Pessoas eu estou muito feliz por receber vários comentários sobre a minha fic... Obrigada por tudooo..e descupem a demora estou de recuperação -.- em mat e física ai já sabe Ne? Beijossss
Capitulo III - Chevalier
Retrospectiva do ultimo episodio...
- Você é doente! Eu não te amo! Você nunca vai ter meu amor!
- Se eu não tenho... – apontando a arma para ela – ninguém mais terá! – Correu em direção a ela com toda a velocidade, pronto para atingir a espada no coração de Saya. Ela não se moveu, fechou os olhos em busca do seu fim. Alguém se pôs na sua frente.
- Naooo!!! Chevalier!
Ela fitou o homem em sua frente a protegendo.
- Hagi...
Saya o fita,aquele homem de smoking com os cabelos soltos e esvoaçantes, era seu Chevalier, mas por que ele só aparecera agora? Por que estava ali, justo no momento? Seus olhos expressavam um nada. Ela ficara intrigada com tal fato que nem se deu o trabalho de movimentar-se ate um local seguro longe de Carl.
-Saya...fuja! – disse o homem a sua frente
Fugir? Mas ele sempre a dissera para lutar, nunca para abandonar o inimigo. Mas ela mesmo com os pensamentos atendeu ao pedido de Hagi, saindo de pressa o mais rápido possível.
- Mas você não vai fugir!! – Carl estava pronto para atacar quando foi surpreendido novamente por Hagi que então começou a travar uma luta sangrenta e mortal com Carl, que por sua vez deu tudo de si para aniquilar um dos seus grandes inimigos.
-Idiota pensa que vai salva-la assim? Há anos você não luta, deixou Saya sozinha com humanos desprezíveis. Eu a quero bem eu a amo eu terei ela como troféu de luta e sua cabeça como recompensa. – Carl disse a Hagi enquanto o Chevalier tentava se esquivar dos golpes violentos.
Saya corria mata adentro como desesperada, não vendo o que vinha a seguir. De repente ela se choca com uma parede. Quando se recuperou da batida afastou-se da construção e viu que era uma igreja, resolveu entrar.
Dentro havia varias escultura de anjos, os bancos estavam empoeirados e quebrados, ao final tinha uma capela com uma imagem no centro, aproximou-se.
- O que faz na casa do Senhor? – disse um homem na soleira da porta. Ele usava uma túnica negra.
- Eu...eu...- tentava se distanciar.
- És amiga de um homem branco e alto? Vestia-se muito bem...
-Hagi...
- O homem procurava por você Irma... ele tem muita devoção por você assim como eu tenho por meu Deus.
-eu..preciso de ajuda... – contou um pouco do que ocorrera metros de distancia dali
-Hum...- o homem foi ate a capela onde Saya se encontrava. Havia uma pequena garrafa vermelha em cima da mesa, ao lado de um santo. Ele a pegou e entregou a Saya - Banha tua espada com a água divina. Expulsará o demônio daquele que abrigou, em alma e corpo.
- Muito obrigada, não sei como agradecer.
- Ficarei grato se for logo, preciso continuar minhas preces e teu amigo necessitas de tua ajuda.
Afirmando com a cabeça Saya correu em direção de volta a batalha.
Hagi estava um pouco mal, sabia que não duraria muito para a batalha enfim acabar. Não queria que Saya visse seu desfecho trágico novamente. Seria por demais angustiante. Carl se divertia as custas do sofrimento de Hagi, jogando-lhe na cara palavras. Hagi tomado pêra fúria que emanava do seu eu, desferiu um golpe no centro da cabeça de Carl, o que seria mortal para pessoas normais. (Na: A gente por exemplo xD). Mar Carl logo se recompôs retornando a luta. O Chevalier já estava esgotado, e suas forçar no limite. Saya vinha correndo em direção aos dois homens, bem atrás de Carl. Hagi viu ela se aproximando, mas não fez nada sabia que ela daria um fim aquilo tudo. Carl aproveitou o momento de "distração" do seu oponente e desferiu-lhe um golpe bem no coração dele.
- Ahhhhhhhh...
Foi a única coisa que Saya ouviu antes de cravar a espada embebida com água benta e sangue em Carl.
-Ahhhhhhhh... – ele soltou-se de Hagi e virou-se para Saya. Por um momento Saya pensou que não havia dado certo, mas assim que preparou uma defesa Carl já estava como pedra.
Aquela cena, o rosto de Carl envolvido pela dor e insanidade fora levado pelo vento que tomou conta do local, anunciando a tempestade que se formara. Olhou para um lado e viu Hagi ao chão, banhado pelo seu sangue. Correu ate ele.
- Hagi, por favor...me diga qualquer coisa..
- Nankurunaisa(1)...Saya – um leve sorriso pode ser visto dos finos lábio dele.
-Hagi...– ele fechara os olhos.
"Será que ele me abandonou...de novo???", pensou Saya
Lagrimas de tristeza foram rolando rosto abaixo.
Barulhos de motor foram ouvidos por ela, cada vez mais se aproximando. Eram seus amigos, Lewis, David, Julia e Kai. Estavam todos em um helicóptero que pousou em um campo aberto próximo. Ela com Hagi nos braços chorando desconsoladamente. Todos assistiam aquela cena triste, Kai foi o primeiro a se aproximar e abraça-la por trás.
-Saya, tudo bem. Ele fez o possível, para salva-la... – Também tinha algumas lagrimas nos olhos. Kai estava bem mais velho no seu auge dos 40 anos. Eu homem feito, mas com a beleza de sempre.
- Kai, por que...eu não quero mais isso. Eu so consigo sofrer, primeiro foi o papai, depois Riku, e agora...Ele.
Kai observava enquanto ela, enquanto Julia o examinava.
Por um tempo tudo ficou em silencio, ate que Julia disse:
- Saya, ele esta extremamente ferido, diria que o quadro dele se encontra em estado critico. Ele perdeu muito sangue. Será necessário uma transfusão.
- Eu darei meu sangue a ele. Eu so quero salva-lo!
- O problema é que...não temos equipamento necessário. Não poderemos voltar agora. Uma tempestade se forma e vai ser das feias. Não podemos nos arriscar. Não temos nem abrigo.
-Temos a casa de Carl. Eu não me importo, de ficar la.
- Então vamos logo. Kai me ajuda?
-Hai! – Kai pega Hagi e o leva ate a casa com todos juntos.
...Minutos depois...
Saya e Julia estavam em um quarto junto com Hagi, que estava deitado sobre a cama. Seus ferimentos já haviam se curado por si, mas o chevalier continuava pálido, devido a falta demasiada de sangue. Julia fazia algumas anotações. Ela já era uma velinha, mas bem conservada. Os cabelos longos e loiros agora eram brancos e curtos. Os óculos eram os mesmo da época.
- Saya parece que tudo voltou como era antigamente – ela sorriu
-Sim, Julia. Vocês estão muito diferentes –não deixou de sorrir também, mas sem tirar seus olhos Dele.
- Você o ama, não ama?
-Hai
- Vocês podem ser felizes por toda a eternidade Saya. Porem, a vida que tem é capaz de morrer antes. Não deixe de dize-lo tudo que sente Saya.
-Mas eu...disse...
- Não você apenas aumentou as esperanças dele. Sabe que ele te ama Saya. Mesmo tendo o jeito de pessoa fechada e fria. Basta algumas palavras e tudo mudará. Sabe disso. – sorriu
- Sim eu sei..pode nos deixar um pouco?
- Claro. – Saiu
Ela o fitava com toda a ternura que havia em seu Eu. Ela o olhou por inteiro. Estava de calças e seu tronco enfaixado. Os cabelos soltos cobriam o travesseiro. Ela passou os dedos pelas mechas que estavam no rosto pálido e frio dele. Quando voltou os olhos para o corpo dele viu a pequena adaga que ele carregava. Pegou-a e sem pensar mais nada cortou seu pulso. O sangue escorreu pelo braço.Saya levou o pulso ate a boca e sugou todo o sangue que pode ate o ferimento fechar. Debruçou-se sobre ele e beijou-o. Com todo o amor que ela tinha por ele. Deixou que o sangue escorresse da sua boca a dele. Aquele momento se tornou mágico. Lembrou-se da primeira vez que tocou naqueles lábios.
-----Flashback-----
Saya correu ate o penhasco e avistou uma flor vermelha. Disse a Hagi que estava atrás de si.
- Quero dar a Joel aquele lírio durante a festa de aniversario nessa noite.Ele adora Lírios. Mas vermelhos só nascem nesse local.
Levantou as saias e desceu o penhasco mas fora amparada por Hagi.
-Saya! É perigoso. Pare, por favor.
-Então, você pode pegá-las para mim?
- Uhm..
Ele desceu do penhasco com muita dificuldade e Saya subiu. Descendo bem devagar tentou alcançar a flor com uma das mão enquanto a outra segura em uma pedra. Haviam duas flores. Ele iria pegar a primeira.
- Ah, não essa... a outra – Disse Saya.
Hagi tentou se equilibrar para pegar a outra, quando a agarrou a pedra em que segurava cedeu, fazendo-o cair em disparada penhasco abaixo.
-Hagi! – Gritou Saya
Descendo pelo outro lado, Saya correu ate ele e viu o sangue no chão.
- Hagi!
Ela depositou a mão sobre a cabeça dele.
- O que devo fazer? O Sangue... – Lembrou-se das palavras de Joel a Hagi numa conversa em que tiveram dias antes; " É apenas uma trasfusao de sangue. Para Saya continuar vivendo, ela precisa de sangue"
- Se eu der a ele um pouco do meu sangue... – Ela pegou um canivete do bolço dele e cortou a mão. Sugou o sangue que saia pela ferida e beijou Hagi deixando que o sangue fluísse.
--------Fim do flashback-----
Uma lagrima escorreu pelos olhos dela. Ela soltou-se da boca dele e deitou em cima do corpo de Hagi. Depositou a cabeça no peito dele e adormeceu.
(1) - Frase dita pelo pai da Saya no episodio que ele morre. Tambem e dita por Kai em alguns outros e por Hagi.
Pessoas do meu Brasilsilsilsilsil
E ai gostaram??? Fortes emoçoes hein xD
Eu queria saber se voces querem hentaii
preciso de uma resposta e rapidooo
Beijosss amorecoss
