Capítulo 3
Seguiram em silêncio até um prédio antigo, mas muito elegante de quatro andares, sendo apenas um apartamento por andar, em um dos bairros mais tradicionais de Tóquio, ali seria o apartamento em que Sakura faria sua base, enquanto estivessem nessa operação. Uma sala tinha sido separada no amplo apartamento para Touya poder trabalhar e ficar de olho na irmã. Ela saiu do carro em frente ao edifício, cumprimentou o porteiro, na verdade um agente disfarçado, que veio lhe abrir a porta e subiu até a cobertura. Tirou as sandálias pegou uma taça de vinho e esperou, não por muito tempo, logo a porta foi aberta. Por ela passaram Touya, Yukito e ele. Encararam-se durante longos segundos, como se somente os dois estivessem ali. Touya deu uma discreta pigarreada, e os dois pareceram acordar do transe. Sakura encarou o irmão, e este sabia que ia começar a sobrar para ele.
"O que ele está fazendo aqui?" – perguntou em um tom de voz baixo, mas que não deixava dúvidas que estava com raiva.
"Syaoran vai nos ajudar nessa missão." – Touya falou apressadamente.
"Cansou-se de sua busca por perdão?" – na hora em que pronunciou essas palavras sabia que deveria ter ficado de boca fechada.
Ele não falou nada. Foi até a porta e abriu-a.
"Touya, Yukito, será que vocês poderiam deixar-nos a sós?"
Touya ficou em dúvida, mas Yukito já foi puxando-o pelo braço.
"Esperem..." – Sakura disse mas a porta foi fechada.
"Pelo visto você está brava." – ele disse depois de alguns minutos de um silêncio constrangedor.
"O que você queria que eu estivesse? Feliz por você estar aqui? Depois de tudo que você me falou, pensei que ia se manter a distância." – ela disse virando-se para a janela.
"Eu ia. Ou melhor eu vou. Mas eu conheço Kuroki, estou aqui para ajudar. Não há nenhum outro motivo." – mentiroso, pensou consigo.
"Ótimo. Então por que você não parou de me encarar no coquetel?" – ela perguntou virando-se para ele.
"Eu estava olhando Kuroki." – disse sem olha-la. – "Só achei que você se jogou muito para cima do cara."
"Joguei-me? Essa é boa. Eu estava fazendo meu trabalho, apenas isso."
"E ele precisava segurar a sua mão?" – ele perguntou sem conseguir conter-se.
"Você está com ciúme, essa é muito boa. Você é uma graça mesmo Syaoran, eu poderia ter sido sua meses atrás, mas foi você quem não me quis. Não tem direito nenhum a ter ciúmes de mim." – ela falava com raiva, para não render-se a sua real vontade que era de se jogar em seus braços.
"Eu não estou com ciúmes." – disse Syaoran elevando um pouco o tom de voz. – "Só conheço o cara e sei que ele não presta, não tem nada a ver com ciúmes."
Talvez se ele falasse em voz alta, ele mesmo acabaria acreditando nisso.
"Sei." – disse irônica, encarando-o.
Afinal ela conhecia-o muito bem, sabia da sua arrogância e sentimento de posse.
"O que você está fazendo aqui afinal?" – ela pergunta não querendo prolongar o assunto.
"Seu irmão soube que Kuroki teve alguns negócios na China e ligou perguntando se eu já tinha ouvido algo sobre ele. Eu o vi algumas vezes na agência de longe, mas não sei em que tipo de negócios ele e Kuan estavam envolvidos. Resolvi ajuda-los. Não sei se você está sabendo, mas me foi concedido o perdão, e em troca eu trabalho para o governo chinês, que tem tanto interesse em pegar Kuroki quanto o Japão."
"E justo você veio para cá. Assim, do nada."
"Não é do nada, Sakura. Eu devo ao Touya, e a você também."
"Dever? Então é só por isso que você está aqui." – disse ela deixando transparecer na voz sua decepção.
"Sakura..." – ele começa a falar, mas é interrompido.
"Tudo bem, Syaoran. Já entendi. Você está aqui para ajudar, e toda ajuda é bem vinda, afinal tratam-se de crianças desaparecidas. Mas isso não quer dizer que nós dois temos que nos encontrar." – concluiu saindo da sala.
Ele ficou parado no meio da sala, sabendo que havia magoado-a de novo. Idiota! E nem perguntou a ela o que acontecera na festa.
Mas não iria deixa-la ter a última palavra, seguiu-a em direção ao quarto e sem ao menos bater entrou. O que viu o paralisou no lugar.
Sakura na raiva, entrou no quarto tirando o vestido, e qual não foi sua surpresa quando a porta abriu-se de supetão. Os dois ficaram encarando-se, Syaoran desceu os olhos pelo corpo magnífico e perfeitamente torneado, e viu que se tivesse mesmo apostado toda sua fortuna, teria ganho uma alta soma, ela não vestia nada, absolutamente nada. Ela era mais linda do que ele se lembrava. Sakura sentiu o sangue correr rápido com aquele olhar, não teve nem a reação de tentar se cobrir, não com aquele olhar devassando seu corpo. Tentou dizer algo, mas a garganta fechou-se quando o viu aproximando-se lentamente.
Syaoran sentiu sumir as perguntas que faria a ela, a visão que tinha diante de si era perfeita demais, quase irreal, ele tinha que toca-la para saber se não era fruto da sua imaginação. Levantou a mão devagar acariciando o rosto dela, os dedos deslizando por sua face. Sakura fechou os olhos, a raiva alimentada nesses dois meses, sumindo como fumaça no ar. Era tão bom sentir seu toque, vê-lo na sua frente. Ela tinha a respiração presa, tinha medo de que ao menor som ele sumisse da sua frente.
"Você é linda." – ouviu-o sussurrar.
Ele passou o braço por sua cintura e trouxe-a para junto de si, ela abriu os olhos lentamente, seu rosto muito próximo do dele.
"Linda." – ele disse ainda, antes de beijá-la delicadamente.
Por um instante o beijo continuou doce, calmo, mas o tempo em que estiveram separados, a pele dela colada a dele, suas mãos deslizando ao longo do corpo feminino, inflamaram-na, tanto quanto a ele. Eles se soltaram um instante para se fitarem e sem dizer nada suas bocas colaram-se de novo, sequiosos, as línguas enroscaram-se, revelando a força do desejo.
Sakura soltou-se, enquanto ele deslizava mãos e boca por todo seu corpo. Ela começou a desabotoar a camisa dele, mas ficou impaciente por não estar sendo rápida, Syaoran a ajudou, abrindo a camisa de uma vez, fazendo com que os botões voassem para todos os lados, tirou o restante das roupas sem ao menos saber como. Ele a segurou firmemente erguendo seu corpo e encostando-a na parede, beijava-a no pescoço, no rosto, na boca, em cada pedacinho que conseguia alcançar, ela ondulava o corpo insinuante, passando as mãos por seus cabelos e deslizando por seu torso musculoso. Ele a tomou ali mesmo, em pé, ambos sedentos um do outro, suas mentes apenas na busca do prazer depois de tanto tempo separados.
Os dois estavam respirando ofegantes, deitados no meio da imensa cama no quarto de Sakura.
Ambos sem palavras para exprimirem o que acabara de acontecer. Ela tinha medo de ver o arrependimento nos olhos dele, por isso manteve-se quieta.
"Eu não vou pedir desculpas." – surpresa, ela o ouviu dizer. – "Eu queria isso há muito tempo."
"Se você pedisse desculpas eu juro que te bateria." – ela falou depois de algum tempo.
Ele sorriu brevemente. É certo que não queria que as coisas tivessem acontecido dessa maneira, e tão rapidamente, mas já tinha acontecido. E por Deus, tinha sido muito bom, não, melhor que isso, tinha sido grandioso. De repente ele virou-se para ela, com um olhar preocupado.
"Eu te machuquei?"
"Machucar? Pelos céus, eu nunca tive uma relação mais selvagem do que essa. Foi intenso, estrondoso. Acho que fiquei sem palavras."
Mas Syaoran não estava mais ouvindo, ele parara de ouvir quando ela dissera que nunca teve uma relação como essa.
"E teve muitas é?" – perguntou já levantando-se, e buscando suas roupas.
"Muitas o quê?" – ela perguntou sem entender aonde ele queria chegar.
"Relações."
"Ahh!" – foi só o que ela disse.
"Só isso? Ahh!" – ironizou bravo.
"E você?" – ela perguntou rápida.
"Eu não me lembrava de quem eu era."
"E eu achava que você tinha morrido." – ela retrucou, não daria o braço a torcer dizendo que depois dele não tivera relações com mais ninguém, mas ele pelo visto se esbaldara.
Ela levantou-se procurando um robe, vestiu-o rapidamente apertando o cinto com mais força que o necessário.
"Essa desculpa é perfeita mesmo." – ele disse calçando o sapato.
"Não é desculpa seu tapado. Por acaso você queria o quê? Que eu ficasse esperando para te encontrar na outra vida?"
Era isso mesmo que ele queria, mas não diria isso para ela, já tinha feito muitas bobagens por uma noite.
"Acho que ambos precisávamos disso não é mesmo? Quem sabe agora poderemos trabalhar melhor, sem nada a nos atrapalhar." – e com isso saiu do quarto, deixando uma Sakura pasma.
A vontade que sentia era de apertar o pescoço dele até vê-lo roxo querendo respirar, mas como ele já tinha saído dali, pegou o porta-retrato da mesa de cabeceira e atirou de encontro à porta. Depois desse furor, jogou-se na cama, rolando para o lado e sentiu o cheiro dele, sua raiva passou na mesma hora, magoada abraçou o travesseiro e enterrou a cabeça ali, mas não iria chorar, ela tinha prometido a si mesma nunca mais chorar por ele.
Katsu Kuroki foi pontual, às treze horas estava à porta de seu apartamento para buscá-la para o almoço que tinham combinado no dia anterior.
Ele a levou a um dos restaurantes mais elegantes de Tókio, foram atendidos por um maître que chamou-o pelo nome, conduzindo-os a uma mesa no centro do salão. Aparentemente ele gostava de ver e ser visto. Sakura ficou um pouco constrangida, mas disfarçou muito bem. Agradeceu o cardápio que o garçom passou a ela, e escondeu-se atrás dele, por alguns minutos.
"Então, já escolheu? Posso auxiliá-la, dizendo que a lagosta ao forno desse restaurante é divina?" – ele falou enquanto olhava a carta de vinhos.
"Acho que vou aceitar a sua sugestão." – disse com um sorriso doce para Katsu. – "Mais uma salada verde com ervas aromáticas de entrada, por favor." – ela pediu ao garçom, não queria deixar tudo nas mãos de Kuroki, afinal não era nenhuma tonta que não sabia escolher o que queria.
Nisso o garçom chegou até a mesa deles com o vinho que Kuroki tinha escolhido, Sakura ergueu o olhar para agradecer, e quase teve uma síncope, somente com muito esforço não demonstrou nada. Seu garçom nada mais era do que o próprio Syaoran. Ele sorriu ironicamente para ela, e se afastou depois de encher a taça de Kuroki.
Por sorte o homem não havia percebido nada. Ela não o tinha visto depois do que acontecera, sentiu o rosto enrubescer de constrangimento pelo que fizeram na noite passada, a maneira selvagem com que ele a tomou, só de pensar nisso sentia o coração pulando de encontro ao peito, batendo tão forte que olhou dos lados imaginando se alguém mais ouvia.
"Está tudo bem?" – perguntou Kuroki, estranhando ela se manter escondida por trás do cardápio, sendo que os pratos já haviam sido pedidos.
Sakura respirou fundo e fazendo uma cara que ela achava ser normal, olhou para Katsu.
"Sim." – ela sorriu discreta, bebendo a água de sua taça, para tentar amainar o calor que de repente tomou conta de seu corpo.
"Então Hyoko." – ele pronunciou seu nome baixinho. – "Você gostou do lugar que escolhi?"
"Ah sim, é muito bonito."
"Então agora que estamos travando um leve conhecimento, você me deixará leva-la para jantar não é mesmo?" – ele sorriu.
"Oras, Katsu, nós nem ao menos começamos a almoçar." – ela disse não podendo deixar de sorrir, diante do óbvio interesse do homem a sua frente.
"As noites são mais românticas, perfeitas para um contato mais íntimo."
Sakura ia dizer alguma coisa, quando ouviu uma tosse discreta à sua esquerda, era o 'garçom' com sua salada verde. Syaoran lançou um olhar mortal para a mão de Katsu pousada levemente na de Sakura. Ela ia puxar, mas desistiu, era bom ele sentir um pouco de ciúmes, depois de ter disparado a indireta de que dormira com metade das mulheres da China. Ela nem se dava conta de que quem estava com ciúmes era ela.
"Pelo visto você precisa de um pouco mais de treinamento, meu jovem. Não se interrompe uma conversa da maneira brusca que você fez." – ralhou Katsu em tom um pouco alto demais, sem ao menos olhar Syaoran nos olhos, afinal pessoas abaixo dele não mereciam sua atenção.
Syaoran sentiu vontade de pular no pescoço do arrogante, mas segurou-se, pois se saísse dali não poderia vigiar Sakura. Mas antes que dissesse algo, ele a ouviu dizer:
"Katsu, deixe estar, o rapaz é jovem, se formos indelicados com ele, nunca aprenderá seu serviço. Muito obrigada." – falou dirigindo-se a ele.
Em seu olhar ele viu a mesma delicadeza com que ela sempre tratou as outras pessoas, no fundo sua Sakura ainda era aquela mesma doce menina, contrária às injustiças.
Ele sorriu de leve, fazendo um meneio com a cabeça, e afastou-se, mas ainda pôde ouvir Katsu.
"Hyoko, você é muito condescendente. Temos que tratar quem nos serve com pulso firme. Mas vejo que você é muito delicada. Viu só? Já a conheço um pouquinho." – ele disse já esquecido do aparte do 'garçom'.
Sakura já conhecia-o também, e o que viu não a agradou nem um pouco. Esse Katsu Kuroki era um grande arrogante, só por que achava que tinha muito dinheiro podia tudo, ser indelicado com as pessoas.
O almoço transcorreu sem mais nenhum incidente. Sakura tentando tirar alguma informação útil dele, e ele mudando de assunto a cada vez que ela fazia uma pergunta mais pessoal.
No final, o almoço foi uma completa perda de tempo, pelo menos para Sakura. Para Kuroki, deu-lhe a certeza de que ele queria essa mulher para si, como nunca quisera nenhuma outra. Ele não era nenhum tolo, sentia que ela lhe escondia algo, era muito sutil, mas estava ali. Por isso pedira a um de seus homens a ficha completa dela, mas não importava, fosse o que fosse que ela tinha guardado para si, ele a teria. E mais rápido do que ela poderia imaginar.
Parando o carro em frente ao prédio dela, ele desceu para abrir a porta.
"Não precisa me acompanhar, talvez você tenha algum compromisso e já o atrapalhei muito por hoje."
"De maneira alguma, minha doce Hyoko. Sua companhia muito me cativou. Tanto, que vou insistir para marcarmos aquele jantar. O que você acha de sexta-feira?" – ele perguntou.
Sakura olhou-o pensativa. Não tinha conseguido nada nesse dia, não tinha a mínima vontade de se encontrar de novo com ele, mas teria que fazer um esforço.
"Sexta está perfeito para mim Katsu. Encontro com você em algum lugar?"
"De maneira alguma, virei pegá-la."
Ele ficou olhando-a durante alguns segundos. A beleza dela era perfeita, a pele rosada, os brilhantes olhos verdes, o corpo escultural, ele tinha que tê-la para si, e tudo que ele queria, conseguia. Não resistiu ao que via a sua frente.
"O que foi?" – ela perguntou com um toque de surpresa.
"Você é linda demais." – ele disse pousando as mãos de leve em sua cintura.
Ah Senhor, o que será que ele iria fazer? A última vez que ouvira isso as coisas saíram do controle. Ela pensou, um segundo antes de sentir um leve beijo nos lábios, o toque foi muito suave, e Sakura sentiu-se aliviada quando ele se afastou.
"Desculpe-me Hyoko, eu tinha que tocá-la. Espero não tê-la deixado constrangida."
"Não deixou." – ela se ouviu dizendo.
"Ótimo. Então pego-a na sexta às 21:00h. Está bem assim?"
"Está."
Ele acenou antes de entrar no carro e Sakura ficou ainda um segundo olhando-o se afastar. Foi quando sentiu que alguém a observava, olhou dos dois lados, mas nada viu, virou-se para entrar no prédio e inexplicavelmente seu olhar foi atraído para cima. Deu de cara com dois olhos castanhos irritados que a observavam do alto do edifício. Syaoran a olhava, aparentemente com raiva. Provavelmente ele tinha visto o beijo. Ótimo! Ela pensou enquanto acenava alegremente para ele. Entrou no prédio sorrindo. Ela adorava irritá-lo.
"Você conseguiu?"
"Sim chefe, está tudo aqui. Aparentemente a moça é o que diz ser." – disse fazendo uma pequena pausa. – "Mas há algo mais." – ele continuou inseguro.
"O quê?" – foi a pergunta seca.
O grande guarda costas estendeu a ele uma pasta contendo o relatório e algumas fotos.
Depois que viu com quem Hyoko estava se encontrando, ele socou a mesa com força. Então sua doce garotinha Hyoko, não era apenas uma milionária inocente, tinha conhecidos na Central de Segurança Nipônica, e não um simples agente, mas o chefe supremo da agência que não largava do seu pé, Touya Kinomoto. Talvez o encontro deles não tivesse sido apenas uma mera casualidade.
"Continue investigando. Quero detalhes de onde ela vai, com quem sai, com quem conversa. Tudo! Entendeu? Quero saber até o que ela come no café da manhã."
Ele sabia, seus instintos não falharam, a garota era uma farsa, mas ele saberia como enreda-la. Ele adoraria tê-la a sua frente nesse momento, mas pensando bem, brincaria com ela. Iria adorar fazer o jogo de gato e rato, e divertiria-se muito. Mas com certeza ele a teria antes de acabar com sua vida. Isso ele teria.
Continua
N.A
: Oi pessoal, o Kuroki já está colocando as manguinhas de fora, ô carinha mais sinistro.E aí? O que acharam da minha primeira cena de amor? Foi muito selvagem para vocês?...eheheh... espero que tenham gostado.
Vamos aos agradecimentos, meio longo mas não posso deixar de comentar os reviews, adoro essa parte....
Lyca
, valeu pelo e-mail elogiando a história.Mari Granger Potter
, adorei seu nick. Você é a segunda que faz referência comparando Sidney e Sakura, a história era p ser mais parecida com ALIAS, mas aí ela tomou um rumo sozinha, não tive nada a ver...eheheh.... fiquei muito feliz com seu review, que bom que está gostando, mas aposto que agora vc quer muito mais torcer o pescoço do Syaoran, e muita água vai rolar ainda...ehehehehMiaka
, o Li vai ganhar mais alguns adjetivos depreciativos no decorrer da história...hihihi... realmente vc e a Yoru fazem os dois sofrerem muito mais que eu....Kath
, provavelmente aqueles nossos papos influenciaram esse capítulo...eheheh.... agora que me toquei da sua surpresa no começo do capítulo anterior...eheheh.... mas só vou contar p o pessoal no final da história, OK?Fab
, que bom que vc apareceu por aqui, olha os e-mails vivem voltando, o que será que anda acontecendo? A Cherry te manda um abraço e logo ela estará de volta, ela deu uma sumida pois está sem internet, OK?Dallyla
, que legal vc deixar review, e espero que tenha gostado do encontro dos dois e entra no blogg sim, a entrevista com a Kath está demais.Mary
, sua sumida.... doidices da Sakura? hum, talvez mais p o final...eheheh.... se bem que ....ai eu não posso contar.... o Syaoran se tocou, mas não caiu a ficha ainda.... Ai, vc achou o Touya tapado? Tadinho do meu lindinho, não é tapado não, ele só anda não batendo de frente com a irmã, coisa de irmão mais velho.... Realmente esse vilão, é daqueles...ui.... lembrei daquela cena do Lex, da visão daquela velhinha, lembra? Ele todo coberto de sangue.... Caraca, Mary se todas as minhas críticas fossem como as suas, eu estaria feliz. Não estou reclamando.....eheheh....ninguém criticou ainda.... mas podem ficar a vontade, vocês é que vão perceber se a história tem uma boa continuação. Acho que agora ficou explicado pq a Sakura estava sem nada por baixo do vestido né?...eheheheh...ficou mais fácil.Lally
, vc é um anjinho por deixar review, espero que esteja gostando da primeira história.Yoru
, acho que agora começam os banhos frios...ahahah.... ai nem te conto, ganhei um super apelido...hihihi...depois te falo, mas tem algo a ver com malvada....ahahahah...mas aposto que vc me xingou em pensamento...eheheh....YSH
, realmente filmes policiais e de ação, são os meus preferidos, daquele tipo, pouco conteúdo e muita pancadaria...ahahah.... terá uns capítulos a mais, mas nada muito longo, eu acho também que há capítulos maiores, não é muito a minha, mas me empolguei....Thaís
, até que o Touya não levou muita bronca....eheheh... mas é a cara dele esconder os fatos da Sakura, no primeiro, ele não contou nada dos ataques e do Syaoran, lembra?....ehehehPatty
, pelo amor de Deus, não me assusta, que apelido vc inventou para o meu Chocolate? Vc viu que eu fui boazinha e não criei nada para o Shiriu, olha lá o que vc vai fazer.... me passou uma coisa agora pela cabeça, nada a ver com penas né?....ehehehehDiana
, espero que você não esteja muito machucada de tanto bater a cabeça na parede...hihihihi...que é isso menina, quantas vezes nós já não falamos sobre esse assunto? Sem desculpas, o importante é que você leu e está gostando. E aí que achou "daquela" cena???.... a parte do "Eu não vou pedir desculpas" é influência sua.....ahahahah....Será que alguém leu até aqui? Você foi doido então...eheheh...
Passem no blogg para ler a entrevista exclusiva com a Kath Klein, e deixem seus comentários, nós queremos saber o que vocês estão achando, e a Kath com certeza também....
cerejeira.weblogger.terra.com.br
E não poderia deixar de dizer a vocês que eu ganhei o Chocolate(Seiya) na enquete do Blogg, quem passou por lá e votou em mim, meus agradecimentos... agora é oficial o Seiya é só meu...eheheh
beijos
Rô
