Capítulo 3: Dependência
(Tradutora Mili YLJJ)
Edward me deixaria na casa do meu pai, mas depois de um longo beijo de despedida, ele me seguiu para dentro. Meu pai ainda não estava em casa de volta do trabalho e eu planejava começar o jantar para que estivesse pronto quando ele chegasse. Edward se ofereceu para me ajudar e eu sabia que ele tinha boas intenções, mas, em vez de ajudar, ele manteve-me dobrando contra ele e beijando o lado do meu pescoço. "Sabe o que eu acho que devemos fazer algum dia?"
"Não." Peguei uma panela, puxando-o comigo porque ele não me largava.
"Eu acho que nós precisamos fazer uma visita ao seu antigo quarto." Sua língua fez cócegas no meu pescoço até minha orelha, onde ele mordiscou e sua respiração trouxe engasgos que romperam do meu interior. Meu lado direito inteiro sentiu como se um arrepio de frio tivesse passado rapidamente de cima para baixo pelo meu corpo.
"O que há de tão importante sobre o meu antigo quarto?" Eu trouxe a panela para a pia para preenchê-la com água, arrastando Edward atrás de mim, ainda grudado a mim.
"Ah, eu não sei... o edredom roxo. Eu sempre gostei dele."
"Você o quer? Combinaria com a decoração do seu quarto. Você pode ficar com ele se você gosta tanto dele." Coloquei a panela no fogão e acionei a chama.
"Será que ele vem com você? Eu dormiria na estopa se viesse com você."
Virei-me e o abracei. "Eu também."
"Sobre o que você vai falar com o seu pai esta noite? Sobre partilharmos um quarto?"
Eu olhei para ele. "Não. Eu tenho que pedir outra coisa para ele. Talvez nós possamos esperar até o próximo mês. Eu estarei com dezoito anos então não vamos ter que pedir nada a ninguém."
"Um mês? Eu posso perguntar para ele, se você quiser."
"Você quer levar um tiro ou ser atropelado, ou tomar uma surra com um cassetete?"
"Eu quero dormir com você. Dormir. Se lembra do nosso acordar juntos depois do nosso noivado? Aquela manhã não foi a melhor?"
"De todas. Foi a melhor manhã de todas." Eu puxei seu pescoço até que ele me trouxe seus lábios.
"Então, você não quer que eu fique e você não quer me dizer o que vai falar com ele nesta noite."
"Eu vou te dizer, Edward. Eu só tenho que falar com meu pai, primeiro, ok? Você tem que ir agora. Meu pai vai estar em casa em breve." Eu lhe dei mais um beijo e em seguida, o empurrei em direção à porta.
"Venha me encontrar quando chegar em casa."
Eu disse a ele, e em seguida, o assisti da varanda enquanto ele se afastava indo embora, o céu pálido parecia se esvaecer e se misturar a um crescente tom mais escuro no horizonte.
Voltei a trabalhar, fervendo o fettuccini e começando a receita do molho Alfredo de Esme. Eu não precisei anotar quando ela me mostrou como fazê-lo. Cozinhar era uma coisa que vinha facilmente para mim. Eu achava agradável focar em cortar e mexer, enquanto bloqueava o mundo além da cozinha.
Eu quase deixei cair dois pratos quando me virei saindo do armário, com a presença do meu pai me dando um cumprimento. Eu estava ainda mais surpresa ao ver que ele não estava sozinho.
"Bella. Eu não estava esperando por você."
"Ei, pai, eu só precisava falar com você. Eu não queria interromper a sua noite." Eu olhei para a mulher que estava ao lado dele, seu cabelo longo e comprido tão negro quanto o seu vestido. "Eu deveria ter ligado. Você vai sair?"
"Esta é Sue Clearwater. Sue, esta é a minha filha, Bella." Ela apertou a minha mão. "Sim, nós tínhamos planos para esta noite. Só vim para casa para trocar o meu uniforme. Você cozinhou?"
"É um... é só massa, mas posso guardar para amanhã. Vou guardar para você."
Sue olhou para o meu pai. "Sua filha cozinhou para você? Podemos comer aqui, Charlie. Se isto não for um problema." Sua voz era suave e tranquila, e havia um leve sorriso no canto dos seus lábios enquanto ela falava. Eu me senti um pouco culpada por estar irritada com ela, porque ela parecia ser boa, mas eu queria que meu pai estivesse sozinho esta noite. E desde quando ele tinha começado a namorar?
"Claro, nós podemos comer aqui. Você pode colocar outro lugar na mesa, Bella?"
Eu coloquei um terceiro lugar e me sentei calmamente comendo a minha comida, desejando que eu pudesse desaparecer. A conversa entre meu pai e Sue pareceu ser forçada. Quanto tempo podia durar uma conversa sobre o tempo? Sobre a chuva que caia novamente e forte. Mas de alguma forma, ambos ficaram falando sobre isso. Eles estavam tentando conhecer um ao outro e eu estava no meio do caminho. Então eu tentei terminar com a minha comida na tentativa de me afastar de seus diálogos o mais rápido possível. Comecei a levar o macarrão à minha boca para acelerar as coisas. Mas, então, Sue perguntou ao meu pai algo que capturou o meu interesse e fez minha mão congelar no ar antes que a próxima porção pudesse entrar na minha boca ainda aberta.
"Por que você decidiu entrar para a polícia? Proteger as pessoas é um trabalho perigoso."
"Não é tão perigoso aqui", disse ele, olhando para mim como se ele estivesse tentando decidir se continuaria. A pausa foi longa e desconfortável por isso eu coloquei a última garfada na minha boca para fazer algo diferente do que olhar pra ele. "Não é uma história bonita."
"Você não tem que me contar", Sue disse, enquanto eu simultaneamente fiquei tensa, "eu só queria saber."
"Eu não acho que seja uma boa ideia para este momento", ele disse tristemente.
"Por que não? Eu quero saber sobre o meu pai."
Seu meio-sorriso me lembrou um pouco de Edward. "Tudo bem." Ele suspirou - tomou um gole de sua cerveja. "Você sabe, Bella, eu não cresci aqui. Quando eu estava no colégio, minha família morava em Green River, no oeste de Washington. Eu tinha uma namorada, Cammie. Nós tínhamos dezesseis anos, e eu era atraído pela natureza rebelde dela. No entanto a minha natureza sempre foi de ser muito tímido diante dela - muito semelhante a você, Bella. Ela raramente ia para a aula e quando o fazia, geralmente ia embora na metade do período. Nós nos divertíamos juntos, nos metemos em problemas juntos. Mas não era nada sério, na verdade. Eu fui até a casa dela uma vez e seu pai nos pegou em seu quarto. Nós estávamos apenas sentados conversando." Ele me deu um olhar penetrante que me disse que nada de sexual tinha envolvido ali. "É claro que, agora como um pai, depois de chegar em casa, em uma certa noite e encontrar Edward junto de você em nosso sofá assistindo a estranhos comerciais, eu posso entender como é fácil de se tirar conclusões precipitadas. Ele fisicamente me jogou para fora da casa, e passou a gritar depois - Eu não tinha certeza se ele me odiava mais naquele momento, ou a Cammie.
"Cammie não foi à escola no dia seguinte, ou nas próximas semanas. Meus telefonemas não tinham resposta eu deixei inúmeras mensagens em sua secretária eletrônica. Nós não tínhamos telefones celulares na época, então, a menos que ela me ligasse, eu não tinha nenhuma maneira de entrar em contato com ela. No terceiro dia sua mãe atendeu, mas apenas porque ela queria saber se eu tinha visto Cammie. A polícia a tinha nomeado como fugitiva e minha declaração mais tarde confirmou essas suspeitas. Durante algum tempo, Eu procurei por ela por mim mesmo, mas eu não tinha ideia por onde procurar além dos lugares habituais que geralmente escapávamos."
"Eles nunca a encontraram?" Eu perguntei.
Ele acenou com a cabeça. "Naquela época, em meados dos anos oitenta, um serial killer atormentava Washington e Oregon. Chamavam-lhe de o Assassino de Green River. Na época, eu era jovem e essas histórias não pareciam reais. Ele jogava os corpos de muitas de suas vítimas, a maioria prostitutas... algumas fugitivas, no Rio Verde ou na área circundante." Ele fez uma pausa para um gole de sua bebida. "O corpo de Cammie foi encontrado no rio."
Meus olhos se alargaram. Eu não tinha ideia de que ele tinha passado por nada disso. Eu pensei que ele simplesmente gostava do seu trabalho. "Ele foi encontrado? E o assassino?"
"Eles nunca identificaram o assassino delas. A maioria de suas vítimas foram encontradas..." Ele parou. "Bella, você está bem ouvindo isso?"
Eu balancei a cabeça.
"Sue?"
Ela assentiu com a cabeça, também. "Eu ouvi falar desses assassinatos. Sei dos detalhes."
"A maioria das vítimas tinha sido estrangulada e eram encontradas agrupadas - Intencionalmente colocadas assim. Cammie foi encontrada sozinha e tinha sinais de afogamento, nenhuma evidência de ter sido estrangulada em todo processo, poderia ter sido ele, qualquer outro, ou até mesmo um suicídio. Mas o fato de qualquer um desses três cenários envolvendo alguém plausivelmente próximo a mim... bem, a minha paixão por ser um homem da lei começou a crescer, e eu estava convencido de que eu poderia fazer um trabalho melhor do que a polícia da cidade. Naturalmente, depois você percebe que nem tudo é tão fácil quanto parece na TV, mas naquela época eu sabia que poderia ser melhor - a arrogância adolescente".
Eu assisti Sue cobrir seu punho com a mão. O olhar em seu rosto, os olhos semicerrados, pequenos, com um sorriso quente - ela se importava com o meu pai.
Sentados nós comemos, ou não comemos, em silêncio, a história do meu pai se estabeleceu em nossas mentes. Eu senti pena do meu pai; quão diferente teria sido a sua vida se Cammie tivesse vivido.
"Por que, por que você se mudou para Forks?" Eu perguntei.
Ele limpou a garganta. "Quando sua mãe e eu decidimos nos casar, eu sabia que eu queria manter a minha família em algum lugar pequeno, em algum lugar seguro e bonito. Renee amou aqui a princípio, mas ela era de Seattle e estava mais inclinada para cidades maiores. Depois de um tempo, este lugar pareceu sufocá-la, e eu fui incapaz de convencê-la a ficar. Meu passado ainda estava muito perto naquela época, eu não podia sair e eu estava dedicado ao meu trabalho. Talvez muito dedicado, eu não sei. Eu não mudei isso, não é?" Ele segurou a mão de Sue de volta e, em seguida, olhou para mim. "Assim quando eu soube que vocês duas estavam de mudança para Phoenix, eu fiz questão de fazer amizade com o chefe de polícia local para manter um olhar atento sobre os crimes no Arizona."
"Você sempre cuida das pessoas sem que elas saibam, não é?" Eu perguntei a ele.
"Sempre. Eu tenho o meu passado, você tem o seu - estou contente que seja melhor que o meu e Sue tem o dela." Eles trocaram um olhar diante dos meus olhos que me obrigou a olhar para o meu colo. Eu não pressionaria essa questão, mas eu sabia que precisava de um tempo sozinha.
"Eu sinto muito pelo que você passou, papai. Obrigada por compartilhar isso."
"Eu achei que você já era velha o bastante para ouvi-la. Quem sabe, talvez você se familiarizando com o meu passado possa ajudá-la na vida." Ele deu de ombros.
Olhei para o meu prato ainda meio-cheio e soube que eu não terminaria com o meu jantar. "Eu estou indo, mas eu preciso te perguntar uma coisa, se for possível."
Ele desculpou-se e me seguiu para a sala de estar.
"Está tudo bem?" ele perguntou. "Me ocorreu que Edward não esta com você desta vez. Vocês dois estão tendo problemas?" Ele cruzou os braços sobre o peito.
"Não, não é nada disso. É a minha caminhonete. Ela precisa de conserto e eu não posso pagar pelo reparo eu odeio ter que pedir ajuda, mas eu não tenho outras opções." Eu abaixei o olhar para o meu vestido como se eu fosse uma criança pedindo ao pai dinheiro para comprar um sorvete de creme do caminhão do sorvete, ou algo assim.
"Estou feliz que você veio até mim. Quanto é?"
"Seiscentos dólares."
Ele olhou para mim sem dizer uma palavra. Isso era demais? Talvez eu devesse ter pedido por menos. "Mas se..."
"Bella, quanto é?" Seu queixo abaixou enquanto as sobrancelhas se levantaram.
"É isso. Eu irei pagar a outra metade."
"Então são $1200? Hum mil e duzentos é o valor do custo real?"
Eu balancei a cabeça.
"Eu irei até a oficina do Arnie pagar tudo isso amanhã."
"Papai. Eu posso me dar ao luxo de pagar a metade. Eu tenho guardado o dinheiro que você me dá todo mês."
"Eu vou pagar tudo amanhã." Sua voz foi firme e seus lábios se apertaram me dizendo que a conversa estava encerrada.
Eu o abracei tão rapidamente que ele bateu com as costas. "De nada, querida", ele riu.
"Obrigada, pai. Vá terminar o seu jantar. Estou saindo do seu caminho." Eu liguei para Edward pedindo uma carona, porque não havia nenhuma maneira que eu iria fazer o meu pai me levar para casa. Eu disse a Sue que foi bom conhecê-la e ela se levantou para me abraçar e dar adeus, elogiando o meu jantar.
Esperei na varanda por Edward como se ele fosse me pegar em um encontro. Na realidade, ele ia me pegar na casa do meu pai para me levar para a sua casa, onde eu morava, mas em um quarto separado. Nossa situação era tão estranha que me fez rir de mim mesma. Mas, então, enquanto eu me sentei lá na escuridão da noite sob o brilho da luz da varanda e da lua, a história do meu pai começou a me assombrar e eu quase voltei para dentro até que eu ouvi o ronco do carro de Edward virando a esquina. Eu o aguardei na calçada e abri a minha porta antes que ele pudesse se mover. Eu puxei o braço dele e o envolvi em meu pescoço, eu me inclinei com a minha grande barriga sobre a alavanca do câmbio e me agarrei a ele.
"O que há de errado, Bella?" Ele beijou o topo da minha cabeça.
"Nada. Estou feliz em ver você." Eu levantei meu rosto e o beijei sob o queixo.
"Isso é tudo?"
"Meu pai me apresentou a sua nova namorada e me contou o porquê ele ter se tornado um policial. É uma história terrível. Você acredita que meu pai está namorando? Eu não acho que ele queria que eu soubesse ainda."
"Quem é ela?"
"Sue Clearwater. Ela parece legal."
"Sim, ela é."
"Você a conhece?" Voltei para o meu próprio lugar, porque quando você está grávida isto, se inclinar tão longe em um carro pequeno é mais do que um pouco desconfortável.
"O marido dela era amigo do meu pai."
"Ela é casada?"
"O marido dela morreu. De ataque cardíaco, no ano passado."
Ele arrancou, voltando para casa. "Por favor. Sem mais conversas de morte."
"O que?"
"É demais para uma noite. Vou lhe dizer em outro momento."
"Está cheia de segredos hoje, Bella."
"Isto não é um segredo. É mais como uma história de horror."
Ele mudou a marcha, em seguida, pegou a minha mão. "Diga-me quando estiver pronta." Ele levou a minha mão aos lábios e eu relaxei contra o banco, sem saber até aquele momento, que eu estava tensa.
"Obrigada por me pegar."
Ele riu. "Você me agradece pelas coisas mais estranhas."
"Por que é estranho?"
"Obrigado por me ligar para que eu fosse buscá-la, em vez de caminhar para casa ou pegar um ônibus." Ele me deu seu sorriso torto de sarcasmo.
"Ha, ha."
"Bella, eu gosto de você e escolho passar qualquer momento com você. Pare de me agradecer por isso."
"Eu não posso evitar, já que eu fui criada para ser bem educada."
"Tudo bem. Contanto que você saiba que eu quero fazer isso. Isso não é uma obrigação."
"É melhor não ser." Eu ignorei todo o desconforto, inclinando-me para lamber seu pescoço.
"Querer você é algo permanente, minha Bella. Faça isso de novo."
Eu lambi seu pescoço de novo, então dei beijos subindo da sua garganta até o seu queixo e em toda a sua orelha, lambendo sua orelha na parte de trás, até que ele desviou um pouco o carro e se mexeu na poltrona.
"Você fechou os olhos?" Eu perguntei.
"Não."
"Não minta".
"Só por meio segundo. Foi mais como um piscar mais demorado."
"É demais para você, caro Edward?"
Sua mão empurrou minha cabeça contra seu pescoço. "Nunca é demais. Você estava na minha orelha."
De volta ao meu quarto nos 'Cullen' eu me troquei para deitar na cama, deslizando em uma camiseta de Edward que ficava confortável em torno da minha barriga.
"Ei..." Edward entrou e me puxou em seus braços, levando as mãos para debaixo da camiseta fazendo toda a volta. "Já é um momento mais tarde, eu acho. Você vai me falar por que você precisava ficar a sós com o seu pai ou você vai me fazer adivinhar?"
"Ele vai pagar pelo conserto da minha caminhonete."
Edward enrijeceu e se afastou de mim. "Bella. Eu disse que iria ajudá-la. Você disse que você cuidaria disso."
"Eu cuidei."
"Não, você não cuidou. Ir até o seu pai não é a maneira de você cuidar disso. Porque você não quis a minha ajuda?"
"Porque você e sua família já fazem o suficiente por mim. Eu nem sequer tenho um emprego."
"Não importa. Nós somos uma família agora - Você, eu e Masen. Nós cuidamos uns dos outros. Você tem que aceitar isso..."
"Meu pai queria me ajudar. Ele queria. Eu disse que pagaria a metade, mas ele insistiu em pagar por tudo."
"Bella". Ele levou a mão à cabeça. "Nós temos que provar aos nossos pais que nós podemos fazer isso. Você entende? Juntos. Você tem que discutir essas coisas comigo, se estamos juntos nessa. Não existe mais você ou eu. Somos nós."
"Sinto muito, Edward. Eu não pensava assim... Eu não queria sobrecarregá-lo."
Ele balançou a cabeça, pegando o meu rosto com as duas mãos e o levantou de modo que eu estava quase na ponta dos pés. "Como eu posso fazer você entender que você nunca vai ser um fardo para mim? Eu estou aqui, aqui, para você. Você está aqui por mim?"
Eu balancei a cabeça.
"Então deixe-me estar aqui para você."
"Eu vou, Edward. Eu vou tentar."
Ele zombou, balançando a cabeça de novo antes de me beijar. "Não tente. Faça." E então ele me soltou. "Ah, merda, eu esqueci."
"O que?"
"Espere". Eu o assisti sair do quarto, meus olhos na porta até que ele voltou. "Aqui", ele disse, entregando-me um telefone com uma fita rosa amarrada em volta dele. "É seu. O número de telefone é o mesmo que o antigo."
"Edward! Você me deu um presente no aniversário de Jasper?"
Ele deu de ombros. "Eu preciso do meu de volta."
Eu arranquei o seu da minha bolsa e entreguei a ele.
"Eu acho que é hora de ligar para a sua mãe, não é? Ela precisa saber sobre nós. Se ela for ríspida, eu vou estar aqui com você. Além disso, há este botão aqui", ele disse, apontando para um círculo vermelho no telefone. "Ele funciona melhor do que a parede."
Eu empurrei seu ombro. "Cala a boca... e muito obrigada."
Ele agarrou os meus braços, envolvendo-os em torno de sua cintura. "De nada amor. Vá em frente e ligue para ela. Estou bem aqui, ok?"
Eu liguei para a minha mãe, bem, usando o meu novo telefone. Foi um alívio para mim quando ela não atendeu. Eu deixei uma mensagem simples pedindo a ela para me ligar de volta. A bola estava em seu campo agora, ela podia deixar rolar sobre seus pés, até que ela parasse ou chutar de volta. Até que eu tivesse uma resposta dela, minhas tentativas de consertar a nossa relação estava finalizada, e não havia nada que o meu pai ou Edward pudesse dizer ou fazer sobre isso.
N / A: O Assassino de Green River foi real (talvez você já tenha ouvido falar dele?) Seus crimes eram muito mais repugnantes do que a descrição de Charlie. Cammie foi ficção.
Nota da Tradutora
Tchan tcharã surpresa! Bella não podia imaginar que papai Swan estava caído no amor, hein!
Também coitada ela está em uma fase de transição de sem muitas responsabilidades para muitas e reais responsabilidades definitivas!
Concordo com Edward eles precisam crescer juntos se apoiando mutuamente e não correr para os braços do papai sempre que a água bater na bunda!
Bjos
Mili YLJJ
Para quem acompanha Terms and Conditions Apply - eu não postei ontem porque houve um pequeno atraso com o capítulo 12. Ele já está nas mãos da minha Beta Ju Martinhão e será postado logo que ela me devolver. Isso não deverá acontecer novamente, mas para quem chegou agora, eu não vou sumir, fiquem tranquilas! ;)
Beijo, Nai.
