OLÁ
ACHO QUE VOU FAZER MAIS ADAPTAÇÕES DE VEZ EM QUANDO
É MUITO LEGAL ^^
BOM, COMO EU HAVIA DITO O CAP 2 ESTA AQUI HOJE E BEM HOJE É DOMINGO
"""""DEVO INFORMAR QUE O PROXIMO CAP SERÁ POSTADO NA QUARTA-FEIRA, ENTÃO ESPEREM E VERÃO"""""
SEM MAIS PAPO
BOA LEITURA
CAPÍTULO 2
— Por que Naraku Philipos nos procuraria? — Inuyasha Fiorukis andava pela varanda de sua bela casa em Atenas e parou para observar o pai. Ele aprendera desde cedo as vantagens de parecer impas sível. — A rivalidade entre nossas famílias já dura três gerações.
— Por isso mesmo — respondeu Inu Fioru kis, com cautela. — Ele acha que chegou a hora de passar uma borracha no passado. Publicamente.
— Passar uma borracha no passado? Como as sim? Naraku Philipos é diabólico e completamente insano — estranhou Inuyasha.
Só o fato do pai estar considerando a possibilidade de recebê-lo o surpreendia. Mas ele estava envelhecendo, reconhecia Inuyasha, e deixar o comando dos negócios da família tinha sido uma perda irreparável para ele.
— Já é hora dessa briga terminar, Inuyasha. Que ro me aposentar e viver em paz com sua mãe, saben do que o que é nosso por direito, será devolvido. Não tenho mais disposição para brigas.
A idéia de estar frente a frente com seu inimigo animou Inuyasha. Era diferente do pai, adorava o confronto e toda a animosidade envolvida. Se Naraku Philipos achava que faria seu jogo habitual de intimidação, descobriria que finalmente encontrara um adversário a sua altura.
O pai pegou uns papéis.
— O acordo que ele está oferecendo é inacredi tável.
— Mais uma razão para desconfiar — acrescentou Inuyasha.
— Seria tolice não saber o que ele propõe — con tinuou o pai, medindo as palavras. — Ele pode ser o que for, mas continua sendo um grego. Não deixa de ser um elogio o convite para um encontro.
— No dia em que Naraku Philipos me fizer um elogio, é melhor ter uma arma por perto — disse Inuyasha, observando os sinais de preocupação no ros to do pai.
De repente, notou como o pai tinha envelhecido. Deu-se conta que aquela desavença era demais para ele.
— Aceitei encontrá-lo por sua causa.
O pai olhou para o filho, e Inuyasha jurou para si mesmo que terminaria de uma vez por todas com aquela disputa.
— Está certo. Já é tempo mesmo de acabar com essa história. Qual é a oferta dele? — perguntou Inuyasha, objetivo.
— Ele está devolvendo o que é seu por direito de herança. Está abrindo mão da empresa.
O pai deu uma risada amarga e jogou os papéis na mesa.
— Ou seria melhor dizer, "nossa empresa", já que foi Philipos quem trapaceou seu avô?
Philipos abrindo mão dos negócios? – Inuyasha es condeu o espanto do pai. Era simples demais.
— E em troca...
— Você casa com a neta dele — respondeu o pai, desviando o olhar.
— O senhor está brincando! — reagiu ele, sem acreditar. — Em que século estamos?
— Infelizmente, esses são os termos do acordo — concluiu o pai, reunindo os papéis.
— Então, é sério.
Não havia qualquer traço de humor em sua voz.
— Nesse caso, o senhor precisa saber que não há ninguém menos indicado para casar comigo do que alguém com sangue de Philipos.
O pai massageou a nuca, tentando se livrar da ten são.
— Inuyasha, você tem 34 anos. Já está na hora de casar. A menos que queria passar o resto da vida so zinho e sem filhos.
— É claro que quero ter filhos. O problema é a es posa. Infelizmente, gostaria que as mulheres tives sem certas qualidades que parecem não existir.
Ele lembrou da ginasta linda com quem ele passa ra as últimas noites. E da dançarina antes dela. Ne nhuma tinha conseguido manter seu interesse.
— Ora, se você não se casar por amor, que tal se casar pelo bem dos negócios? — perguntou o pai, grosseiro. — Se casar com a moça, a empresa será nossa.
— É só isso? — perguntou Fiorukis, desconfiado. — Não pode ser tão simples assim.
O pai pareceu relaxar.
— Ele está velho. A empresa enfrenta dificulda des. Existem poucos profissionais competentes para resolver os problemas, e ele sabe que você é um de les. Reconhece como você é brilhante nos negócios. O casamento garantirá o futuro financeiro da neta, no caso da empresa falir. Mas isso não acontecerá com você no comando. É uma oferta generosa.
— É justamente este ponto que me preocupa. Naraku Philipos não é conhecido pela generosidade.
— Ele está oferecendo grandes vantagens para você se casar.
— Eu preciso de vantagens enormes para me casar com uma moça que nunca vi — respondeu Inuyasha, o cérebro arguto trabalhando rápido.
Por que Philipos lhe entregaria a empresa? E por que fazia questão desse casamento?
— Está na hora de abandonar as suspeitas e apren der a confiar. Philipos começou nos negócios com meu pai e, depois, os roubou dele. Ele diz que está ar rependido pelo passado e pretende consertar tudo an tes de morrer.
O pai deu de ombros.
— Nossos advogados estão examinando os termos do acordo. Por que não deveria acreditar nele?
— Talvez porque Naraku Philipos sempre foi um megalomaníaco diabólico que só pensa em si pró prio — retrucou Inuyasha aborrecido, tirando a gra vata de seda. Ele estava tenso. A adrenalina inundava seu corpo. Quanto mais altas eram as apostas, melhor o jogo. — Será que eu preciso reavivar sua memória sobre o que ele já fez a nossa família?
— Ele está velho. Deve estar arrependido.
Inuyasha soltou uma risada.
— Arrepender-se. Aquele inescrupuloso não deve saber o que isso significa. Sou capaz de continuar com essa história só para ver qual é o jogo dele desta vez.
Inuyasha desabotoou a camisa e acenou para um dos empregados para trazer os drinques. O calor de julho em Atenas era insuportável.
— E por que será que a neta ainda não encontrou um marido? Philipos nunca comentou sobre a exis tência dela. Jamais ninguém a viu, nem ouviu falar a respeito dela. Ela é só feia, ou tem ainda alguma doença grave que transmitiria para meus descen dentes?
— Descendentes dela também — ressaltou o pai —, e até agora, você também não encontrou uma es posa.
— Não estou procurando uma esposa — acrescen tou Inuyasha gentilmente — e muito menos uma es colhida pelo meu inimigo.
O pensamento provocou risadas nele. Tinha certe za que a herdeira de Philipos devia ter algum proble ma sério, do contrário já teria se casado há muito tempo.
— Tenho certeza que ela deve ser uma moça ado rável — murmurou o pai, provocando um ar de riso no filho.
— Não concordo. Acho que ela tem duas cabeças e personalidade zero. Se fosse adorável, Philipos não a esconderia. A imprensa a perseguiria como faz co migo. Afinal, ela é extremamente rica.
— A imprensa o persegue porque você dá motivo — replicou o pai, sério — a herdeira de Philipos sempre viveu na Inglaterra.
— É na Inglaterra que existem os tablóides mais sensacionalistas do mundo — lembrou Inuyasha, franzindo a testa. — O que torna a situação ainda mais interessante. Se eles a deixaram em paz, então certamente tem duas cabeças e personalidade zero.
O pai suspirou, exasperado.
— Certamente, ela prefere ter uma vida discreta. O oposto de você. A moça estudou num colégio interno. Não sei se você se lembra, mas a mãe dela é inglesa.
— Claro que me lembro!
Inuyasha esvaziou o copo, as lembranças anuviando sua mente.
— Lembro também que ela morreu quando nosso barco explodiu. Junto com o marido, o filho único de Naraku Philipos.
Imagens vividas ressurgiram em sua mente: uma criança sem vida em seus braços, quando a puxou para a superfície da água; sangue, gritos, um verda deiro caos...
Inuyasha cerrou os dentes.
— Ela perdeu o pai e a mãe de uma vez e Philipos nos culpou pelas mortes. E agora, ele quer que eu me case com a neta dele? — perguntou, sarcástico. — Se herdou o DNA da família, é melhor dormir com uma faca embaixo do travesseiro. Não posso acreditar que o senhor aceitou essa sugestão com tanta serenidade.
— Nós também perdemos gente da família naque la explosão — lembrou o pai. — O tempo passou. Tempo suficiente. Ele agora é um velho.
— Ele é um homem mau, isso sim!
— Não fomos os responsáveis pela morte do filho dele. O tempo lhe deu a oportunidade de refletir e ele se convenceu.
Inu passou as mãos pelo rosto, visivelmente perturbado pelas lembranças daquela época.
— Ele quer que ela tenha um marido grego. Quer reconstruir sua descendência.
Inuyasha apertou os olhos e se perguntou desde quando o pai se tornara tão compreensivo. Se Phili pos queria que sua neta meio inglesa se casasse com um grego, então devia ter uma razão. E ele pretendia descobrir qual era.
— E a moça, o que ela acha? Por que concordaria com um casamento desses? Ela é a neta de Naraku Philipos. E como tal, não deve ter a estabilidade que gostaria que minha esposa tivesse.
— Pelo menos, vá conhecê-la. Você tem a opção de dizer "não"— argumentou o pai.
Inuyasha tentou acompanhar os pensamentos do pai. Era verdade que queria ter filhos e que sempre quis retomar as Indústrias Philipos para a família.
— E para ela, o que sobra? — O tom da voz era duro. — Philipos já tem a neta, eu ganho um filho e uma empre sa que por direito é nossa. E ela, o que ganha nisso?
O pai hesitou.
— Inuyasha...
— Fale logo — exigiu ele.
O pai sentia-se fraco.
— No dia do casamento você fará um depósito em dinheiro na conta dela. Um valor substancial. E este procedimento deverá se repetir todo mês durante todo o casamento.
Um silêncio tomou conta do ambiente. Depois de alguns instantes, Inuyasha soltou uma risada incré dula.
— O senhor está falando sério? A herdeira de Phi lipos quer dinheiro para casar comigo?
— Os termos financeiros são uma parte importan te do acordo.
— A mulher é mais rica que o próprio rei Midas, e mesmo assim quer mais dinheiro? — perguntou, in crédulo, Inuyasha, o temperamento mediterrâneo vindo à tona.
O pai pigarreou.
— Os termos do acordo são claros. Ela quer di nheiro.
Inuyasha foi até a beira da varanda e lançou um olhar pela cidade que tanto amava.
— Inuyasha...
Ele se virou, a expressão cínica nos olhos pretos.
— Nem sei por que não concordo logo. Todas as mulheres só estão mesmo interessadas no dinheiro, e essa, não podia ser diferente. Pelo menos ela é hones ta, qualidade a favor. Como o senhor bem disse, este é um acordo de negócios onde ambas as partes con cordam com as condições propostas.
— Do jeito que você fala, parece que ela não passa de uma moça fria e interesseira. Por que não espera para julgá-la? — implorou o pai. — Qualquer parente de Philipos estaria acostumado com uma vida rica e extravagante. A exigência pelo dinheiro pode não ser reflexo de seu caráter. Ela pode ser uma boa moça.
Inuyasha evitou relembrá-lo de que "boas mo ças" não faziam seu estilo.
— Pai, boas moças não exigem dinheiro dos futu ros maridos. E se ela é uma Philipos, deve ser perigo sa. E é melhor eu não ficar de costas para ela, nunca!
— Filho...
— Assim como o senhor, quero recuperar os negó cios da família, então vou conhecê-la porque estou intrigado. Mas não posso prometer nada — avisou Inuyasha com um sorriso, colocando o copo sobre a mesa. — Se ela vai ser a mãe dos meus filhos, preciso pelo menos saber como ela é.
— Você deve ficar calada — recomendou Naraku Philipos para Kagome enquanto o helicóptero se aproximava. — E mantenha esses seus olhos vivos fixos no chão. Você deve parecer meiga e obediente como uma moça grega. Se ficar calada até o casamento, tudo vai dar certo. Depois será tarde demais para Fiorukis mudar de idéia.
Naquele exato momento, Kagome estava mais preo cupada com seu próprio estado de espírito do que com o do candidato a noivo.
Por que eles tinham que visitá-lo na ilha particu lar? O que havia de errado com a terra firme?
Satisfeita com o fato de o helicóptero voar baixo, Kagome relaxou um pouco no assento e tentou respirar melhor. Mesmo sentindo-se relativamente segura, não conseguia afastar os olhos daquele imenso mar azul. Sempre tivera medo do mar. E custava a acredi tar que concordara com esse encontro.
Subitamente, sentiu-se apavorada. Temerosa que seu ódio pelo avô se revelasse acompanhado do des prezo que sentia por toda a família Fiorukis. E se ele souber que não posso ter filhos?
Se o avô descobrira que o acidente na infância a impedia de ser mãe, por que Inuyasha Fiorukis não poderia ter descoberto também?
— Ele não sabe de nada. Até bem pouco tempo, nem sabia que você existia. E não saberá até que vo cês estejam casados, só então descobrirá que você é estéril.
Naraku Philipos sorriu, maquiavélico.
Estava tudo errado.
Ela não devia estar fazendo isso.
E então, lembrou-se do dinheiro. Tinha que conse gui-lo. Faria qualquer coisa para isso. E afinal, será que o que ela estava fazendo era mesmo tão errado? Se Inuyasha Fiorukis fosse um homem decente e gentil, seu bom senso não permitiria que ela levasse adiante esta história de casamento, sabendo de sua infertilidade. Mas ele não possuía nenhuma das duas qualidades.
A família Fiorukis era corrupta como seu avô e Inuyasha era o mais corrupto de todos. Pelo o que sabia dele, era grego em todos os sentidos. Não tinha cons ciência, era frio e rude, igual ao seu avô. Julgando pela falta de interesse em se comprometer, certamen te não se preocupava em ter filhos. Aliás, não seria um bom pai. Dar um filho a um homem como ele se ria um erro. Talvez fosse bom para ambas as partes, reunir tantos interesses, pensou ela com alguma satis fação. Philipos e Fiorukis. Pelo menos a rivalidade seria enterrada com eles.
E todos eles tinham uma dívida com ela. Eram os responsáveis pelo acidente que destruíra sua família. A hora da justiça chegara.
No dia do casamento, Fiorukis depositaria uma grande soma em sua conta bancária e continuaria de positando enquanto o casamento durasse. O que significava que a mãe poderia fazer a operação que tanto precisava. Adeus preocupações, adeus três empre gos, adeus pobreza.
Contanto que Fiorukis não descobrisse que a mãe continuava viva.
Kagome mordeu os lábios. Se ele descobrisse, não levaria dois minutos para concluir que o avô não ti nha qualquer sentimento por ela e que o acordo era suspeito.
Ela parou na porta do helicóptero e sentiu o ar quente. Quase perguntou ao avô se ela era realmente metade grega, por que não conseguia suportar aquele calor. Preferiu ficar calada. Tinha aprendido naque les últimos dias que manter o silêncio era a melhor maneira de lidar com ele.
— Lembre-se! Você agora é uma Philipos! — re lembrou-lhe o avô, ríspido.
Kagome escondeu seu mal-estar.
— Engraçado. O senhor nunca permitiu que minha mãe usasse esse nome, mas agora que é conveniente para o senhor, quer que eu use.
— Fiorukis vai se casar com você porque você é uma Philipos — lembrou-lhe com um sorriso malig no. — Se ele soubesse que você é uma "maria-ninguém", nem chegaria perto. E pare de ficar puxando o vestido!
— Isso não é um vestido, é um pedaço de pano. Não cobre nada — respondeu ela.
— Exatamente. — O avô a observou e soltou um grunhido de satisfação. — Um homem gosta de exa minar o que está comprando. Fiorukis é esperto, mas não deixa de ser um grego com sangue nas veias. As sim que puser os olhos em você, esquecerá completa mente os negócios, pode acreditar. Faça de conta que se veste sempre assim. Nenhuma palavra sobre sua mãe. Não revele o motivo do dinheiro.
— Ele vai querer saber o motivo do casamento — retrucou Kagome, desafiando o avô.
— O ego de Inuyasha Fiorukis é maior que a pró pria Grécia. Por alguma razão insondável, as mulhe res não o deixam ficar sozinho. Provavelmente, por que é rico e bonito, uma combinação difícil de resis tir. Ele vai achar que você é mais uma na fila das esforçadas admiradoras, candidatas aos milhões que possui.
Kagome tremeu. Quanta arrogância! Ser considera da fútil por julgar um homem pela aparência e pelo bolso era um verdadeiro insulto.
— Não acho que...
— Ótimo! — interrompeu o avô. — Não quero que você ache nada. Nem ele. Você não precisa pen sar. Só precisa se deitar com ele sempre que ele qui ser. E se ele perguntar por que deseja este casamento, você vai responder que é porque ele é um dos soltei rões mais cobiçados do mundo e você está ávida por redescobrir suas raízes gregas. E se esforce para não encará-lo. Os gregos não gostam de confronto na cama.
Na cama?
Kagome sentiu-se enjoada. De alguma maneira, ti nha conseguido evitar pensar nas implicações deste casamento. Ficariam íntimos fisicamente. E aí, se lembrou das notícias sobre Fiorukis: sempre tinha três amantes ao mesmo tempo e, como compromisso não era seu forte, seria difícil que ele tivesse tempo de aparecer na sua cama, não é? Seria um marido au sente e isso interessava bastante a ela. Contanto que depositasse o dinheiro em sua conta corrente todo mês, ela ficaria mais do que feliz por não poder vê-lo.
Ela hesitou por um momento, e se não fosse o avô apressá-la para descer os degraus, teria entrado no helicóptero novamente e pedido para o piloto levá-la de volta.
Porém, foi forçada a pisar na pista de asfalto, pis cando por causa da luz forte do sol, sem perceber que estava sendo observada a distância por uma figura imponente.
Aquela situação era demais para suportar. Kagome queria parar mais uma vez, mas o avô lhe deu um pu xão para que continuasse. Ela não estava acostumada com aqueles saltos e teria levado um tombo se braços fortes não tivessem se estendido para segurá-la.
Extremamente embaraçada, Kagome murmurou um obrigada, os dedos apoiados num bíceps musculoso, enquanto tentava recuperar o equilíbrio. O rosto mo reno de um homem surgiu em sua frente e seus olhos encontraram os dele, negros como a noite. Uma sen sação estranha percorreu seu corpo e ela sentiu as fa ces arderem.
— Srta. Philipos?
Kagome levou alguns segundos para perceber que ele se dirigia a ela.
— Levanta, menina! — O tom impaciente do avô cortou seus pensamentos. — Um homem não pode fi car segurando uma mulher que tropeça por nada. E por favor! Responda quando falam com você! O que adiantou gastar tanto dinheiro em sua educação se você não consegue nem juntar as palavras para fazer uma frase?
Ela sentiu o rosto queimar pela humilhação. Kagome se aprumou e olhou para seu salvador.
— Desculpe, eu...
— Não precisa se desculpar.
Inuyasha falou em tom frio e bem pausado, mas a expressão dele observando Philipos, fez com que ela estremecesse.
Estes dois homens eram inimigos declarados...
— Sua desastrada! — O avô a olhou impaciente e virou-se para seu anfitrião. — Pode acreditar, minha neta sabe andar direito quando se concentra. Mas, como a maioria das mulheres, tem a cabeça oca.
Kagome se manteve firme para não demonstrar a rai va que sentia. Concentrou os pensamentos na mãe querida, para não voltar para o helicóptero e sair dali.
Tinha que esquecer como odiava o avô.
Esquecer como abominava a família Fiorukis.
Esquecer tudo.
A única coisa realmente importante era conseguir se casar com Inuyasha Fiorukis.
Ela salvaria a mãe. De qualquer maneira.
HUMMMMMMMM...
AS COISAS ESTÃO COMEÇANDO A CAMINHAR
EU JÁ SEI O FINAL
E TALVEZ ALGUÉM TBM JÁ TENHA LIDO, CASO JÁ, SHIII ; ) MANTENHA O SUSPENSE
AGORA AS REVIEWS:
ADAMUNARUTO: OIEEE KKKKKK... ACHO QUE ALGUNS LIVROS SÓ SE TORNAM INTERESSANTES QUANDO SÃO ADAPTADOS, É DIFERENTE, ATÉ ALGUM TEMPO ATRÁS EU NUNCA TINHA PENSADO EM FAZER UMA ADAPTAÇÃO, AI EU VI ESSA HISTÓRIA (SUSPENSE) E *POOF* SURGIU A VONTADE ^^ E AGORA ESTOU EU AQUI JUNTANDO UMA HISTORIA MUITO BOA COM PERSONAGENS MELHORES AINDA ^^ (AMOOOOO INUYASHA) POR ISSO SÓ ESCREVO HISTÓRIAS SOBRE ESSE ANIME, BOM, ESCREVI DEMAIS KKKKK.... QUE BOM QUE GOSTOU DE "AULAS GRÁTIS" É MUITO BOM SABER, KISSUS.
DANNI-CHA E SEI: HEI, TEM ALGUMA COISA DIFERENTE NO SEU NOME, ESTOU ERRADA? ESTE PERFIL É UTILIZADO POR DUAS PESSOAS? ^^. QUE BOM QUE GOSTOU E BOM COMO EU DISSE ESTOU POSTANDO MAIS UM CAP E OLHA SÓ BEM NO DOMINGO ^^ FOI O DIA MARCADO, ESPERO QUE GOSTE DESSE TAMBÉM, SEM MAIS NENHUM ASSUNTO OU PERGUNTA BESTA PARA FAZER EU FICO POR AQUI, KISSUS.
TATIANE: OLÁ, ESPERO QUE AINDA ESTEJA VIVA, PORQUE SE NÃO COMO VOCÊ VAI DESCOBRIR O QUE VEM A SEGUIR SE NÃO PUDER VER? E OLHA PELO LADO BOM, VOCÊ NÃO PRECISA MAIS ESPERAR PELO ENCONTRO DELES, JÁ ACONTECEU, MAS O MELHOR AINDA ESTA POR VIR ^^ (MISTÉRIO) KKKKKK.... KISSUS.
