ÊÊÊÊÊÊÊÊÊ!!!!!!!!!!! TERCEIRO CAPÍTULOOOOO!!!!!!!!
Puuuuuuxa... um bando de gente pediu pra eu continuar... acho que minha fic tah ficando famosa... tô tão feliz... T-T
Esse cap. tah uma confusão braba pro Kuro-wanwan... tadinho... ou como diz meu amigo : TODIIIIIIIINHO (eita, piadinha ruim...)
Peço desculpas a Misao-chan por naum deixar ela betar o cap. ... tbm, ela mal aparece no MSN, como é que eu ia esperar ela me devolver por hotmail? Num tenho paciência... igual a um certo personagem daquiiii (Kurogane: Quem?Eu?) ...HUHAHUAHUAHUAHUA
Entããããão...LET'S GOOOOOOOOO!!!!!!!!
" Não aguento mais... todo mundo me acha gay..."
Cap.3: Confusões e lamentos
-Então? Combinado?
-Hmmmm...
Kurogane estava indeciso. Não sabia se podia confiar naquele homem. Ele olhou para a cara sorridente de Flowright. Na hora ele percebeu que aquele olhar escondia alguma coisa... Tinha medo de que, logo na primeira noite, o vampiro pudesse "brincar" com ele... Mas queria muito fazer as pazes com a Tomoyo. Gostava muito dela. Perto dela se sentia como uma pessoa normal, com paciência até de sobra... Mas... aquele olho azul que pousava o olhar em seu rosto... Estavam tramando alguma coisa...
Havia se decidido.
-Desculpe, não...
-Como? Acho que não ouvi direito... – disse o loiro, limpando a orelha.
-ENTÃO VÊ SE ENTENDE AGORA! – o moreno gritou tão repentinamente que fez o outro pular do sofá – PODE ESQUECER, TÁ?!
Recompondo-se do susto, Flowright o encarou com menosprezo.
- Você acha que tem opção?
Não sabia como, mas o moreno tinha certeza de que ele ia falar isso se ele recusasse. Preparado, tirou algo da cabeceira que ficava do lado do sofá.
-Não me ataque! Estou armado agora! – exclamou segurando uma cruz
Sem mais nem menos o loiro pegou o objeto e jogou-o longe.
-Ah, putisgrila! Você acha que sou um desses vampiros de quinta categoria? Eu já disse que não vim aqui para te morder!
Levantando-se, o vampiro dirigiu-se à porta.
-Vou embora, mas voltarei. Você está meio confuso, por isso vou te dar mais uma chance para pensar no trato. Pense muuuuito bem no assunto.
Kurogane ouviu a porta bater bruscamente.
Ele tinha até o dia seguinte para mudar de idéia... Mas tinha certeza de que não iria.
-)0(-
Abriu os olhos. Era de manhã. Olhou para o despertador.
- JÁ SÃO DEZ HORAS?! ESTOU ATRASADO!
Rapidamente o moreno colocou qualquer roupa que estivesse na sua frente, foi à cozinha e preparou um sanduíche.
Enquanto comia com voracidade ele achou que escutara alguns murmúrios vindo de seu jardim, mas estava tão ocupado que esqueceu rapidamente.
-Ugh...E-esssstou p-pronto...- disse a si mesmo com a boca totalmente cheia de comida.
Abriu a porta da frente.
FLASH!
Uma multidão de repórteres invadira seu jardim. Fotógrafos, câmera-men... Todos o olhavam com brilhos nos olhos não por causa dos flashes exagerados, mas por que parecia que o aguardavam com excitação.
Kurogane os via com choque. Gritavam seu nome, faziam perguntas que ele não conseguia entender por causa da barulheira infernal. Então finalmente todos se calaram quando uma jovem repórter de cabelo castanho curto fez a pergunta que todos queriam saber a resposta:
- Oi, sou Sakura Kinomoto, da revista "Tsubasa". É verdade que você traiu a sua namorada?
Não tinha caído a ficha para o moreno. Tentou colocar idéias na cabeça.
-D-desculpe, não ouvi...
-...Vou repetir – disse Sakura, na mais absurda calma – É verdade que você, Kurogane, um dos melhores modelos do Japão, traiu Tomoyo Dadouji, a quem você esteve namorando seis meses, com uma outra... pessoa?
Kurogane só conseguiu enxergar olhos esperançosos e microfones o apontando. Respirou fundo.
Já esteve em situações iguais aquela...Era normal numa vida de uma pessoa famosa... Tinha que tratá-los como os tratou antes.
- Só houve um desentendimento entre nós. Nada mais.- respondeu calmamente
-Mas... cinco testemunhas oculares viram ontem, às 4:30 da manhã, de uma das janelas de sua casa, possivelmente no seu quarto, alguém fazendo... "aquilo"... com você...
O moreno ficou com a boca entreaberta.
Não podia ser... Viram Flowright o usando como "brinquedo"... Só que parece que as tais testemunhas teriam ido embora antes da coisa ter esquentado e ele próprio ter dado um soco no vampiro... E por milagre não perceberam que o loiro era homem...
"Não! Finja que não aconteceu nada disso!" pensou "Faz uma cara de indiferença!"
Tarde demais. Os repórteres perceberam o olhar de culpa que ele emanou.
Avançaram para cima dele com mais perguntas.
- SEM COMENTÁRIOS! SEM COMENTÁRIOS!!!
Enfurecido começou a empurrar todo mundo e correu em direção a rua.
Como uma caça fugindo do caçador Kurogane saiu em disparada pelas ruas. Porém, olhando para trás percebeu que eles não iam desistir tão cedo, pois vários carros o seguiam na mais alta velocidade.
Agradecendo por seus pais, quando criança, o obrigarem a participar das maratonas da escola, ele conseguiu despistá-los, se escondendo em um beco. Esperou, atrás de uma lata de lixo, o barulho de pneus sumirem e continuou correndo, em direção à CLAMP.
Quando ia virar a esquina onde estava o prédio da empresa quase deu de cara com um repórter. Como que na velocidade da luz, ele se escondeu numa loja que estava do seu lado. Olhou para fora.
Várias pessoas o esperavam na porta do prédio, prontos para interrogá-lo no que desse e viesse.
Estava encurralado. Não podia sair de onde ele estava, senão ia ser descoberto.
Quase teve um ataque no coração quando seu celular vibrou.
-...A-alô?
-KUROGANE? – era Kamui, com uma voz preocupada – Onde você está? Há vários fotógrafos na porta da CLAMP te procurando!
-É, eu sei – disse sussurrando – estou numa loja perto daí...
-O que houve com você? Tão dizendo que... você traiu sua namorada...
-NÃO, EU NÃO A TRAÍ!- várias pessoas da loja se assustaram. Pedindo desculpas para elas Kurogane continuou – Foi tudo um mal entendido! Só porque eu esqueci meu celular em casa a Tomoyo acha que eu a traí!
-Calma, calma...
-Como posso ficar calmo numa hora dessas? Não percebeu a gravidade da situação?
- Vamos fazer assim: Eu invento uma desculpa para os caras, dizendo que está dentro da CLAMP, mas que não quer conversar com eles. Depois eu digo para o chefe que você está indisposto e por isso não veio hoje... Isso vai ser fácil, pois o chefe sempre está com a cabeça nas nuvens, não deve ter ainda percebido o que está acontecendo. E, enquanto isso, você vai para casa ou para outro lugar em que você possa se esconder.
-... Valeu... Não sei o que seria de mim sem você...
-Ah, que isso... – sua voz parecia um pouco trêmula – Você já me salvou de tantas enrascadas...
-É... Falando nisso, já falou pro Fuuma?
-O quê?
- Que você gosta dele... – ao terminar a frase percebeu que Kamui tinha desligado o telefone.
"He... Algum dia ele vai ter que dizer..."
-)0(-
Ele acabou que não foi para casa. Não ainda. Caminhava com dores no pé pelas ruas de Yokohama.
-103... 105... – via o número das portas dos prédios com os olhos cansados.
"Prédio 127, prédio 127..."
Achara. Um enorme prédio branco de 13 andares.
-TOMOYO! TOMOYO!!! FALA COMIGO!!!
Em uma enorme varanda do segundo andar uma janela abriu, mostrando o rosto da sua namorada.
-O que você está fazendo aqui? – disse com desgosto
-OUÇA, FOI TUDO UM MAL ENTENDIDO! NÃO É O QUE VOCÊ PENSA!
De repente ela sorriu. Estranho... Ele já tinha visto aquele tipo de sorriso antes... Só que em outra pessoa... Quem mesmo?
-... Sabe de uma coisa? Hoje eu acordei me lembrando da sua cara quando gritei com você... Então veio um sentimento de culpa... Pensei: "Talvez eu tenha me enganado...". Levantei da cama, me arrumei para o trabalho, tomei café e fui ler o jornal... E sabe o que estava nele?
-...Não...
O sorriso sumiu. Seu belo rosto agora estava se contorcendo de raiva.
-UMA FOTO SUA, NO SEU QUARTO, COM UM HOMEM EM CIMA DE VOCÊ!
Agora se lembrara... Aquele sorriso... Era igual ao sorriso sarcástico do Flowright. Mas não se importava mais com isso. Sentia como se houvesse chumbo em seus sapatos, ficando pregado no chão, porém suas pernas estavam bambas... Uma das testemunhas deve ter levado consigo uma máquina fotográfica... e viu que o vampiro era homem... e agora... mil... não, milhões de pessoas agora devem estar lendo o jornal, vendo a foto e achando que ele é... gay...
E uma desses milhões estava a Tomoyo...
-A... AQUILO É TUDO UMA FARSA! NUNCA HOUVE ISSO! ME DIZ, EM QUEM VOCÊ VAI ACREDITAR? EM MIM OU NESSES JORNALISTAS LOUCOS POR UM BÔNUS NO ESCRITÓRIO?
A resposta veio voando, acertando sua cara. Tirando rapidamente viu que era um colar. Reconhecera. Era o colar que ele deu no White Day.
-POR QUE JOGOU IS...? – o urso de pelúcia que ele dera de Natal o acertou dolorosamente no estômago.
E não parou. Veio uma caixa de bombons que ele dera na semana passada, um CD com músicas de um anime chamado "Angelic Layer" e um lindo vestido amarelo. Kurogane esperou todos os presentes que dera para ela serem jogadas para perguntar de novo.
-POR QUE RAIOS JOGOU ESSAS COISAS?!
- PORQUE NÃO QUERO TER NENHUMA LEMBRANÇA DE VOCÊ NA MINHA CASA!– gritou no mesmo tom de voz – AGORA, CAI FORA!
- NÃO! NÃO VOU SAIR DAQUI!
- ENTÃO VAI FICAR AÍ O DIA INTEIRO ESPERANDO, PORQUE EU NÃO VOU DESCER!
E ele esperou o dia inteiro. Sentado nas escadas do prédio ele esperou.
Já eram 15:00... 16:30... 21:00...
... Não agüentava mais esperar...
-)0(-
Acabou que voltou para casa.
Totalmente acabado Kurogane caiu no sofá.
Não seria fácil tê-la de volta, ela era muito teimosa... Mas essa teimosia era o que despertava de dentro dele uma grande afeição por ela. Então ele percebeu que sentia saudades dela.
Fechou os olhos. Sem perceber dormiu. Dormiu profundamente em um mar escuro e acolhedor, onde podia fugir dos problemas.
- Acorda, Bela Adormecida, senão serei obrigado a te beijar!
O moreno coçou sonolento seus olhos como uma criança. E viu o vampiro debruçado em cima dele no sofá.
- AAAAAAAAAAARRRGGH!!!!!!! SAI DE CIMA DE MIM!
Maquinalmente o loiro se sentou no chão e abriu um enorme sorriso.
-Dormiu bem?
-É, estava dormindo bem, até você aparecer.
- Já que descansou até não poder mais – disse Flowright, fingindo que não ouvira o que o outro respondeu – Chegou a hora...
Rapidamente ficou de pé em cima de uma mesinha.
-... DE VOCÊ DIZER SE TOPA OU NÃO TOPA FAZER UM TRATO COMIGO!!!!
-SSSSSSSSSSHHHHHH!!!!!!!!!! Não faça barulho!!!! – exclamou Kurogane, correndo para as janelas e fechando as cortinas, mas isso fez com que o loiro fizesse mais barulho, imitando uma corneta. – CALA A BOCA!!! OS VIZINHOS PODEM TE OUVIR!!!!
-Ué... E qual é o problema?
Não acreditava no que estava ouvindo. Estaria aquele ser brincando com ele?
-V-você não lê os jornais, não?
Flowright fez uma cara pensativa. Parecia que estava tentando se lembrar de alguma coisa. Então chegou perto do rosto do moreno com um sorriso malicioso nos lábios.
-Ah, entendi. Você está se referindo àquela reportagem em que pegaram a gente no flagra...
-E-eu não fiz nada! – retrucou ruborizado – Foi você que veio pra cima de mim!
-Verdade... Mas ninguém sabe disso, né? - levantou-se e continuou teatralmente – Oh, pobre modelo! Sendo pego na cama com um homem! Que coisa feia, heim?! Se fosse uma mulher eles até deixariam pra lá, mas um homem?! É o maior furo jornalístico da história!
Sorriu de orelha a orelha.
-Resumindo: Você tá encrencado.
A chama do ódio estava queimando por dentro de seu corpo. Nunca odiou tanto uma pessoa assim na vida. Mas agora... Queria matar esse vampiro metido a besta a qualquer custo. Avançou para cima dele como um touro que viu a cor vermelha.
-SEU FILHO DA... - Mas antes de conseguir machucá-lo uma força invisível o jogou contra a parede. Correntes apareceram do nada e o prenderam nos pulsos dos braços e das pernas, ficando alguns centímetros acima do chão.
- E de novo você tenta me nocautear – o loiro caminhava tranqüilamente chegando perto do Kurogane – Vocês, mortais, se acham uns máximos só porque tem força física, né?
-M-ME TIRA DAQUI, SENÃO...
-Senão o quê? Vai... – uma de suas mãos virou uma garra e perfurou com força o abdômen do moreno -... gritar de dor?
Pingos de sangue caíram no chão liso de madeira. Uma dor insuportável cobria a região do furo. Mas ele não queria mostrar fraqueza, como da última vez. Então simplesmente guardou para dentro de si o grito de desespero e o encarou com frieza no olhar.
Foi uma surpresa quando ele viu que Flowright o olhava surpreso.
De repente as correntes sumiram. Kurogane caiu no chão. Viu o rosto do outro. Parecia impassível, porém havia um brilho estranho no olhar...
- Então? Já decidiu? – perguntou o loiro como se estivesse perguntando calmamente sobre o tempo
O moreno tentou levantar-se, porém a dor era tanta que voltou a ajoelhar-se no chão.
- Depois dessa você ainda quer saber a resposta?!
- Quem mandou você ir com tudo pra cima de mim? Só estava me defendendo...
- E se eu disser "não"? Vai me atacar?
- Não... Não te atacarei... – continuou, sorrindo – Mas, se você aceitar eu vou te ajudar não só em reconquistar a sua namorada, mas também vou te ajudar a abafar essa notícia que você está a traindo com outro.
Flowright se abaixou até ficar na altura de Kurogane.
- Já estou te ajudando até demais você não acha? Acho que agora você vai ter que me abrigar por mais um mês...
- Aí já é pedir demais!
- É pegar ou largar – disse, fazendo um beicinho metido
É... Agora não tinha mais jeito...
- Está bem... Aceito o trato...
O loiro, então, encostou sua testa na do homem, fazendo com que este ficasse envergonhado.
-É assim que se fala...
N/a: Ufa... e num é q tah ficando bom mesmo essa fic? O.o
Esse símbolo que coloquei em cada pausa foi só por diversão, naum se preocupem... agora vou colocar em todas que vier nessa história.
E LÁ VAMOS NÓS, RUMO PARA O CAPÍTULO 4!
Mas antes... COMENTEM!!!!...neh?
