupe Ty, estou bem. Só tive uma noite bem divertida e perdi a noção do tempo!" Carol entrou no quarto de hotel, agradecendo pelas janelas fechadas e os cobertores pendurados que traziam uma escuridão reconfortante para os vampiros. "E Tara?"

"Apagou. Dormindo debaixo da cama. Ela se alimentou bem na noite passada, mas não tem jeito, vampiros recém nascidos ficam muito fracos perto da aurora." Tyreese se posicionou embaixo da cama de casal, não era a coisa mais confortável, mas era o mais seguro. Ele sentia muita falta do seu caixão de alta tecnologia.

"Vai dormir Ty... Na próxima noite nós vamos seguir viagem." Carol tirou a roupa, e colocou uma camisola negra de seda que ia até o calcanhar. Ela lembrou mais uma ultima vez do gosto do tal Daryl Dixon antes de se deitar ao lado de Tyreese, embaixo da cama de casal.

Alguns segundos depois o sol já estava alto lá fora, e os vampiros em um sono profundo. Mortos para o mundo.

Daryl chegou em casa depois da sua noite louca para dar de cara com os carros de policia bloqueando a garagem de sua casa. Os policiais Rick Grimes e Shane Walsh estavam batendo na sua porta. "Mais essa...O que o Merle aprontou dessa vez?"

Ele estacionou o carro e caminhou na direção dos policiais, que eram mais do que seus conhecidos. Daryl perdeu as contas de quantas vezes pagou fiança para livrar Merle da cadeia.

"Bom dia...Seja lá o que ele aprontou, tenho certeza que..." Daryl levantou as duas mãos. Seu estado não era o dos melhores, mas como explicar o que aconteceu na noite anterior para os dois policiais.

"Noite agitada hein Dixon... Isso é marca de sangue?" Shane apontou para as manchas na calça jeans. Seu próprio sangue, é claro.

"Dessa vez estamos aqui por você Daryl Dixon...Você está preso pelo desaparecimento de Maggie Greene. Tudo que você disser pode e será usado contra você no tribunal..." Rick Grimes rapidamente dominou Daryl, que perplexo só conseguiu permitir ser algemado. Quebrar a cara de dois policiais as seis horas da manhã não ajudaria muito em sua defesa.

"Que porra é essa?! MERLEEE!" Daryl só podia rezar para que Merle tivesse sóbrio suficiente para atender sua ligação pedindo por um advogado. Sem enrolar muito, Shane e Rick enfiaram Daryl Dixon na viatura e partiram para a delegacia.

Obrigada por ler

Reviews são bem vindos

Bjs Chibis