Loren Lilith: Olá Minna , como vão??? Nossa, fiquei muito impressionada com as reviews de vocês e saber que realmente tem muitas pessoas lendo a fic que eu escrevo com tanta empolgação... Eu e a Tmizinha estamos nos falando mais agora, então estamos falando muita, mais muita merda, para depois agente se lembrar da fic... ¬¬ Mas garanto uma coisa: O capitulo 4 esta praticamente pronto, ok?
Quero que algumas de vocês leiam o aviso que a Tmizinha vai escrever antes do Desclaimer, ok? Para evitar alguma confusão por aqui...
Deixo vocês com a loira agora? Beijos
Tmizinha: Realmente, esta mais fácil nos vermos agora, espero que todos tenham gostado do capitulo, e tudo aquilo que a Loren (principalmente xD) escreveu, viu? xD.. sim, o cap 4 esta quase-pronto, então, nada de afobação okay pessoa? Beijos gurias D!
Aviso: Entendo que muitas sigam da religião católica, e espero que entendam que para que a fic continue, não precisaremos em certo ponto insultar a igreja, não de modo completamente exagerado, mas, com Inuyasha sendo um Padre, ele terá de desrespeitar alguma regras, e bem, espero que compreendam a visão das autoras, que esforçam-se para que cada capitulo seja o melhor para cada leitor. Qualquer reclamação ou duvida, por favor, mande ao nosso e-mail, obrigada a todas! Beijos!
Desclaimer: Inuyasha não nos pertence... ele pertence a... ( Dor no peito, na alma, na pente e no coração) é...ele pertence á... ÇÇ... completamentem com o que acharem necessário xD!
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Capitulo 3
Depois daquele incidente com o padre InuYasha, Kagome estava mais confiante em si mesma, aquele jogo estava ficando muito interessante. Havia se passado três dias, ela ajudava mais na cozinha, conversando com Sango, pelo que ela podia ver, a freira "Moranguinho" tinha medo dela... Umas das freiras que ela não estava gostando nem um pouco, era Kikyou que vivia conversando com InuYasha, chamando sua atenção e, pelo jeito InuYasha não se incomodava, coisa que Kagome queria que ele fizesse.
Continuava com o presente que o jovem padre havia lhe dado, aquele crucifixo estava a incomodando mais do que muita coisa, as noites ela o tirava, e parecia que a forma dele estava sendo tatuada em sua pele. Decidiu então por coloca-lo em um cordão mais longo, fazendo com que ele não relaxe em sua pele, Inuyasha apenas dissera que o crucifixo ficava mais belo no colo da menina, o que fez ela sorrir muito e o deixar corado e sair logo da presença dela.
O bispo ainda estava fora da igreja, mas Kagome sentia que quando ele chegasse, problemas iriam aparecer e ela já teria que estar preparada.
Ela estava em seu quarto, já à tarde, o Sol já estava se pondo e o movimento da igreja já era menor. A jovem estava na janela, vendo o céu que antes avermelhado, já estava meio escuro e o vento gelado lhe agradava os cabelos... Ela ouviu o barulho de sua porta sendo aberta, se virou já sabendo quem era. InuYasha estava em sua frente, com a face cansada, mas os olhos ainda brilhavam.
- Vamos Kagome, voce precisa me ajudar a acender as velas do salão.- Ele fala se aproximando dela.
- Voce sempre fez isso sozinho, mas já que aprecia minha companhia...- Ela fala se aproximando dele também.- Sim, vamos.
- Hmmm... anda muito convencida menina.- Ele fala cerrando os olhos, depois de ver o sorriso dela, desviou seu olhar para a parede, percebendo que o crucifixo ainda não estava em seu costumeiro lugar.- Mas onde se meteu aquele crucifixo?
- Bem... se pessoas roubam vasos e crucifixos de um cemitério, por que não roubar um crucifixo muito belo de uma igreja, heim?- ela pergunta calmamente.
- Mas ninguém nunca entrou nessa igreja para nos fazer algum mal.- Ele fala tocando a parede.- A parede está quente...
- InuYasha...- Diz ela pegando seu braço, o que causou um arrepio no próprio.- Vamos para o altar, logo vai escurecer...- Ela sorri.
- Kagome, quero saber, voce não sabe mesmo onde está o crucifixo, não é mesmo?- Ele pergunta desconfiado.
- InuYasha...- Solta-se do braço dela se mostrando ofendida.- Não acredita em mim? Eu te disse que não sabia onde o objeto estava, voce não...
- Ei ei...- Fala pegando nos ombros dela, mesmo sabendo que eles eram quentes, mais agora que a menina estava usando uma blusa de alças.- Não disse nada disso... trate de se acalmar.- Ele ve que ela já estava mais calma, mas mesmo assim não a soltou, pelo contrario, deu dois passos e ficou mais perto dela.
Kagome estava tomando influencia nele, ele mesmo tinha que admitir isso, não por sua beleza, mas por suas palavras, eram palavras misteriosas e sem sentido que o deixavam mais curioso e preso a ela, os olhos do jovem estavam cada vez mais enxergando ela naquele altar depois daquela visão que teve ao pensar no nome dela, e teve medidas drásticas 3 dias atrás depois de quase Ter beijando a jovem, e pelo jeito, ele teria medidas drásticas naquela noite por pegar em seus ombros e relembrar dos pensamentos dos últimos dias.
- Vamos...- Ele fala indo até a porta, Kagome o seguiu, quando saíram do corredor.
- Onde esta Kikyou?- Perguntou ela escondendo muito bem a repulsa que sentia pela jovem freira.
- Ela viajou, está passando um tempo em uma igreja de Oxford...- Ele fala abrindo a porta do final do corredor, deixando Kagome passar primeiro.
"Huh! Noites sozinhas com InuYasha... antes que aquele bispo chegue, voce terá tempo Kagome..." Pensou ela feliz, porem não demonstrando "tal" estampada em seu rosto.
- Terá que me aturar Kagome.- InuYasha diz com pouca malicia, quase inexistente, mas mesmo assim captada pela mesma.
- Como assim?
- Oras... sem a Kikyou aqui, seu trabalho será mais dobrado, terá que me ajudar mais, aturar minhas reclamações... mas ao menos você é mais legal.
- Como assim? Vejo você falando com Kikyou, e você parece gostar da companhia dela...- Disse com a intenção de fazer-lo falar sobre a freira.
- Nunca fui com a cara dela, sabe... Ela entrou aqui depois dos pais dela terem-na visto traindo o namorado...- Ele fala.- Oh Deus... não devia estar falando essas coisas...
- Hmmm... nem "esquente" InuYasha... falar isso não vai te levar para o inferno...- Diz com tranqüilidade por saber que ele não gosta de Kikyou.
Ele se acalmou ao a ouvir falando aquilo, era como se ela tivesse certeza de que sua alma não estaria perdida por aquilo, e ele sabia que estava exagerando, mas... fazer o que? Era a mania de um padre falar essas coisas. Eles chegaram ao salão, que estava vazio, era costume em Londres naquele horário todos estarem em suas devidas casas com suas devidas famílias.
- Acenda as luzes da lateral da igreja, ok?- inuyasha fala já indo para os interruptores do altar, se virou a ponto de ver Kagome indo para o lugar para acender as luzes de fora, deu um leve sorriso ao ver ela subindo num banco para alcançar os interruptores.
Ele acendeu as luzes do altar e foi até Kagome, que fechava as portas, por causa de uma forte chuva, a jovem tinha acabo de fechar as portas quando sente a mão máscula do hanyou em seu ombro direito, lentamente ela se vira, para ver o hanyou com um olhar passivo, brilhante e misterioso.
- Algum problema InuYasha?- Ela fala sorrindo de leve.
Ele não responde, só se aproxima mais e mais, a puxando levemente contra si, de um modo que seus corpos se tocavam, ele havia deixado de sentir aquilo dez de seus 15 anos, um corpo feminino perto do seu, aquele cheiro de Sakuras era contagiante demais para ele, tão contagiante que o fez colar os lábios nos dela com uma certa pressa. Ele não estava pensando em nada direito, mas pode sentir que os lábios dela eram mais quentes de que seus ombros, macios, quentes e irresistíveis, a abraçou fortemente pela cintura e se encostou na parede ao lado da porta, com Kagome o correspondendo com uma vontade imensa, gemendo por entre seus lábios, sentiu ela agarrar seu pescoço com uma mão e com a outra agarrar seu colarinho com força, com um certo movimento ela a arranca e a joga no chão, isso fez com que ele se separasse dela um pouco, olhou seu sorriso maroto e o colarinho no chão, kagome foi chegando perto de umas de suas orelhas e lhe sussurrou:
- Huh... a fraqueza de um homem me enlouquece...- Sussurra com um sorriso esquisito, indecifrável.
Foi então que a realidade lhe voltou quando um trovão foi ouvido e Inuyasha se viu no altar, olhando para Kagome, que estava fechando as portas. Ele estava respirando rápido, ainda com o gosto dos lábios dela nos seus, mas o mais incrível, o colarinho que estava em seu pescoço estava em suas mãos, rasgado, assim como Kagome fizera em sua visão. Ele se apoiou na mesa do altar, depois ficou de joelhos, ainda não acreditando que teve uma visão daquelas e ainda mais com Kagome!
Kagome terminara de trancar as portas, com um sorriso mais do que maroto nos lábios vermelhos, de relance viu InuYasha retirando o próprio colarinho, depois olhar tudo com cara de assustado e depois ficar de joelhos, como se estivesse perdido as forças de se sustentar.
"Ora de agir" Pensou ela cruelmente virando-se.
- InuYasha?- Chama assustada correndo até o padre.- InuYasha você esta bem? O que aconteceu?
Ela se agacha ao lado dele e coloca a mão em seus ombros, o hanyou recuou assustado.
- Estou bem Kagome, só uma tontura.
- por que está sem seu colarinho?
Ele fitou o colarinho nas mãos, depois para Kagome, que tinha uma face preocupada, de vagar ele levantou, com a ajuda de Kagome, mas na verdade ele não queria ficar muito perto dela, não depois de Ter visto aquelas coisas e ainda estar com aquele gosto doce na boca, que implorava mais e mais daquele gosto.
- Ele caiu, deve Ter rasgado, está muito velho.- diz ele tentando manter distancia da jovem.
- Eu posso arrumar se voce quiser Inuyasha- Kagome sussurra chegando mais perto dele, que recua.- O que foi? Algo errado? Está se sentindo bem?
- Nada mesmo Kagome, só preciso de algum descanso, o dia foi cansativo hoje, faz tempos que não vou no médico sabe...
- Voce não comeu quase se nada...- ela fala com um sorriso doce e se aproxima mais dele pegando sua mão.- Venha, vou fazer um chá antes de nós jantarmos.
Ele nada responde, queria e não queria impedir que ela soltasse sua mão, mas era tão bom, aquele toque sobre si, mesmo que ela não esteja pensando em algo malicioso, mas mesmo assim, ele ficava muito contente por sentir ela perto de si.
"Deus... o que eu estou pensando? O que esta acontecendo comigo? Vou sofrer as conseqüências esta noite..." ele pensa nervoso.
Ela o puxa até a cozinha, lá faz ele se sentar enquanto colocava uma chaleira com água para ferver água, viu de relance ele de cabeça baixa, meio que se lastimando.
" Morte Impetuosa... Como ama sua preciosa culpa..." Ela pensa com um discreto sorriso nos lábios, se aproxima dele e coloca uma cadeira em frente da que ele estava sentado.
- InuYasha, não me parece nadinha bem...- Questiona pegando na testa dele, que se assusta com o movimento dela.- Bem... voce não está com febre...
- Olha Kagome, eu ficarei bem, acho que minha pressão baixou levemente, só isso.
- Quem tem pressão baixa são mulheres padre...- Diz ela sorrindo.- Oras, tudo bem, acredito em voce, mas trate de se cuidar mais, não quero ficar te amparando desmaiado em qualquer canto da igreja.
- Isso não vai mais acontecer... Ultimamente eu ando tendo algumas coisas estranhas.
- Deve sair mais InuYasha, ficar preso nessa igreja o dia todo com seus...- Kagome para de falar com cara de duvida.- É mesmo, nem perguntei sua idade InuYasha, quantos anos voce tem?
- tenho 25 anos Kagome... E voce?- Perguntou, agora lembrando-se que nunca havia perguntado a idade dela, apostava que era lá pelos 15.
- Ihhh, sou mais jovem, tenho 19- Kagome exclama sorrindo.
Ele olha seu sorriso, era como a de uma criança, seu jeito era infantil, mas corpo de uma mulher sedutora, ele abaixa a cabeça e começa a rezar em mente para não cair em nenhuma tentação, em sua cabeça, ele a desejava, mas e ela? Ficaria muito espantada pela ação do padre, ela poderia denuncia-lo, poderia ser banido da igreja e tudo mais...
Kagome com um sorriso maroto se levanta e vai até o fogão, retirando a panela deste e colocando a água em duas xícaras e põe dois saquinhos de chá de camomila, depois se dirigindo ao atordoado padre, sabia exatamente por que ele estava assim, e bem no fundo seu coração estava vendo ele se entregando até fácil de mais. InuYasha ainda fitava o colarinho em suas mãos, era como se alguém tivesse arrancado-o, e ele podia jurar que fora ele mesmo.
- Toma InuYasha- Kagome entrega a ele uma xicara, que o mesmo pega, tomando um leve gole.
- Obrigado...
- Eu heim, se for para ficar um tempo sozinha com voce assim, sinto muito inuyasha, mas não vai dar.- Sorri.
Eles tomam o chá em silencio, kagome rindo em pensamento e InuYasha tentando afastar pensamentos impróprios de sua cabeça. Depois do chá, as freiras "Moranguinho" e Sango aparecem para terminar a janta. Todos jantam normalmente, as freiras conversando e InuYasha um pouco quieto de mais.
- Ei InuYasha, por está assim?- Sango pergunta retirando o prato quase intocado dele de cima da mesa.- Viu a imagem de satã vestido de papa?- Ela pergunta como se não quisesse nada.
"Gostei dessa freira..."Kagome pensa sorrindo.
- Será castigadas nas chamas por ter falado isso Sango- Ele fala com os olhos mais do que cerrados.Ele sabia que não acreditava completamente naquilo, mas era dever como padre, deveres, e ainda mais deveres, malditos deveres.- Não tenho nada, são assuntos meus, não se meta.
- oras InuYasha- Margaret fala fazendo o sinal da cruz.- Não fique assim e saiba, voce não pode nos julgar sobre o que falar ou não...
- Só me deixem em paz, ouviram bem?- Ele fala se levantando.- Kagome... depois ajude as duas a fecharem a igreja na hora em que elas saírem, não estou nada bem, vou me retirar...- Falando isso ele sai.
Nenhuma das mulheres fala nada, apenas começaram a lavar a louça como de costume.
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InuYasha andava de cabeça baixa em direção a seu quarto, chega no próprio e o destranca, entrando neste pode ser ver uma cama de solteiro um pouco grande, uma banqueta com um abajur ao lado da cama, em frente um pequeno guarda roupa e a porta para o banheiro, sem contar um crucifixo prateado que estava na parede, intacto. Ele tranca a porta do quarto e fita a cama demoradamente, depois o crucifixo, fechando os olhos.
Anda até a cama e se abaixa, retira de baixo dela um pano de couro meio velho, com cordas amarradas em volta dele, com uma das garras ele corta a corda e desembrulha um objeto... Era um chicote de cabo de madeira maciça, tiras de couro de youkais de um metro e meio, com forte nós, o que proporcionaria muita dor a quem sofresse uma só chibatada... Ele se levanta alisando o objeto nas mãos... depois fica em frente da parede com o crucifixo, se ajoelha no chão frio, coloca o chicote no chão e começa atirar a parte de cima da batina, revelando um peitoral perfeito, másculo e bem definido, com certas marcas nas costas. Ele faz o sinal da cruz e pega os cabelos, os colocando para um lado, deixando suas costas reveladas.
- Perdoe-me Deus...- Ele fala com a voz tremida e pegando o chicote, o segurando com força e olhando o crucifixo.-... Eu pequei.- E dizendo isso ele faz impulso com sua mão, dando uma chicoteada forte das costas, fazendo um machucado com um pouco de sangue, ao mesmo tempo que ele engole um grito.- Perdoe seu servo senhor...- Ele da uma chicotada mais forte, aumentando seu sofrimento.- Perdoai...- Mais uma chicotada, ao mesmo tempo que ele solta um grito...
OoO
No meio da noite, no quarto de InuYasha pode se ouvir alguém batendo na porta, e como InuYasha estava desmaiado em cima de seu próprio sangue e feridas fundas em suas costas, lógico que ele não escutou... As batidas se seção e o barulho de algo tentando abrir a porta foi ouvido, depois de alguns movimentos, um senhor abre a porta com um gancho nas mãos, com vestes de monge marrom e uma grossa corda na cintura, sua aparência aparentava ser de um senhor de 60 anos, estava com alguns panos nas mãos e ervas, ele olha com reprovação e descrença para o hanyou desmaiado no chão e balança a cabeça negativamente, fecha a porta e a tranca de novo.
O monge se aproxima de inuyasha tomando cuidado para não pisar no liquido vermelho em volta do próprio, sem nenhuma delicadeza ele retira o chicote de sua mão, fazendo com que o hanyou acordasse.
- Meu Deus...- o velho fala.- Deixe me adivinhar...- Inuyasha olha para ele com um olhar vazio.-... Sua mente pecou de novo, estou certo?
- Velho Toutosai... o que está fazendo aqui?- ele pergunta meio sonolento e depois fazendo uma exclamação de dor.
- Huh... sinto quando voce esta com dores...- Toutosai fala se agachando em frente de InuYasha, olhando o chão, que parecia não estar muito sujo.- Agradeço voce ser um hanyou e se recuperar rápido desses seus castigos, o que falarei para seu pai sobre isso heim?
- Ele não precisa saber disso velho... e voce não precisa vir aqui no meio da noite, precisa?
- Olha InuYasha, pensa que com seu sofrimento estará perdoado de pensar? De respirar? Santo Deus... Nosso Deus não quer ver pessoas sofrendo... Ele nos criou para vivermos e aprendermos com nossos erros...- Toutosai fala pegando um pano que estava em suas mãos e começa a limpando o chão ensangüentado.
- Me sinto perdoado... isso já me realiza.- InuYasha fala passando a mão nas costas ardidas.
- Vá tomar um banho, voce fede, depois faço seus curativos, e te recomendo se livrar dessa batina, o cheiro de sangue não sairá facilmente.- O velho fala ainda limpando o chão.
Inuyasha se levanta ainda meio tonto, ele sempre fazia essas coisas dependendo de seu pecado, ele costumava fazer isso depois das confissões de Madalene, e o monge sempre vinhas nas noites para fazer suas feridas, que sempre cicatrizavam rápido. Toutosai foi o velho amigo da família dele, ele que sugeriu para que seu pai o colocasse num mosteiro depois dele quase Ter deixado seu colega de classe morto, ele era medico da igreja, sempre os visitava em cada semana, mas ele sempre vinha quantos sentia que inuyasha estava se castigando por motivos idiotas.
"Mas desta vez a coisa foi feia..." Ele pensou depois de ver que o chão estava limpo como antes, ele suspirou e colocou o pano avermelhado dentro de uma sacola plástica.
InuYasha ligou o chuveiro quente, mordeu o braço para não gritar auto, suas feridas ardiam como nunca haviam ardido, mas mesmo assim ele pensava que merecia aquilo por Ter pecado em sigilo. Olhou para baixo e viu os azulejos com a água vermelha, indo direto para o ralo, 15 minutos depois ele sentir que suas feridas já estavam limpas e prontas para receber cuidado do velho médico e monge. Ele se enxugou, manchando um pouco a toalha branca com seu sangue, depois colocou uma calça larga de moletom saiu do banheiro, Toutosai estava colocando os gases e ervas em cima da cama, esperando seu "Filho de coração" chegar.
- Vamos InuYasha, não tenho a noite toda...- ele fala impaciente, o hanyou obedece e se senta na cama.- Meu Deus InuYasha... o que pensou desta vez...?
- Não vou falar Toutosai, se eu falar terei que me lembrar e mais sangue será derramado de minhas costas... quem sabe com pontas de ferro dessa vez?- Ele fala sarcástico.
- Voce é louco Hanyou Imprestável.- Diz com seriedade, sabendo que InuYasha não se importava com o que ele o chamava.- Por uma mulher... certo?
- Sim.- Comenta normalmente.
- Só mentalmente?
- Sim, mas não é a primeira vez que eu penso essas coisas...
- Se sente estranho na presença dela?- Ousa perguntar começando a se interessar pelo assunto.
- Mias do que estranho, ela é estranha, suas palavras são estranhas, seus movimentos são estranhos e misteriosos.
- Feh! Meu conselho é: A tire daqui pelos cabelos ao mesmo tempo que ela grita por piedade e misericórdia.- Inuyasha diz com naturalidade, terminado de passar as ervas em InuYasha e começando a enfaixa-lo.
- Huh! E ainda diz que eu que sou o maluco...- InuYasha fala com um sorriso nos lábios.
- Mulheres são mais conhecidas como as "Tentações" Para a Igreja, elas deveriam andar todas cobertas e sem línguas... deveriam Ter a Aparencia de uma serpente...
- Voce é doente velho...
- pelo menos não em mutilo por pensar besteiras...
- Mas fazia isso quando era jovem, não é?- InuYasha se defende tentando tirar as armas que ele tinha nas mão e que estavam fazendo ele se sentir baixo.
- Sim, fazia, mas por motivos mais sérios, se é que me entende...
- Tipo...?
- Hmmm... tipo...- Ele começa a enfaixara cintura máscula do hanyou por completo.- Roubar dinheiro das caixinhas do altar para comprar chocolate...
- Voce vai para o inferno...- InuYasha fala reprovador.
- te encontro lá um dia...- Toutosai defende.- Pronto, novinho em folha.- Ele fala depois de Ter terminado os curativos.
- Obrigado.
- terá que troca-las amanhã, mas aposto que em dois dias voce já estará com as costas lisas de novo, voce é um monstro, certo?- Ele pega as sacolas com panos sujos.- me de sua batina, vou joga-la fora também.- InuYasha se levanta e vai até o banheiro, volta de lá com sua batina e entrega para o velho, que coloca dentro do saco.- Até a próxima mutilação.- Ele destranca a porta e sai do quarto.
O hanyou suspira auto e fica o crucifixo, depois o chicote na cama, vai até ele e o embrulha no bano e couro e o coloca em baixo da cama, esperava que nunca mais ele usasse aquilo... Quem sabe, no momento, ele só queria dormir... Foi o que fez, tomando cuidado para que não abrisse os ferimentos, ele se deitou e caiu em sono profundo.
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Loren Lilith: Oho \o/, espero meninas, que vocês tenham curtido o capitulo, ficaram intrigadas? oO, que pena... ú.u
Bem, já vou falando que li todas as enormes revis que recebemos, mas... cara, estamos fazendo tudo muito corrido, então vou agradever as meninas que mandaram, mas não vou responde-las, ok? Mas eu realmente fiquei muito feliz com elas, ok?
Agradecimentos meus e a Tmizinha para:
Carol Freitas
Neiva
Maiana
Kagome universe
Telly Black
LilyMione-Chan
Senhora Black
Polly
Agatha-Chan
Aninha
Naninhachan
Souma yue
Lud
Algum ser ( ¬¬)
Ludy-Chan
Clara-Chann
Mina-Sama
Senhorita Yuy
Aline Higurashi
Ta ai meninas, valeu, não prox cap, eu respondo as revis, deixo-as com a Tmizinha… Loren lilith
Tmizinha: ... Loren Lilith: errr, bem... como são 4 e 50 da manhã, a Tmizinha não agüentou o tranco... e está dormindo, ok? Mas ela agradece as leitoras também e tudo mais, ok??? Beijos meninas
