Nossa confissão
Saudação da autora: Olá, leitores queridos! Desculpem a demora neste capítulo, mas como está recheado de cenas yaoi, vocês me perdoarão, certo? Tentei ser sutil, não gosto de palavras e cenas muito 'agressivas'. Por favor, me digam o que acharam, tudo bem? Aproveitem a leitura!
Mal preguei os olhos, tive que levantar. Muito cedo os managers chegaram e tocaram todos da cama para arrumar as malas. Ninguém gostou de ter suas coisas remexidas, até o Eeteuk hyung reclamou.
- Vocês todos estão com a cara toda inchada. Ficam aprontando e não dormem, como vão aparecer assim para seus schedules?
Na verdade, ele tinha razão. Mas todo mundo fingiu que não escutou e continuou enchendo as caixas de papelão com suas coisas. Enfiei minhas roupas num saco, sem tirá-las do cabide. Assim, quando chegasse na nova casa, bastaria pendurá-las. Me senti muito inteligente ao bolar essa ideia.
Antes do meio dia todos saímos do dormitório, fui correndo para a van do Donghae enquanto a van do Eunhyuk saiu na frente. Sorri olhando para o céu. Hoje era realmente o meu dia. Quando abri a porta, no entanto, até o teto estava apinhado de caixas, sacos e miudezas. Mal podia enxergar o rosto do Donghae hyung coberto por um saco meu de roupas.
- Kyuhyun ah, por que você não dobrou isso? Olha como vamos apertados aqui!
Entrei num espaço super espremido que o Donghae deixou para mim e fiz um dos maiores esforços da vida para conseguir fechar a porta. No meio de todo aquele bagulho, mal conseguíamos ver a pista a nossa frente. Delicadamente percebi um espaço entre nós dois, era pequeno, mas dava para passar minha mão. Foi o bastante para ela alcançar a mão do Donghae e ficarmos assim durante todo o caminho: minha mão cobrindo a dele que segurava delicadamente a minha.
Paramos na frente da maior casa da rua arborizada que seria nosso novo endereço. Todas as casas ao redor reluziam luxo e primor. As fotos não chegavam aos pés do lugar em si. As plantas ladeando a entrada, a linda varanda com a vista para o jardim verde e bem cuidado. Percebemos que a van do Eunhyuk e do Heechul já haviam chegado, nos entreolhamos e corremos o máximo que foi possível.
- Ah, droga, a essa altura eles já pegaram os melhores quartos! Porcaria, por que tivemos que vir com os managers? – Donghae continha a raiva e eu achava graça dele, irritado por tão pouco. Para mim, estava ótimo. Se estavam juntos, ambos não tinham quartos, e qualquer um estava bom, portanto que estivessem juntos.
Assim que entramos, nos espantamos com a mobília da sala. Tudo parecia grande demais ali. Sofá para treze, TV para treze, mesa de jantar para treze. O lustre de cristal no hall de entrada decorava o caminho para uma longa escada que devia dar acesso aos quartos. Subimos os degraus de dois em dois e, como presumimos, todos já estavam se alojando.
O Kangin fazia festa com o Eeteuk, os dois tinham pego o maior quarto. Heechul só aceitou dividir quarto com o Kibum e o Ryeowook aceitou meio desgostoso o convite do Sungmin, ultimamente ele tinha pego muito no pé do Ryeowook, tadinho. Eunhyuk parecia não ter escolhido nenhum dos quartos e o Shindong ocupou um quarto pequeno que ocasionalmente teria que dividir com o Siwon, mas não era muito provável que o hyung parasse muito no dormitório, já que ele vivia na própria casa.
Finalmente, depois de todo um rebuliço de pular em cima da cama, tentar roubar um o quarto do outro e as brincadeiras infantis de sempre, resolveram todos se reunirem no quarto do Eeteuk e do Kangin para realizarem uma reunião de emergência, como assim chamou o líder, que temia ter seu quarto roubado. Antes de entrarmos no quarto, porém, segurei firme a mão do Donghae. Não havia ninguém atrás de nós.
- Você fica comigo... – Disse olhando firme nos seus olhos. Como ele pareceu não entender direito, repeti: - Vamos dividir um quarto?
Finalmente entendendo, ele sorriu e perguntou:
- A que horas mesmo hoje? No Rio Han?
- Quando todos dormirem. Acho que uma hora. Todos estão cansados.
No quarto, Eeteuk escrevia num papel os nomes e os quartos já decididos. O negócio parecia estar sério, ele nem estava fazendo piadinhas. Realmente queria aquele quarto com o Kangin hyung, depois de tanto tempo afastados, ele devia estar com saudades. Ri da minha própria piada e ninguém entendeu minhas risadas – me chamaram de maknae pirado, como sempre. Eu precisava tirar tanta perversão da cabeça.
- Que é isso, maknae? Há quanto tempo vocês deixaram essa criança em abstinência de starcraft? – Kangin podia entender meu vício, sorri para o hyung. Apesar dos pesares, sentira saudades dele.
- Donghae, Eunhyuk, Kyuhyun e Yesung. Só faltam vocês, caras.
- Eu e o Kyuhyun ficaremos com o último quarto então. – Donghae falou, como se despreocupado. Eunhyuk o encarou magoado enquanto o Yesung apertava-o em um abraço.
- Ah, cara, pelo menos vamos pegar o segundo maior quarto! – Yesung se gabava. Eunhyuk brincou, protegendo sua boca, com pudor.
Mal percebi a noite cair, aos poucos, pesada sobre a casa gigantesca. Conheci todos os seus cômodos, mas ainda não me parecia familiar. Era uma casa, ainda não um lar. A piscina e a sala de treino me chamaram atenção, mas como estava muito frio, ficamos em casa, jogando vídeo game e "arrumando" tudo. Logo cedo, os hyungs deitaram para assistir na sala e cochilaram exaustos. Percebi que escapar seria fácil.
Quando todos subiram para dormir já passava das onze e eu, já tomado banho, coloquei um roupa casual qualquer e me deitei. Quando o Donghae apareceu na porta com os cabelos molhados, toalha nos ombros expostos pela regata branca e calças de moletom, dei um sorriso de canto de boca e mordi meus lábios.
- A partir de agora, será assim -, disse ele analisando minha expressão. – Trate de se acostumar.
- Com isso, posso me acostumar muito bem, Hyung. Não se preocupe.
Levantei da cama e, ficando por trás dele, o abracei suavemente. Ele não fez menção de se mexer, cheirei os cabelos recém lavados, a pele com cheiro de sabonete, acariciei a barriga firme sob a blusa e encostei meu corpo no seu... Aquilo era o céu.
- Kyuhyun ah...
- Hum?
- Preciso mudar de roupa.
- Hum...
- Pervertido.
Ele me afastou, suavemente, rindo-se de mim. Fiquei acanhado e me sentei na ponta da cama encarando os pés. Uma sensação de ser chamado atenção pela mãe me passou pela cabeça. Mas era mais que isso. Me sentia inseguro, não o queria decepcionar ou lhe passar impressões erradas.
Donghae vestiu uma camiseta por cima da regata e trocou suas calças por jeans. Olhou para mim sentado na cama e, muito sexy e provocante, deitou-se com a cabeça no meu colo, com um sorrisinho brincalhão nos lábios.
- Estou pronto. Saia primeiro. Já sabe o que vai dizer?
- Não faço ideia. Tenho que dizer algo?
- Ah, não, se não encontrar ninguém... tudo bem. Mas é bom ter uma desculpa em mente caso aconteça algo.
- Você parece expert nisso. – Logo pensamentos encheram minha cabeça e foi impossível disfarçar os ciúmes.
- Não sou. Não tanto assim. Dicas do Eeteuk hyung, na verdade.
Sai de fininho pelo corredor. Ninguém parecia acordado. Com o máximo de cuidado para não acordar nenhum dos membros e managers, peguei uma das chaves das vans do SuJu e esperei Donghae na esquina. Quinze minutos depois ele apareceu caminhando calmamente, as mãos nos bolsos, a camiseta vermelha contrastando com o boné azul-marinho, lindamente.
- Demorei?
- Um pouco.
Pelo caminho ao Rio Han não consegui falar muito. Estava nervoso com o coração descompassado. Era como se tivesse pego uma garota no meio da noite de sua casa e estivéssemos fugindo. Donghae parecia se divertir com meu nervosismo e tentava tornar o ambiente confortável.
- Já estamos quase chegando. – Ele abriu as janelas. – Até o ar ao redor do rio Han é diferente, parece mais puro. Essa é a melhor hora para vir aqui. Vazio, sem tanto barulho, sem tanto tumulto.
Paramos numa lojinha de conveniência, nos disfarçamos o máximo possível, Donghae com seu boné, e eu, com meu gorro, e compramos cervejas. Ao chegar às margens do rio, abrimos as latas e bebemos os primeiros goles silenciosamente.
- Acho que você tem muito dizer, não é? Já que estava me imprensando contra a parede, literalmente, no banheiro da SBS.
- É... – Coloquei os pensamentos em ordem. Tinha repassado mentalmente diversas vezes todas as perguntas e dúvidas que tinha para tirar. Mas agora, me sentia nervoso e não sabia ao certo como começar. – Donghae... Preciso entender o que está havendo entre nós dois.
- Você não sabe?
- Eu... eu sei. Mas não sei se você pensa o mesmo que eu. Há muito tempo que não consigo vê-lo apenas como meu hyung. Isso soa anormal para você? Essa insegurança me fez esconder algo bonito que sinto por você. Não entendo porque isso tem que ser proibido ou anormal...
- Não, não é anormal. Você não pode pensar dessa maneira. Se for quanto a mim, não tenha receios. Sei entender seus sentimentos.
- Sabe entender, mas pode aceitá-los? Donghae... O que você tem com o Eunhyuk, de verdade?
- É um bom amigo. Assim como você, ele já se confessou. Mas eu quase fui para cama com você, com ele tudo que pude fazer foi dar um abraço de consolo e continuar sendo um bom amigo.
Donghae parecia triste, mirando o rio mal iluminado. Devia magoá-lo ter de magoar o melhor amigo, que o amava. Mas eu também o amava, e mesmo também amando o Eunhyuk hyung não podia dividir o Donghae com ele, de forma nenhuma. Me aproximei do Donghae, que recostado na parede, agora catava pedrinhas para perturbar a água.
- Donghae. Desculpe se sou insensível, querendo que você aceite meus sentimentos dessa forma. Mas não posso sequer pensar em não lhe ter ou em outro te tocando. – Me aproximei para passar os braços ao redor dos seus ombros e lhe abraçar forte. Ele ria tamanho o prazer ao ouvir minhas palavras.
Ele sentou numa mureta alta, mas não o bastante para eu olhá-lo nos olhos. Segurei-o firmemente, fazendo sentar um pouco mais alto, me deixando, finalmente, entre suas pernas, encarando frente a frente. Toquei sua face, acariciando seu rosto e tocando seus ombros. Ardíamos de desejo.
- Kyuhyun ah... você agora já está carregando seu hyung no colo para onde bem quer? Você é mesmo um teim... – Donghae não pode terminar a frase, um beijo profundo e urgente tomou seus lábios, fez sua língua encontrar-se com a minha, deslizando lentamente pela minha boca.
Senti a textura de seus lábios com os meus, mordisquei-os até ficarem mais vermelhinhos do que são, lambi-os lentamente com minha língua para curá-los e avancei novamente para sentir seu hálito e sua saliva encherem minha boca com seu sabor inebriante. Segurava-o pela cintura, puxando seu corpo para o meu, faminto pelo seu toque, apertando sua pele.
Era madrugada, não havia ninguém por lá, embora as luzes dos postes nos iluminassem, não me importei em beijá-lo. Na verdade, quem passasse na rua poderia nos ver. Se fossem ELFs, poderiam nos reconhecer. Mas, naquele momento, nada mais parecia me importar.
Nos afastamos para respirar, arfando. O relógio do Donghae marcou uma hora da manhã. Ele desceu da mureta e tomou mais um gole de sua cerveja. Descemos para mais próximo do rio, nos protegendo dos olhares que poderiam vir da rua. Sentamos próximo da água do rio e Donghae passou a mão pela minha barriga, mordendo os seus lábios.
Subiu minha camisa, alisando meus recém formados músculos e deslizou a mão para minha calça, acariciando o volume e enchendo suas mãos, apertou-me o sexo. Virei minha cabeça para trás sem conseguir conter o gemido. Quando pensei que iria avançá-lo ali mesmo meu telefone tocou.
- Vou jogá-lo no rio! Juro que vou... É o Eeteuk hyung! E agora?
- Pensou na desculpa, como lhe disse?
- Sim.
- Então ponha em prática.
- Oi, hyung! Ah, eu não lhe contei? Está tendo uma competição de starcraft entre meus amigos essa noite. Não pude deixar de vir, hyung! Não podem me deixar sem jogar assim por tanto tempo! Ah, o Donghae? Não sei, quando saí do quarto ele ainda estava lá. Sim, sim, ele está sabendo. Até mais!
Um segundo depois o celular do Donghae também tocou.
- É melhor voltarmos. Eeteuk tinha a voz preocupada. Disse que teremos uma reunião antes do Schedule amanhã.
- É, ele também me disse para voltar o mais rápido possível.
- Controle a emoção e a ereção, Kyuhyun. – Donghae riu das minhas calças, mais apertadas pelo volume, e foi andando na frente para o carro. Eram três da manhã, chequei no celular, de qualquer forma, tínhamos que partir.
Quando entramos, não havia sinal dos Hyungs. Entramos no quarto e a primeira coisa que fiz foi girar a chave. Donghae tirou a camiseta e ficou apenas com sua regata. Pela primeira vez não vi mais em seus olhos o olhar brincalhão, mas sim um olhar dominador e sedutor. Me aproximei devagar, totalmente hipnotizado.
Ele escorregou a mão pelo meu corpo, arrancando a camiseta e abrindo o zíper com as mãos ágeis e maliciosas. Segurou minhas mãos e, encostando-me na parede ao lado de sua cama, me beijou profundamente e sem escrúpulos. Ainda não conseguia processar como tudo se inverteu rapidamente, quando senti seu órgão deslizando pela minhas pernas.
Gemíamos baixo, o mínimo toque entre nossos corpos fazia a pele fervilhar. Meus pelos estavam arrepiados e, como uma onda de excitação, sussurrava frases soltas em seu ouvido. "Você é meu", "Te quero", "Donghae..." Sentia seu membro pressionado contra o meu, e, ao ser virado bruscamente, contra minhas nádegas. Sua respiração na minha nuca, tornava suas investidas ainda mais excitantes.
Não fazíamos sexo. Ainda meio vestidos, nos descobríamos, com um prazer enorme, nos entregávamos pouco a pouco. A essa altura minha cueca já estava molhado pela excitação dos nossos toques.
Quando nossos corpos, finalmente, se desgrudaram, me surpreendi novamente com seus olhos. Urgentes, sondavam minha reação, inseguros. Recuperei minha confiança diante de seu rostinho inocente e, tomando-o pelo braço, sentamos em minha cama. Foi minha vez de desabotoar sua cabeça e ajudá-lo a tirar a camisa.
Quando acabei de tirar tudo, admirei sua nudez olhando-o sordidamente, sem pudor, passando as mãos por cima da cueca, acariciando o sexo. Donghae olhava-me arfando, com seu membro ereto bem na minha frente, forçando sua cueca. Desci da cama e, ajoelhado aos seus pés, beijei sua coxa, lambi sua pele até chegar à sua virilha.
Não tinha pressa, cada toque parecia excitá-lo. Quando perdeu a paciência, porém, começou a segurar meus cabelos e a rebolar levemente os quadris, o que, sem dúvidas, tirou-me do sério. Arranquei sua cueca e, de pênis duríssimo, encheu-me os olhos. Sem hesitar, lambi toda sua extensão, detendo-me em cada região que o fazia gemer mais.
Não vi o tempo passar enquanto o homem a minha frente gemia e se contorcia, totalmente entregue e vulnerável à minha língua. Ao ouvir o relógio marcar quatro horas, não pude acreditar que o tempo passara tão rápido. Seu corpo e respiração, entretanto, já davam sinais de estar quase atingindo o clímax. Chupei com ainda mais vontade e, com seus dedos enrolados em meu cabelo, deixe minha boca encher-se com seu líquido quente... nossos olhares se encontraram, sorrimos.
Donghae suado e satisfeito, me puxou pela mão e me beijou longamente, alisando-me o peito. Entendi que agora ele iria me dar muito carinho, feliz, me larguei totalmente em seus braços solícitos. Quando sua boca já descia pelo meu pescoço, me deixando todo arrepiado, ouvimos alguém bater na porta.
- Rápido. Acordem! – A voz do Eeteuk soava preocupada. Nos vestimos o mais rápido que deu, ou seja, nos contentamos apenas com a parte de baixo, escondendo as camisas. – Finalmente! Temos uma reunião importante.
- Eeteuk hyung, já viu as horas?
- Sim... Mas Lee Soo Man parece só ter essa hora. Seu avião já chegou. Ligaram urgente da SM. – Entendemos a gravidade de seu olhar. – Se arrumam e desçam o mais rápido. Seus hyungs já estão preparando um café e algumas frutas.
De fato, quando descemos, a mesa estava posta com frutas cortadas, café, suco e copos. Todos pareciam sonolentos, jogados na mesa, com o olhar preocupado e rosto abatido. Nos reunimos a eles e começamos a discutir.
- Afinal, o que está acontecendo, hyung? – Eeteuk balançou a cabeça para o Yesung hyung. – Como você pode não saber?
- Não sei, achei que era sobre a casa, já que seria normal ele vir aqui amanhã cedo. Mas é muito urgente, pelo tom da voz do seu secretário e pelo horário da visita. Não sei mais o que pensar...
Eeteuk mal concluiu a frase quando a campainha tocou. Como todos ficassem sem reação, Kim Heechul levantou, corajosamente e abriu a porta para nosso chefe e seus secretários. Soo Man sentou-se e, também sonolento, deu um sorriso leve que não precedia boas notícias.
Estremecemos por dentro. Meu corpo, ainda sensível pelos acontecimentos recentes, se retraiu ao toque do Donghae, que colocou seu pé em cima do meu, por debaixo da mesa, nervoso. Parecia que tínhamos sidos jogados do céu para o inferno, assim como fomos tocados do antigo dormitório para a mansão.
Todos se olharam ansiosos. Segurávamos a respiração esperando a bomba cair.
Nos próximos capítulos:
O homem a nossa frente parecia muito sério. Era assustador. Ninguém ousava falar nada e um silêncio pesado caiu por toda casa. Até os passarinhos que cantavam alegremente pareceram perceber sua presença e se calaram. Todos nos olhávamos nervosos, Leeteuk tentava disfarçar sua própria ansiedade bebericando o suco de laranja.
(...)
Era a primeira vez que dormiria na mesma cama que o Donghae. Seu corpo estava colado atrás do meu, sua respiração no meu pescoço me fazia ter pensamentos maliciosos. Abraçados daquele jeito, éramos amantes e não mais amigos. Se a porta não tivesse trancada, seriam facilmente tomados por um casal apaixonado, dormindo nus sob as cobertas. Era isto mesmo que eram.
Apesar de gostar de escrever yaoi, não posso mentir que, em muitos momentos é intimidante e difícil, por isso, suas sugestões e opiniões são essenciais!
