Minna-san!!! Finalmente capítulo 3! E que capítulo imenso!!! Arigatou aos que estão gostando, comentando, deixando reviews ou apenas acompanhando! ^__^/ Bleach e seus personagens não me pertencem, e sim a Kubo-sensei! Se me pertencessem, Ichiruki já estariam de lua-de-mel no México! XD
Entre o Amor e a Razão
By: Michele P. Rommel – Mi Yuuki X
Pairings: Ichiruki entre outros.
Capítulo 3 – Aproximação
O "expediente" na Seireitei terminara mais cedo naquele dia. A Seireitei, a corte das almas puras, a área cercada da miséria de Rukongai e habitada apenas por shinigamis e nobres era conhecida por não parar. Havia movimento quase que todo o tempo entre os esquadrões, diminuindo um pouco a noite, quando apenas alguns guardas de patentes mais baixas ficavam de vigia, exceto houvesse alguma emergência.
Mas havia outro motivo para a quietude. Um baile seria dado em comemoração ao aniversário de uma nobre, coincidentemente esta um alto posto do juusanbantai. Desde o casamento de Kuchiki Byakuya, não havia comemoração sequer naquela mansão. Era algo inédito e até mesmo os plebeus de Rukongai estavam um pouco alvoroçados, pois rumores ocorriam que seria uma imensa festa, atraindo atenção de todos. Ele vestia um kimono azul marinho elegante e sofisticado, porém extremamente discreto.
Já passava das seis da noite quando a mansão já se encontrava repleta de seus convidados. Byakuya ia um a um cumprimentando, como a tradição dizia que o anfitrião devia fazê-lo, até mesmo aqueles que não fazia muita questão, alguns oficiais de posto médio. Ele avistou a pequena caçula surgindo no salão pelo corredor dos fundos.
Ela trajava o belíssimo kimono amarelo com estampas de lírios brancos por toda a sede, roupa que fora presente do tenente da sexta divisão e seu amigo, Abarai Renji.
Lembrou-se quando, ao acordar, havia ao lado de seu futon uma grande caixa com um pequeno cartão. Nele, havia escrito apenas as seguintes palavras: "Para que fique ainda mais linda...", e a assinatura do tenente ruivo. Provavelmente Byakuya havia permitido que, antes de entregar os remanescentes convites ele a deixasse seu presente. Rukia sorriu ao lembrar da gentileza de seu amigo.
Os cabelos estavam arrumados de outra maneira, ao invés de repartidos ao meio, estavam de lado, apesar de permanecer a mecha que cruzava o rosto de boneca que ela possuia. Adornado por um enfeite dourado que combinava com a coloração de seus trajes ela caminhava, apesar de tímida, radiante pelo salão da mansão.
Seus olhos passeavam ferozmente, checando se ali estavam todos os seus amigos. Os que a avistavam quando a viam em meio a multidão a cumprimentavam, fora o que acontecera com Kira Izuru, tenente do sanbantai, Hanatarou, sétimo oficial do yobantai e Hinamori, tenente do gobantai.
O kimono era um tanto quanto justo e, não estando muito acostumada a vestir algo tão feminino, algo que não fosse a hakama de seu uniforme de shinigami, ela estava um tanto quanto atrapalhada para andar. Seguiria na direção do grupo de amigos quando sentiu uma mão tocar seu ombro. No mesmo reflexo em que se virou para ver o dono do gesto, Rukia curvou-se ao reconhecê-lo.
- Konban wa, nii-sama! - cumprimentou.
- Konban wa. - respondeu ele.
Os olhos azuis de Byakuya refletiram a bela imagem da menina que tinha como irmã. Parecia tão madura, adulta, tão semelhante a... Não. Ele por si próprio balançou a cabeça em um reflexo. Um sorriso desolado cruzou seus lábios e por um instante riu de si mesmo e de sua própria situação. Novamente estava vendo outra pessoa em Rukia. Outra pessoa que nunca seria capaz de esquecer. Jamais.
- Algum problema, nii-sama? - preocupada com a reação anormal do irmão ela indagou.
- Não, nenhum. - ele respondeu em seu habitual frieza. - Apenas... quero dizer que está muito bonita esta noite.
As maçãs do rosto de Rukia arderam ao ouvir tal elogio. Perguntava-se quantas vezes ele já havia a elogiado em tantos anos em que estava sob sua tutela. Ela refletira bem e encontrara a resposta: era a primeira vez que ele a elogiava.
- Sumimasen, taichou.
E como se atendesse a um pedido divino solicitado por Rukia, Renji aparecera para salvá-la de tal constrangimento. O ruivo estava simplesmente fabuloso. Seus longos cabelos estavam soltos, dando um ar mais másculo ao rapaz. Ele trajava um kimono de tons verde-água e um hakama branco.
- Renji! - Rukia sorriu ao ver o amigo.
O mesmo foi feito por Renji. Ele suspirou ao ver a amada daquela maneira. Estava linda.
- Me permite levar a Rukia por uns instantes?
O tenente da sexta divisão perguntava de uma forma infantil que fez até mesmo Rukia soltar uma pequena risadinha. Renji não hesitava em ficar sem jeito na frente de seu irmão e, simultaneamente, na sua frente.
- Fique a vontade, Renji.
E como se não fizesse realmente a mínima questão de ter para si a companhia de Rukia, Byakuya saiu informalmente na direção onde estavam o capitão da sétima divisão, Komamura, acompanhado de seu tenente, Iba. Junto dos dois estavam Omaeda e Soi Fong, respectivamente, tenente e capitã da segunda divisão. Realmente, se Byakuya queria ficar junto de tal grupo, ele não estava ali procurando diversão alguma, pensou Renji.
- Oe, Rukia! - chamou Renji segurando-a pelo braço. - Venha ficar com a gente! Ikkaku-san e eu vamos fazer um campeonato de beber sake!
E assim o ruivo foi arrastando a garota que apenas ria da atitude dele.
- Vai ficar bêbado que quero ver o nii-sama, a bronca que ele vai dar em você! - reclamava Rukia.
- Ah, é festa. Ele não se importar! E mesmo assim, seeu ganhar, significa que eu não vou estar bêbado e...
Renji permanecera falando, mas para Rukia, um silêncio incomensurável abafou seu mundo. A música, as vozes que surgiam de cada roda de conversa que se estendia do salão principal da mansão Kuchiki até o jardim de inverno, tudo desaparecera subitamente. Se não fosse Renji estar lhe conduzindo quase que a carregando até onde seus amigos estavam, ela teria trocado seu rumo, guiada apenas pelo que sentia ao vê-lo.
Sim. Ele viera, como prometera. O rapaz de arrepiados cabelos de cor laranja e aquele expressivos e belos olhos castanhos estava lá. Vestindo um kimono verde-escuro com detalhes em tons pretos. Ele trazia em suas mãos um pequeno embrulho bem feito. Ao seu lado estavam Inoue, que vestia um belíssimo kimono cor-de-rosa e tinha seus cabelos presos em duas tranças, Sado que vestia um kimono preto bastante discreto e Ishida, trajando um kimono e hakama em um conjunto azul e branco, lembrando um pouco as cores típicas dos quincy.
- Ichigo... - ela balbuciou inconscientemente enquanto tentava desprender-se de Renji.
- Anh?!
Renji sentiu-se interrompido pela garota quando a ouviu falar algo. Olhou na mesma direção em que Rukia avistava o rapaz quando constatou que seu plano falhara.
- Ah, é o Ichigo. - suspirou ele, repleto de desagrado.
- Eu... - Rukia parecia impaciente para falar com o substituto de shinigami ao mesmo tempo em que estava constrangida em se desvencilhar do tenente de seu irmão. - Eu já vou até lá, Renji!
E ela se foi. A mão de Rukia suavemente deslizou entre seus dedos. Aquela sensação dolorosa de tê-la se separando e indo ao encontro de outro era algo que parecia persegui-lo.
- Você tem que se contentar em ser feliz vendo a felicidade dela... - ele repetiu a si próprio.
- Acha que ela será feliz com aquele idiota?
Renji não acreditara no que ouvira. Não pela voz que reconhecera proferir tais palavras. Virou-se para o lado e constatou ser realmente seu capitão. Sério o homem permanecia com os braços cruzados, observando Rukia se aproximar daquele que tanto abominava.
- Taichou? - Renji se assustou um pouco.
- Se é o que acha, Renji, está enganado. Primeiro que Rukia é uma shinigami, e esse idiota é apenas um humano. E segundo, sendo uma nobre, se algo a mais acontecesse entre os dois seria um grande escândalo. Mancharia o nome de nossa família.
- Mas, taichou, Ichigo já é bastante respeitado entre todos, até mesmo pelo sou-taichou. - com um olhar triste, mas não hesitando em encarar a verdade, Renji lembrou.
- É diferente. O relacionamento não pode ser tratado assim com tanta banalidade. Seria uma vergonha imensa. Rukia jamais seria feliz. Eu gostaria de impedir isso, mas sei que não sou capaz.
- Taichou... - Renji refletia sobre as palavras de seu capitão.
- Rukia! - Ichigo exclamou assim que a viu.
Por um instante esquecera que não era tão aberto assim para tratá-la de forma tão informal. Quase que em um instante ele trocou seu modo extremamente feliz para seu costumeiro e habitual modo indiferente.
- Ichigo! - Rukia os cumprimentou ao vê-los, curvando-se.
Ichigo teve de se conter ao vê-la tão...feminina. Via Rukia sempre de uma maneira tão casual quando não estava com suas roupas de shinigami. Estava tão linda, parecia uma verdadeira princesa. Ele apenas sorriu em admiração, a fazendo corar um pouco.
- Omedetou, Kuchiki-san! - Inoue foi a primeira a dar-lhe um apertado abraço, que fez metade do cabelo da garota ficar desarrumado. - Não repare o presente, eu mesma que fiz!!!
Rukia tentou disfarçar a expressão de temor quando ouviu que o presente havia sido preparado por Inoue. Seria uma comida estranha?
- Ei, Kuchiki-san, não repare. - Ishida timidamente a entregou uma pequena bolsa enfeitada.
- Vou abrir um por um! - anunciou ela assim que recebera o presente do amigo de óculos.
- Não esqueça do meu. - Sado pronunciou, entregando a ela uma pequena caixa.
Rukia sentou-se à beirada da varanda do jardim em volta de seus amigos para abrir os presentes recebidos. O único que não recebera, aliás, tinha sido o de Ichigo, que permanecera com seu embrulho na mão e sem ainda cumprimentá-la. Quando ela tentava encará-lo, ele desviava o olhar, como se quisesse demonstrar que não estava satisfeito com algo. Mas Rukia conhecia bem esse lado manhoso de seu amado.
O primeiro pacote que Rukia abrira tinha sido o de Inoue. Assim que a caixa foi aberta, um pote que continha uma substância de odor desagradável e coloração bizarra surpreendeu os três amigos. Segundo Inoue aquilo era um flan de feijão, uma nova receita que desenvolvera. Rukia prometeu comer mais tarde, após a festa. Logicamente ela não o faria.
O segundo presente que abrira fora o de Sado, um belo perfume mexicano. Tinha o formato de uma garrafa de Tequila.
O último, por sua vez, tinha sido o de Ishida, que arrancara suspiro não só dos amigos que estavam em volta como de todos que viram quando Rukia abrira a bolsa que embalava o presente. Era um belíssimo vestido rodado bordado à mão adornado de detalhes em flores em relevo. Uma verdadeira obra prima do nada bem dotado costureiro quincy.
Rukia agradecera a dedicação e a atenção nos presentes dados por seus amigos. Realmente ficaria muito feliz.
- Rukia, preciso ir ao banheiro. - anunciou Ichigo um tanto quanto sem graça.
- Hm? Ah, você não sabe aonde é! - Rukia compreendeu. - Bem, você segue esse corredor e a direita você vai...
- Ah, não! Eu não vou entender assim. - interrompia um morango manhoso que cruzara os braços impaciente. - Você tem que me levar até lá!
- Deixa de besteira, Kurosaki! - Ishida tentava implicar. - Peça para um dos criados e deixa a Kuchiki-san aqui.
- Não! - inflexível ele permanecera.
- Tá bom, eu te levo lá!
E um pouco irritada com a teimosia de Ichigo, ela se levantou.
- Venha.
Ela foi na frente enquanto o rapaz a seguiu.
Estava tudo tão cheio, será que não havia um lugar em que pudessem ficar a sós?
- É aqui! - Rukia anunciou após cruzarem alguns corredores.
- Aaaaah, viu? Eu nunca acharia sozinho! Sua casa é muito grande!
Ichigo observava pelo corredor externo, daquele lado do jardim não havia ninguém. Estava muito escuro, mas seria o local onde não seriam vistos.
- Ei, que lugar é esse?
E sem a menor cerimônia o rapaz pulou do tablado da varanda chegando até o outro lado do jardim. Rukia observou curiosa a atitude nada atípica, ironicamente falando, de Ichigo.
- Ei, Rukia! Venha cá! - ele chamou.
- Hm? - Rukia piscou os olhos desentendida.
Ele estendeu as mãos para que ela se apoiasse para descer do assoalho de madeira. Apesar de desconfortável, ela não saberia descrever o que sentira quando tocou as fortes e firmes mãos do rapaz.
Os tamancos que calçava pisaram na grama verde e úmida pelo sereno. Em uma atitude quase que inconsciente ela observou o céu. Estava azul, límpido, mínimas nuvens apareciam. A área onde acontecia a festa era distante o suficiente para que aquela parte do jardim ficasse num quase total escuro, iluminado apenas pelo luar. Absorta em tantos pensamentos enquanto admirava aquela imensidão, ela só se tocou que ainda estava de mãos dadas com Ichigo quando ele, a observando, lhe surpreendeu.
- Ah, me desculpe! - ela exclamou quase que arrancando a sua mão sobre a de Ichigo.
O rapaz de cabelos laranja apenas riu, dando alguns passos para trás e sentando-se sobre o tablado.
- Vem cá. - ele chamou.
Rukia se aproximou de forma suspeita. Ichigo não estava agindo como fazia normalmente. Ele sempre fora atencioso, mas estava sendo anormal. Sem recusar, ela refez seu caminho e sentou-se ao lado do mesmo.
- Seu presente. - anunciou, entregando-lhe a pequena caixinha.
- Baka! - xingou, porém com um sorriso. - Me trouxe até aqui para me dar seu presente? - indagou curiosa.
- Abre logo, vai! - ordenou um ansioso Ichigo.
Ela desfez o laço cor-de-rosa que envolvia a caixinha, depois a desembrulhou do fino e brilhante papel de presente. Dentro da caixa branca havia uma outra pequena caixinha, esta forrada de veludo e em um formato de coração. Abrira-a e encontrara o pequeno mimo, um lindo cordão com um pingente de ouro em forma de coração.
- Ichigo... - Rukia permanecera estática ao ver o presente.
- Gostou? - ele perguntou com a cara mais deslavada do mundo.
- Eu... eu... - e gaguejando ela deixava o papel e a caixa sobre seus joelhos trêmulos caírem sobre a grama. - eu adorei!
- Que bom... - Ichigo sorriu, quase que retirando um imenso peso de suas costas.
- Eu vou... - e desajeitada Rukia tentara colocar o cordão, mas fora parada por Ichigo.
- Eu coloco em você.
Ele tomou de suas mãos a pequena jóia e deu a volta, ajoelhando-se sobre a madeira, ele envolveu o cordão dourado em torno do pescoço de Rukia, que afastou os cabelos negros para ajudá-lo.
- Pronto. - anunciou Ichigo retornando a sua posição inicial.
- Arigatou. - uma tímida Rukia agradecia, suas bochechas coravam.
- Omedetou... - ele a cumprimentou em um sussurro enquanto envolvia os ombros de Rukia com seu braço. - Rukia...
O nome da garota foi pronunciado a milímetros de distância da mesma. Antes que ela percebesse, teve sua a boca encoberta pelos suaves e doces lábios de Ichigo. Ele sentia cada detalhe daqueles lábios tão finos e pequenos, fechando os olhos para sentir cada sensação que beijá-la lhe proporcionava.
Ele sentiu o pequeno corpo de Rukia tremer, o que o fez tocar seu ombro com sua outra mão. Aquilo a fez sentir uma enorme proteção, algo nunca antes sentido. Algo que era semelhante ao beijo de Ichigo. Era doce e tenro, tão suave que parecia um mero carinho em seus lábios.
Os dois se afastaram para recuperar o ar quando Rukia, de súbito, em uma reação inesperada pela parte de Ichigo se afastou imediatamente, virando-se de costas para o garoto.
- Ei, Rukia! – Ichigo a chamou, segurando seu braço.
Ela mantinha as mãos juntas ao peito, ofegante.
- O que foi? – perguntou inocente enquanto coçava a cabeça.
- Eu... Eu não queria isso. Desculpe-me. – ela se desculpou. Claro, não era isso o que ela sentia tampouco queria falar ao morango.
- Por quê?! – Ichigo questionou.
- Rukia! – ele a puxou de volta a ficar frente a frente com a garota. – Já está na cara que eu gosto de você, e você, se aceitou meu beijo, quer dizer que também sente algo por mim! Por que está dizendo isso agora?
- Não entende, baka?! – ela voltava a ficar irritada com ele, coisa que não era difícil. – Não posso ficar com você! E... que vergonha.... não devia ter feito isso! – completou ela desviando os olhos azuis dos olhos dele.
- Eu não quero nem saber se eu sou um humano e você é um shinigami! Eu não to nem aí para isso se é o que você está querendo dizer, Rukia! Mas... você tem vergonha de ter me beijado?
- Claro, baka! E pára de falar disso! – ela escondia o rosto com as mãos.
- Deixa de besteira! – ele retirou delicadamente as mãos da garota, expondo aquela face linda, bem delineada e chorosa que ela tinha naquele momento. – Ei, não fique assim.
Ela sentiu Ichigo passar as pontas dos dedos nos cantos de seus olhso fazendo-a enxugar as lágrimas.
- Não tem que ter vergonha de sentir algo por mim... – ele explicou.
- Baka! – ela continuou relutante, mas cedendo quando ele a puxou para perto em um abraço. Rukia se apoiou sobre o peito de Ichigo, sentindo o calor dos braços dele a envolver.
- Eu quero ficar com você, Rukia! – Ichigo revelou.
- Ichigo... – ela o chamou, uma expressão de angústia a dominou.- Não podemos...
- A gente vai dar um jeito...
Ela levantou o rosto ainda no abraço para encará-lo. Aquele sorriso confiante que fazia com que toda a esperança que tivesse sido varrida de sua alma retornasse firmemente. Não pôde evitar a não ser assentir e sorrir.
- O que estão fazendo aí?
Uma voz quebrara o silêncio que ficara entre os dois. Tinham sido vistos, descobertos. Realmente, Rukia tinha razão, era apenas o início dos problemas. Nenhuma desculpa valeria após vissem o beijo dos dois.
