Notas da Historia:

Obs. Os personagens pertencem à tia Steph, mas se fossem meus, há as possibilidades...

Obs. 100% Beward

Obs. Pov. Edward

Obs. Historia para maiores de 18 anos


CAPÍTULO II

Uma Vida Nova...

Suas palavras se repetiram em minha mente.

Ir com eles?

Para Chicago?

Por que ela me pediria aquilo?

Olhei para enfermeira Hale como se ela tivesse as respostas, mas ela não estava me olhando, ela fitava a Sra. Cullen, com um brilho nos olhos, como se a mulher tivesse feito ou dito algo incrível.

- Eu... – comecei, mas me calei novamente, o que eu iria dizer? O que eu poderia fazer? Voltei a olhar para enfermeira Hale, e dessa vez, ela me fitava.

- Esme pode nos dar um minuto, por favor? – falou, mas continuava olhando para mim.

- Claro, claro, eu irei falar com Carlisle, mas "E"... – a encarei e a vi sorrir. – Realmente desejo que você venha conosco.

Assenti e acompanhei a sua imagem esquia até vê-la ao lado de seu marido, me voltei para enfermeira Hale, como se ela tivesse todas as respostas do mundo, ou pelo menos as minhas.

- Enfermeira...

- Meu nome é Rosalie, "E".

- Rosalie? – ela riu, e foi a primeira vez que a notei, quer dizer, eu a havia notado antes, ela era uma mulher bonita, claro, mas eu estava sempre tão ocupado com os meus próprios problemas, que eu nunca realmente, olhei com discernimento, a enfermeira... Rosalie.

- Sim, Rosalie... "E", eu quero lhe dizer algo... Mas não como a sua enfermeira, porém sim, como uma amiga.

- Sim?

- Eu acho que devia ir com os Cullen.

- Realmente? – aquilo tinha que ser uma loucura, aquilo... Não era?

- Isso seria perfeito "E"... Eu odeio ter que lhe dizer isso, mesmo porque na verdade, eu nem deveria, mas eu temo que a sua situação não melhore... O que te espera depois de sua alta, "E"? Não sabemos quem você é? Talvez não tenha família...

- Essa conversa é para me fazer sentir melhor? Porque não está ajudando... – ela riu.

- Desculpe-me, é só... ...acho que os Cullen farão bem para você, e quem sabe, estar em contato com as coisas do verdadeiro Emmett, lhe traga memórias... Embora não tenha sobrado muitos homens de seu regimento, eu acredito que Emmett era um grande amigo seu.

- Você acha?

- Sim, afinal você estava com a identificação dele.

- Como sabe que eu não roubei? – ela sorriu abertamente.

- Eu sei que não! Podemos não saber quem você é "E", mas eu sei que é um bom homem. – sorri.

- Obrigado Rosalie.

- Espero que aceite o convite da Sra. Cullen. Fará bem a você, ter uma família.

- Mas não é a minha família. Não quero roubar novamente a vida de Emmett.

- Você não está roubando nada "E", só pegando emprestado. Mas no meu ponto de vista, talvez você acabe por ajudar os Cullen, mais ainda do que eles o ajudarão. – com essas palavras ela me deixou sozinho com os meus pensamentos.

Fato que deveras agradeci... A situação toda me deixava muito confuso e eu nem sabia o que pensar de tudo aquilo.

O que diria? O que faria? Sentia-me com se não houvesse nada.

Será que eu realmente poderia ir para uma casa estranha, com pessoas que eu não conhecia? Pessoas que não me conheciam, o que eles esperariam de mim? O que eles quereriam de mim?

- "E"? – ergui a cabeça vendo a delicada Sra. Cullen me encarando ao lado da minha cama.

- Sim?

- Você está bem?

- Eu acho... ...eu, você... – o que eu diria? O que eu queria realmente saber... – Por que quer que eu vá com vocês? – ela se sentou ao meu lado pegando a minha mão, os seus olhos eram tão acolhedores, tão maternais...

- Eu posso ter perdido o meu filho "E"... Eu não sei onde ele está... Ele pode estar morto, ou pode estar vivo em algum lugar... Pode estar ferido, sem memórias, sem ninguém, mas eu espero, bem no fundo de meu coração, que alguém esteja olhando por ele.

- É isso que quer fazer por mim?

- Pode-se dizer que sim... Como uma pessoa muito inteligente me disse, "por que eu deveria virar as costas para alguém que precise de mim?", e eu acredito que você precisa de mim "E".

- Posso perguntar quem disse isso?

- A enfermeira Hale. – ela deu uma tapinha gentil em minha mão, se levantando em seguida, não a deixei se afastar, levei a minha outra mão a dela, segurando-a.

Eu já sabia qual seria a minha decisão.

- Eu realmente gostaria de ir com vocês. – ela sorriu.

- Vou avisar Carlisle, falaremos com o seu médico para que você possa vir conosco. – falou entusiasmada, já se afastando, mas voltou em seguida, me dando um rápido abraço apertado, indo logo depois, sorri ao ver a gentil Sra. Cullen se aproximando do marido, gesticulando animadamente, os meus olhos repousaram no seu marido que me fitava, e ao contrário dela, ele não parecia tão animado com as notícias trazidas por ela, o seu olhar claramente estava irritado.

Engoli em seco, repensando a minha decisão, talvez não fosse uma boa ideia eu ir com eles. Ao contrário do que Rosalie poderia ter pensado antes, o Sr. Cullen, claramente, não estava ansioso para que eu fizesse parte de sua família. Eu, verdadeiramente, estava fazendo aquilo? Indo com os Cullen?

Os meus olhos se encontraram com os dela, e o seu bonito sorriso me fez sorrir... Sim, eu estava fazendo aquilo...

•••

- Você parece-me bem. – Esme, como ela me pediu que a chamasse disse, ajeitando a minha camisa xadrez.

- Hmmm, obrigado... – murmurei passando os dedos pelo cabelo, finalmente, estávamos saindo do hospital, depois de apenas dois dias, desde que Esme e o Sr. Cullen falaram com o meu médico.

Ao que parecia, eu já estava em condições de receber alta, quando pensaram que eu fosse Emmett, os pais dele vinham para lhe buscar, fora o problema de memória, eu estava muito bem para ir para casa, se eu tivesse uma.

- Você parece um pouco preocupado. – ela afastou o cabelo da minha testa, dei de ombros.

- Acho que só um pouco ansioso. Acredito que nunca estive em Chicago, bem eu acho... – ela riu.

- Você vai adorar a cidade.

- Acha mesmo?

- Sim, sim, é linda. Vou lhe mostrar tudo, sim?

- Parece ótimo, Esme.

- Já se despediu da enfermeira Hale?

Assenti.

Havia me despedido pouco antes dos Cullen chegarem, abracei-a apertado e agradeci por ter cuidado de mim, por ter se tornado minha amiga, ela chorou e prometeu me escrever.

Fiquei feliz, era bom saber que apesar de tudo, mesmo eu não sabendo quem eu fosse de verdade, felizmente, eu tinha uma amiga.

- "E"? - me voltei para Esme, e engoli em seco vendo o Sr. Cullen se aproximar.

- Estão prontos? - olhei atentamente para ele, ainda não parecia muito animado com a minha ida, mas ao mesmo tempo parecia estar resignado. Na verdade, era só ele olhar para Esme que dava para entender o porquê dele estar me aceitando em sua casa, ele faria qualquer coisa por ela.

- Sim, estamos animados. - ela falou entusiasmadamente, ele suspirou.

- Então vamos...

Peguei a minha mochila com as poucas roupas e documentos improvisados. Como eu não tinha um nome ainda, eu tinha uma licença especial que o exército me deu, poderia usá-la até eu escolher um nome e conseguir documentos de verdade, mas por enquanto, aquilo iria servir para viajar e me virar. Quem sabe eu não me lembrasse do meu nome e não precisasse tirar documentos novos, só usar os meus próprios.

De acordo com a enfermeira... Rosalie, eu sempre deveria ter esperanças.

Iria sentir mais falta dela do que havia acreditado ser possível.

Com mais medo do que deveria, saí do hospital que foi o meu lar por mais meses do que gostaria, além de apoiado em uma bengala, com os Cullen ao meu lado, deixei para trás a minha antiga vida, para começar uma nova.

•••

Ao descermos no aeroporto, já em Chicago, respirei fundo algumas vezes, quem diria que uma cabine de avião poderia ser tão claustrofóbica.

- Você está bem "E"? - assenti ainda tomando algumas respirações.

- Acho que não gosto muito de voar.

- Você não sabe? - Carlisle resmungou e arqueei uma sobrancelha, Esme grunhiu.

- Carl, ele está desmemoriado. - ele suspirou.

- Sim, sim, vamos, vou chamar um táxi. - os segui me sentindo um pouco desconfortável, era bem óbvio que Esme estava feliz com a minha presença, já o Sr. Cullen, ele era outra história.

Estava começando a me arrepender de minha decisão precipitada.

Talvez vir para Chicago com os Cullen tivesse sido um erro afinal.

Mas apesar dos meus pensamentos, os segui para o táxi no qual o Sr. Cullen colocava as malas, o ajudei como pude, e em seguida, ajudei Esme no carro, então me sentei ao lado dela, quando ele entrou, sentando ao meu lado, forcei um sorriso e ele forçou um de volta.

Com certeza isso não iria acabar nada bem.

Olhei pela janela observando a paisagem, estava um pouco quente, um calor agradável que me fez sorrir em apreciação, olhei para os prédios e comércios, e conforme nos afastávamos, a visão foi mudando, a casa dos Cullen ficava longe da cidade, mais no subúrbio. Logo os prédios foram deixados para trás e sendo substituídos por casas, jardins bem aparados, e muitas árvores, o lugar perfeito para se viver com a família.

Sorri com aquele pensamento. Mas o meu sorriso morreu, aquela não era a minha família... Eu só precisava me lembrar disso, que ficaria bem, assim eu esperava.

Quando o carro parou, olhei para fora com admiração, estávamos em frente a uma grande casa, de dois andares, alta e bonita, as paredes eram brancas e havia aquelas pequenas janelas azuis com flores no beiral, o jardim bem aparado e rodeando a casa, além de muitas e muitas flores, de várias cores e tipo, era... ...perfeito!

Senti um cutucão e me voltei para Esme que sorria.

- Bonita, não é?

- É linda...

- Sim, foi o pai de Carl quem construiu, ele era arquiteto. Ele desenhou a casa toda. Fez a casa para a esposa, mas infelizmente, ela faleceu ainda jovem... Faz poucos anos que ele partiu também, e deixou a casa para nós, sempre adorei essa casa, e ele sabia disso, por isso a deixou para mim e Carl.

- É incrível!

- Precisa ver por dentro.

- Gostei do jardim. - ela sorriu abertamente.

- Essa é obra minha.

- Bem, então parabéns, é lindo.

- Esme venha, o moço quer ir embora. - Sr. Cullen resmungou e me apressei em sair do carro, enquanto Esme ria.

- Desculpe-nos Carl, sabe como gosto de tagarelar sobre a nossa casa. - ela falava enquanto eu a ajudava a sair.

Esperei que ele resmungasse mais, contudo ele sorriu a olhando, havia tanto amor em seus olhos, era bonito de assistir. Mas ao mesmo tempo, muito íntimo, então desviei os olhos e olhei para o bairro.

Todas as casas eram do mesmo estilo da dos Cullen, grandes e impressionantes. Nada do que eu esperava, na verdade. Honestamente, não sei o que eu esperava, mas não era esse lugar tão acolhedor que me fez sentir tão em casa só de estar ao redor.

- Vamos "E"? - senti a mão de Esme no meu braço e assenti.

Peguei a minha mochila que estava no gramado, junto com a bengala e manquei atrás dos Cullen, ao entrarmos na casa, Esme estava certa, era melhor por dentro.

Tão acolhedora, havia móveis com aparência de ser muito confortáveis e aconchegantes, além de quadros com fotos da família e pequenas bugigangas que enfeitavam aqui e ali, uma mesinha de canto, uma estante sobre a lareira.

Era a casa de uma família.

Fui até as fotos, algumas dos Cullen sozinhos, outras com os amigos, mas as fotos que dominavam todo o lugar eram as deles com o filho.

Emmett...

Havia dele bebê, e em seguida, já um garoto, depois um adolescente. Olhando para o grande rapaz, novamente tive aquela impressão de que o conhecia, mas não podia dizer de onde. Talvez realmente fôssemos amigos, mas embora tivesse essa impressão, era só aquilo o que eu tinha.

Não havia nada mais...

Soltei um suspiro e me virei, congelei um pouco ao perceber que Sr. Cullen e Esme me encaravam atentamente. Fiz uma careta, com certeza eles esperavam que eu me lembrasse de tudo só em ver a foto dele, queria eu que fosse tão fácil.

- Então, é realmente linda a casa. - falei por fim, sem mais saber o que pudesse falar, o Sr. Cullen grunhiu e subiu com passos duros levando as malas, Esme sorriu.

- Obrigada querido. Venha, eu vou lhe mostrar seu quarto.

- Huh, obrigado. - ela começou a subir as escadas e a segui lentamente, subir degraus mancando e com uma bengala era mais difícil do que parecia ser.

Ao chegarmos, entramos em um longo corredor e ela me indicou os cômodos, escritório do Sr. Cullen, o quarto dela e do marido, algumas portas mais a frente era o de Emmett. Ela tocou na porta com um sorriso triste enquanto falava.

- Esse é o de Emmett.

- Não vou ficar aí, não é? - perguntei apressadamente e ela riu.

- Deus não! Esse é o de Emmett, e será sempre dele. O seu será um mais a frente.

Assenti e a segui, no final do corredor, ela abriu uma porta para revelar um grande quarto, mas ao mesmo tempo simples. Uma cama, uma cômoda e uma poltrona.

- Eu nunca cheguei a realmente arrumar esse quarto, sempre foi só um quarto para as visitas, bem agora, você poderá decorá-lo como quiser.

- Não será necessário, está ótimo assim, Esme. - ela assentiu.

- Ah, e há um banheiro ali. Há toalhas limpas no armário, caso queira se refrescar.

- Seria ótimo. Obrigado. - ela assentiu e olhou em volta.

- Huh, eu vou preparar algo para comermos, essa viagem toda, tenha me deixado faminta. Se instale e fique à vontade, quando quiser desça para se juntar a nós, sim?

- Claro! Obrigado mais uma vez por me convidar. - agradeci novamente, ela bufou.

- Estou feliz que esteja aqui conosco, querido. - sorrindo ela se foi me deixando sozinho.

Olhei em volta, para as paredes azuis claras com branco, os detalhes, os móveis... Meu quarto...

Era estranho ter algo só meu, e mais estranho ainda àquela sensação de que nunca tive. Às vezes, temia o meu passado, talvez por isso fosse tão difícil me lembrar de algo... Podia ser que não fosse gostar do que iria descobrir. Nesse caso, era melhor mesmo não me lembrar... ...esquecer seria melhor... Mas ainda havia Emmett, eu precisava me lembrar, senão por mim, por ele, por Esme, e até mesmo pelo Sr. Cullen. Eles mereciam saber o que houve com o seu filho. Se eu pudesse me lembrar...

Tentei forçar a mente, pensar, lembrar, mas a minha cabeça começou a latejar e cambaleei até a cama, tomando algumas respirações lentas. Isso não iria dar certo, tentei focar na enfermeira Hale, ela dizia que quando fosse à hora eu me lembraria. Só esperava que essa hora chegasse logo.

•••

Depois de um banho quente, vesti uma calça e uma camiseta e deitei na cama. Esme me esperava lá embaixo, mas honestamente, eu não estava com humor para enfrentá-los.

Esme seria alegre e doce, mas o Sr. Cullen... ...era óbvio que ele não me queria ali, afinal eu era um intruso, quase como se estivesse tomando o lugar de seu filho... Eu o entendia, na verdade, mas ainda assim, eu estava ali.

Deveria voltar para Nova York, ou qualquer outro lugar e começar de novo, ali não era o meu lugar, por certo, temia que não houvesse lugar para mim no mundo.

Com um suspiro, eu me sentei e alcancei a bengala.

Não havia muito que fazer então, ficaria mais alguns dias, talvez uma semana, depois iria partir. Esme era incrível, mas não era a minha mãe, aquela não era a minha família, e quanto mais eu repetisse aquilo para mim mesmo, seria melhor.

Reunindo um pouco de coragem, saí do quarto e desci, não encontrei ninguém no caminho e como só conhecia a sala, para lá que fui, porém, mal entrei no cômodo e estaquei ao som de vozes, sabia que era errado escutar, mas a curiosidade foi maior, então esperei um momento.

- ... como assim ele não estava lá?

- Eles o confundiram com outro soldado.

- E o outro deixou que pensassem que ele fosse Emmett? Esse bastardo...

- Isabella calma, não foi assim, "E" está desmemoriado.

- O quê?

- Ele diz que não se lembra de nada.

- Carl, é claro que ele não lembra!

- Como pode saber Esme? Você nem o conhece... Ele pode ser um grande mentiroso.

- Não seja absurdo Carlisle! "E" é um bom rapaz. Ele estava lá também, ele lutou com Emmett, ele quase morreu, o mínimo que podemos fazer é ajudá-lo.

- Não somos a família dele. Ele não é o nosso filho.

- Mas ele é filho de alguém, e eu gostaria de pensar que se Emmett estiver vivo, ele tem alguém olhando por ele. Assim como eu decidi olhar por "E".

- Como assim olhar por, huh "E"?

- O rapaz está aqui Isabella.

- Como assim aqui?

- Aqui, em casa, eu o trouxe. - Esme falou orgulhosa e a mulher que parecia ser jovem ofegou.

- Trouxe um desconhecido com você?

- Ele não é um desconhecido. É "E".

- Esme, esse cara pode ser um lunático, como pode trazê-lo? Carlisle, como concordou com isso? - ele bufou.

- Esme não me deu muita escolha...

Suspirei, pareceu que eu estava certo, ele não me queria ali.

Devo ter suspirado muito alto, porque as vozes paparam, percebendo que não adiantava mais me esconder, entrei na sala e dei um sorriso hesitante.

- "E", você huh, estava aí faz tempo? - Esme falou preocupada e neguei.

- Não, acabei de entrar...

Ela assentiu e olhou para o Sr. Cullen, ele grunhiu e saiu da sala.

- Eu já volto! - Esme resmungou e correu atrás do marido, então eu me vi sozinho com a moça que me achava um lunático, ou coisa pior.

Mas quando a olhei, a minha respiração parou, de frente para mim, estava à moça mais bonita que já vi na vida. E olha que eu achava a enfermeira Hale bonita, mas aquela mulher...

Ela estava com os seus longos cabelos soltos, que eram de um bonito tom de castanho que embora parecessem só castanho havia reflexos vermelhos nele quando o sol que atravessava a janela o tocava. Os olhos de um profundo tom de chocolate, lábios carnudos, um narizinho arrebitado e a pele mais branquinha que já vi, era definitivamente a mulher mais bonita que já vi...

- Então, qual é a sua cara? Tentando dar um golpe nos Cullen?

Bem, ela era a mulher mais bonita que já vi, mas todo o seu encanto morreu quando ela abriu a boca.


N/A: Oláaaaaaaaaaaaaaaaaaaa povoo pervoooo

amando os coments, bem a maioria deles :D kkkkkkkkk

Eita essa é a Bella ? nao gostei dela u.u

e vcs

amandooo a fic *.*

pq eu to adorando os coments tao divooos

arrazando como sempre

agora deixa eu ir q acabou meu horario de descanso

xau pervas

.

N/B – Tadinho do "E"Ward, se já não bastasse tudo ser um grande buraco vazio em sua cabeça, ainda teria que lidar com uma bela e atrevida Isabella, além de um carrancudo e mal humorado Carl... Ainda bem que a doce Esme estará ali para ele... Diz à lenda que toda vez que uma donzela topetuda agride e tenta desmoralizar um nobre cavalheiro, uma fagulha de paixão nasce em seu coração... Será? Vamos esperar para ver, por enquanto, que tal muitos comments?

TUCA