Lê: Não me matem!!!!!!!!!!!!!!!! Um milhão de desculpas pela demora!!!!!!!! A culpa não é da Ana, é da inútil aqui!!!!!!!
Ana: Inútil, você faz toda a fic, eu... É impossível dizer que essa fic é minha também, mas mesmo assim, só dei algumas idéias... Deixa pra lá...
Beyblade não nos pertence. Nem nunca pertenceu. Nem nunca vai pertencer. Bom, vocês sacaram.
Ihmissusi
- E aí, o que acha? – perguntou Ana, que tinha esquecido o mau humor. Eles estavam num depósito abandonado, escuro e muito sujo.
- Nojento – disse Kai, com sinceridade e nojo.
- Ah, deixa de ser mal agradecido! – replicou a garota, e foi atrás da acender as luzes.
- Não se preocupe, podemos dar um jeito – disse Komaki ao garoto gentilmente, e foi atrás da amiga. Kai seguiu as duas com o olhar. Para ele, elas eram muito estranhas. Decerto, ninguém em sua "casa" o tratava assim. Todos eram muito polidos com ele, menos seu professor e seu avô, que eram, e não havia outra palavra para descrever, cruéis. Mas ninguém era como aquela menina loira, que o tratava com um igual. Nem como a outra, de cabelos castanho-escuros, que era gentil. Será que era isso amizade? Será que havia encontrado logo no primeiro dia? Talvez, mas sua experiência de vida lhe dizia para não ser otimista.
- Ei, Kakai! Vai ficar aí a noite inteira? – gritou Ana, que já tinha subido para o segundo andar.
- O nome é KAI!!!!!!!!!! – ele gritou, indo atrás dela.
xX Algum tempo depois Xx
A faxina estava indo relativamente bem. Bom, pelo menos, já dava para ver o chão, que antes estava coberto de poeira.
- Não dá!!!!!!! Isso não vai ficar limpo NUNCA!!! – reclamou Kai, cansando e coberto de poeira e suor.
- Não seja pessimista, Kakai! – exclamou Ana, apesar de estar sentada no chão e encostada na parede recuperando o fôlego.
- Não estou sendo pessimista, estou sendo realista! – ele replicou, abrindo os braços e mostrando a enormidade do lugar que ainda estava sujo.
- Os dois estão certos – falou rapidamente Komaki, para impedir uma briga mais séria – Por hoje tá bom, tem espaço suficiente para pôr um colchão para você dormir. Agora vamos pra casa da Ana. Lá tem um computador pra eu fazer seu registro e tem também um colchonete de quando eu fui dormir lá.
xX No apartamento de Ana Xx
- Ok... Já estou no sistema de computadores da cidade. Kai... Como se escreve seu sobrenome?
- H-I-W-A-T-A-R-I – soletrou.
- Certo. Data de nascimento?
- 17 de Agosto de... – ele parou de repente.
- De 1990, né? Você tem a mesma idade que a gente! – completou Ana.
- É... Precisa de mais alguma coisa?
- Bom, muitas... Como seus pais se chamavam?
- Kurt e Irina Hiwatari.
- Bom, eu não posso botar aqui que você é japonês... Seria muito fácil descobrir a farsa. Mas com esses nomes... – Komaki assumiu um ar pensativo por alguns instantes – A não ser que... Bom, ninguém vai desconfiar que você não é russo...
- Rússia? Boa idéia!! Assim, se eles forem conferir, a gente pelo menos tem tempo de dar um jeito... Informações desse tipo não podem chegar tão rápido! Podem? – perguntou Ana a amiga.
- Não podem não. Bom, agora você já está registrado... E legalizado no Japão! Só falta matricular você na escola... Ei Ana, você acha que consegue imitar a assinatura da minha mãe? Assim a gente pode fingir que ele é filho de uma amiga dela a quem ela recomendou a escola...
- Se eu ACHO que consigo? Fala sério, Maki! Assim você me ofende – ela falou, fazendo pose.
- Bem que eu suspeitei... Você tem mesmo cara de delinqüente... – comentou Kai como quem não que nada.
- Nem vou comentar ¬¬. EI!!! – ela completou, olhando acusadoramente para Komaki.
- Eu não to rindo, não... É só impressão sua... – falou a garota, virada para o computador e tentando segurar o riso.
- Impressão uma ova ¬¬
- . foi mal, Ana.
- Aff... Na boa.
- Vocês são sempre assim? – perguntou Kai, meio confuso.
- Assim como? – perguntou Komaki a ele sem entender.
- Lindas? Maravilhosas? Tudo de bom? Geniais? O máximo? Porque a gente é tudo isso, sim – completou Ana inocentemente.
- Não – negou o garoto – Assim... Não sei explicar! É que vocês ridicularizam uma a outra, mas depois riem e tá tudo bem! Nem pedem desculpas!
- É que ela é minha amiga – disseram as duas em uníssono, sorrindo.
- Então amizade é isso? Insultar a pessoa sem ter que pedir desculpas?
- Claro que não! – replicou Komaki rindo. Kai estranhou, mas não disse nada – Claro, a gente brinca, mas tudo tem limite!
- Então o que é amizade? – teimou o garoto.
- Amizade é... É poder contar com alguém em todas as horas, é ter alguém pra dividir as alegrias e as tristezas, é nunca estar sozinho, é...
- É tudo – completou Ana.
xX No dia seguinte Xx
Ana e Kai estavam sentados numa mesa pequena na minúscula cozinha-sala-quarto da garota. Ele estava absorto em pensamentos e ela parecia um zumbi ou coisa parecida, agindo no piloto automático. A atenção dos dois foi chamada quando a campainha tocou.
- Tem uma chave reserva embaixo do tapete! – Ana gritou, meio com raiva do barulho. A porta foi destrancada e Komaki entrou já pronta pra escola.
- Bom dia! Olha Kai, ontem quando eu voltei pra casa eu procurei numas caixas de coisas pra caridade que a mamãe tinha separado e peguei essas roupas... Eram do meu irmão, ele tá na faculdade e isso nem mesmo cabe nele... Mas em você vão ficar perfeitas! E Ana, no caminho pra cá eu passei no Joe's... – ela continuou, virando-se para a amiga e estendendo um copo descartável que fumegava. Os olhos de Ana brilharam quando viu o copinho.
- Cafeína!!! Graça a Deus – ela exclamou puxando a embalagem da mão da outra garota – Finalmente! – falou depois de tomar alguns goles – Kakai, pode se trocar no banheiro. Ia ser esquisito se você fosse pra escola no primeiro dia com a farda nova da equipe de esportes.
O garoto nem mesmo se deu ao trabalho de corrigir a garota. Nunca havia ido a uma escola na vida e a experiência seria interessante.
xX Na sala de espera da diretora Xx
- Lembre-se Kai: você é filho de uma grande amiga da minha mãe e veio da Rússia estudar aqui no Japão – alertou-o Komaki pela milésima vez. O garoto fez que sim e voltou a se concentrar na porta onde se lia "Sr. Kuragi, Diretor". A voz enjoativa da secretária o tirou de seus pensamentos.
- Podem entrar, queridos... – disse a mulher de uns trinta anos, usando um terninho rosa claro, os cabelos cor de rato presos num coque e óculos com pequenos cristais na armação.
- Obrigada, senhorita Ryona – agradeceu Komaki educademente.
- De nada, querida! – respondeu a mulher, sorrindo.
A primeira impressão que Kai teve ao ver o diretor do colégio sentado na cadeira em frente a ele foi de um tomate. Muito alto e alguns quilos acima do peso, sem falar no rosto sempre vermelho vivo de tanto gritar e se estressar com os alunos, era mesmo um tomate que Hoshito Kuragi lembrava.
- Senhorita Watanuki, a que devo a honra? Há algum problema? – perguntou à garota – Quem é esse jovem? – completou, ao notar a presença de Kai.
- Não senhor, de forma alguma... Esse é Kai Hiwatari, filho de uma grande amiga de minha mãe. Ele é russo, mas os pais o mandaram para o Japão para completar os estudos... Tenho aqui uma carta da minha mãe que explica tudo – disse, estendendo a carta que Ana havia escrito – O Sr. Hiwatari chegou ontem ao Japão, e infelizmente não teve tempo de providenciar o uniforme ainda... Mas é um profundo desejo de seus pais que ele comece a estudar o quanto antes. Aqui estão todos os documentos dele, assim como os históricos escolares – continuou, estendendo uma pasta com todos os documentos falsos que havia feitos para o garoto. O diretor pegou-os da mão dela e os examinou.
- Ora, ora, mas vejam só! Você tem notas exemplares, Sr. Hiwatari! É sempre bom ter alunos como você aqui! Infelizmente, apenas uns poucos, como a Srta. Watanuki aqui, possuem um desempenho acadêmico tão bom! Não espero nada menos que o melhor do senhor.
- É claro que não, senhor. Será uma honra estudar aqui – disse o garoto polidamente.
- Ótimo, ótimo. O senhor pode começar hoje mesmo. Uma pena que a sala C está cheia... Não poderei botar você na mesma sala que a Srta. Watanuki...
- Porque não o põe na sala A, diretor? Talvez ele consiga controlar o Tyson, o Daichi e a Ana... O senhor vive dizendo que eles não tem jeito! – acrescentou Komaki rapidamente.
- Ótima idéia! O senhor vai ficar na sala A... Srta. Watanuki, pode ir para sua sala. Não se preocupe, eu mesmo levarei seu amigo até a sala e apresentarei a seus novos colegas!
- Muito obrigada, senhor – agradeceu – Tenha um bom dia – acrescentou, e saiu, depois de lançar um olhar de boa sorte ao garoto. Conhecendo o pessoal da sala A, ele ia precisar, e muito.
xXoOoXx
Lê: Esse foi o capítulo 3. O 4 não vai demorar tanto, prometo! Agora, as reviews!
Nandinha Da Vinci:A gente não vai mais demorar a postar, sério! E sobre as confusões... Pode apostar!
Io-chan: Bom... Espero que o quatro também esteja, né? Hehehe
Helena Hiwatri: Viva o Kakai, com certeza!!!! Espero que tenha gostado desse capítulo também!
Atsuko Tenshi: Não morra!!! Já postamos E a tendência é o Kai ficar cada vez mais fofo!!
Final Fairy: O cap.3, finalmente!!!!!!!!! Tomara que você não tenha esperado muito... E que tenha gostado desse cap. Também!
Beijos pra todas!! O Kakai também tá mandando :DD
Ana: Aff... Agora que ela agradeceu as reviews... Bem, vou dar meu tchau filosofal... "Nas horas difíceis da vida, você deve levantar a cabeça, estufar o peito e dizer de boca cheia... agora fudeu!!!" tchau!!!
