Ola amore, desculpe to com um bloqueio horrivel e ta bem dificil, nem pra historias novas to tendo inspiração...
agradeço os comentários e todos os favorito e também os que leram e não favoritaram, aos que estão lendo o meu muito obrigada com muito carinho


Um Youkai Complicado

Sesshoumaru estava em sua forma humanoide para tomar banho apesar de passar a maior parte do tempo como inu, ele tinha o bom senso de se transformar e manter-se limpo independente de como sua vida se tornará um inferno, entrou na água e mergulhou desfrutando da tranquilidade do lugar, já aproveitou para pescar alguns peixes para sua janta, depois de se secar sob o sol da tarde se vestiu e com os peixes limpos e espetados prontos para serem assados, ele ouviu um choro e farejou o ar aquele cheiro lhe era familiar, só podia ser…

Ele foi se aproximando aos poucos e viu ali aquela menina que tinha o mesmo cheiro daquela youkai de mais cedo.

-hn

Kagome sentiu o cheiro daquele inu, teve vontade de ir para outro lugar, mas algo dentro de si a fez ficar foi então que chorou ainda mais estava irritada com tudo, furiosa com a vida, com o destino e com o amor e tudo que ela queria naquele momento era chorar ou matar alguma coisa e aquele youkai poderia ser uma distração a calhar. Ele veio com seu 'hn' e ela rosnou, ele olhou entre divertido e desafiado seria uma boa oportunidade de esticar os nervos em uma boa luta, ela se levantou e seu rosto era um misto de lágrimas e nervoso, o rosnado veio da sua garganta como advertimento, ela não queria conversar socializar, ela só queria descontar toda sua frustração.

Lá no castelo satori observava toga agitado, queria ir atrás de kagome mas ela não deixou

-não seja tolo inu, ela precisa de um tempo, essa menina parece estar vivendo no limite e só você não percebe isso!

-não posso perdê-la… fui tão idiota a primeira vez, mas agora nao…

-do que você fala? - satori percebeu que toga olhou como se tivesse falado demais e saiu para fora.

-miroku ele sabe de alguma coisa e tá escondendo… agora o que quero saber é o que…

-acha que ele tem algo a ver com essa coisa esquisita que está rolando com a gente?

-talvez e eu vou descobrir…

-conte comigo...

Sesshoumaru com sua habitual máscara de frieza se divertia por dentro, aquela pequena youkai parecia muito nervosa e precisava extravasar então era o que daria a ela, até porque queria saber se ela era tão boa quanto quando era inu.

Kagome o atacou ele desviou, ela usou um chicote de veneno como o dele, ele também usou e ele estava tendo um tempo difícil de lidar com ela, kagome atacava insanamente sem previsão sem planejamento, não sentia às chicotadas que levou, ela estava fora de si ao perceber isso ele parou e abraçou impedindo novos ataques, ela estava de frente para ele dando socos em seu peito, mas era tão fracos que ele mal sentia e deixou até que ela se cansasse e então quando ela parou ela chorava copiosamente.

Sesshoumaru sentiu ódio por dentro de quem quer que fosse que estava fazendo aquilo com a sua inu, se ela o reconhecia como alfa então ela era sua. A pegou no colo e colocou sobre sua capa com seu mokomoko e a viu se aninhar como se fosse ficar protegida ali, acendeu a fogueira e assou os peixe e mais o coelho que caçou para interar com os peixe para os dois, em silêncio cada qual com seus pensamentos apenas se olhavam enquanto comia, depois de algum tempo ela deitou-se outra vez na capa dele e se aconchegou na mokomoko e adormeceu se sentindo segura e protegida, ele por sua vez a observava e cuidava para que ela descansasse.

Sango observava as estrelas enquanto inuyasha sentado na árvore reclamando

-inubaka o que será que houve neh?

-ela é linda e não entendo, por que se casou comigo sango?

-não sei - ela tentava se lembrar - eu sinto coração acelerado quando vejo o monge que é marido daquela youkai… acho que estou te traindo em pensamentos

-keh, se contenha por favor!

Inuyasha desceu da árvore e a pegou pela cintura e entrou para dentro da casa

Toga estava em desespero, kagome demorava mais que o normal, ele teve vários pensamentos e esses pensamentos estava deixando ele aflito

-você não vai atrás dela, cara como você é possessivo! Deixa ela… não confia no amor de vocês?

-acontece que todo mundo ta percebendo a ausência dela desde a explosão dela, se ela não tiver voltado até o amanhecer eu vou atrás dela e você não vai me impedir!

-está preocupado com só isso mesmo?

-o que quer dizer com isso?

-nada nao…

-não, não, espere não vá… não me deixe sozinha eu te amo!

Sesshoumaru percebeu que ela estava sonhando e se aproximou quando ela estendeu a mão, ele segurou e ela o abraçou, logo ela dormia serenamente.

O dia estava nascendo e ela acordou pela primeira vez descansada, espreguiçou languidamente e farejou o ar, não queria abrir os olhos tinha medo que fosse sonho e desaparecer

-você baba - ela ouviu e caiu na gargalhada

-você é um youkai estranho, eu te ataco e você reclama que eu babo?

-hn

-obrigada por cuidar de nós - ela tocou a barriga ele olhou e sem pedir tocou, seu coração palpitou ao sentir aquele filhote ali, ela apenas sorriu e colocou a mão sobre a dele, sorriu quando seus olhares se cruzaram

-o pai deve estar feliz - sesshoumaru falou com dor na voz, kagome ficou de joelhos e acariciou um pouco mais a barriga dela que não estava tão volumosa mas já estava aparecendo

-não sei, não deixo ele chegar perto - ela fechou o semblante - preciso ir, não quero ninguém atrás de mim

-quero vê-la outra vez - ele disse com calor na voz

-assim que der eu virei

Kagome se sentia mais aliviada depois daquela explosão, tomava banho tranquilamente quando a porta do quarto se abriu e toga entrou furioso

-onde você estava, porque passou a noite fora de casa? Sabe o que vão falar sobre seu comportamento inadequado?

Kagome olhou para ele com raiva e pensou em responder então se lembrou daquele estranho youkai que apesar de ser de aparência fria era caloroso e agradável, olhava para toga e tentava encontrar nele alguma coisa que a deixasse confortável e tranquila, mas não sentia nada vindo dele, suspirou se levantou da banheira e se enrolou na toalha e ficou frente a frente com ele e tristemente perguntou

-onde foi todo aquele amor que sentimos quando nos encontramos quando cai naquele poço? Onde foi parar nossas juras de amor que vivemos naquela época?

Ele a segurou nos ombros dela e a beijou, ela retribuiu.