7- "New York City" ( Norah Jones)

"I can't remember what I planned tomorrow/I can't remember when it's time to go

When I look in the mirror/Tracing lines with a pencil/I remember what came before [...] New York City/Such a beautiful disease"

"Eu não posso lembrar o que e planejei para amanhã/ eu não posso lembrar quando é hora de partir/ quando eu olho no espelho/ traçando linhas com um lápis/ eu lembro o que veio antes [...] Cidade de Nova York, tão bela doença".

Rachel queria colocar duas prateleiras na cozinha, e Finn estava acabando de consertar algumas que havia comprado num depósito de coisas usadas.

- Assim está bom?- ele perguntou antes de finalizar o trabalho.

- Muito bom.- ela respondeu, sorrindo. Sem ele perceber, Rachel deslizou por trás dele e o abraçou.- Você não sabe o quanto eu estou feliz por nós estarmos morando juntos.

Finn puxou-a para frente, tirou as luvas que usava para proteger as mãos do trabalho com as prateleiras, tomou o rosto da garota entre seus dedos e olhou profundamente nos seus olhos:

- Se você quiser me deixar saber, eu ia adorar.

Não estava muito claro, durante algum tempo, se ele viria morar com Rachel em Nova York. Nem ela nem Kurt fizeram pressão para que isso acontecesse, mas, de tanto viajar para lá nas férias, ele amadureceu a idéia e , num belo dia, logo após se formar em Educação Física, ele anunciou que estava se mudando para a Big bem na época em que Rachel estva começando a trabalhar em algumas montagens off-Broadway, e eles não pensaram muito para tomar a decisão de morarem juntos, mesmo antes de se casar.

A vida a dois era puxada, o apartamento que dividiam era pequeno, o dinheiro de atriz iniciante e de professor estagiário era curto e eles precisavam economizar em tudo, mas estavam genuinamente felizes por finalmente ficarem juntos após anos de distância por causa da faculdade.

Durante os momentos de folga, o que eles mais gostavam de fazer era andar pela , principalmente, do Central Park e da Bowl Bridge, um lugar marcado para sempre na história sempre se lembrava daquele dia, lá atrás, em que ele, de terno e gravata e com um buquê de flores nas mãos, vislumbrou Rachel num vestido tão azul quanto o céu vindo ao seu encontro."Best Nationals forever", ele murmurava para si, feliz.

Mas, às vezes, eles nem precisavam em casa asistindo à Tv, ouvindo e cantando músicas, conversando, cozinhando...isso quando não faziam exatamente o que estavam fazendo naquele momento: Finn já tinha sentado Rachel no balcão da cozinha e explorava minunciosamente o corpo dela com sua ofegou, viajando nas ondas de prazer que ele despertava nela como uma corrente elétrica:

- Você comigo em Nova York...best ideia forever.

8- "Something" (Beatles)

"Something in the way she moves/ Attracts me like no other lover/ Something in the way she woos me/I don't want to leave her now/ You know I believe and how"

Algo na maneira em que ela se move,/ Me atrai como nenhum outro amor

Alguma coisa em seu jeito me agrada/ Eu não quero deixa-lá agora

Você sabe que acredito e muito"

Rachel acordou, mas não abriu muito os horários eram um pouco diferentes dos de Finn, e ela sabia que podia dormir um pouco ém, ela escutou o barulho do chuveiro e a voz do seu "namorido" cantando um rock do AC/DC. "Tão sexy", ela pensou consigo mesma, a voz rouca dele ecoando suave e provocativa nos seus ouvidos já deixando-a excitada tão cedo da manhã. Pulou para fora da cama e, em um segundo, estava batendo à porta do box do banheiro. Finn sorriu, mostrando suas covinhas e escreveu um "I love you" sobre o vidro espesso pelo calor da água quente, antes de abrir a porta e deixá-la entrar.

- Bom dia, baby.- ele disse.- De pé tão cedo?

- É, você me acordou com a sua cantoria matinal.

- De qualquer forma, eu ia mesmo te que você vá à escola comigo hoje.

- Hum...mas isso depende.- Rachel fez beicinho, sorrindo maliciosa enquanto pendurava a calcinha e a camisola na porta do box.

- Depende de quê? Finn a encostou nos azulejos do banheiro e roçou a leve barba por fazer no colo dela.

- Do banho que você me der.- ela sussurrou, sedutora.

O banho foi "um sucesso", para grande felicidade sexual do casal, e Rachel, que não iria fazer nada de especial naquela manhã, acompanhou Finn para seu trabalho. Ela estva com uma séria impressão de que ele parecia mais "animado" que o normal, com um sorriso travesso atravessando seus lábios.

- Oi, Mr. Hudson!- um garoto de nove, dez anos anos passou por Finn e rachel e correu para a quadra rápido.

Quando o Finchel chegou lá, não só o garoto, mas dezenas deles estavam empoleirados nas arquibancadas esperando pelo professor e por sua namorada.

- Que bom que vocês já estão aqui.- comentou Finn, sorrindo.- Rachel, eu quero que você veja uma coisinha que nós fizemos para você.

Então, uma garota chegou perto de Finn empunhando um violão, e eles e as outras crianças começaram a cantar "Something", dos Beatles, tendo Rachel como plateia.

Eles estavam tão adoráveis, os olhos de Finn estavam fixos nela e brilhavam de amor, todo o amor que sentia por ela irradiando, se expandindo e envolvendo-a.

Rachel tinha as mãos unidas próximas ao peito, e seus olhos cintilando de lágrimas enquanto seu coração batia descompassado.

Ao final da cação, Finn aproximou-se dela e pegou suas mãos entre as suas, sorriu de lado, meio encabulado, as bochechas corando fundo e perguntou quase num sussurro:

- Quer casar comigo?

O ar na quadra parecia ter ficado espesso por tanta expectativa, emoção e e dezenas de crianças prenderam a respiração e esperavam atentamente a resposta que sairia dos lábios da jovem artista:

- Sim!- ela respondeu em alto e bom som para que todos a a pegou nos braços e começou a rodopiar aos risos e lágrimas no meio da quadra, enquanto todos os seus alunos os rodeavam aos pulos, gritando "ela aceitou! Ela aceitou!"

- Eu te amo tanto, tanto...- ela encostou a testa na dele, e els começaram a se beijar intensamente, até Finn lembrar que era um professor e que estava no maior amasso com sua noiva na frente dos seus alunos:

- Baby, mais tarde, mais tarde, ah, como eu te amo!- ele riu e gemeu sob os lábios de Rachel.

9- "Home" ( Michael Bublé)

"Another airplane/ Another sunny place/ I'm lucky I know

But I wanna go home/ Mmmm,I've got to go home"

"Outro avião/ Outro lugar ensolarado/ Eu tenho sorte, eu sei/ mas eu quero ir para casa / tenho que ir para casa"

Burt, depois de uma carreira sólida e honesta no Congresso, tinha desistido da vida política e voltado a ser um simples dono de oficina mecânica do interior de negócio havia crescido, ele contava com cerca de dez funcionários, e precisou chamar Finn naquelas férias de verão para que ele tomasse de conta de tudo enquanto ele saía em merecida segunda lua-de-mel com Carole.

- Lima, Finn?- bufou Rachel, enquanto recebia uma maravilhosa massagem nos pés do seu marido após um dia de trabalho intenso na Broadway.- Mas nós havíamos combinado...

- Eu sei, Burt só podia recorrer a mim! Ele sabe que vou ficar dois meses sem dar aula, são férias de verão, eu não tinha nenhuma desculpa para dar.

E lá se foram Finn e Rachel fazer uma viagem de volta a sua terra não pisavam lá há anos; seus pais, sempre que queriam vê-los, se deslocavam até Nova à contragosto por ter tido que mudar os planos das suas férias com Finn bruscamente, Rachel não pôde evitar a nostalgia e a saudade de que ficara há tanto tempo escondidas dentro dela ao aterrisar em Lima.

- Nada como voltar às origens, hein?- Finn disse, pegando a sua mão.

Era meio como se eles voltassem no tiveram, durante toda a sua adolescência, tanto medo de nunca sairem dali, de serem "perdedores", que chegaram a estranhar a vontade louca de rever os antigos amigos, de jantar novamente no Breadsticks e até, de darem um pulo no McKingley High.

Com todo esse gosto de revival da sua juventude, Rachel nem se importou, uma semana e meia depois, de estar passando as férias de verão justo ali, em Lima, quando primeiramente ela e Finn tinham se prometido que iriam à Disney.

Certa noite eles estavam na cozinha de Burt e Carole, enxugando a louça após o jantar, e Rachel repassava mentalmente tudo o que ela e Finn poderiam fazer mais para relembrarem a época da adolescência quando uma ideia passou como um raio em sua cabeç um olhar sensual e misterioso para Finn, ela falou, como quem não quer nada:

- Amor, será que você lembra...onde foi a nossa primeira vez?

Finn arregalou os olhos durante um momento e continuou a enxugar uma travessa de vidro:

- Claro que sala ao lado, no chão, perto da lareira.

Rachel chegou mais perto do marido, tomando o pano de enxugar prato das suas mãos e ficou na ponta dos pés para murmurar ao seu ouvido:

- Que tal se a gente...

Finn podia ter pegado uma certa fama de "lesado" quando estava na escola, mas, em se tratando de Rachel, ele já sabia o que ela queria segundo cada palavra, cada entonação que ela perder tempo para sacar o desejo dela, ele largou pano e travessa sobre o balcão e começou a beijar-lhe na sala.

O corpo da mulher brilhava de prazer, Rachel gemia desconexamente, sentia Finn impregnando cada parte do seu corpo de prazer e afeto incondicional.

- Você é como o vinho, a cada ano que passa fica melhor ainda.- Ele disse traçando círculos na pele de Rachel com a boca e as mãos.- Fica mais gostosa...

-Finn!- ela urrou, o sangue pulsando à velocidade da luz em suas veias, língua, saliva, líquidos quentes fluindo entre eles, banhando-os de amor e luxúria.

Tudo isso em frente à realmente muito bom voltar para casa.

# K2: Hello, people! Sinto que neste mês poderia ter postado mais, mas a letargia das férias não deixou kkkkk! Semana que vem, posto o último capítulo desta fic que tem o formato meio louco inventado por !