Discleimer: Inuyasha e Cia não me pertencem o q é uma lastima p/ qualquer um.

Diários do vampiro ou The Vampire Diaries também não me pertence é usado p/ fazer esta ADAPTAÇAO. PS: Algumas coisas vão ter q ser mudadas.

Texto original: Lisa Jane Smith.

Adaptação: Dreime.

Capitulo Três

Os gritos de Kaguya saíram do controle. Rin podia sentir o pânico que subia em seu peito.

- Kaguya, segure ela! Vamos, temos que sair daqui! – Sango estava gritando para ser ouvida. – A casa é sua, Ayame. Segurem nas mãos uma das outras e você nos leva até a porta da frente.

- Ok – disse Ayame. Ela não parecia tão assustada como todas as outras. Essa era a vantagem de não ter imaginação, pensou Rin. Não consegue imaginar as coisas terríveis que podem acontecer.

Sentia-se bem com a mão estreita e fria de Sango que se unia a sua. Ela pegou de mau jeito do outro lado e Ayame a sujeitava, sentindo a dureza de suas unhas longas. Não conseguia ver nada. Seus olhos deveriam está acostumando-se com a escuridão, mas ainda não viam nada nem mesmo vislumbrar luz, se assustou com a forma em que Ayame começou a levá-las. Não tinha ninguém através das janelas da rua; o poder parecia está do lado de fora por todas as partes. Ayame amaldiçoou enquanto esbarrava com alguma parte de um móvel, e Rin tropeçou contra ela.

Kaguya estava choramingando suavemente atrás.

- Agüente – sussurrou Kanna. – Agüente Kaguya, nós vamos fazer isso.

Avançaram lentamente, o progresso foi lento na escuridão. Então Rin sentiu os azulejos embaixo dos pés.

- Este é o hall da frente – disse Ayame. – Fiquem aqui um momento para que eu encontre a porta.

Seus dedos se soltaram dos de Rin.

- Ayame! Não vá, onde está? Ayame, me dê sua mão! – Rin choramingou enquanto procurava freneticamente como uma pessoa cega.

Fora da escuridão algo grande e úmido a segurou ao redor de seus dedos. Era uma mão.

Não era Ayame.

Rin gritou.

Kaguya a sujeitou imediatamente enquanto ela gritava ferozmente. A mão quente e úmida arrastava Rin para frente. Deu pontapés, se esforçou, mas deu no mesmo. Então sentiu os braços de Sango ao redor de sua cintura, ambos os braços, a puxando para trás. Sua mão se livrou da grande.

E então estava voltando e correndo, simplesmente em movimento, só vendo fracamente Sango ao seu lado. Não era consciente de que ainda estava gritando até que o esbarrão com uma grande cadeira deteve seu progresso, e se ouviu gritar.

- Silêncio! Rin pare silêncio! – Sango estava agitando-a. Elas tinham escorregado da cadeira ao chão.

- Algo me segurava! Algo me agarrou, Sango!

- Eu sei. Fique quieta! Ainda está ao redor – disse Sango. Rin escondeu seu rosto no ombro de Sango para impedir que gritasse de novo. Isso estava ali na sala com elas? Passaram segundos e o silêncio se reuniu ao redor delas. Não importa como Rin cansou seus ouvidos, não podia ouvir nenhum legítimo som exceto sua própria respiração e o ruído surdo das batidas de seu coração.

- Escutem! Temos que encontrar a porta dos fundos. Devemos estar na sala agora. Isso significa que a cozinha está atrás de nós. Temos que chegar lá – disse Sango em voz baixa.

Rin começou a assentir miseravelmente então abruptamente levantou sua cabeça.

- Onde está Kaguya – sussurrou roucamente.

- Não sei. Segurava sua mão, mas a deixei para sair da coisa. Conseguir me movimentar – Rin parou. – Mas por que não está gritando? Um tremor passou por Sango.

- Não sei.

- Oh, Deus. Oh, Deus. Não podemos deixá-las, Sango.

- Temos.

- Não podemos. Sango, eu fiz com que Ayame a convidasse. Ela não estaria aqui se não fosse por mim. Teremos que encontrá-la.

Houve uma pausa, e então Sango murmurou:

- Tudo bem! Mas você escolhe os momentos mais estranhos para se mostrar nobre, Rin.

Uma porta se fechou em um golpe, causando-lhes reflexos para saltar. Então tinham esbarrado os pés nas escadas, pensou Rin. E brevemente, uma voz se escutou.

- Kaguya, onde está? Não Kaguya! Não!

- Essa era Kanna – Rin abriu a boca, e pulou. – Vem de cima!

- Por que não temos uma lanterna? – Sango estava se enraivando.

Rin soube o que ela quis dizer. Estava muito escuro para sair correndo cegamente pela casa; era muito aterrorizante. Havia um pânico primitivo que martelava em seu cérebro.

Precisava de luz, qualquer luz.

Não podia ir tropeçando de novo nessa escuridão, exposta por todos os lados. Não podia. Entretanto, ela deu um passo inseguro da cadeira.

-Vamos – ofegou, e Sango foi com ela, passo a passo, na escuridão.

Rin continuou esperando que essa mão úmida e quente a alcançasse e agarrasse sua mão de novo. Cada polegada de sua pele tremia de antecipação pelo seu toque, e sobre toda sua mão que estava estendida para sentir o corrimão.

Então cometeu o erro de lembrar o sonho.

No instante, o doce odor doente de lixo a afligiu. Imaginou as coisas se arrastando para fora da terra e então se lembrou do rosto de Kagome, cinza e sem cabelo, com os lábios enrugados para trás, sorrindo abertamente mostrando os dentes. A situação dependia dela...

Não posso ir mais longe; não posso, não posso, pensou. Sinto por Kaguya, mas não posso continuar. Por favor, simplesmente me deixe ficar aqui.

Estava se agarrou em Sango, quase chorando. Então de cima veio o som mais horrendo que ela já tinha ouvido.

Era realmente uma série inteira de sons, mas todos vieram tão íntimos, misturados a um crescimento horrível de ruídos. Primeiro estava gritando, a voz de Kanna gritava: "Kaguya! Kaguya! Não!" Então uma queda ressonante, o som de vidro se estatelando, em seguida como se cem janelas estivessem se rompendo. E então um grito, em uma nota de puro e estranho horror.

Então tudo parou.

- O que foi? O que aconteceu, Sango?

- Algo ruim – a voz de Sango estava tensa e afogada. – Algo muito ruim. Rin me deixe ir. Eu vou ver.

- Não só, você não vai só – disse Rin furiosamente.

Encontraram as escadas e o seu corrimão. Quando chegaram a alcançar, Rin podia ouvir um estranho som doente, o tilintar de vidro e seus fragmentos caindo.

E então as luzes continuaram.

Era muito súbito; Rin gritou involuntariamente. Olhou para Sango e quase gritou de novo. O cabelo escuro de Sango estava desgrenhado e suas maçãs do rosto muito marcadas; seu rosto estava pálido e oca de medo.

Tilintou, tilintou.

Era pior com as luzes acesas. Sango estava caminhando até a última porta abaixo do hall onde o ruído estava vindo. Rin a seguiu, mas soube de repente, com todo seu coração, que não queria ver o que tinha dentro do quarto.

Sango empurrou a porta e a abriu. Parou durante um minuto e então a abriu rapidamente. Rin a seguiu até a porta.

- Oh, meu Deus, não se aproxime mais!

Rin nem sequer fez uma pausa. Despencou na porta e então olhou o pedaço. A primeira vista parecia como se o lado inteiro da casa tivesse se destruído. As janelas francesas que se ligavam ao quarto principal e a varanda pareciam ter explodido a madeira farpeada, o vidro estilhaçado. Os pedaços pequenos de vidro estavam caindo por ali precariamente dos remanescentes pedaços de madeira. Tilintaram e caíram.

As cortinas transparentes e brancas ondulavam para fora do orifício aberto na casa. Na frente delas, na silhueta, Rin podia ver Kaguya. Estava de pé com as mãos para os lados, tão imóvel como um bloco de pedra.

- Kaguya, é você? – Rin perguntou, era doloroso vê-la viva assim. – Kaguya?

Kaguya não virou, não respondeu. Rin manobrou cautelosamente ela, e parou ao ver seu rosto. Kaguya estava reta, suas pupilas pareciam às pontas de um alfinete. Estava respirando cortadamente, e seu peito se movia com esforço.

- Sou a próxima. Disse que sou a próxima – sussurrou uma e outra vez, mas não parecia estar falando com Rin. Não parecia nem mesmo ver Rin.

Estremecendo-se, Rin olhou para longe. Sango estava na varanda. Viu Rin alcançar as cortinas e tentou bloqueá-la.

- Não olhe. Não olhe para baixo – disse.

Para baixo onde? De repente Rin entendeu. Empurrou Sango ao passar por baixo de seu braço para parar no limite do atordoamento. A varandinha estava tão destruída quanto as janelas francesas e Rin podia ver debaixo da linha reta do pátio claro. Na terra havia uma figura retorcida como uma boneca quebrada, os membros oblíquos, o pescoço dobrado em um ângulo grotesco, o cabelo negro estendido pela terra escura do jardim. Era Kanna Carson.

E ao longo de toda a confusão que assolava, dos pensamentos que continuaram rivalizando para dominar a mente de Rin. Um era que Ayame nunca mais teria o quarteto. E o outro era que não era justo que acontecesse isso no aniversário de Sango. Não era justo.

DdoV

- Sinto muito, Sango. Não acredito que ela volte agora.

Rin ouviu a voz de seu pai na porta dianteira quando virou o açúcar, indiferentemente, em uma xícara de chá de camomila. Em seguida soltou a alça. Não era bom estar passando muito mais tempo na cozinha nem mais um minuto. Precisava sair.

- Tinha razão, papai.

Sango estava quase tão mal quanto na última noite, o roso alcançou o máximo com suas orelhas nos olhos. Sua boca era uma línea fixa e firme.

- Vamos apenas sair e andar um pouco – disse Rin a seu pai. – Talvez veja algum dos garotos. Depois de tudo, você disse que não é perigoso, não é?

O que ele poderia dizer? O Sr. McCullough olhava para sua filha, da qual tinha herdado, perto do queixo e tinha encontrado seu olhar em ângulo reto. Levantou as mãos.

- Já são quase quatro. Volte antes que escureça – disse.

- Eles querem isso de ambas às formas – disse Rin a Sango e caminharam até o carro de Sango.

Uma vez dentro dele, ambas fecharam com chave as portas imediatamente.

Quando Sango arrancou o carro deu uma olhada de compreensão austera a Rin.

- Seus pais não acreditaram.

- Ah, eles acreditam em tudo que digo a eles... Exceto algo importante. Como podem ser tão tolos? - Sango riu brevemente. -Você tem que olhá-los do ponto de vista deles. Encontraram um corpo morto sem uma marca nele exceto aqueles causados pela queda. As luzes estavam apagadas no bairro devido a um defeito elétrico em Virginia. Nos encontraram histéricas dando respostas as perguntas que devem ter parecido bastante estranhas. Quem fez isso? Alguém monstro com as mãos suadas. Como sabem? Nossa amiga morta, Kagome, nos disse através de uma tábua de Ouija. Não é claro que tenham dúvidas?

- Como se eles nunca tivessem visto algo como isto antes – disse Rin enquanto agarrava a porta do carro com seu punho. – Mas viram. Acham que nós fizemos que esses cachorros atacassem o Baile da Neve do ano passado? Acham que Kagome morreu por uma fantasia?

- Já estão se esquecendo – respondeu Sango suavemente. – Você mesma disse. A vida voltou ao normal, e todos em Fell‟s Church se sentem mais seguros dessa maneira. Sentem como se tivesse a lembrança de um sonho ruim, e a última coisa que querem é que aconteça algo novo.

Rin apenas agitou sua cabeça.

- E é mais fácil acreditar nisso que em um punhado de garotas adolescentes que brincaram com uma Ouija, e que quando as luzes se apagaram simplesmente dançaram como loucas correndo. E uma delas estava tão assustada e desconcertada que se jogou por uma janela. Houve um silêncio e então Sango acrescentou:

- Queria que Miroku estivesse aqui. Normalmente, Rin teria lhe dado um tapinha nas costas e respondido: "Eu também", em uma voz luxuriosa. Miroku era um dos caras mais atrativos que já vira, mesmo sendo um intrépido jovem de vinte e dois anos de idade. Agora, ela apenas deu um aperto desconsolado no braço de Sango.

- Pode chamá-lo de alguma forma?

- Na Rússia? Nem sequer sei em que parte da Rússia ele está agora.

Rin mordeu seu lábio. Sango estava dirigindo para Lee Street, e no estacionamento da escola secundária podiam ver a multidão.

Ela e Sango trocaram olhares, e Sango acenou.

- Nós também podemos – disse. – Vamos ver se eles são mais inteligentes do que seus pais. Rin podia ver os rostos sobressaltados que seguiam o carro enquanto cruzavam o espaço.

Quando saíram do carro, as pessoas se afastavam para trás fazendo um caminho para elas até o centro da multidão.

Ayame estava lá movendo seus cotovelos, mãos e agitando o cabelo castanho avermelhado distraidamente.

- Não vamos dormir de novo nessa casa até que ela seja reparada – dizia, estremecendo-se em seu suéter branco. – Papai, disse que iremos para um apartamento no Heron até que seja consertada.

- Que diferença isso faz? Ele pode segui-los até Heron, tenho certeza disso – disse Sango. Ayame se virou, mas seus olhos verdes como de gato realmente não encontraram os de Sango.

- Quem? – disse vagamente.

- Ah, Ayame, você também! – Rin explodiu.

- Só quero sair de lá – disse Ayame.

Seus olhos se arregalaram e Rin por um instante se assustou.

- Não posso mais – como se tivesse que demonstrar suas palavras, ela empurrou do seu caminho a multidão.

- Deixe-a ir, Rin – disse Sango. – É inútil.

- Ela é inútil – disse Rin furiosamente. Sim, esperava que Ayame agisse dessa maneira, mas o que há com as outras pessoas? Viu a resposta nos rostos ao redor dela. Todos pareciam assustados, como ela e Sango tivessem com alguma doença repugnante com elas. Como se elas fossem o problema.

- Não acredito nisso – murmurou Rin.

-Também não acredito nisso – disse Deanna Kennedy, uma amiga de Kanna. Estava na frente da multidão, e não aprecia tão tranqüila como os outros. – Falei com Kanna ontem à tarde e estava tão feliz. Não pode está morta – Deanna começou a soluçar. Seu namorado pôs um braço ao redor dela, e várias outras garotas começaram a chorar.

Os caras da multidão mudavam seus rostos para uma postura mais rígida.

Rin sentia um pouco a onda de esperança.

- Ela não vai ser a única morta – continuou. – Kagome nos disse que a cidade inteira está em perigo. Kagome disse... – com pesar, Rin escutou o que expressava o fracasso. Podia ver a forma que seus olhos vidravam quando mencionou o nome de Kagome.

Sango tinha razão; eles colocariam tudo que tinha acontecido no último inverno no esquecimento. Já não acreditavam.

- O que há de errado com todos vocês? – disse desvalidamente, queria bater em algo. – Na verdade, não pensam que Kanna se jogou da varanda! – eles estavam murmurando. O namorado de Deanna se encolheu de ombros defensivamente e começou.

- Bem, a polícia disse que Kaguya Bennett estava no quarto, não é? E agora ela está mal da cabeça outra vez. E um pouco antes escutou Kanna gritar: "Não, Kaguya, não!".

Rin se sentia como se o vento a tivesse golpeado para fora de si.

-Acham que Kaguya... Oh, Deus, não estão pensando! Me escutem. Algo agarrou minha mão naquela casa, e não era Kaguya. E Kaguya não ganharia nada atirando Kanna da varanda.

- Ela não era forte o suficiente – disse Sango apontando. – Ela pesava aproximadamente noventa e cinco libras encharcada.

Alguém da multidão da parte de trás murmurava sobre as pessoas insanas com força sobre humana.

- Kaguya tem um registro psiquiátrico.

- Kagome nos disse que era cara! – Rin quase gritou perdendo a batalha com o autodomínio. Os rostos inclinados eram incrédulos, inflexíveis. Então viu um que fez seu peito estremecer.

- Kouga! Diga a eles que você acredita em nós.

Kouga Honeycutt estava de pé na lista com suas mãos nos bolsos e sua cabeça loira levantou. Agora ele a buscava, e o que Rin viu em seus olhos azuis fez sua respiração se contrair. Não era duro e incrédulo como os demais, mas estava cheio de um desespero que lhe dava a aparência de maldade. Ele se encolheu de ombros sem tirar as mãos dos bolsos.

- Se isso importa, eu acredito em vocês – disse ele. – Mas o que diferença isso faz? Todos vamos ter nossa hora em algum momento.

Rin, pela primeira vez na sua vida, se emudeceu. Kouga estava desgostoso desde que Kagome tinha morrido, mas isso...

Ele acredita, entretanto – Sango estava dizendo rapidamente, aproveitando o momento – agora temos que conseguir fazer algo para convencer o resto de vocês.

-Talvez Canal Elvis para nós – disse à voz que fez imediatamente o sangue de Rin ferver. Bankotsu. Bankotsu Smallwood. Sorrindo abertamente como um modelo de anúncio de um suéter caríssimo de Perry Ellis, mostrando todos os dentes brancos e fortes.

- Não é tão bom como o e-mail psíquico de uma Rainha de Boas-Vindas morta, mas é um começo – acrescentou Bankotsu.

Kouga sempre disse que careta estava pedindo um soco no nariz. Mas Kouga, o único cara na multidão perto de Bankotsu, o psíquico, estava desanimado olhando fixamente a terra.

- Cala a boca, Bankotsu! Não sabe o que aconteceu na casa – disse Rin.

- Bem, parece que nem você. Talvez se não tivesse estado escondida e afastada, tinha visto o que aconteceu. Então alguém podia acreditar em você.

As palavras de Rin morreram em sua língua. Olhou fixamente para Bankotsu, abriu sua boca, e então a fechou. Bankotsu esperou. Quando ela não falou, ele mostrou seus dentes de novo.

- Aposto que Kaguya fez isso – disse ele enquanto pestanejava para Suikotsu Carter, o ex-namorado de Kaguya. – É uma garota forte, não é Suikotsu? Ela podia ter feito – ele se virou e continuou deliberadamente por cima de seu ombro. – Ou algum dos Salvatore está na cidade.

-Verme! – gritou Rin. Mesmo Sango clamou na frustração. Devido ao curso e a mesma menção de pandemônio sobre Inuyasha, Bankotsu sabia o que podia acontecer. Todos estavam olhando para a pessoa ao lado e exclamando em alarme, horror e excitação. Embora as garotas estivessem entusiasmadas.

Eficazmente, isso pôs fim na reunião. As pessoas estavam indo longe e clandestinamente, mas agora irrompiam de dois e três enquanto defendiam e aceleravam sua opinião.

Rin olhava irritada e fixamente.

- Supondo que eles acreditem. O que espera que façamos? – disse Kouga.

Ela não tinha notado que ele estava do seu lado.

- Não sei. Algo a mais que simplesmente ficar de pé e esperar ser pego – tentou olhá-lo na cara. – Kouga, está bem?

- Não sei. E você?

Rin pensou.

- Não. Quero dizer, de uma forma estou surpresa, estou tratando de ser eu porque quando Kagome morreu, não podia fazer isso. Mas então Kanna estava perto, e além do mais... Não sei – quis bater em alguma coisa outra vez. – Simplesmente tudo isso é demais!

- Você está louca.

- Sim, estou louca – de repente Rin entendeu os sentimentos que ela esteve tendo todos estes dias. Kanna, simplesmente tinha sido assassinada, isso era ruim. Verdadeiramente ruim. E quem quer que fosse, era impossível escapar dele. Isso seria... Se o mundo está assim, há um lugar onde isso possa passar e possa ser impune... Se isso é a verdade... – Ela encontrou o que não tinha um modo de acabar.

- Então o que? Você não quer mais viver aqui? O que se o mundo é isso?

Seus olhos estavam tão perdidos e amargos. Rin estava agitada. Mas disse fielmente:

- Eu não vou deixar esse ser o meu caminho. E você também não.

Ele simplesmente olhava para ela como se fosse uma criança pequena que insiste em ver o Papai Noel.

Sango disse:

- Se nós esperamos que as outras pessoas nos levem a sério, seria melhor que nós nos levássemos a sério. Kagome se comunicou conosco. Ela queria que fizéssemos algo. Agora se realmente acreditarmos, deduziríamos bem o que é.

O rosto de Kouga tinha se encurvado ante a menção de Kagome. Pobre garoto, ainda está apaixonado por ela como quando ela era viva, pensou Rin. Pergunto-me se algo podia fazê-lo se esquecer dela. E disse:

-Vai nos ajudar, Kouga?

- Ajudarei – disse Kouga quietamente. – Mas ainda não sei o que estão fazendo.

-Vamos pegar o assassino antes que ele mate os outros – disse Rin. Era a primeira vez que compreendera totalmente que isto era o que quis dizer que fizessem.

- Sozinha? Porque você está sozinha, você sabe.

- Estamos sós – corrigiu Sango. – Mas isso é o que Kagome estava tentando nos dizer. Disse que tínhamos que fazer um feitiço para ter ajuda.

- Um feitiço fácil com só dois ingredientes – Rin se lembrou de seu sonho. Excitou-se. – E disse que já tinha me dito o ingrediente... Mas ela não tinha.

- Ontem a noite ela disse que havia influências corruptoras distorcendo a comunicação – disse Sango. – Agora para mim me parece que isso estava acontecendo no sonho. Acha que Kagome e você realmente estavam bebendo chá?

- Sim – disse Rin muito positiva. – Quero dizer, sei que nós realmente não estávamos tendo um chá celebrando uma festa Warm Springs, mas penso que Kagome estava enviando essa mensagem para meu cérebro. E então os corruptores através de algo a empurraram para fora. Mas ela lutou, e depois de um minuto voltou ao comando.

- Ok. Então significa que temos que nos concentrar no começo do sonho, quando ainda era Kagome que se comunicava com você. Mas se o que ela estava dizendo já estivesse distorcido por outras influências, então talvez saísse diferente. Talvez não fosse algo que disse, talvez fosse algo que ela fez...

As mãos de Rin tocaram seus cachos.

- O cabelo! – gritou.

- O que?

- O cabelo! Perguntei quem o penteou, e falamos sobre isso, e ela disse "o cabelo é muito importante". E Sango... Quando ela estava tentando nos dizer os ingredientes noite passada, a primeira letra de deles era H*

*h de hair, cabelo, deixei no original porque nunca se sabe o q pode vir desse h

- Esse é o primeiro! – os olhos escuros de Sango estavam se acendendo. – Agora temos que pensar no outro.

- Mas sei esse também! – os risos de Rin borbulhavam exuberantemente. – Ela me disse depois de que falamos sobre cabelo, e pensei que ela simplesmente estava sendo estranha. Ela disse, "o sangue também é importante".

Sango fechou seus olhos diante da realização.

- E na noite anterior, a tábua de Ouija disse "O sangue... sangue de sangue". Pensei que era a outra coisa que nos ameaçava, mas não era – disse. Abriu seus olhos. – Rin, acha que realmente é isso? Esses são os ingredientes ou temos que começar a nos preocupar com chá e jarros de barro e ratos?

- Esses são os ingredientes – disse Rin firmemente. – São o tipo de ingredientes no sentido de convocar um feitiço. Estou certa que posso encontrar um ritual para saber o que fazer com isso em um dos meus livros mágicos célticos. Temos que deduzir a pessoa que supostamente vamos invocar... – algo a golpeou, e sua voz se apagou como em um desmaio.

- Estava me perguntando quando perceberia – disse Kouga enquanto falava primeiramente pausado. – Você não sabe quem é não sabe?

N/A: Espero que estejam gostando dessa adaptação.