Como Ganhar Um Homem
Capítulo 3 – Confusões no restaurante
O dia havia amanhecido cinzento, o céu estava completamente coberto por nuvens e as primeiras gotas de chuva já começavam a cair. Começou fraca, mas foi ficando pior até cair uma chuva bem forte. Todos chegavam ensopados à sala, inclusive Touya. O moreno estava completamente encharcado e espirrava continuamente, seu corpo estava bastante dolorido, havia dormido mal à noite.
- BOM DIA, TOUYA! – disse Nakuru enquanto pulava nas costas ensopadas do rapaz, que se sacudiu tentando se livrar dela.
- Só se for para você. – resmungou.
Ainda sorrindo a menina desceu das costas do moreno sem se deixar abalar.
- De mal humor tão cedo?
- Estou ensopado e com dor, não é o motivo suficiente para você? - disse enquanto fitava a menina.
- Que mal humorado, não precisa ser tão grosso comigo!
Nesse instante, Yukito adentra pela porta da sala, completamente seco assim como Nakuru. Os dois trocam olhares, enquanto o dele era amigável o dela era traiçoeiro.
- Bom dia! – disse a falsa identidade de Yue com o mais belo sorriso.
- Bom dia. – respondeu Nakuru com seu mais cínico sorriso.
- Bom... Atchim!
O moreno espirrou três vezes consecutivas, estava ensopado e ainda por cima o ar condicionado estava ligado.
- Touya, é melhor se trocar senão pode ficar doente... – disse o amigo com sua gentileza habitual. – Eu tenho uma camisa de reserva... – disse enquanto puxava uma peça de roupa da mochila parecendo adivinhar que aquilo ia acontecer.
- Obrigado Yuki... - disse com um pequeno sorriso, pegando a camisa e saindo em direção ao banheiro.
Nakuru fuzilou Yukito com o pior de seus olhares, mas não tirou o sorriso de sua face.
- Você é muito gentil, Yukito... - disse em tom irônico.
- Obrigado... - respondeu ingenuamente.
- Isso tudo será.. – Fez uma pausa e olhou fundo nos olhos da falsa identidade. - Por que deve sua vida aos poderes de Touya? – alfinetou.
A expressão do rapaz mudou drasticamente de gentil para surpresa, por um instante Nakuru pode ver o verdadeiro olhar do jovem: Yue. Aquele que ela mais desprezava por ter roubado os poderes de seu amado simplesmente para sobreviver.
Ela continuou encarando-o com os olhos apertados por uns segundos até que o professor entrou na sala.
- Bom dia! – cumprimentou-os o professor, de modo simpático. – Você deve ser a aluna transferida. – disse ao reparar melhor na jovem.
- Sou, sim. Nakuru Akizuki.
- Muito prazer, srta. Akizuki. Eu sou Nobuki Tashimada, professor de Direito e Economia. Espero que não tenha problemas para se adaptar.
Nesse momento, Touya retornou a sala. Nakuru não perdeu tempo e agarrou-o pelo braço puxando-o para perto.
- Não se preocupe, professor. Qualquer coisa o Touya pode me ajudar.
- Já fez amizade? – perguntou o professor agradavelmente surpreso. - Que bom!
A jovem se apertou com mais força ao braço do rapaz que tentou afastá-la discretamente.
- Bom, que tal sentarem agora para eu começar a aula?
- Sim, professor. – ela respondeu.
Ainda sem soltar do braço do moreno, ela se virou para ir para o seu lugar, mas Touya permaneceu parado.
- Se importa de me soltar?
- Não. – ela respondeu simplesmente, ainda sorrindo. Finalmente o soltou e andou cantarolando até um lugar vago.
Yukito sorria para o moreno, achava aquilo tudo muito divertido, embora as palavras de Nakuru o haviam incomodado bastante. A guardiã de Eriol, por sua vez, estava bastante animada. Arrumava em sua mente cada passo de seu plano, não dando atenção às aulas. Estava completamente aérea, até que o professor fez lhe uma pergunta.
- ...economia de um pais?
Akizuki estava completamente dispersa em seus pensamentos, todos na sala já haviam se virado para a jovem que ignorava completamente a pergunta do professor.
- Senhorita Akizuki! – chamou enquanto levantava a sobrancelha.
- Hã? Sim? - respondeu sendo tirada de sua mente.
- Eu te fiz uma pergunta... – disse o professor, parecendo levemente divertido com o ar perdido dela.
-Desculpe...
-Não deveria se distrair durante as aulas, senhorita Akizuki...
-Desculpe, qual foi a pergunta?
- Qual a influencia da política na economia de um país?
- Depende do ponto de vista... – disse com um sorriso maroto.
O professor franziu a testa e aguardou a explicação da jovem que não demorou para expor seus argumentos que não foram muito bem vindos para o educador. Aquela aula terminou e outra começou em seguida. Nessa, Yukito era o destaque, respondia todas as perguntas e participava bastante da aula. Touya apenas sorria e parabenizava o amigo em meio a vários espirros.
Era impossível negar a admiração que o moreno sentia pelo amigo e isso de certa forma a incomodava. Como ele podia gostar de alguém que roubou todos os seus poderes?
Aquela aula demorou a passar, quando finalmente acabou Nakuru decidiu se isolar, andou pela faculdade em busca de um lugar para ficar sozinha. Precisava respirar um pouco de ar puro e refletir. Andou, andou, até que chegou ao terraço do prédio, que estava trancado mas não foi difícil para a menina abrir o cadeado com um pequeno grampo. Aquele era o lugar sossegado que estava procurando.
A chuva já havia parado ,mas as nuvens cinzas permaneciam no céu, ameaçando despencar novamente. Nakuru pisava no chão molhado até chegar ao parapeito, sentando em uma beirada já seca, com os pés para baixo, podendo ver todos andando abaixo de si, como formigas. Dali podia visualizar toda a cidade de Tomoeda que nada mudara. Aquela que havia sido seu lar por um curto espaço de tempo, onde conheceu aquela que possuía as cartas e também o irmão dela que foi capaz de ocupar o coração da poderosa guardiã de Eriol.
Nakuru olhava aquele tempo nublado e lembrava de Londres, a cidade onde viveu a maior parte da sua vida e onde regressou a cerca de um ano atrás, retornando agora para o Japão juntamente com Spy e Eriol.
"Já faz bastante tempo..."
Em seguida fechou os olhos e sorriu.
- Por que não sai logo daí? - disse olhando apenas com o canto dos olhos.
- O que você veio fazer aqui? - disse alguém que parecia ter acabado de pousar ali.
- Apenas refletir... - disse sorrindo docemente.
- Não foi o que perguntei...
- Não? – Ela fez uma expressão de surpresa, enquanto se virava para o lado oposto, sentando de costas para Tomoeda. – Do que está falando então, Yue?
Era a verdadeira identidade de Yukito parada a frente de Akizuki, com um cara não muito simpática, na verdade parecia um tanto incomodado com a presença da jovem. Nakuru, entretanto, mantinha sua tranqüilidade habitual.
- Veio me cumprimentar por que voltei? – perguntou diante do silêncio do guardião.
- Não. – ele respondeu seco. – Quero saber o porquê de ter voltado ao Japão.
- Só vim passar uns tempos aqui com o Eriol.
- É melhor me dizer a verdade. – disse Yue perdendo o pouco de paciência que possui. – Se não...
- Mas é a verdade. – Yue apertou os olhos com mais força, parecia prestes a avançar sobre ela, quando ela completou: - Ou parte dela.
- O que quer dizer? – ele perguntou com os dentes cerrados.
A jovem abriu um largo sorriso.
- Não se preocupe, na hora certa você vai saber.
Antes que ele tivesse tempo de retrucar, ela se virou e rumou saltitante em direção a porta, sendo seguida pelo olhar gelado do guardião.
Quando Nakuru chegou no terceiro andar, onde teria a próxima aula, viu Matsuo virando no corredor oposto ao que ela deveria ir. Num impulso, ela resolveu segui-lo, para tentar descobrir alguma coisa a respeito dele.
Ela andou até próximo à curva, onde parou encostando-se de costas na parede. Andou devagar até a ponta e espiou "discretamente". Viu que o rapaz loiro se dirigia ao final do corredor, mas o perdeu de vista quando o mesmo entrou em uma sala. No mesmo instante, Nakuru saiu de seu esconderijo e foi averiguar. Na porta estava escrito "Anatomia".
"Anatomia...Que curso será que ele faz?"
A menina abriu a porta lentamente e espiou pela pequena fresta. Observou que todos estavam de jaleco branco e em cima da mesa, havia algo que ela não conseguia identificar, pois haviam dois rapazes na frente. O cheiro exalava de dentro pra fora, era um odor forte que fazia a jovem espirrar continuamente.
"O que será que eles estão fazendo?"
Quando os dois rapazes saíram da frente a jovem viu o que estava oculto e imediatamente deu um grito, que ecoou por toda a sala. O professor parou a sua explicação e foi em direção a porta que estava vazia. O homem levantou a sobrancelha sem entender e em seguida voltou a sua aula.
Nakuru estava de volta a seu esconderijo, com o coração a mil e a respiração acelerada. Tinha levado um susto monstruoso, vendo aquilo: um cadáver todo aberto.
Enquanto ela tentava controlar os batimentos cardíacos, viu um rapaz de jaleco passar apressado por ela. De acordo com o que imaginava, ele se dirigiu para o laboratório de anatomia. Assim que ele levou a mão à maçaneta, ela avançou em sua direção.
- EI!
Assustado, o rapaz deu um pulo atrás e a fitou com os olhos arregalados.
- Poderia me dizer que aula é essa? – ela indicou com a cabeça a porta da sala onde Matsuo estava tendo aula.
- Anatomia. – respondeu o garoto, com certo receio.
- Isso eu sei. Mas qual é o curso?
- Medicina.
Ela abriu um largo sorriso.
- Obrigada! – ela deu um rápido abraço no menino magricela. – Tchauzinho.
Ela se afastou dali sendo observada pelo garoto ainda atônito.
Dali ela se dirigiu diretamente a sala onde teria sua próxima aula. Após receber um olhar irritado do professor pelo atraso, ela se sentou num dos poucos lugares vagos que ainda restavam. As horas passaram rápidas para Nakuru, já que estava mergulhada em seus pensamentos, planejando seus próximos passos. Estava tão distraída que dessa vez nem notou os olhares de esguelha que Touya lhe lançava ou a expressão séria muito atípica do Yukito.
Ao final da aula, enquanto guardava suas coisas, Touya observava Nakuru discretamente. Desde que voltou do intervalo ela estava estranha, parecia bastante distraída. Isso intrigou o rapaz e o deixou de certa forma mais preocupado. Ela só podia estar tramando algo. Seus pensamentos logo se voltaram para sua irmã e um certo temor se apossou dele. Lamentava não ter mais seus poderes que poderiam ajudá-lo caso sua irmã estivesse em perigo.
- Vamos? – a voz gentil do Yukito o fez erguer a cabeça.
- Vamos. – Touya terminou de fechar a mochila e então deu uma última olhada na jovem que ainda estava sentada, rabiscando algo no caderno, e não parecia que fosse sair dali tão cedo.
Ele seguiu Yukito até a porta, certo de que a qualquer momento Nakuru pularia em suas costas. Antes de sair da sala, fitou-a novamente, mas não havia se movido um único centímetro, o que só inteirou sua suspeita de que algo estava terrivelmente errado.
Assim que os dois rapazes deixaram a sala, Nakuru agarrou suas coisas e disparou em direção à porta. Esperou até que eles tivessem dobrado o corredor para sair da sala e seguí-los. Tomando cuidado para não ser vista e dando uma distância segura, ela os seguiu até o portão da faculdade. Os dois amigos se despediram e cada um tomou uma direção diferente.
Nakuru se escondeu atrás de uma árvore , dando alguns minutos para seguir Touya. Não demorou para que corresse atrás do rapaz, que caminha distraidamente ou melhor sonolento pela rua. Todos que andavam na calçada achavam estranha a atitude da menina que andava, depois corria um pouco e se escondia em uma árvore próxima, ficavam até assustados.
Touya andou bastante até que chegou em um belo restaurante, diferente dos tradicionais japoneses, porém bastante refinadado. Esses estabelecimentos estavam ficando comuns no Japão moderno. O moreno cumprimentou o segurança e seguiu em frente em direção a porta de serviço localizada na parte de trás do restaurante. Akizuki esperou o rapaz entrar e resolveu seguir na mesma direção, porém foi abordada pelo segurança no caminho.
- Posso ajudá-la, senhorita? – perguntou o homem de meia idade apoiando a mão sobre o ombro da jovem que levou um tremendo susto.
- (Gota) Eu q-queria ... – gaguejou. – entrar...
- A porta principal é aquela senhorita. – apontando para duas belas portas de vidro. – Essa que estava indo, é a de serviço...
- Mas eu não vim comer...
- Então veio para quê?
- Eu vim para...- gaguejou novamente. - para...
- Entrevista?
- Hã?
- Você deve ser a nova candidata à garçonete depois que Setsuna saiu. É você?
- S-sim...
- Mesmo assim senhorita, ainda deve seguir por aquela porta.
- Mas...
- Está insegura? Não se preocupe, eu a acompanho – disse o homem com um pequeno sorriso.
"O Touya não pode me ver aqui, o que eu vou fazer?"
O homem abriu a porta dando espaço para que ela entrasse. Sem ter muita alternativa, ela entrou no que parecia ser um depósito, na direção oposta ao local onde os clientes ficavam, e o seguiu em direção a uma outra porta, de onde vinha barulho de panelas, louças e música. Ao atravessarem a porta, chegaram a um corredor e o homem a guiou até uma pequena sala, onde estava uma mulher.
- Akira essa é a nova candidata ao cargo de garçonete, eu a encontrei perdida do lado de fora do restaurante...
- Entendo. Qual o seu nome, senhorita?
- Meu nome? – Estava um pouco nervosa.
- Sim, seu nome, preciso preencher uma ficha antes de sua entrevista...
- Meu nome é...
"Pensa Nakuru, pensa..."
- Senhorita?
- Me chamo... - Estava começando a suar frio. De repente a música que vinha de um rádio na cozinha invadiu seus ouvidos e antes que pudesse raciocinar, disse o nome da cantora. - Madonna... - Passando os olhos nervosamente pela pequena sala, viu em cima da mesa uma caixa de sardinha enlata com o desenho de um peixe. - ... Fish. Madonna Fish.
- Madonna Fish? – a mulher fez uma discreta careta - É um nome bem diferente... Você não é daqui , é?
- Não, sou da Inglaterra... – disse com um sorriso que deixava claro seu nervosismo
-Entendo...
Enquanto isso, Touya estava na cozinha ajudando a preparar as refeições para os clientes, estava bastante atarefado já que um dos chefes de cozinha havia faltado por estar doente.
- Kinomoto... – Chamou um senhor já de idade, vestido com os trajes de chefe, parecia bastante experiente.
- Sim Sr. Yukona – respondeu de forma polida.
- Preciso que me faça um favor...
Nakuru foi obrigada a responder perguntas simples como: idade, onde mora, quantos anos tinha. Seriam simples se não tivesse mentido e consequentemente gaguejado em todas as respostas.
- Pronto senhorita . Peço que vá a cozinha e procure o sr. Yukona ele que será encarregado de avalia-la...
- Na cozinha?? – Sua voz soara tremula e um tanto aguda já que aquele era o provável lugar onde Touya estava.
- Não seja tímida senhorita, - interveio o segurança. - eu a acompanharei novamente...
- Mas é que...
- Vamos, não se preocupe...
Os dois seguiram para o cozinha, Nakuru foi praticamente empurrada pelo segurança até a porta, onde congelou.
- Não se preocupe, vai se sair bem. – disse o homem de uma forma bastante gentil.
- É que...
- Vamos... - E puxou a menina.
Nakuru entrou na cozinha de olhos fechados, tinha medo de encarar a face raivosa de Touya.
- Algo de errado, senhorita? - perguntou o senhor de voz trêmula.
- Sr. Yukona, essa é a nova candidata a garçonete...
Akizuki abriu os olhos, primeiro o esquerdo, depois o direito, buscando o olhar de reprovação do moreno. Seu coração estava disparado e sua respiração acelerada. Mas por algum motivo ele não se encontrava ali.
- Onde está o Touya?? – perguntou involuntariamente.
- Vejo que conhece o sr. Kinomoto, então deve ter sido indicada por ele. - disse o senhor de forma sorridente. - Eu pedi a ele que fosse ao mercado e fizesse algumas compras, mas logo ele estará de volta.
- Oh. – "Ótimo, agora só preciso sair daqui o mais rápido possível antes que ele volte."
- Como se chama?
- Er... Madonna Fish. – O homem lhe lançou um olhar estranho, que a fez acrescentar rapidamente:
- Eu sou da Inglaterra.
-Bom, a minha tarefa aqui está comprida. -Disse o segurança sorrindo-Vou voltar ao meu trabalho- Sorriu e deixou a cozinha , voltando para a porta do restaurante.
- Oh, certo. Então, srta Fish, tem alguma experiência como garçonete?
- Já trabalhei como garçonete uma vez. – respondeu com certo orgulho.
- Hm, isso é bom. Tem uma boa memória?
- Sim. - ela respondeu automaticamente, com os olhos fixos na porta.
- Qual sua disponibilidade de horários?
- Tenho o fim da tarde e a noite livres.
- Ótimo. E fins de semana?
- Indisponíveis.
O homem soltou um suspiro.
- São os dias de mais movimento.
- Eu sei, mas... – Nesse momento a porta se abriu, revelando Touya carregado de sacolas de supermercado cheias. – E-eu t-tenho que ir. – disse apressada.
Na pressa de não ser vista, não viu um rapazinho que carregava uma pilha de pratos e panelas empilhadas e estava logo atrás dela. Assim que se voltou, esbarrou nele, fazendo com que todas panelas e os pratos fossem ao chão, quebrando todos os pratos. O rapazinho ficou surpreso e ao mesmo tempo assustado e com o estrondo, todos na cozinha se voltaram para eles. Automaticamente, Nakuru pegou uma das tampas e pôs na frente de seu rosto.
- Sinto muito. – ela sussurrou para o garoto atordoado e disparou em direção à porta pela qual tinha entrado. Jogou a tampa no chão do depósito, mas só parou quando se viu do lado de fora.
Quando Touya se virou viu apenas o menino caído no chão e a pilha de panelas espalhadas e pratos quebrados. Sua face adquiriu uma expressão indeterminada, pois não entendeu bem o que aconteceu ali. Embora tivesse certeza de ouvir uma voz bastante familiar.
O segurança olhou intrigado a jovem sair do restaurante e se recostar na parede ao seu lado arfando.
- A entrevista foi tão ruim assim?
Ela tomou fôlego antes de responder, sorrindo:
- Acho que não consegui o emprego. – deu de ombros e se pôs a caminho de casa.
"Mas consegui escapar sem que ele me visse."-Pensava aliviada- E tive uma ótima idéia! –Disse para si mesma.
Akizuki caminhava cantando de volta para sua casa, de sua maneira habitual, deixando pra trás o desagradável episódio do restaurante e voltando sua mente para seus planos mirabolantes que pareciam cada vez mais próximos da realização e acima de tudo: certamente seriam bem sucedidos..
N/A:
Sesshoumaru: Então vamos publicar??
Lya: Sim.
Sesshoumaru: Temos só que colocar o N/A
Lya: Pode fazer, eu deixo. u.u
Sesshoumaru: Eu to doente!! T.T
Lya:Eu to sem criatividade e acabei de acordar!
Sesshoumaru: Eu também!
Lya: Nahhh
Sesshoumaru:
E então, temos algo em especial para dizer aos leitores?
Lya:
Não. U.u
Sesshoumaru:
Então diga criatura: "Obrigada a todos por lerem nossa fic e
espero que mandem comentários"
Lya: É isso ai
Sesshoumaru: ¬¬"
Lya: Ah! Agradecimentos especiais para quem deixou reviews! Tem que ver os nomes!
Sesshoumaru: Vê ai! Eu to doente! X.x
Lya: Seu preguiçoso. Ai estão: Tati, Natsumi Shimizudani, YumeSangai e Edu! Obrigadinha pelos comentários e espero que mandem muitos!!
Sesshoumaru: Preguiçoso nada, você que não tem boa vontade comigo T.T
Lya: (Suspira). Bem, hora de dar tchau Sesshi.
Sesshoumaru: Tchau Sesshi
Lya: ¬¬" Eu mereço... ¬¬"
