N/A: desculpem a demora, mas tá aí o minusculo 2º capítulo!


Correndo

Ok. Eu admito. Não agüento a aula da McGonagall.

É tão chato ter que ficar fazendo essas transfigurações e vendo ela se amostrar só porque ela é a mestra. E por favor, transfigurações é a coisa mais complexa que eu já vi na minha vida. Cheia de detalhes. É pior do que feitiços, a matéria fundamental dos bruxos e que eu me dou muito bem por sinal.

Eu e Lina estávamos sentadas no meio da sala, só que perto das janelas, enquanto tentávamos transformar salamandras em uma mini-fogueira. O fato é que salamandras ficam soltando faíscas que queimam pra valer e elas não param quietas. Dá raiva.

-ah, olha ali, a Meireles queimou o rosto! –exclamou Lina ao mesmo tempo em que a sala toda se levantava pra olhar a Sonserina de cabelos crespos e olhos avelã que tinha soltado um grito e posto a mão no rosto.

Eu e Lina subimos em cima das carteiras para ver melhor. Aparentemente a salamandra havia pulado e acertado a parte frontal do rosto dela. Essas criaturinhas dançantes têm uma temperatura muito alta, minha mão sabe muito bem disso, porque ela tem duas grandes queimaduras.

E apesar de eu não ir nenhum pouco com a cara da nojenta da Meireles, deu pena dela. Não sei o que faria se tivesse meu rosto desfigurado por uma criatura tão estúpida quanto uma Salamandra. Tipo, não que eu seja fresca, mas tenho amor próprio ao meu rosto oval.

-saíam da frente! –McGonagall exclamou enquanto guiava a Meireles para fora de sala. –classe dispensada!

Abri um sorriso e arrumei minhas coisas enquanto com um aceno na varinha engarrafei as salamandras que tentaram fugir pela mesa. Como se elas fossem mais espertas do que eu. Pobres coitadas.

Guardei-as na bolsa e segui com Lina para fora da sala.

-o que você vai fazer com essas salamandras? –perguntou Lina amarrando o cabelo loiro escuro dela.

-jogar na lareira. –falei olhando para os jardins. –o que nós vamos fazer?

-você eu não sei. –Lina deu ombros. –mas eu tinha combinado de me encontrar com a minha prima na biblioteca.

Lina tem uma prima chamada Rebecca Johnson que é dois anos mais nova do que agente e estuda na lufa-lufa. A Rebecca tem sérios problemas de adaptações em meios. Ou seja, ela vive arranjando confusão com todo mundo e depois fica se perguntando por que ninguém gosta dela e porque ela é excluída.

Ninguém merece. E definitivamente a única pessoa que tem paciência com ela é a Lina. Agora eu me pergunto por que raios o chapéu colocou ela na Lufa-lufa? Afinal, não é lá que tão os leais e os que se preocupam com os amigos e blá, blá, blá?

Então como uma pessoa que não consegue manter os amigos foi pra lá?

-ah, certo. –resmunguei. –então vai lá. Eu vou arranjar algo de útil pra fazer.

-até o jantar. –ela sorriu subindo as escadas que levavam à biblioteca.

Eu segui descendo. Não sabia bem pra onde ir, mas optei por dar uma passada no penhasco. Que é perigoso, eu sei, mas é um belo lugar. Porque tem a melhor vista do lago negro e dos montes cobertos pela floresta proibida. Sem contar que muito pouca gente vai lá, ou seja, é quase que secreto e ótimo pra pensar na vida alheia sem ninguém pentelhando.

Soturno e perfeito.

Estava pensando no que teria para o jantar quando quase escorreguei e caí do penhasco de uma bela altura de cinco metros rumo a um conjunto de pedras salientes quase cobertas pela água. Vi minha vida passar diante dos meus olhos.

E não, não era porque eu estava distraída (apesar deste ser um motivo possível), e sim porque lá havia duas pessoas que nem em um milhão de anos eu queria encontrar, ou sonhava em encontrar. Principalmente no meu lugar favorito.

E com o gritinho de pânico bem discreto que eu soltei, elas me notaram e calaram-se abruptamente. Como se estivessem conversando sobre algo sigiloso. E me olharam da mesma forma que provavelmente eu olhava para eles.

-você?! –o primeiro exclamou. E ele era o mais desagradável de todos.

-hã... Acho que sim. –respondi ainda trêmula pelo susto.

Quase colei à parede do castelo. Olhando das pessoas para a beira do penhasco e vice-versa.

-o que você está fazendo aqui, Coelha? –perguntou ele. E pelo vocativo pejorativo só poderia ser uma pessoa:

Doninha Detestável Malfoy.

-a mesma pergunta, Fuinha. –respondi sentindo meu sangue degelar rapidamente e as orelhas esquentarem.

Ele rangeu os dentes e se aproximou tão rápido que, pisquei duas vezes, e voi lá! Ele estava bem ali na minha frente com o rosto endurecido.

-espionando-me sua fedelha?

Abri e fechei a boca duas vezes.

-como é que é? –perguntei por fim cerrando os olhos. –espionando você? Malfoy, não seja idiota, perder meu tempo com uma Doninha feito você?!

Ri seca. Ele se acha o tal! Que Mané!

-diga logo o que você quer Weasley! –ele sibilou e senti uma pressão contra o meu estômago. Ele apontava a varinha pra mim. –não pense que eu vou hesitar com você, traidora.

-eu já disse que não quero nada e que não to te espionando! Você é surdo?! –me descontrolei. –e não aponte essa varinha suja pra mim, Malfoy!

Ele aumentou a pressão e deu um sorriso afetado.

-com medo, Weasley?

Meu deus! Que vontade de arrancar a cabeça desse Oxigenado! Ele é muito prepotente!

Ta, mas eu estava sim com medo. Afinal, sozinha com ele e o outro e sem conseguir pegar minha varinha (e perto do penhasco), é de se aterrorizar alguém. Ainda mais nos tempos pelos quais nós estávamos passando.

-de você? –ironizei. –vai sonhando.

Claro que ele não tinha que saber que eu estava com medo, né?!

-vamos ver se você vai mudar de opinião... –um brilho divertido passou pelos olhos dele. Mas antes que ele pudesse me azarar o outro se aproximou pressionando o ombro dele. Eu fechei os olhos.

-Draco não seja idiota. –ele disse. –vamos embora.

-vá na frente, Zabini. –ele se desvencilhou do garoto e eu abri os olhos meio desnorteada. –eu tenho assuntos pra resolver com essa Coelha.

-Coelha é a sua mãe! –explodi aproveitando que ele deixara de me olhar e empurrando-o pra cima do outro, puxando minha varinha. –você é ridículo Malfoy. Acha mesmo que eu sou tão idiota quanto suas amigas sonserinas? Accio varinha!

Agarrei a varinha dele enquanto sentia os dois me fuzilarem com o olhar.

-espero que não sinta tanta falta disso. –acenei com a varinha e me aproximei da beira com cuidado. –porque a Lula Gigante vai se divertir bastante com ela!

Joguei a varinha no lago e me precipitei ao ver ele se levantando rapidamente com o intuito de avançar sobre mim.

-nem pense em me agredir. –apontei a varinha pra ele. –eu não tenho medo de você e na verdade acho você uma das pessoas mais ridículas dessa escola. Para seu conhecimento eu venho aqui desde que entrei em Hogwarts, e a última coisa que eu gostaria de descobrir é que uma doninha nojenta como você está poluindo esse ambiente.

-você vai pagar por isso, Pobretona. –ele sibilou lívido.

Olhei-o com desdém.

-não tenho que perder meu tempo com você, Malfoy. –sorri e azarei-os com impedimenta para poder me retirar dali sem nenhuma tentativa de agressão ou morte. Sabe, é sempre bom se precaver.

Claro que ao sair da vista deles eu corri porque sabia que o efeito do feitiço passaria rápido. E não creio que teria sido legal encontrar com eles depois de tudo, por isso ao entrar no castelo eu fui direto para o salão comunal da Grifinória. O único lugar onde eles nunca poderiam entrar. Haha. Gênia.

---

Me sentei ofegante numa poltrona e ajeitei meu cabelo que deveria estar todo atrapalhado quando Harry aproximou-se de mim.

-Gina, tudo bem? –ele perguntou franzindo o cenho.

-ahn, claro. Porque não estaria? –sorri afobada e notei algumas colegas de classe cochichando. Revirei os olhos.

Lá vem as fofocas idiotas sobre eu e o Harry. Quando será que esse povo vai entender que:

1-Nós não temos mais nada.

2-Não há nenhuma recaída.

3-Eu não estou atrás dele

4-Eu não sou mais apaixonada por ele

5-Nós somos bons amigos

E apenas isso!!

-você parece meio 'alerta'. –ele ajeitou os óculos e piscou os olhos verdes.

-impressão sua! –ri nervosa. –eu estou perfeitamente normal! Quer dizer, é que eu dei uma corridinha, sabe? Aí fiquei cansada, porque a torre da Grifinória fica realmente longe dos jardins... E com todas as escadas, sem falar naqueles degraus bichados que temos que saltar e das passagens secretas...

Ok. As palavras simplesmente jorravam da minha boca. E eu não conseguia pará-las. Eu ainda estava nervosa... Acho que era pura adrenalina... Ele me olhava com o cenho franzido e meio sem saber o que falar.

Ou talvez ele tivesse o que falar, mas eu não deixava, porque não parava de dizer coisas sem sentido.

-... E também porque eu andei sabendo que o Barão Sangrento ameaçou expulsar de vez o Pirraça do castelo, e quer saber de uma coisa? Eu acho isso ótimo. Não o suporto, porque ele me perseguiu pelo corredor de tapeçarias, na semana passada, tentando me acertar bombas de bosta que ele conseguiu com uns primeiranistas depois de aterrorizar eles...

E eu parecia que estava chamando a atenção do resto do salão já que as pessoas me lançavam olhares estranhos. Talvez além de falar sem parar eu estivesse falando alto demais.

-... E eu lembro que no primeiro eu me dei muito mal nas primeiras aulas de Herbologia porque ficar cuidando de plantas não é meu hobbie favorito, você sabe, mas aí eu lembro que a professora Sprout me chamou pra conversar e me disse coisas que eu lembro até hoje e que me fizeram começar a gostar de Herbologia, tipo, não que eu vá querer prestar exames pra ser isso, afinal ainda quero ser curandeira... Mas aí ela disse que quem faz medi-bruxaria tem que saber muito sobre ervas e essas coisas... Não é? E eu comecei a me esforçar de verdade e o Neville também me deu uma ajuda e tanto...

Como eu saí do assunto do Pirraça para as aulas de Herbologia?

Sinceramente, não tenho idéia.

Finalmente o ar faltou e eu tive que me calar pra conseguir recuperar o fôlego ao que Harry aproveitou para se pronunciar.

-hã, você ta bem mesmo, Gina? –ele perguntou preocupado.

-claro que to, Harry! Já disse! –sorri nervosa. –porque você acharia o contrário?

-por nenhum motivo. –ele sorriu sem-graça. –quer dizer, você realmente parece muito ansiosa. Aconteceu alguma coisa?

-hã, não, não aconteceu nada de importante não. –passei a mão pelos cabelos. –quer dizer, só um lance aí com o Snape hoje de manhã.

Maldito Seboso.

-Snape? –ele fechou a cara. –o que ele fez?

-bom... Ele me expulsou de sala. –murmurei ficando da cor dos meus cabelos. De raiva.

-como... Como é que é? –Harry gaguejou surpreso. –ele o quê?

Eu e minha grande boca. Porque diabos eu fui falar isso pro Harry?!

-é isso aí. Eu fui expulsa das aulas do Seboso por duas semanas! –falei dando ombros e abraçando uma almofada. –ele me expulsou.

Harry ficou por alguns minutos em silêncio apenas me olhando incrédulo.

-mas ele não pode fazer uma coisa dessas! –exclamou quando a ficha finalmente caiu.

-ah, não só pode como o fez. Sem contar que ainda me deixou de detenção enquanto eu ficar sem aula. –dei um sorriso amarelo pensando nas diversas formas de matar aquele Ranhoso.

-Gina! Mas... Não acredito numa coisa dessas! –Harry parecia indignado. –mas, porque você foi expulsa?

-como se precisasse de algum motivo para o Snape prejudicar grifinórios! –bufei. –bom, mas foi porque eu cheguei atrasada na aula dele.

-foi só por isso? –Harry perguntou cruzando os braços. Completamente incrédulo.

-é, foi sim. Quinze minutos de atraso. –resmunguei. –sabe, naquela hora no corredor que vocês me encontraram com a Luna? Eu me distraí com ela e perdi o horário, aí o Snape foi e se aproveitou, pra começar bem o dia dele e terrível o meu, me expulsando por duas semanas das aulas dele.

-não posso acreditar numa coisa dessas! –Harry levantou-se de supetão me dando um susto. –ele não pode fazer uma injustiça dessas Gina! Não pode! Você vai ficar prejudicada por causa de quinze minutos de atraso?!

E... Vote em Harry! O justiceiro!

-isso mesmo. –respondi soltando um bufo. –mas vou falar com a McGonagall, não se preocupe.

-é bom mesmo, Gina, e se precisar de força eu vou junto com você! –ele sorriu.

E ok, eu admito, por dois segundos, senti uma coisa engraçada no estômago. Mas convenhamos, o Harry é fofo e tem um sorriso muito fofo!

Não estou gostando dele. É só um julgamento sobre a beleza física dele, oras!

-então, você vai ficar aqui? –ele perguntou olhando em volta.

-não sei. Você vai? –dei ombros, estava começando a ficar entediada.

-marquei de encontrar com o Rony e a Mione na biblioteca. –ele sorriu meio culpado.

Em suma, era algo que provavelmente eu não deveria me intrometer.

-ah, certo... –suspirei tentando não deixar transparecer minha frustração. Afinal, quando é que eles iriam confiar em mim?

Quantas vezes eu vou ter que dizer que já sei me cuidar muito bem?

Que não sou mais uma criança idiota que sai escrevendo coisas tolas num diário!

Pelo visto nunca.

-então, até o jantar Harry. –sorri e segui para o dormitório.

--

E eu deveria estar exausta porque me lembro de ter praguejado algumas vezes e depois simplesmente apagado num tipo de sono eterno do qual só despertei quando Lina me sacudiu os ombros e gritou no ouvido de uma maneira suave e agradável:

-ACORDA WEASLEY!!

Ao que eu respondi derrubando ela no chão e caindo junto. E por isso que no momento estou me encaminhando para a ala hospitalar porque a minha cabeça ta explodindo e eu tenho certeza que eu devo ter tido um traumatismo craniano com a batida no chão de pedra. Lina é sortuda, como sempre, e por isso caiu embolada nos travesseiros que levou na cara e só bateu o cotovelo de leve.

-vou ter uma surpresa. –sorriu depois de dizer que levou um choque. –ah, lembrei que tenho que entregar uma carta no corujal, já volto Gina.

E foi embora me deixando choramingando enquanto sentia náuseas e admirava as estrelinhas que flutuavam em volta da minha cabeça e me deixavam tonta. Elas eram multicolores.

-Madame Pomfrey? –minha voz estava irritantemente aguda.

A enfermeira estava de costas dando medicação a alguém e apenas falou naquela voz estressada de sempre:

'deite-se numa maca que eu estarei aí num segundo'.

Por isso que já prometi para mim mesma que nunca serei uma medi-bruxa como ela. Antipática, prepotente e grossa. Mas de qualquer forma, me deitei na maca enquanto sentia a dor piorar.

-pare de reclamar Sr. Malfoy... Você tem é sorte de não ter perdido o braço. –ela resmungava. E não que eu quisesse escutar a conversa, mas ao escutar o nome da fuinha, eu simplesmente tive que apurar os ouvidos. Sabe como é... Quando se trata dele é preciso ter cautela.

-mas isso dói! Você não sabe aplicar uma injeção que seja?! –ele falava irritado naquela voz arrastada e irritante dele.

-reclame mais uma vez e você vai o que não é saber aplicar uma injeção garoto!

Bem feito. Esse Malfoy é tão idiota! Como é que as pessoas conseguem conviver com ele? eu não agüento nem um segundo que seja! Ele é insuportavelmente chato e egocêntrico, e oh sim, grosso, estúpido e mal-educado! Sem falar no fato que é um aprendiz, isso se já não foi nomeado, comensal da morte.

Escutei passos e logo vi a face arredondada da enfermeira me fitando.

-o que houve menina? –ela perguntou me analisando por inteiro.

-eu... Bati a cabeça. –solucei. –e ta doendo.

-por Merlin! –ela pestanejou virando minha cabeça de um lado para o outro de modo que eu dava um gemido de dor incessante. –espere um instante Srta. Weasley. Vou buscar os remédios necessários.

-sem problemas... –bufei irônica. –tenho todo o tempo do mundo...

Mas ela não escutou. Já havia entrado na saleta dela.

-Weasley? –escutei Draco perguntar.

Engoli em seco, lembrando do meu plano perfeito de não encontrar ele por um bom tempo. Definitivamente eu era azarenta!

Não respondi nada até ver a face de um moreno dos olhos azuis me fitar. Indiferente.

Era o tal do Zabini.

-sim, é a Weasley. –ele falou voltando até a maca onde o Malfoy estava.

Ferrada? Não, eles não teriam coragem de me atacar quando estava indefesa e ainda por cima na enfermaria, teriam?

Faça-me o favor. E o papai Noel existe!

Felizmente Madame Pomfrey retornou... Resmungando como sempre.

-sente-se Ginevra. –ela pediu, ou melhor, ordenou.

Será que ela tem idéia do quanto está DOENDO?

Não, claro que não. Porque só fez falar que não tinha tempo e mandou eu me apressar.

-ótimo. Tome esse coquetel que a dor passará dentro de cinco minutos, daí então eu lhe darei um vidrinho para que tome depois das refeições. E evite bater ou balançar forte sua cabeça. –ela dizia rápida e impacientemente.

Acho que eu deveria ser dispensada das aulas. Porque raciocinar não seria forçar a cabeça também?

De qualquer forma tomei o coquetel, que nem precisa se dizer, era horrível! E esperei até que a dor passasse enquanto ela falava sobre os alunos que não tinham a mínima atenção e viviam se acidentando. era uma indireta para mim, eu sabia, afinal de uma em uma semana eu parava ali, mas para o Malfoy –que me olhava com uma cara de assassino- eu não tenho idéia.

-eu já vou Draco. –escutei Zabini dizer e em seguida se retirou sequer olhando na minha cara.

Que garoto mais protótipo moreno do Malfoy!

Por fim a dor passou e eu peguei o frasco da bandeja e enfiei no bolso das vestes me preparando para sair dali de maneira sorrateira e 'viva', quando ela disse:

-está liberado, Sr. Malfoy!

Minha cara de choque foi morbidamente cômica. Apertei o passo e saí batendo a porta da enfermaria com força ao ver a Doninha dar um salto da maca e começar a caminhar a passos largos. Bom, eu comecei a corre ao escutar a porta bater novamente.

-volta aqui Weasley! –ele chamou irado.

-nem a pau! –respondi correndo mais rápido. Porém minha cabeça começou a girar e eu tive que parar e me apoiar nos joelhos.

Merda. A Lina me pagará caro. Principalmente se ele me alcançar.

Eu virei em forma de fantasma puxar o pé dela durante a noite.

Estava começando a me reerguer quando senti alguém atrás de mim.

-nem pense. –ele falou com a voz arrastada ao me ver dar um passo com a intenção de começar a corre de novo.

Ótimo. Me ferrei.

# Fim do Capítulo #


N/A: cara de envergonhada

sim, podem me lançar crucios e avadas. eu mereço, sei disso!

quase dois meses sem atualizar! bati meu recorde, não é? eu sei que muita gente quis os outros capítulos porque essa fic foi bastante lida e eu fiquei muitíssimo feliz por isso!!

a questão é que gente, eu simplesmente não estava conseguindo escrever NADA. nada, absolutamente nada, estava quase entrando em desespero e por incrivel que pareça, nesses dois meses a única coisa que consegui escrever foi esse horroroso e minúsculo capítulo. então hoje vendo que eu nunca ia sair da linha final, decidi encerrar esse e tentar começar outro. espero que não demore pra atualizar!

desculpem mesmo! prometo não fazer mais isso!


Reviews:

LolitaMalfoy: que bom que você gostou do capítulo. pra dizer a verdade eu achei ele meio UA... UAHSIHAIUSHAUIHSA²

bruhluna.: é sim, o professor de D.C.A.T é tãão fofo! apesar de eu ainda nem ter idéia do que vai acontecer com ele no resto da fic AUSHIAUHSAUIHSAUIHSIAHSA²

lizzie.darcy: quee bom que cê ta curtindo a fic! espero que não tenha desistido pela minha demora! ;P

Ci Felton: humhum... concordo com você, como os professores querem que agente preste atenção na aula se eles são tão bonitos quanto Crabbe e Goyle? e desculpa a demoora Ci! prometo não fazer mais isso.

Hannah Guimaraes: haha, eu também amo quando eles brigam! - e acredite, eles vão brigar muito ainda. UIAHSIUAHSUAHSIUHASA² e você não gosta do profe? cara, acho que você foi a única que disse isso! ;P

mais uma vez. desculpem a demora!

agora comentem porque como diz o expresso: seu comentário é nosso salário!

pra quem gosta de ler blogfics de HP... eu recomendo! ;D