Antes da fic, leiam os avisos, por favor. ;)

Autora: Olimakiella

Tradutora: Cy Malfoy

Revisão: Lycanrai Moraine e Cy Malfoy

Betagem: Nanda Malfoy

Pares: Draco Malfoy e Harry Potter

Classificação: NC-17

Disclaimer da autora: Esta história é baseada nos personagens e situações criadas por JK Rowling.

Disclaimer das tradutoras: Nada aqui nos pertence, nem Harry Potter, nem esta história. Harry Potter é da tia Joka e a fic, da Olimakiella. Nós só a estamos traduzindo com a permissão da autora.

Avisos: SLASH! Relacionamento entre dois homens. Não gosta, não leia. Mas se gosta, aproveite. :D

Notas: Whore!Draco, sexo, etc, etc…


Harry dava pancadinhas com as chaves no teto de seu carro, esperando pacientemente. Ele tinha levado um bom tempo empacotando todos os seus papéis nas caixas e, furtivamente, encolhendo todas elas para colocá-las no porta-malas junto com a bagagem de Draco. Agora, tudo o que ele tinha a fazer, era esperar Draco sair do prédio.

Ele deu um breve aceno para mais duas pessoas que subiam as escadas do prédio. Eles olharam para ele curiosamente antes de fechar a porta. Segundos depois, Draco chegou. Harry olhou para as escadas para ver que aquelas roupas nas sacolas, ao contrário do que ele pensou, não eram todas as que Draco possuía. Ele tinha trocado as roupas que estava usando por calças pretas, um par de botas e um suéter cinza escuro. Seu cabelo estava baixo, como costumava ser, e ele trazia a coleira em uma mão, evitando que Penélope fugisse. Harry colocou a chave na ignição do carro, e então deu a volta no automóvel para pegar a coleira e colocar a cadela para dentro. Ela latiu algumas vezes e lambeu seu rosto enquanto ele a prendia no banco de trás e dizia para ela se sentar. Para sua surpresa, ela fez exatamente o que ele mandou.

"Uou, você a treinou muito bem." disse, fechando a porta. Ele voltou-se para olhar Draco, que estava sorrindo verdadeiramente pela primeira vez desde que eles tinham se encontrado. Ele estava sorrindo para a cadela, mas ainda assim... "Faça isso mais vezes e um mês irá passar antes que você perceba." Draco olhou para ele, murchando o sorriso, e então, estreitou os olhos com um quê de assombro. Ele balançou a cabeça e entrou no carro.

"Hey Draco! Você está mudando? Posso ficar com seu apartamento, então?" Berrou alguém de uma janela acima.

Harry entrou no carro enquanto Draco pressionava o botão para abaixar seu vidro. "Não, eu não estou e não, você não pode, piranha!" Ele disse. Harry olhou na direção que ele gritava. Ele estava a ponto de dizer algo quando percebeu que Draco estava sorrindo. "Se você ao menos tocar minha porta, Cassie, eu vou soltar Penny em cima de você e então, você vai se arrepender!"

"Oh, por favor, senhor, o máximo que ela faz é me lamber até a morte. Parando pra pensar, pode soltar, eu não me importaria nem um pouco." A voz gargalhou de uma janela do terceiro andar.

Draco riu e balançou a cabeça. "Só você pensaria numa maneira de molestar um cachorro, Cassie. Por que não entra e vai dormir, hein? Você terá um longo dia amanhã." Ele disse, através da janela.

"Claro, claro. Só tenha certeza de me trazer alguma coisa de sua viagem, certo? Na última vez que você passou a noite fora, você voltou com as mãos abanando!"

"Bem, eu ficarei fora por mais tempo, pelo que parece. O que eu devo trazer para você, uma camiseta? Deus sabe que você não tem o bastante." Draco riu. Ele virou-se quando ouviu Harry rindo também.

"Não, uma xícara já seria legal. Um bastardo que mora ao lado vive quebrando as minhas." Draco voltou-se para sua amiga e perguntou, confuso.

"Como?"

"Fodendo a noite toda, não é?! Depois, o maldito barulho que ele faz com aquele som... é de se admirar que ninguém o tenha roubado ainda só para fazê-lo ficar quieto!" Harry deslizou a carro para a primeira marcha como um aviso para encerrar a conversa. Ele notou uma faixa em volta do pulso direito de Draco quando o loiro começou a brincar com ela.

"Certo, está bem," Draco gritou, tirando o cabelo de seu rosto. "Eu verei o que eu posso fazer."

"Veja quem você pode fazer, também! Você sabe que nós adoramos suas histórias. Nós acenderemos uma fogueira quando você voltar, tá bom?"

"Vai se danar, sua piranha!" Draco riu, colocando a cabeça para dentro do carro. Ele continuou acenando enquanto fechava a janela. O sorriso murchou assim que ele se ajeitou novamente. Harry saiu para a estrada com tranqüilidade e acelerou depois de fazer uma curva. Eles ficaram em silêncio por uns bons quinze minutes antes que Draco o quebrasse. Ele esteve olhando para Harry por um tempo enquanto ele dirigia, virando-se para trás às vezes, para olhar sua cachorra. Draco, entretanto, estava agora entretido com o anel na mão esquerda de Harry. Ele estreitou os olhos em suspeita." Aonde você está me levando, Potter? Para algum hotel nojento?"

Harry franziu o cenho, divertido, e olhou para ele enquanto pegava uma saída para a auto-estrada. "Um hotel nojento? Estou levando você para a minha casa, Malfoy."

Draco olhou para o anel novamente e ergueu uma sobrancelha, enquanto traçava o desenho de sua superfície com os olhos. "Por quê?"

Para seu crédito, Harry segurou uma risada. "O que você quer dizer com 'Por quê?'. Você prefere um hotel nojento?" Ele perguntou, trocando de pista.

Draco cruzou os braços sobre o peito. "Eu nunca disse isso." falou calmamente, olhando pela janela. Ele voltou-se quando Penélope latiu e acariciou a cabeça dela.

"Você está com fome?" Harry perguntou, ultrapassando um carro particularmente lento.

"Um pouco." Draco respondeu, olhando para ele cautelosamente.

"Qual foi a última vez que você comeu... esta tarde? Ele perguntou, olhando para o outro depois de sentir a 'olhada'.

Olhos estreitos o receberam. "Esta manhã."

Harry assentiu. Deu sinal e pegou uma saída para uma pequena estação de serviços. Ele entrou no posto de gasolina e esperou na fila antes de abrir o porta-luvas e pegar sua carteira. "Aqui, vá e pegue algo para você comer." Ele puxou a nota de volta quando Draco fez menção de apanhá-la. "Você sabe como pedir comida pra viagem?"

Draco rolou os olhos. "Eu não sou um inválido." Ele pegou o dinheiro.

Harry concordou. "Bom saber. Pegue alguma coisa pra ela também," Ele disse, se levantando também e saindo do carro. "Aqui." Ele disse, tirando seu casaco, revelando a camisa preta que estava vestindo por baixo. Ele passou o casaco para Draco.

Draco franziu as sobrancelhas e ficou olhando do casaco para Harry. "Está frio!" Harry explicou, oferecendo-o a ele novamente. Quando Draco finalmente o aceitou e vestiu, Harry pegou a bomba de gasolina. Ele voltou-se para ver Draco ainda parado ali. "Bem, vá, eu não posso esperar aqui para sempre." Ele assistiu Draco caminhar para longe do posto de gasolina e entrar em uma padaria localizada à direita do prédio adjacente. Harry ficou segurando a bomba no tanque de gás, esperando os números chegarem às vinte e cinco libras, antes de colocar a bomba de volta no lugar e caminhar até a estação para pagar. Quando ele voltou, Draco já estava no carro. "Pronto?" Perguntou. Draco acenou com a cabeça e olhou para Penélope, que estava comendo alegremente um sanduíche de carne. Harry saiu do posto de gasolina e juntou-se novamente ao fluxo de carros, ajustando-se ao tão conhecido ritmo lento da estrada. Estava escuro lá fora e ele teria aula no dia seguinte. Ele olhou para seu passageiro que tinha, no momento, acabado seu sanduíche e estava lutando contra o sono.

"Você pode dormir, sabe. Eu não vou fazer nada com você." Ele disse, olhando de volta para a estrada. De repente, a música de um celular começou a ecoar no silêncio do carro. Draco pulou, sentindo o telefone vibrar no bolso da jaqueta de couro que estava usando. Ele ficou tenso quando Harry enfiou a mão em seu bolso, enquanto tentava manter os olhos na rua, e virou o rosto quando Harry o encontrou e olhou para a tela. "Que diabos?" Ele disse parecendo irritado, mas ainda assim sorriu quando apertou o botão 'receber'. "Não, eu não vou te dar minhas anotações. Você pode parar de implorar por elas e fazê-las você mesmo, Martin, eu estou ocupado."

Draco assistiu a reação de Harry pelo reflexo na janela. O céu estava ficando mais escuro e ele observou a estrada enquanto Harry pegava outra saída e virava à esquerda.

"O que você quer dizer com você estava na minha casa?" Harry perguntou. "Você entrou? Por que a – não a polícia? Oh meu Deus, seu idiota. Eles ainda estão aí?" Harry riu. "Foi realmente bom que ela estivesse lá para mandá-los embora, não é?" Draco acordou para a menção do 'ela' e observou o reflexo do anel no dedo de Harry, balançando sua cabeça. "Na próxima vez, me ligue antes de fazer uma visita inesperada. Bem, obrigado por ao menos me deixar saber. Sim, tchau." Harry balançou a cabeça enquanto desligava o celular e virava à direita. Quando o carro se endireitou ele abaixou o telefone e disse, "Idiota," antes de rir e se juntar ao fluxo do tráfico que os cercavam.

Ele pegou a segunda saída e continuou rua acima, quando seu celular tocou novamente. "Oh, saco!" Ele olhou para a tela e então disse, "Oh," antes de apertar o botão 'aceitar'. "E o que, me diga, você esqueceu dessa vez?" Ele riu. "Está no doze. Sim, eu posso encontrar vocês. Não, não hoje à noite. Eu estou ocupado." Ele disse, lançando um olhar de rabo de olho para o banco do passageiro. Uma luz brilhou em seu telefone.

Draco olhou para ele, então, não apenas pelas palavras do outro. Ele viu o anel prateado brilhando em seu anelar da mão esquerda, novamente. Harry riu, "Isto não é da sua conta, seu intrometido." Ele riu mais. Seu rosto, de repente, ficou sério. "Oh Deus, qual é o problema de Charlotte?" Ele suspirou pesadamente. "Oh, bem, isto é maravilhoso, não? Sim. Bosta." então, sorriu de lado. "Bem, eu tenho uma cópia delas. Apesar de que ela terá um preço, para você." Ele assentiu para ninguém, em particular. "Sim, as notas estão em casa. Isso se Martin não surrupiou todas elas. Ele tentou entrar em minha casa. Sim, eu sei que ele não sabe a senha," ele falou com o ar cansado de quem já ouviu aquilo cem mil vezes. "Por que cargas d'água eu daria minha chave a ele? Para ele entrar em minha casa e roubar minhas notas, você está louco?

"Não, minha vizinha o enxotou. Tenho certeza de que ela estava pronta para arrancar a cabeça dele. A polícia esteve por lá, ao que parece. Não, ele disse que eles já foram. Eu acho que ele deve ter usado minhas chaves," Harry disse, com um dar de ombros. "Ué, eu esqueci que eu dei uma chave a ele," respondeu, defensivamente. "Eu não mantenho uma lista dos nomes de quem têm minhas chaves". Ele suspirou pesadamente. "Bem, tire-a dele quando você o vir, eu tenho certeza de que ele a carrega por aí, aquele desesperado. Certo, amanhã. Tchau." Ele cutucou Draco e lhe estendeu o telefone. "Desligue isso para mim," disse, contornando a esquina de uma rua cheia de casas.

Draco encontrou o botão 'off' e pressionou-o, esperando que ele desligasse enquanto Potter virava outra esquina. A mensagem de adeus brilhou na tela e Draco quase não teve tempo de lê-la antes que o telefone ficasse escuro. Ele franziu a testa e se perguntou que droga de mensagem era aquela. Parecia mais com um endereço do que com uma mensagem, mas ele deixou isso de lado quando o motorista, de repente, começou a dar pancadinhas abafadas no volante, diminuindo a velocidade. O carro parou do lado de fora de uma casa isolada, de dois andares, vermelho tijolo. Tão incrivelmente modesta e ainda assim, gritando 'Eu custei uma grana'. Tão incrivelmente Harry Potter! Draco resistiu à vontade de rodar os olhos.

Harry olhou em volta antes de agitar sua mão para abrir o portão da frente, e este rolou em seus trilhos para trás do muro. Ele dirigiu através da entrada de automóveis, estacionando numa garagem para dois carros que abriu-se quando eles atravessaram o portão e se fechou assim que passaram por ela. Draco manteve-se em silêncio durante todo o tempo e notou que a garagem realmente guardava dois carros. O outro automóvel era muito maior e levava oito pessoas, ao invés das quatro ou cinco que o padrão comportava. Harry destravou o porta-malas e saiu do carro, caminhando até sua traseira, só para ser chamado pela vizinha.

"Senhor Potter! Oh, senhor Potter!" Ela chamou, acima da cerca viva.

Harry sorriu para ela enquanto Draco saia do carro. "Sra. Greenstone, como vai? Eu soube que a senhora teve problemas com um dos meus futuros ex-amigos."

Ela torceu os lábios. "Totalmente irresponsável, jovenzinho. Chaves, mas nenhuma senha, eu digo," ela disse, rolando os olhos. "Eu estava certa em chamar a polícia, não estava? Ou eu acabaria arrancando a cabeça dele.

"Claro que a senhora estava. Eu teria feito o mesmo se estivesse em seu lugar. Eu sou tão sortudo de ter uma vizinha tão maravilhosa como a senhora, Mrs. Greenstone, que olha a casa por mim."

Draco zombou discretamente quando a mulher de bobs nos cabelos, arrulhou como um pombo. Oh, aquilo era nojento! O loiro rolou os olhos.

"Oh, que jovenzinho encantador! Se você apenas desse uma outra olhada em minha filha, seria bem vindo em minha família." Draco, ao contrário de sua prévia sentença, estava tentando ouvir a conversa enquanto tentava parecer preocupado com Penélope. Agora ele estava certo de que havia a "ela" que ele tinha ouvido no carro. O que ele não entendia era por que a velha estava pedindo para um homem casado dar uma olhada em sua filha.

"Bem, eu sinto muito, madame, mas," Harry falou, olhando para Draco que estava inclinado contra o carro, segurando a coleira de sua cadela, "no momento, essa vaga está preenchida." Draco olhou para ele aguçadamente e sacudiu a cabeça como se Harry estivesse louco. "Mrs. Greenstone," ele disse, caminhando até o loiro, "conheça Draco Malfoy." Harry segurou Draco pela curva de seu braço e disse "Comporte-se" em sua orelha. "Draco," ele falou, mais alto, "conheça Sylvia Greenstone, minha preciosa vizinha."

"Mal… foy," ela disse, como se chegando a uma muito esperada compreensão. "Oh," ela continuou olhando para Draco, que estava a observando estranhamente, "que adorável." Ela estava quase batendo palmas em júbilo.

Draco forçou um sorriso depois de trocar a coleira de mãos. "É um prazer conhecer a senhora." Ela deslumbrou-se quando ele pegou sua mão e beijou seu pulso.

Só então, Penélope deu um latido, fazendo a velhota pular. "Oh, não se assuste. Esta é Penélope, ela é habilmente treinada para proteger e não morder." Harry disse. Eu espero, ele pensou.

"Olhe, não é um amor?," ela falou, abaixando-se para acariciar a cabeça do cão. Penélope sentou-se e não se mexeu. "Oh, que boas maneiras! Ela é bem vinda nesta rua, filho."

Draco mantinha o sorriso forçado no rosto. "Obrigado. Ela está feliz em estar aqui."

"Nós vamos terminar de nos ajeitar, então." Harry disse, se afastando.

"Oh, é claro! Boa noite, garotos." Ela acenou e voltou para dentro.

Harry virou-se para o outro. "Você pode desfazer o sorriso, se quiser." Draco olhou para ele. "Eu conheço um sorriso forçado quando vejo um. Nas primeiras semanas doía aqui em volta," ele disse, traçando os músculos da própria boca. "É difícil manter isto por muito tempo, a menos que você tenha alguma prática." Harry sorriu, pegou a bagagem do porta-malas e retornou as caixas aos seus tamanhos originais. Ele voltaria para pegá-las no dia seguinte, elas não seriam necessárias para sua aula, de qualquer forma. "Venha." Harry carregou a mala até a porta e virou-se para Draco, que estava parado de um lado da entrada.

Draco, imediatamente, deu um passo para trás e encostou-se na parede.

Harry franziu a testa e então, sorriu. Deu um lento passo até que seus rostos estivessem poucos centímetros separados. Ele continuou a sorrir quando escorregou uma mão para dentro do casaco de Draco. "Eu não vou fazer nada," ele disse, olhando nos olhos cinza. "Eu só quero minhas chaves." Ele as segurou no ar por um tempo, antes de virar-se e enfiar uma delas na fechadura. Logo que a porta foi aberta, o alarme disparou. Harry riu com a lembrança do telefonema e digitou seis números antes de apertar 'Enter'. O alarme parou e ele pegou a mala do chão, novamente. Andou alguns passos antes de perceber que Draco não tinha se mexido. Ele colocou a mala no chão e voltou para fora. Draco ainda estava inclinado contra a parede, parecendo bastante vermelho. "Você vem?"

Draco pulou, como se pego de surpresa, antes de erguer a coleira. "A cachorra." Ele disse, se explicando.

Harry deu um aceno com a cabeça. "Ela tem pulgas?"

Draco pareceu ofendido. "É claro que não!"

"Algum outro tipo de peste?"

"Não."

Harry encolheu os ombros. "Então, ela pode ficar aqui dentro." Ele deu um passo para trás e segurou a porta aberta.

"Mesmo?" Draco perguntou, dando um cauteloso passo à frente.

Harry rolou os olhos e pegou a coleira. Ele a soltou do colar da cadela e a pendurou próxima às suas chaves. Depois de espantar o cão para dentro, ele segurou a porta novamente. "Alguma outra pergunta ou você quer dormir aí fora?"

Draco estreitou os olhos ligeiramente, antes de cruzar a soleira da porta.

Continua...


Comentários Aleatórios das Malfoy-Moraine:

Lycanrai diz:

eu não queria ter uma vizinha daquelas #medo da vizinha do Harry#

ela queria arrancar a cabeça das pessoas...

Nanda diz:

#meda#

pra mim ela sabe da paixonite do Harry pelo loiro sexy e piranha.

Cy diz:

todo mundo sabe da paixonite do Harry pelo Draco. ¬¬

ele deixou bem óbvio em HBP

Lycanrai diz:

HBP deveria mudar de nome... deveria se chamar algo como livro onde o Harry vira stalker da doninha loira...

Nanda diz:

"Mal… foy," ela disse, como se chegando a uma muito esperada compreensão

Nanda diz:

isso prova o que digo

e agora que o Dan saiu do armário... se segura Tom!!

Lycanrai diz:

pois é

ele saiu do armario


Notas das tradutoras: Não esqueça! Se deixar reviews e não estiver logado, deixe um e-mail para a resposta.

Nos desculpamos pela demora nas respostas das reviews do capítulo 2.

Hey, leia também nossa outra tradução, "O Segredo que Nós Guardamos". Tá muito legal. :D

Esperamos que vocês realmente tenham gostado desse capítulo.

Até o próximo domingo,

Cy e Ly. ;)