Disclamer: Saint Seiya e seus personagens obviamente não me pertencem. Esta fic obviamente também não tem fins lucrativos.

Comentários da Autora: Esta fic vai contar um pouco da vida de um casal, Camus e Milo, desde o momento que se conheceram. Cada capítulo vai ter uma história, porém como acontecem em ordem cronológica, acho legal ler todos. Caso vocês gostem, lógico! A sim... o casal está em UA. E, gente, comentários são sempre bem vindos, mesmo que sejam para apedrejar uma pobre autora. E, Jeanne é criação minha e NÃO é o meu alter-ego! Até o próximo.


Milo e Camus – Retratos de uma vida

O primeiro encontro

Estou aqui de volta para narrar mais um espetacular episódio desta tão aclamada série...

- Pára! Pára tudo! Pelo amor dos Deuses Jen... Isso ta simplesmente horrível. Só falta agora aquele locutor com voz de cantor de bordel. Sem querer ser chato priminha, mas já sendo. Isso ta muitoooo trash!

- Ok... Ok... Eu também admito que não gostei. Vamos tentar de novo.

- Perfeito.

Este capítulo vai contar mais um momento marcante na história de Milo e Camus. O primeiro encontro. Todo primeiro encontro de um casal normal, na maioria das vezes, não rende uma mísera linha, mas no caso desse casal em particular, rende muitas e muitas linhas, não sei mesmo se conseguirei fazer jus ao acontecimento.

- Melhorou bastante, Jen querida, mas por acaso você nos chamou de anormais?

- Milucho, eu não usei a palavra anormal, mas convenhamos, normais é que vocês não são.

- Milo, deixe a menina trabalhar, e, realmente ela tem um tantinho de razão. Nós não somos o que se pode classificar como normais.

- Dois a um. Isso é um complô contra minha pessoa. Abaixo o preconceito! Abaixo a discriminação! Pela liberdade de expressão!

A cena aqui, nesse minúsculo escritório está no mínimo hilária, para não falar bizarra, grotesca. Milo andando de um lado para o outro, dando soquinhos ridículos no ar. Gritando hediondas frases de ordem como se fosse um líder estudantil em plena Bastilha. Eu não mereço assistir tamanho absurdo.

- Jen, eu não gostaria de me intrometer no seu texto, mas será que não está recheado demais de adjetivos?

- Qual é a sua agora, Camus, de arquiteto está virando jornalista? Pra seu governo e orientação, isto aqui não é uma matéria jornalística onde eu tenha que me manter isenta de opiniões.

- Mas é uma biografia e você deveria se manter isenta de opiniões sim!

- Não se altere, Camus. É impossível que eu me mantenha isenta de opiniões com a cena ridícula (mais um adjetivo, oras) que seu maridinho está fazendo...

(voz ao fundo) – "Abaixo a repressão de idéias", "Abaixo a ditadura do moralismo", "Pelo direito de se expressar com liberdade"...

- CHEGA! Milo, senta essa bunda na cadeira calado, AGORA! Você já tem quase 40 anos na cara, pára de se comportar como um bebê!

- Calma meu amor... Estou sentando...

- Calma é o (piiiiiiiii – palavra proibida) . Toda paciência tem limite. Sente-se e deixe a menina trabalhar.

- Obrigada Camus.

- Eu quero ver como você vai contar o que o doido do Milo fez em nosso primeiro encontro.

O primeiro encontro dos dois, já começou pra lá de atribulado. Depois do jantar onde eles se conheceram e Milo quase aleijou Camus rolando da escada, eles passaram dias se telefonando. Eram horas no telefone. Fui testemunha auditiva e ocular disso. Até hoje me pergunto de onde saiu tanto assunto.

- Estávamos nos conhecendo, querida.

- Não foi possível. Esqueceu que ele quase me aleijou?

- Claro! Eu não podia deixar esse mau caminho inteiro escapar de mim tão fácil. Não é?

- Que seja, que seja... Daquela época até hoje, a cada dia que passa, tenho mais certeza de que foram feitos um para o outro.

Como eu ia dizendo, eles ficavam horas no telefone, até que Milo tomou – literalmente – coragem e resolveu convidar Camus para sair.

- Jen, querida, que história é essa de "(...) tomou – literalmente (...)"?

- Jen! Milo olhou pra mim com instinto assassino.

- Milucho, por que você não me avisou que nunca contou para ele?

- Nunca contou para mim, o quê? O quê vocês dois estão me escondendo? – Camus se levanta do sofá bufando e apontando ameaçadoramente o dedo para mim e para Milucho, se ele pudesse, acho que nos enterrava num esquife de gelo agora só para nos usar de decoração.

- Nada, nada demais, meu amor...

- Podem abrir o bico! E rápido...

- Camus, deixe-me continuar que você verá o do que estou falando.

- Vá lá, continue. E você, Sr. Milo, trate de não se meter e deixá-la contar tudo direitinho.

Milo a dias vinha falando do arquiteto. Era Camus pra cá, Camus pra lá, eu já não agüentava mais. Estava enlouquecendo com esse homem dentro de casa que não pensava em outra coisa que não fosse o arquiteto de cabelos azuis que conhecera na festa da Chanel. Um dia eu me aborreci, sabe aqueles dias que ninguém deveria chegar perto de uma mulher? Pois é, eu estava em um desses dias e meu priminho deprimido pois queria convidar o "belo das escadas" segundo ele, para sair e não tinha coragem... Era o bonitão pra lá, o bonitão pra cá, até que eu não agüentei mais tanta melação, enfiei uma garrafa de vinho do porto goela abaixo do marmanjo e mandei ele ligar pro bonitão, resolver logo a parada e parar de me torrar a santa paciência, afinal eu precisava curtir meu mau humor em paz.

- Então quer dizer que ele ficava falando muito de mim?

- Muito! Se fosse muito, sem problemas, mas era em demasia, era exageradamente. Eu não agüentava mais ouvir falar em você, então resolvi dar um pequeno empurrãozinho para que tudo fosse resolvido.

- Quer dizer que estamos juntos graças a você, Jen?

- Em parte graças a minha TPM.

- Verdade, mon ange?

- Er... bem... sabe como é... pra certas coisas eu sou meio tímido.

- Deixa de enrolação e admite logo.

- Ta certo, ta certo... Camus, eu te convidei para sair graças a uma garrafa de vinho do porto e um tamanco daqueles de madeira devidamente mirado em direção a minha linda testinha.

- Jen, você é demais! Um tamanco de madeira! HAHAHAHAHAH... Acho que vou te dar uma coleção deles de presente...

- Não precisa querido... Você agora já tem suas próprias armas. Não precisa mais da minha ajuda.

- Qual é a dos dois? Complô contra a minha pessoa?

- Imagina... Nós te amamos Miluchinho...

Depois do pequeno incentivo dado por mim ao meu amado priminho ele pegou o telefone e convidou Camus para um passeio. É lógico que eu fiz questão de ficar ouvindo a conversa com o tamanco na mão. Afinal estava defendendo a minha sanidade mental. Só para decidirem o lugar, levaram mais de meia hora. Até aí, foi relativamente simples. Sugestões daqui, contestações de lá, contra sugestões de cá e finalmente decidiram se encontrar na Torre Eifel. Não entendi bem como chegaram a esse acordo. Afinal, Camus não é muito chegado a confusão e a Torre é um dos principais pontos turísticos da Capital Francesa.

- Simples a resposta ao seu questionamento. Lá é amplo, aberto, dá para caminhar, respirar. Não gosto de ficar muvucado em lugares fechados, cheios de gente, de fumaça de cigarro, de conversas tolas...

- Entendo, entendo.

Mas meu priminho não queria deixar seu primeiro encontro com o homem da sua vida ser um monótono passeio turístico pela capital francesa. Marcou a data para 15 dias depois do telefonema. Imaginei, na hora, que eles estavam com a agenda cheia e foi a data mais próxima. Ledo engano meu. Milo já tinha arquitetado todo plano dentro de sua mente insana e desvairada.

Paris 10 anos atrás

Estou eu, Jeanne, sentada confortavelmente em meu sofá, acompanhada de uma enorme taça de sorvete com conhaque, torcendo para que o encontro de meu primo fosse um sucesso. Ele saíra de casa muito mais cedo que o necessário para o encontro. A princípio eu não estranhei, sei como é a ansiedade do primeiro encontro. Tudo tem que sair perfeito. Ele estava lindo. Uma calça preta destas de prática de esporte, uma camiseta regata amarela e um casaco por cima. Os cabelos estavam amarrados em um rabo firme e baixo. Simples e perfeito.

Desejei boa sorte e fui assistir um meloso filme na televisão. Eis que, para minha surpresa, no meio da programação surge uma chamada:

"Estamos agora, ao vivo, transmitindo do pátio da Torre Eifel, onde um dublê vai fazer um espetacular salto de pára-quedas..."

Pensei comigo mesma. Tadinho do Milo, seu passeio vai ser ofuscado por um maluco qualquer que resolveu chamar as atenções para si.

Mal acabei de ter esse pensamento começou a linha de raciocínio: torre, dublê, salto, maluco, hoje... só pode ser...

- Não! Você não vai fazer isso!

Me arrumei correndo e fui "voando" para a torre.

Quando cheguei encontrei as equipes de televisão, o pessoal de apoio, uma confusão só. Camus já estava lá. Pude vê-lo no meio da confusão. Me aproximei como quem não quer nada... Tinha certeza absoluta que ele não se lembraria de mim.

- Está sozinho?

- Esperando um amigo.

- Será que ele vai conseguir encontrá-lo no meio desta loucura?

- Eu não esperava que fosse ter um evento aqui hoje. Não ouvi nada anunciando. Nenhum comentário...

- E se fosse uma surpresa para alguém? – eu precisava sondar o terreno.

- Creio que o homenageado iria se sentir proporcionalmente feliz e envergonhado ao mesmo tempo.

- Venha comigo.

- Não posso madeimoselle...

- Jeanne, mas pode me chamar de Jen, é assim que os amigos me chamam...

- Mas eu acabei de conhecê-la...

- Creio que ainda me verá muito, Camus.

- Você me conhece?

- Sim. Sou prima do amigo que está esperando. Venha comigo, vamos ver o show enquanto ele não chega.

- Creio que vai ser interessante. Vamos.

Levei Camus para o meio da multidão que se aglomerava em volta do cordão de isolamento e pude avistar Shura no meio da equipe de apoio. Se o espanhol estava ali, então minhas suspeitas estavam confirmadas. Me aproximei do cordão e chamei por Shura. Tão logo me viu ele se aproximou de mim.

- Shu, é o Milucho que vai pular, não é?

- Lógico, bela. Quem mais seria doido o suficiente para fazer isso?

- Ele te falou o porquê?

- Para impressionar alguém...

- Imaginei. Este alguém está comigo, consegue colocar a gente em um lugar "privilegiado"?

- Claro. Venham comigo.

Fui buscar Camus e Shura nos colocou sentados na mesa do pessoal de apoio. É lógico que o meu querido nada entendeu, mas não seria eu que iria estragar a surpresa. Alguns minutos depois, o salto. E para espanto geral no pára-quedas estava escrito em letras garrafais: "Em busca do amor da minha vida!"

- Jeanne... por acaso o pára-quedista maluco é o Milo?

- Desconfio que sim.

- Ele te mandou me encontrar?

- Ele não me falou nada. Vi a chamada na Televisão. Mas te trouxe pra cá, porque se bem o conheço ele iria correr no meio da multidão e pular em seus braços. Aqui pelo menos, você pode apreciar melhor a entrada triunfal de meu priminho e ter um pouco de privacidade.

- Acabei de te conhecer, mas já estou começando a admirar seu bom senso.

Dias de hoje

- Eu era um tolo mesmo. A única coisa que você não tem é bom senso!

- Pôxa, Camus, magoei.

- Não vou me dignar a responder, mas quero escrever um pouquinho daqui pra frente. Vocês me permitem?

- Lógico, assim descansa um pouco meus dedinhos.

Como já devem ter percebido, quem vos escreve agora sou eu, Camus. Eu precisava contar como me senti naquele dia. Durante algum tempo vinha conversando com Milo por telefone. O que sempre me fascinou nele e me fascina até hoje, é a maneira leve com que leva a vida. A crença quase insana na boa sorte e na vitória. Para Milo, Nike sempre esteve a seu lado e sempre estará.

- Mas é lógico.

- Por favor mon ange, deixe-me terminar...

Esta fé me conquistou acima de tudo. Eu nunca acreditei em nada que não pudesse tocar ou racionalizar. A arquitetura é isso. Técnica, bom gosto, matemática. Simples, racional, assim como eu. Durante nossas conversas telefônicas, a maneira apaixonada como Milo falava das coisas mais singelas me contagiou de tal maneira que eu passava o dia esperando por nossos momentos telefônicos. Sem perceber fui me apaixonando pela voz do outro lado da linha e pelo dono da voz.

Quando vi todo aquele aparato. A televisão, as câmeras, o avião, a equipe de apoio, enfim, todo aquele circo armado para mim, não tive como não me apaixonar mais ainda. Mas logicamente não podia dar o braço a torcer tão rapidamente nem por tão pouco. Não era a toa que era conhecido como o arquiteto de gelo.

- Tão pouco? Modéstia nunca fez parte de suas virtudes, não é querido?

- O que posso fazer se sou perfeito?

- Sei...

Daqui continuo eu! E vocês, crianças se comportem. Como o próprio Camus disse, a apresentação foi apaixonante. Eu chorava copiosamente e juro que vi uma lágrima furtiva escorrer do olhos do emproado francês.

- Mentira. Havia entrado um cisco em meu olho.

Ok. Acreditemos então que havia entrado um cisco no olho de Camus e pulamos a parte da furtiva lágrima.

Tão logo Milo aterrou foi imediatamente cercado por inúmeros repórteres e fãs. A pergunta que não queria calar era: para quem foi aquela homenagem? Milo foi bastante discreto com relação a isso.

- Senhores se não coloquei o nome da pessoa, á porque desejo que o nome seja particular. A pessoa homenageada certamente sabe e a você, amor da minha vida, dedico esta pequena homenagem. Que o mundo todo saiba que te amo.

- Pode ao menos nos dizer se é uma mulher francesa ou não?

- Eu disse que era uma mulher?

Milo assim finalizou a entrevista e correu para onde estávamos. Logicamente a primeira pessoa que ele abraçou foi a mim. E me deu um beijinho de leve nos lábios. Depois abraçou a Shura e fez a mesma coisa. E por último abraçou Camus e também agiu da mesma maneira. Foi uma interessante forma de despistar qualquer suspeita. Poderia ser qualquer um de nós, ou nenhum de nós. Saímos os quatro de mãos dadas e fomos passear pela Torre.

Certamente não era esse o primeiro encontro que Camus tinha em mente, mas garanto que nos divertimos muito. Ficamos algumas horas conversando e contando piadas. Passeando calmamente como um grupo de velhos amigos. Sentamos para tomar sorvete... andamos sem medo. Nosso encontro nada romântico fez com que os repórteres perdessem o interesse em nosso grupo. Quando tudo já estava praticamente calmo, sugeri que fossemos todos para nossa casa.

- Jen, prima amada e querida... Será que você poderia emprestar um pouco a casa...

Nessa época, meus pais, que criaram Milo, já haviam morrido e morávamos nós dois, no apartamento que herdamos dele. Milo ainda estava negociando sua casa de sonhos.

- Shura, o que acha de um gostoso café e depois um teatro.

- Em sua companhia? Uma ótima idéia!

Fomos os quatro até a nossa casa. Entramos com os dois carros na garagem, o meu e o de Camus e depois saímos, Shura e eu, com o carro de Milucho. Qualquer curiosidade a respeito de nosso grupo foi completamente despistada naquele momento. Daqui pra frente, vou apenas narrar os fatos por eles contados, uma vez que não mais era testemunha dos acontecimentos.

Camus e Milo subiram sozinhos para o apartamento. O clima de pesado e o silêncio constrangedor, nesse momento eram os companheiros dos dois. Era como se todo assunto tivesse pura e simplesmente evaporado.

- Espero que tenha gostado.

- Um pouco exagerado, non?

- Mas eu sou exagerado, pensei que já soubesse isso. – Milo ficou um pouco emburrado por não ser compreendido.

- Hei... não precisa engrossar. Eu disse que achei um pouco exagerado, mas não disse se gostei ou não.

- E? – o olhar esperançoso de cachorro pidão esperando o osso quase fez Camus rir, mas ele se controlou.

- E eu não gostei, eu adorei. Ninguém nunca fez nada tão louco e exagerado por mim.

Milo instintivamente soltou o ar que segurava dentro dos pulmões sem que tivesse percebido. Entraram no apartamento e o assunto parece ter voltado como por encanto.

- Vou parar por aqui.

- Como assim Jen? Vai acabar o capítulo assim, sem mais nem menos?

- Vou.

- Mas o primeiro encontro ainda não acabou.

- O primeiro encontro já acabou sim, Camus. Vocês já se encontraram.

- Sua inconveniente... você sabe que ainda não acabou. Não seja purista.

- Já acabou sim. O que vai acontecer daqui pra frente vai fazer parte do próximo capítulo. Vocês não acham que já me alonguei demais por aqui?

- Não! – resposta em coro.

- Mas eu acho, e como quem está escrevendo sou eu, vou parar por aqui e pronto. O resto da história desse dia vai para o próximo capítulo: "O primeiro beijo." Neste encontro foi o Miluchinho que aprontou, mas não pensem vocês, queridos e amados leitores, que nosso arquiteto aqui é um santo, porque ele não é não.

- O que você está querendo dizer com isso, Jen.

- Você sabe, Camus... Você sabe...

- Creio que é melhor parar por aqui mesmo.

O celular de Camus começa a tocar.

- Olá, Shaka... não, já terminamos por aqui... claro que sim. Vou perguntar ao Milo – Camus tampa o telefone com as mão e fala para Milo – Shaka nos convidou para jantar na casa dele. Parece que Mu exagerou na quantidade de comida de novo. Que te parece?

- Uma ótima idéia. Adoro quando Mu cozinha. Vamos sim.

- Shaka, ele topou, estamos saindo da casa da Jen agora, daqui a pouco chegaremos ai... o quê... levar essa doida também? Mu exagerou tanto assim?

- Me chama de doida e de gulosa... Eu não mereço tantos elogios... Mas avise a Shaka que não posso ir. Deba chega de viagem hoje. Se eu não estiver em casa... Meu amorzinho vai ficar meio estressado.

- Ouviu Shaka? Ok, pode deixar que eu dou o recado. Até mais. – desliga o telefone – Jen, o Shaka mandou um beijo para o Deba e pediu para marcar uma reunião dos 12.

- Reunião dos 12... Eu vou enlouquecer... mas de qualquer maneira vou conversar com o Deba e se ele quiser eu marco a fatídica reunião dos 12...

- Boa menina...

- Masoquista menina seria mais apropriado. Agora dêem o fora daqui que eu quero me arrumar.

- Viu Cammy, agora está explicado o porquê dela acabar o capítulo pela metade... Quer ficar linda e maravilhosa para o maridinho. Não se preocupe Jen querida. Você é linda e maravilhos.

- Fora vocês dois daqui... me deixem em paz... xô, xô.

Começo a chutá-los, empurrá-los, esmurrá-los e jogá-los porta afora, caso contrário a comida de Mu ia esfriar e meu querido ia me encontrar, suada, descabelada e estressada. Um mês sem ver meu lindinho. É preciso um preparo especial. Não acham?

Com relação a reunião dos 12, quando os 12 se juntarem vocês vão saber do que se trata. Não deve demorar muito mais... Beijos e até o próximo episódio...