E se eu fosse você?
por Miss Dartmoor
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Disclaimer: Nada disso me pertence, mas a idéia foi minha, juro! Pena que eu anotei no guardanapo e ele saiu voando pela janela! xP Okay, sem brincadeira. Sam, Dean, e Supernatural não me pertencem!
Sinopse - E se Dean fosse Sam e Sam fosse Dean? Como seria estar no corpo do seu irmão e ter o seu irmão no seu corpo? Mesmo para eles, aquilo parecia ser inexplicável, mas tinha que ter uma saída. Até porque eles não poderiam ficar daquele jeito para sempre.
Beta: Nããão tenho! Os erros são todos meus, por mais que eu releia sempre tem aquela coisa que "escapa".
Shipper: Sam e Dean Winchester – Isso mesmo, Wincest! Pode não parecer de primeira, mas só de primeira.
N/A: O título foi tirado de um filme brasileiro, homônimo. Não sei se você reparou, de qualquer jeito, por mais incrível que pareça a idéia não veio do filme, e ele não tem nada a ver com a fanfic (Com a exceção do lance de trocar os corpos, claro).
N/A²: Essa fanfic contém Slash, contém Incesto e é tudo consensual. Se você sente que tem maturidade suficiente para ler, vá em frente, agora se você não gosta desse tipo de coisa, despreza, tem nojo e blá, blá, blá, procure outra fanfic. Para os que gostam, boa leitura! ^^
Capítulo 2.
Virou-se na cama, puxando as cobertas até a altura do pescoço. Estava sonhando, sonhando com garotas, garotas loiras e morenas, ruivas, e elas estavam fazendo tudo o que ele pedia. Quer sonho melhor que esse?
Sorriu, um sorriso bobo. Seu rosto estava meio afundado no travesseiro fofo, e ele estava deitado de lado. Aquilo era o paraíso, e estava tão bom, tão bom.
Mas então, sem explicação nenhuma e de repente, as garotas sumiram e o local mudou. Agora ele estava num quarto barato de Motel, e não no lugar chique de antes, e havia, além dele, apenas uma outra pessoa no quarto. Uma pessoa que estava de costas, sentada numa poltrona velha.
Dean franziu a testa, num sinal de confusão e foi caminhando até lá, para ver quem estava ali com ele. Quando ficou de frente para a poltrona foi que ele viu quem estava ali com ele, era seu irmão e seu irmão tinha um sorriso nos lábios, e o media com o olhar.
Dean perguntou o que ele estava fazendo lá, porque aquele sonho era dele e Sam tinha chegado ali e estava atrapalhando tudo, mas então Sam se levantou e chegou bem perto, tão perto e de uma maneira tão estranha como nunca eles ficaram antes. O clima ficou estranho, e os dois mergulharam num silêncio incômodo até que Dean sentiu o braço de Sam em volta da sua cintura, e foi puxado para perto do corpo másculo do irmão no segundo seguinte. Dean prendeu a respiração, e arregalou tanto os olhos deixando mais do que clara a sua indignação, mas se ele tinha alguma coisa para falar, essa coisa ficou esquecida.
Seu irmãozinho o puxou para perto, lhe roubando um beijo, um beijo que tirou seu fôlego, um beijo que embaralhou seus pensamentos.
O momento durou pouco, quase como se Sam quisesse deixar na boca de Dean o gostinho de "quero mais", e então Dean ainda um pouco desnorteado, abriu os olhos para encarar os olhos esverdeados de Sam.
Mas quando Dean abriu os olhos, a primeira coisa que viu não foi os olhos de Sam, e sim os seus olhos esverdeados. Aquilo o deu um susto tão grande que Dean recuou, se desvencilhando dos braços que estavam em volta da sua cintura.
Dean, logo na sua frente, sorriu, e Dean, o verdadeiro Dean, franziu totalmente a testa. Aquele era um sonho esquisito e tanto. Uma vez ele ouviu dizer que os sonhos eram coisas que ficavam na sua mente ou sei lá o que, e ele não se lembrava de alguma vez na vida ter tido vontade de beijar a si próprio, e muito menos beijar seu próprio irmão.
Quer dizer...
Dean, em frente, chegou perto de novo e Dean recuou de susto, de novo, mas dessa vez ele abriu os olhos, de novo, e deu de cara com a cama de solteiro do outro lado, arrumada.
Tinha prendido a respiração, e assim que acordou soltou a respiração de uma vez só. Estava se sentindo um pouco estranho, aquele sonho sem pé nem cabeça tinha deixado Dean um pouco estranho.
- Mas que porr...?
Ele se calou, tapou a boca com a mão e se virou, ficando de frente para o teto do quarto. Não, ele não tampou a boca e arqueou as duas sobrancelhas de susto por ter dito um palavrão, considerando a boca suja que Dean tem, falar um palavrão era algo tão normal que ele nem notava, surpreendente seria se ele não tivesse falado um palavrão.
Ele se calou porque o que ouviu não foi sua voz, foi à voz grave do seu irmão. E Dean tinha certeza que estava sozinho no quarto, não exatamente sozinho, mas seu irmão não poderia estar ali.
Sentou-se na cama de uma vez só, ainda com as mãos em frente aos lábios. A primeira coisa que viu foi um volume que eram suas pernas, e as cobertas por cima delas. Então seu olhar desceu para a sua camiseta branca e ele tomou um susto quando seu olhar parou em suas mãos.
Ele não estava aonde ele achava que estava, estava no quarto de Motel onde Sam e ele estavam hospedados, e Dean podia jurar que tinha passado a noite no quarto das garotas que ele conheceu na festa.
Mas, que seja, agora ele não estava interessado nisso, até porque olhar para aquelas mãos o fez perder o foco do pensamento, se esquecer da onde ele deveria ter acordado hoje.
As mãos eram grandes, dedos longos, mãos macias que não eram suas mãos, sem sombra de dúvidas.
Dean destampou a boca, controlando um grito abafado de susto e afastou as cobertas, dando uma boa olhada nas suas pernas, no seu corpo, vestido com o moletom e a camiseta branca que Sam costumava usar para dormir.
Dean estava mais alto, suas pernas estavam mais longas.
Uma mecha de cabelo castanho caiu em frente dos seus olhos e bloqueou sua visão. Dean moveu a mão até ela, e sentiu os fios macios do cabelo... Oh, caramba... Aquele cabelo...
Virou o rosto e quando bateu os olhos no espelho grande que tinha ali no quarto, e viu sentado na cama de Sam, não ele, Dean, e sim o próprio Sam o encarando de volta, Dean quase teve um surto e desmaiou ali e agora mesmo.
Mas ao invés disso, ele arregalou os olhos, abriu bem os olhos e levou ambas as mãos até os cabelos, sentindo a textura macia e sentindo o perfume de shampoo de tuti-frutti que era o que Sam costumava usar, que era o cheiro que Dean estava acostumado a sentir quando ficava perto demais do seu irmão.
O seu primeiro impulso foi fechar os olhos, fechar bem firme os olhos na esperança de que assim que os abrisse de novo, encontrasse o encarado do espelho o cara bonitão que ele costumava ver sempre que encarava os espelhos por aí, mas ao abrir os olhos de novo, Sam ainda estava lá olhando para ele sem entender absolutamente nada.
A sua respiração ficou rápida, agitada. Dean levou a mão ao peito e começou a respirar forte, puxando todo o ar que conseguia e o soltando segundos depois de ter respirado. Estava começando a perder o controle, sentia seu rosto esquentar e estava ficando sem fôlego, não estava conseguindo respirar. Jogou as cobertas para o lado e se levantou, e a falta de costume com um corpo tão alto quase o fez cair ao colocar os pés no chão, mas Dean conseguiu se apoiar na parede.
- Merda... – Sussurrou, ainda sem fôlego, prestes a ter uma crise respiratória. Caminhou sem jeito até o banheiro, apoiou-se no batente da porta e respirou fundo novamente, tentando controlar a respiração. Não, ele não tinha problemas respiratórios, mas aquilo estava tão bizarro e assustador que ninguém poderia culpar Dean de estar prestes a ter uma crise de desespero.
Parou em frente a pia, abriu a torneira e jogou a água gelada no rosto umas duas vezes, e então se encarou no reflexo do espelho. Ainda era Sam.
- O que...? O que é isso? – Dean ouviu a voz de Sam falar, num sussurro assustado. Recuou os passos, sentindo a parede gelada atrás dele, então ele fechou os olhos novamente e sua respiração estava se normalizando aos poucos.
Como aquilo era possível? Onde estava o seu corpo? Onde?
Abriu de novo os olhos quando pensou nisso, e começou a raciocinar com alguma calma, ou a calma que a situação o permitia ter. Se ele estava ali, se ele tinha acordado ali no corpo de Sam, e aquilo não era um sonho, então onde estava ele, digo, onde estava seu corpo e o que tinha acontecido ao seu irmão?
- Me diz que eu estou sonhando... – Ele falou novamente, sozinho. Então Dean mordeu o lábio inferior e olhou esperançoso para o braço de Sam, e antes que pudesse pensar no que estava fazendo deu um beliscão forte ali. Não, ele não acordou, apenas sentiu a dor do beliscão e deixou escapar outro palavrão. Droga, droga! Ele não estava sonhando, mas aquilo não era possível, ou era?
Era estranho, tudo estranho. Dean se sentia alto demais, sentia que tinha pernas e braços compridos demais, e levava um susto sempre que abria a boca para falar e ouvia a voz de seu irmão, era como se Sam estivesse ali. E agora, pra variar, seu braço estava doendo.
Então ele se lembrou, se lembrou das garotas. Seria possível que Sam tivesse acordado no seu corpo, que estivesse passando por aquela situação também?
Era o melhor palpite que ele tinha, e se fosse verdade, Dean sabia onde Sam estava.
xx
Suas mãos tremiam tanto que estava difícil abotoar sua camisa. Sam tentava se acalmar, desejando do fundo do coração que ele acordasse a qualquer segundo, mas parecia que não tinha chances de ser um sonho, não era, era real e ele estava mesmo no corpo de Dean.
Conseguiu abotoar o último botão com extrema dificuldade e estava segurando a sua jaqueta, ou a jaqueta de Dean, quando uma das garotas resmungou algo sem nexo e abriu os olhos, erguendo o pescoço para dar uma boa olhada em Dean.
Nesse instante Sam sentiu a respiração falhar e apertou a jaqueta com força. Estava assustado, e isso com certeza estava estampado no olhar de Dean. Estava sentindo dores na extensão dos olhos e as suas mãos ainda tremiam, seu corpo todo tremia, pra falar a verdade.
- Dean, o que foi? – A garota perguntou, se sentando na cama e nessa hora Sam pode visualizar o corpo nu dela. Ele olhou para o chão, sentindo o rosto esquentar como brasa no fogo. Não levava o mínimo jeito para aquilo, tinha vergonha, estava se constrangendo e isso estava na cara.
A garota apenas riu.
– Acordou de ressaca? Minha cabeça também dói um pouco...
"Saia daí Sam, saia já daí".
Era a ordem que seu cérebro mandava ao seu corpo, mas seu corpo se recusava a obedecer.
A garota se levantou, sem roupa nenhuma e Sam se obrigou a encarar o chão, porque se olhasse na direção dela tinha certeza que seu rosto derreteria de tão quente.
- Tem algo aqui pra gente tomar. – Ela continuou a falar, e Sam ouviu o resmungo da outra garota, a ruiva. Ela estava acordando e agora Sam estava ficando mais desesperado do que já estava.
- Eu... Eu... – Era estranho ouvir a voz de Dean de dentro. Na verdade, era estranho ouvir a voz de Dean soar tão assustada, seu irmão nunca gaguejava, ele sempre falava firme, direto, fosse pra dizer uma besteira ou pra chamar alguém de Filho da Puta, era sempre direto e firme. – Eu estou bem, só preciso ir... Eu... Eu tenho que ir.
Sam vestiu a jaqueta com alguma dificuldade, e já estava indo até a porta quando a garota segurou seu braço.
- Mas já? – Ela parecia chateada, chateada da melhor transa da vida dela estar indo embora agora e pra sempre, porque ela tinha a impressão de que nunca o veria na vida, novamente.
- Não, é sério. – Sam disse, tentando se soltar do aperto da mão dela sem machucá-la, ou sem parecer rude demais. – Eu tenho um...
Compromisso. Era a palavra que completaria a sua frase, mas Sam não teve tempo de dizer tudo, alguém bateu na porta umas três vezes, com urgência, e então ele encarou a madeira velha da porta e ficou parado ali, com os olhos bem abertos e era de susto, surpresa, medo e tudo junto, fazendo seu coração disparar. A garota soltou Sam e puxou uma toalha de cima de uma cadeira e a enrolou no rosto, indo abrir a porta em seguida.
Ele teria agradecido se não estivesse prestes a ter um ataque de nervos.
Sam prendeu a respiração. Ele estava mais para o lado, de forma que não podia ver quem estava ali.
- Hey... Olá... – Ela cumprimentou, um pouco incerta. – Não é uma boa hora para visitas...
Ela estava deixando apenas uma parte da porta aberta, o suficiente para o visitante não ver nem a garota que continuava a dormir, e nem o corpo de Dean parado, estático, encarando a garota sem saber o que fazer, sem saber que reação ter. Sam ainda não tinha digerido a novidade.
- Ah, imagino... Eu sou o Sam. Acho que meu irmão está aí com vocês e... Bem, nós temos um trabalho pra fazer agora e o nosso chefe vai nos matar se chegarmos atrasados... Sabe como é.. – A pessoa disse, numa voz calma, séria.
Sam sentiu o coração bater mais rápido, piscou forte umas três vezes e soltou a respiração que tinha prendido. Não sabia como descrever a sensação que sentiu ao ouvir a si próprio falando, ouvir sua própria voz, de "fora". A entoação grave, firme, mas não parecia ser ele falando, estava diferente, não era ele.
E é claro que não era.
A garota mordeu o lábio inferior e olhou para Dean, o Sam, e então para o Sam, que no caso era Dean.
- Ah... Então é por isso que ele está tão apressado. – Ela abriu mais a porta, e Sam levou a mão à boca e abafou o grito de susto que entalou na garganta. Estava olhando para si mesmo, de frente, como num espelho, só que ao vivo, difícil explicar. Estava usando seu jeans, sua camisa, e estava usando uma jaqueta que não era sua, era de Dean. Seu corpo tinha nos lábios um sorriso sarcástico, um sorriso levemente puxado para o lado que não combinava com o seu ar de bom moço.
- Hey Dean, melhor irmos rápido, não é? – Dean disse, seu irmão disse, no seu corpo, tão irônico como se achasse algo engraçado, e aquilo não tinha a mínima graça. Sam piscou, voltando a Terra, voltando ao quarto e balançou a cabeça levando a mão ao cabelo curto, arrepiado, e olhou para a garota. Ele tentou sorrir num gesto de despedida, porque ela sorria para ele, mas algo subiu a sua garganta e ele teve a impressão de que iria vomitar, e só por isso passou pelo seu irmão e saiu do quarto sem dizer uma única palavra.
Dean olhou para o seu próprio traseiro, o seu corpo caminhando para longe dali, provavelmente em direção ao quarto, como um ladrão fugindo da policia. Ele ainda sorria, e não o culpem por estar olhando para ele próprio daquele jeito, tão sem pudor, simplesmente não tinha idéia, até agora, de como era incrivelmente gostoso.
- Ele está um pouco estranho... – A garota comentou.
- Ah, não liga não Megan, ele é assim quando acorda. – Disse ainda olhando para ele mesmo, sumindo do seu campo de visão. Então voltou sua atenção para a garota que o olhava com o cenho franzido.
- Como sabe meu nome? – Ela perguntou curiosa. – A gente se conhece?
Opa...
- Er... Não, eu... Palpite de sorte. – Dean sorriu, acenando com um sinal de cabeça e dando as costas para a garota, que deu uma boa olhada nele quando saiu. Se tivesse conhecido o irmão de Dean antes, teria proposto algo à quatro, e não só em três, porque aquele tal de Sam não era de se jogar fora.
xx
Entrou no quarto, fechou a porta e se sentou na sua cama, apoiando os cotovelos em cada joelho e fazendo menção de puxar os cabelos, mas ele não ia fazer isso.
Ouviu o som da porta se abrir e fechar e quando ergueu o rosto estava olhando para Sam, para ele, só que não era ele, era Dean. Aquilo tirou todas as suas esperanças de ser um sonho.
- Essa é uma boa hora pra gente conversar a respeito disso. – Dean disse, gesticulando com as mãos, indicando ele e Sam, na cama, aquilo era confuso.
- Eu... Como? Caramba... Como?
- Boa pergunta, mas infelizmente eu não tenho a resposta. Próxima.
- Estou falando sério, pode parar de fazer gracinhas? – Sam pediu, estava irritado. Aquilo estava confundindo sua cabeça, estava tirando seu sossego. Ouvir a sua voz falar coisas que não costumava dizer, usar um tom que ele não estava acostumado a usar, olhar para seu rosto e ver aquele sorriso típico de Dean Winchester, aquilo tudo estava fazendo seu estômago rodar.
- Sam? – Sam estava ficando pálido, na verdade Dean estava pálido. Dean, em pé, no corpo de Sam, se abaixou para ficar em frente ao seu irmão. Estava tentando manter o controle da situação, ele sempre partia para as piadinhas quando estava com medo, e mesmo que não parecesse, estava com medo agora, estava assustado demais. Ficou pior ainda quando viu o seu rosto mais branco que o normal, e Sam levou a mão à boca e parecia que estava passando mal. – Sam, você está bem?
- Não. – Sam respondeu, sem fôlego, e foi a última coisa que ele disse. Dean sentiu o peso do seu corpo, que ele não estava usando no momento, sobre o corpo de Sam, que era o corpo que ele estava usando no momento e não foi difícil segurá-lo, Sam tinha um corpo forte.
Segurou seu próprio corpo pela cintura, passou a mão pelo seu rosto, o rosto que estava acostumado a encarar quando se olhava no espelho, e ele tinha os olhos fechados agora, tinha desmaiado. Meu Deus, como aquilo era estranho!
- Ah não, agora não Sam. – Resmungou sozinho, deitando Dean na cama, ou Sam. Sentou-se ao lado, passando a mão de Sam pelo rosto de Dean, sentindo o seu cabelo arrepiado, sentindo o seu rosto. Era tão estranho, tão assustador. Mas ele tinha que ser forte, tinha que ser forte pelos dois agora, porque Sam parecia não estar lidando muito bem com a situação. E como poderia estar?
Céus, como aquilo podia ter acontecido?
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N/A: Mais um capítulo postado, espero que não tenha demorado tanto
Sy.P - Foi o que eu fiquei imaginando! xP Espero que tenha gostado da reação do Dean, eu meio que me lembrei do episódio em que ele "perde" o carro... Ops... OO Espero que vc tenha assistido esse! auhaahuahaua Beeeijos, obrigada pela review!
Aniannka - Não, ele não terá acesso, o que é uma pena, né? hahaha Ele só está com o corpo "emprestado". E o que ele fará no corpo do Sam? Surpresa! Ia perder a graça se eu contasse xP Obrigada pela review, um beijo!
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Espero que vocês estejam gostando da fanfic, e lembrem-se: Miss Dartmoor é movida a review! Fica a dica hahaha xD Caso esteja lendo por aí, não custa nada pegar 1 minutinho do seu tempo pra me fazer feliz deixando uma review, né? .
Até a próxima!
