Ual Ual Ual, estou ficando impressionada com a rapidez que estou conseguindo postar, para alegria de vcs neh...
Bom, vamos aos agradecimentos.
Fabianadat - Eu resolvi deixar o lado santinho do Lupin de lado, estava na hora de deixar ele fazer algo inusitado, o Sev realmente era mais esperado mesmo, tanto que não eh de se surpreeñder com a historia. Quanto a Lillian, eu nunca a imaginei santinha não....... então resolvi deixar assim, acho que sempre quis que ela e o Sev tivessem tido algo no passado. Bom, vc me perguntou algo que eu já havia escrito, a explicação da aparencia dele esta nesse capitulo, eh mais ou menos o que vc pensou..... Bjusssssssss
Rossonera, Calma, não morra, vc ainda não terminou de ler a fic, eu preciso de sua opinião, ela é importante demais para mim.... rsrsrs.... Bom gosto ela tem neh, nossa, eu queria ter tido essa oportunidade viu..... fiquei de boca aberta tb ...... obrigada pelo comentário.
- Fecha a boca menina, ainda tem muito pela frente, Obrigada pelo comentário
Nicky Evans - Fortissimo chega a ser pouco, que inveja que eu tenho da mae dele, queria eu deitar com eles, ops, nossa que p.......... que eu fui agora neh (é somente a verdade).Valeu pelo comentario, bjus
La Kariin - Obrigada, que bom que gostou, eu pensei que não iriam gostar, por ser mais simples e tals...... sim menina a Lily pulou a cerca. Olha com certeza eu não gostaria de saber daquela forma, mas eu odeio o Ministerio, então os colõquei como malvadões. Obrigada pelo comentario, bjus
Mara - Obrigada pela sua critica ela foi lida e compreendida.
Duda - Pode aguardar pois estou conseguindo postar rapidinho... obrigada pelo comentário.
Debbie Souz - Foi um grande choque, o Harry nunca para de sofrer, vc ja percebeu? Ele e o Sev são um poço enorme de desgraça.
Bom meninas aqui esta a fic.
Depois da verdade.
Harry mantinha a cabeça abaixada e sentia-se fora de seu próprio mundo. Sua mente não conseguia captar o restante da lembrança que ainda continuava a ser passada. Tantas perguntas rodavam em sua cabeça, tanta raiva e tantas dúvidas. A voz de Lillian começou a entrar novamente pelo seu ouvido, mesmo contra sua vontade.
- Quando você nasceu, você era tão pequeno, tão frágil, Thiago ficou maravilhado com você e eu não pude dizer a ele a verdade, por isso fiz um feitiço em você, é por isso que você é igual a ele e somente os meus olhos estão em você, eu queria que você pudesse lembrar de mim de alguma forma. Desculpe-me meu filho, eu fiz tudo que fiz por que amo você. Eu te amo Harry, por favor lembre-se disso.
O coração de Harry quase pulou fora de seu corpo tamanha a surpresa da noticia. As lágrimas desceram e o ar faltou.
- Calma Harry – Disse Dumbledore – Respire.
- Fique longe de mim
- Harry, escute...
- Não! Eu não quero escutar nada!
Por mais que não fosse culpa do diretor, por mais que não fosse culpa dele próprio, ele queria gritar com Dumbledore e com qualquer um que estava ali, queria correr o mais rápido que pudesse e se esconder no lugar mais escuro onde ele ficaria lá, junto com os ratos e as baratas, sucumbindo como um ser inexistente. Seu grito explodiu de seu peito e seu corpo bateu com força na parede. Por mais que segurasse sua cabeça com as duas mãos, ele sentia que tudo girava, que tudo rodava em sua volta. Ele iria cair.
- Meu pai é Thiago Potter! - Gritou tentando convencer a si mesmo.
Seu corpo caiu no chão duro e gelado. Tremia e arrepiava-se.
- É Thiago Potter - Repetia.
Sua visão embaçou e antes de desmaiar ele viu a silhueta de Snape o observando como se jamais o tivesse visto.
- Potter
Um homem estava bem perto dele e passava a mão com carinho em seus cabelos revoltos. Ele ouvia de longe uma voz o chamando.
- Harry
A voz começou a mudar conforme ficava mais alta.
- Harry, acorde.
Não era seu pai. Era Lupin
- Não toque em mim!
- Harry, entenda...
- Como pôde? Como pôde fazer isso? Ele era seu amigo.
- Harry por favor pare de gritar e se acalme.
- Não! Você o traiu, ERA AMIGO DELE. E você - Apontou para Snape - Você...
- Eu não era amigo do Potter - Respondeu Snape.
- Seu canalha.
Snape segurou as mãos de Harry quando o menino tentou a todo custo lhe socar, lhe bater, descontar nele a sua raiva.
- Eu não tenho culpa se seu pai deixava Lilly tão insatisfeita a ponto dela procurar outros homens para satisfazê-la.
Harry caiu novamente quando o professor o jogou longe.
- Chega - Disse Dumbledore ainda sentado em sua cadeira - Harry por favor, entendo que esteja confuso, mas precisamos terminar isso. Precisamos saber quem realmente é seu pai.
- Eu não quero saber, meu pai é um só e ele está morto.
- As coisas não são assim Harry - Explicou Dumbledore - É lei que um bruxo com suspeita tem que fazer o teste de paternidade.
- E seu eu não quiser?
- Você não tem escolha. Sinto muito Harry meu rapaz, mas é assim.
- E então o que vocês precisam? Um fio de meu cabelo, uma gota de sangue?
- Não, precisamos apenas que você guarde sua varinha na caixinha em cima da mesa e a tranque.
Harry exitou a principio, mas era Dumbledore quem estava pedindo, então ele guardou e trancou a caixinha.
- Ministro, por favor - Dumbledore indicou a caixinha e o Ministro lançou um feitiço nela - Agora Harry quero que entregue essa caixa para Lupin e depois para Severus. Eles tentarão abrir, mas somente seu pai, cujo sangue corre em suas veias, conseguirá abrir. Se ela não abrir então você é filho de Thiago Potter.
Dumbledore entregou a caixinha e Harry a pegou com as mãos trêmulas. Era bonita, negra com adornos dourados. Ele a olhou por um tempo, mas logo se dirigiu para o lupano. Lupin o olhava no fundo dos olhos e Harry viu o pedido silencioso de perdão. Perdão por algo feito a muito tempo. Ele pegou a caixinha e ainda olhando para Harry forçou a fechadura, tentou abrir, mas nada aconteceu.
Estava trancada
Não era Lupin.
Harry pegou a caixinha e entregou de qualquer jeito à Snape sem olhar para os olhos do professor. Por um momento Harry imaginou ter visto Snape tentar abrir e não conseguir, mas logo em seguida se desiludiu quando a tampinha foi aberta e a sua varinha estava brilhando ali dentro.
Snape olhava absorto para o objeto em sua mão. Não podia ser. Ele não podia ser o pai de Harry Potter, não podia, simplesmente era impossível.
Não, não era. Ele sabia que não era. Era só fazer as contas a partir do dia em que a linda mulher ruiva o convidou para sua cama em um momento sensível de sua vida.
- Severus - Chamou Dumbledore - Entregue a varinha à Harry.
Snape pegou a varinha da caixinha e foi até o menino que se encolheu em um canto da sala tentando fingir que aquilo não era verdade. O professor apontou a varinha para o menino que não olhava para ele, sua raiva era tamanha que suas mãos tremiam.
Ele pegou a varinha
Ela brilhou
Uma luz forte se levantou no ar e passou pelos corpos deles, ligando-os, unindo-os como um cordão umbilical.
- Está feito - Disse Dumbledore - A ligação entre pai e filho. Agora vocês estão unidos pela magia assim como pelo sangue.
Snape soltou imediatamente a varinha do menino e virou-se para o diretor.
- Acabou ou a festa continua?
- Continua Severus, agora que está comprovado que é você o pai de Harry, ainda temos alguns dados para resolver. Por favor sentem-se.
Harry sentou-se do lado oposto da mesa, longe de Snape, sua mente ainda estava confusa quanto a tudo que aconteceu, a tudo que descobriu. É como se ele estivesse em um mundo paralelo, um mundo diferente, um mundo só dele, onde ele possa pensar e ingerir tudo aquilo.
- Preciso que entendam - Continuou Dumbledore - Que essa noticia implica em alguns critérios importantes. A partir de hoje você Severus é o guardião legal de Harry, você é o responsável por ele, pelos atos dele, mesmo ele sendo adulto perante a lei.
" Harry, você já não tem mais ligação com Thiago Potter. Seu cofre em Gringotes será transferido para o cofre da família Snape. Suas férias serão passadas com sua nova família. Uma manchete será enviada ao Profeta Diário. E o mais importante, vocês estão ligados, qualquer dor que um sentir, o outro sentirá também. Essa é uma ligação muito forte, saibam aproveitá-la. Podem ir.
Snape foi o primeiro a levantar e sumir de vista. O ministro e seus conselheiros também se foram. No final somente Dumbledore, Harry e Lupin permaneceram na sala.
- Harry, como você está? - Perguntou Lupin exitante.
- Como acha que estou? Descobri que toda minha vida é uma mentira, que meu verdadeiro pai é uma pessoa que nem ao menos gosta de mim.
- Harry, sua vida não é uma mentira. Thiago Potter lhe amou desde que soube da gravidez de sua mãe, mesmo não sabendo que não era o pai. E quanto a Severus, peço que pense com carinho Harry, ele fez muito por você e agora fará mais ainda. Ele é seu pai Harry, tente ter um convívio bem com ele. Pode fazer isso?
- Não sei senhor
- Tente pelo menos
- Sim senhor
- Agora vamos para Hogwarts. Você precisa descansar.
Harry acompanhou Lupin e o diretor até a entrada do castelo, de lá subiu para o dormitório, estava sem fome e queria aproveitar enquanto o dormitório ainda estava vazio. Ele fechou as cortinas em volta da cama e enterrou-se nos travesseiros, socando-os, gritando, deixando o som reverberar pelas paredes nuas do quarto.
Já era manhã quando Harry pegou no sono. Ele sonhou com Lily rindo carregando-o em seus braços, ela se aproximou de uma árvore e ali no chão estava Snape sentado lendo um livro. Ele o pegou em seus braços e Harry viu que seus cabelos eram iguais aos dele.
Harry acordou suado, assustado e com frio. As cortinas de sua cama estavam abertas e entrava uma fraca luz solar pela janela onde Severus Snape se encontrava parado, olhando-o.
- O que faz aqui?
- Precisamos conversar senhor Potter.
