Capítulo 03
Os primeiros a irem embora após o jantar foram Snape e Florence.
Chegaram à Mansão Snape e foram ver os filhos, que já dormiam.
Depois seguiram para o quarto.
- Eu estou exausta. – disse Florence sentando na cama.
Snape se pôs aos pés dela, ajudando-a a retirar os sapatos, mas ele não se levantou após, ficou a olhando.
- O que houve, Sev?
Ele a fitava intensamente, tentando entender a estupidez que quase cometera. Ele a estivera ignorando nos últimos dois meses. As obrigações da guerra começaram, e ele tinha que evitar ao máximo ter lembranças dela em sua mente, tinha que evitar aquele sentimento viciante de proteção e amor que surgia sempre que estava perto de Florence, com ela nos braços. Achou que se afastar era o melhor. Ignorando-a ele esperava que Florence desistisse dele e fosse embora. Seria mais seguro pra ela e para as crianças. Mas ele estava morrendo por dentro por ter que fazer aquilo, e sabia que Florence estava sofrendo. Ele sabia que não devia fazê-la sofrer, mas precisava. Ou pelo menos achou que precisava.
- Por que agora meu plano parece tão estúpido? – murmurou ele, se levantando e sentando ao lado dela, puxando o rosto que amava para si, beijando-a pela face e, então, nos lábios.
- Porque é estúpido. – murmurou Florence. – Você é muito estúpido quando pensa demais.
Ele riu. Era verdade.
- Põe na sua cabeça-dura que eu nunca vou abandonar você... – continuou ela. - Você é teimoso, mas eu sou muito mais. Quem é que envolveu quem nessa relação, hein? – lembrou ela.
- Você... eu tentei escapar, sabia que estava ficando viciado em você... mas não consegui. Você não me deixou fugir.
- Não mesmo. – ela sorriu e envolveu mechas dos cabelos negros nas mãos. – E ainda me lembro dos artifícios que eu usei quando você quis terminar... – ela sorriu, maliciosa.
- Eu sempre soube que eu acabaria te tornando minha esposa. E eu queria muito isso... mas eu não acreditava que você aceitaria... eu sou só um mestiço e você é uma Malfoy-Black! Bem vista na família e cortejada por milhares de homens de famílias tão puras e importantes quanto os Malfoy.
- E foi por isso que você terminou comigo. – disse Florence. – Achou que eu estava arranjando um casamento puro-sangue... – ela riu. – Eu me lembro...
FLASHBACK
Salão Comunal da Sonserina
Abril 1978
6º ano de Florence
7º ano de Snape
Estudavam História da Magia, a única matéria que Snape temia ir mal nos N.I.E.M.s. Florence aproveitava para estudar com o namorado. Ele a olhava, curioso. Havia visto ela colocar umas cartas estranhas na bolsa naquela manhã. Florence sempre mostrava todas as cartas que recebia para ele, mas aquelas ela não mostrou, nem comentou a respeito. Ele ficou com um hipogrifo atrás da orelha.
Então, num momento em que Florence foi ao banheiro, Snape aproveitou para pegar as cartas.
Leu rapidamente três delas. Eram de famílias puro-sangue querendo realizar um casamento puro-sangue, onde a noiva seria Florence.
Ele sentiu o sangue ferver e uma onda incontrolável de vergonha de ser quem era tomou conta de si. Ele não podia culpá-la por querer alguém melhor do que ele. Ele era pobre e mestiço. Quando Florence, linda, puro-sangue e rica, ia querer casar com ele? Nunca.
Florence retornou do banheiro e foi recebida de volta na mesa pela noticia do rompimento do namoro deles.
- Mas do que você está falando? – perguntou ela, confusa.
- Eu estarei fora de Hogwarts dentro de um mês. É melhor nós já começarmos a nos desapegar. – disse ele, a voz séria, dura.
- Nos... desapegar? Mas que merda é essa que você esta falando? – ela não estava entendendo.
- Sinceramente, Florence, você não achou que isso ia durar após sairmos de Hogwarts? – a voz dele, agora, era irônica.
Ela sentiu os olhos enxerem de lágrimas, mas não chorou na frente dele.
- É isso que você pensa de nós? – disse ela, a voz tão dura quanto a dele. - Que apenas nos apegamos um ao outro?
- Mas é óbvio! – disse Snape.
Florence respirou fundo e juntou as coisas de cima da mesa, jogando tudo na mochila, e seguiu para os dormitórios femininos, direto pro chuveiro, onde ela deixou as lágrimas correrem e chorou por muitos minutos.
Logo que saiu, ainda envolta na toalha, ela lembrou que sua escova de cabelos estava na mochila e foi pegá-la. Mas ao retirar a maioria das coisas da mochila percebeu que as cartas que ela havia recebido não estavam no mesmo bolso que ela as havia colocado. Florence começou a rir, entendendo o que havia se passado. Snape havia lido as cartas e entendido tudo errado. Ele entendera tudo à moda Snape de entender as coisas.
- Que grande imbecil! – gritou ela, rindo, para o quarto vazio.
Florence se vestiu e correu para o quarto dos monitores, ela sabia a senha do quarto dele, entrou. Ouviu o barulho do chuveiro. E um pensamento malicioso surgiu. Há tempos os amassos entre eles se tornavam mais e mais perigosos, ela já o chupara por várias vezes, mas ela ainda era virgem.
"Mas isso vai mudar. E vai ser agora."
Florence apontou a varinha pra porta do quarto e murmurou um feitiço de tranca e outro de silêncio.
Se despiu e abriu a porta do banheiro, devagar.
Snape se assustou ao vê-la ali.
- O que você...? – e então ele percebeu que ela estava nua. – Florence, o que você está fazendo aqui?
- Não lhe parece óbvio? – ela caminhou lentamente pra dentro do banheiro, entrando no box.
Snape a encarava, embasbacado.
- Você enlouqueceu! – ele engoliu em seco, passando os olhos pelo corpo dela, seu membro reagindo rapidamente. - Nós terminamos, você não sabe o que está fazendo...
Ela riu, ignorando o que ele falara, e caminhou até perto dele, passando as mãos pelo peito largo, apesar de magro. Mais um passo e os corpos estavam quase colados.
Ele não sabia o que fazer.
- Você é tão idiota, Sev... – ela murmurou no pescoço dele, mordendo-o. – Você ainda não acredita que o que eu quero pra minha vida é você...
- Eu li as cartas, Florence. – a voz rouca, e ele continuava evitando tocá-la, apesar de não conseguir evitar que seu corpo reagisse aos toques e à presença nua dela.
- Eu recebi aquelas cartas e respondi a todas elas. – ela trilhou beijos pelo ombro, pescoço, até os lábios dele. Olhou nos olhos negros. - Quer saber o que eu respondi? – ele fez que sim com a cabeça. - Eu escrevi a eles contando que eu já havia escolhido um marido. Mesmo que isso não seja verdade... – ela desceu pelo peito dele, se ajoelhando, descendo a boca pela virilha.
- O que... – e ele sentiu a boca molhada em suas bolas. Arfou. – O que não é verdade?
- Bem, você não é meu marido. Nem meu namorado você é mais... apesar de eu ter escolhido você... – e ela o pôs na boca, chupando-o, lentamente.
Snape gemeu rouco, fechando os olhos, sentindo a língua se movimentar ao redor da cabeça do membro que entrava e saía da boca da mulher. Ele se perdeu no prazer daquela língua e daqueles lábios. Abriu os olhos para fitar aquela cena, ela, nua, de joelhos, com o pau dele na boca e uma cara de satisfeita, como se provasse do melhor dos doces. Snape sentiu que não suportaria por mais muito tempo e a puxou pelos cabelos, fazendo-a ficar de pé, os rostos muito próximos.
- Você não pretende casar com nenhum deles? – perguntou ele, sério.
- Claro que pretendo, Severus! – ironizou Florence. - É por isso que eu estou aqui, nua, no seu banheiro, chupando você, me oferecendo, implorando que você me faça sua! – ela voltou a beijá-lo pelos ombros, mordendo. – Você é tão brilhante, mas consegue ser tão burro, ás vezes... – murmurou.
E ele a envolveu pela cintura, colando-a em si, atacando os lábios macios dela com força, quase violentamente. Ele a prensou contra a parede gelada e excitou cada ponto do corpo que ele tão bem conhecia. Indo dos lábios à orelha, murmurando:
- Você sabe que não vai ter volta. Uma vez que eu te fizer minha, você será minha.
Ela gemeu em concordância. Snape desceu a língua pelo pescoço dela, entre os seios, um polegar brincando com um mamilo, o outro na boca. E ela gemeu mais alto, quase gritando. Ele revezou as carícias, abocanhando o outro mamilo, uma mão descendo ao centro dela, onde ele nunca havia tocado antes. Florence gemeu alto ao senti-lo tocar seu clitóris. Snape se sentiu estremecer ao tocá-la, percebendo toda a lubrificação dela, toda a excitação dela por ele.
O chuveiro foi desligado e ele a carregou até a cama. Deitando-a ali, desfrutando de cada centímetro do corpo dela, marcando-a a cada mordida, fazendo-a implorar que a penetrasse.
- Eu não agüento mais, Sev... você está me torturando. – gemeu Florence.
Ele se deitou sobre ela, beijando-a nos lábios, docemente.
- Você sabe que pode doer um pouco. – arfou ele, passando a cabeça do pau na entrada encharcada dela.
- Eu duvido que doa... – gemeu ela.
E ele se impulsionou dentro dela, penetrando-a devagar, sentindo as paredes extremamente apertadas envolvendo seu membro.
- Apertada demais. – rosnou ele, tentando se controlar e não meter nela violentamente. Ele sentiu-se completamente dentro dela e evitou se movimentar, olhando no rosto dela. – Estou te machucando?
- Não... oh, não... mete em mim... – ela tinha os olhos fechados a cabeça jogada para trás, o pescoço exposto.
Mas Snape puxou seu rosto e a beijou os lábios. Os cabelos negros caindo sobre a face dela.
- Abre os olhos... eu quero me ver nos seus olhos, quero me ver te possuindo, quero te ver gozar pra mim.
Florence obedeceu, encarando os olhos negros líquidos de desejo, o rosto afogueado de prazer, os lábios finos levemente inchados, mas no momento em que ele se movimentou dentro dela, saindo lentamente e voltando a penetrá-la ela não pode manter os olhos abertos, o prazer era forte demais, ela não suportava.
- Isso... abre os olhos de novo... – rosnou ele.
- Você quer me torturar... – arfou ela.
- Quero... quero ver como você reage, quero ver cada parte do seu corpo se entregando a mim...
E ele aumentou a velocidade das investidas. Florence gritou. O prazer era imenso. Ela se agarrou nas costas dele, arranhando-o, marcando-o com as unhas. E ela sentiu o primeiro orgasmo de sua vida, sentindo o namorado se despejar dentro dela segundos depois, enquanto o corpo dela ainda estremecia.
FIM DO FLASHBACK
- Aquela foi a primeira de muitas noites... – murmurou Florence.
Estavam, agora, juntos na banheira, Snape atrás da esposa, acariciando as costas dela, relaxando-a. Ele a beijou a nuca e os ombros.
- Eu amo você, Flor... minha vida só tem razão por sua causa.
- Eu nunca vou esquecer o dia que você descobriu sobre os meninos... – riu ela. – Foi na primeira semana que você estava lecionando em Hogwarts. Eu fui visitar Albus e levei os meninos...
FLASHBACK
Sala do Diretor de Hogwarts
Setembro 1980
As chamas esverdearam e delas saiu Florence com um carrinho duplo de bebês.
- Bom dia, Albus! – exclamou ela.
- Bom dia, minha querida! – ele a abraçou e foi olhar os meninos. – Como estão esses dois? Nossa, a cada dia mais parecidos com o pai...
- Eu sei, Albus... – riu Florence.
- Ele está aqui. – murmurou o diretor, depois de um tempo.
- Quem? – assustou-se ela.
- Severus. Ele está lecionando aqui.
- E você não me avisou antes? – exclamou ela. – Como você espera que eu vá pro Grande Salão com os meninos? Ele não pode vê-los!
- Flor, por favor, conte a ele. Ele merece saber.
- Você não pode me obrigar a isso, Albus! – sibilou ela, sem querer gritar perto dos filhos. – Ele quem me abandonou!
- Severus não sabia que você estava grávida! Você nunca contou a ele!
- Pare, Albus! – disse Florence, brava. – Você está tentando manipular isso, como sempre faz!
- Eu só quero ver vocês dois juntos, querida. Severus tem sofrido tanto. A guerra...
- Ele está passando pelo que pediu! – disse ela.
- Ele não sabia no que estava se metendo... seja compreensiva.
- Não há o que compreender!
E a porta da sala do diretor se abriu e por ela entrou a única pessoa que Florence não queria que entrasse.
- Diretor eu vim chamá-lo para o café... – Snape parou de falar ou ver Florence ali.
Aparentemente ele não havia percebido os carrinhos de bebê atrás dela, mas um dos meninos fez um barulho e Snape olhou para o carrinho, o vinco entre seus olhos aumentando enquanto ele tentava entender o que poderia ser aquilo. Ele olhou para Florence que estava paralisada, olhando para ele, os olhos apavorados.
- O que...? – tentou dizer Snape. – Florence... o que...? – mas as palavras não saíam. Ele se aproximou das crianças, inclinando-se para observá-los: os cabelos muito lisos e negros. – Quantos anos eles tem?
Florence respirou fundo. Não havia para onde correr.
- Completarão um ano em novembro. – murmurou ela.
Ele se pôs ereto e a encarou, fazendo contas rápidas que nem precisavam ser feitas.
Dumbledore saiu da sala, quieto, fechando a porta atrás de si.
- Por quê? – perguntou Snape.
- Não queira me cobrar justificativas, Severus. É óbvio o porquê! – exclamou Florence.
- Você nem tentou me contar... – disse ele, mas ele não parecia irritado, apenas confuso, olhando das crianças para Florence.
- Eu não podia... – ela sentiu que ia chorar. – Nós não nos víamos há meses e então naquela noite você estava entre os Comensais que invadiram o bar trouxa que eu estava com Lily, Sirius e James... Nós lutamos e de repente eu percebi que era você por trás daquela máscara e não te ataquei, não pude te atacar, eu fiquei em choque. Então um feitiço me acertou...
- E podia ter sido uma maldição da morte, você foi burra em ficar parada no meio de uma luta. – interrompeu ele.
- E você me pegou do chão e me escondeu em um beco. – continuou Florence, ignorando o que ele falara. – Verificou se eu ainda estava viva e eu acordei. E então você aparatou comigo para sua casa e... nós fizemos os meninos naquela noite... – ela respirou fundo, as lágrimas descendo. - Não se irrite com eles, os meninos não tem culpa. – ela sentou numa cadeira. – Eu quis te contar, o que eu mais quis e precisei foi de você ao meu lado...
Snape se pôs de joelhos em frente a ela, abraçando-a, ainda atordoado. Os meninos fizeram outro barulhinho e ele os olhou.
- Você não precisava ter encarado isso sozinha. – murmurou ele.
- Eu não estive sozinha. Mas era de você que eu precisava.
- Quem te ajudou?
- Siri, Remi, Lils, James...
- Eles sabiam? – Snape sentiu uma revolta começar.
- Sim. Lily foi quem desconfiou que eu pudesse estar grávida. Ela até achou que era do Siri, mas... eu nunca fui pra cama com ele, então...
Eles ficaram em silêncio por um tempo. Snape se levantou e voltou até os meninos, passando a mão nos cabelos escuros deles, iguais aos seus. Ele sorriu.
- Você não está mais trabalhando pra você-sabe-quem? – perguntou Florence, secando as lágrimas.
- Não. Eu tenho um acordou com Albus. Eu sou um espião...
- Isso é... perigoso. – murmurou Florence se levantando, indo até ele.
- É. Mas é minha única forma de poder lutar pelo lado certo. – disse Snape olhando para ela, agora, fixamente, o sorriso ainda nos lábios.
- O que houve? – estranhou Florence.
- Você nunca teve nada com Sirius Black?
- O que você tem a ver com isso? – rebateu ela.
- Apenas quero saber se seu coração ainda é meu, assim como você acabou de dizer que seu corpo é. – murmurou ele, a voz sedosa.
- Quer saber se eu ainda amo você?
Ele fez que sim com a cabeça, parando perto dela, esperando a resposta que ele queria ouvir.
Florence sorriu e respondeu:
- Sim. Mais agora do que em qualquer outro momento. A cada dia que olho pros meninos, meu amor por você cresce.
- Casa comigo? – pediu Snape, envolvendo-a pela cintura, os lábios muito próximos.
Florence riu, levemente.
- Sim...
E Snape fechou a distância entre eles e a beijou, longamente.
Aquela noite foi passada nas masmorras.
Assim que se certificou que os meninos dormiam, Florence seguiu para a cama, onde seu futuro marido a esperava.
Snape correu as mãos pelo corpo dela, assim como a boca, remarcando-a, torturando-a como sempre fazia. Mordidas e beijos por cada curva dela, o membro sendo esfregado em sua entrada, provocando-a, fazendo-a gozar sem nem mesmo penetrá-la. E, enquanto Florence ainda sentia o orgasmo varrendo-lhe o corpo, Snape a penetrou, violentamente, metendo-se fundo, como em punição. E ela sabia, ela merecia aquilo, merecia sofrer daquele jeito.
- Eu já tinha te avisado... – ronronou ele em seu ouvido, enquanto penetrava-a mais e mais. – Você se entregou a mim, você é minha...
Ela gemeu e sentiu outra onda de prazer lhe dominar o corpo, enquanto Snape a possuía como um louco, fazendo-a gritar pela noite adentro.
FIM DO FLASHBACK
Eles se deitavam agora. Florence numa camisola leve, Snape apenas de cuecas. Ele ligou a televisão e eles foram pra cama.
Florence deitou a cabeça no peito do marido e estava quase adormecendo quando ouviu a voz suave em seu ouvido:
- Me desculpe pelo que eu fiz... você sabe o que eu pretendia e que eu tinha a intenção apenas de proteger você e as crianças. Mas foi a coisa mais estúpida que eu poderia pensar em fazer...
- Você é estúpido, Sev... tão inteligente, mas tão estúpido... – suspirou ela, os olhos abertos, olhando nos olhos dele. – Eu não pretendo ir a lugar nenhum, nem que você queira.
Ele sorriu e a encarou. Aquela mulher linda, perfeita, manipuladora, sonserina, era sua. Toda sua. Ele era um idiota por tentar afastá-la. Um grande idiota.
- Amo você, Flor.
- Eu também te amo, Sev... ai – disse Florence, colocando a mão na barriga. – Ai... aai... eu acho que são contrações! – exclamou ela, sentando na cama.
Snape, num pulo, estava de pé, mais branco que de costume.
E Florence sentiu as pernas molharem.
- É eu acho que Liz quer conhecer a família louca dela. – disse Florence, brincando, feliz, os olhos já cheios de lágrimas. – E agora... ai, ai...
Snape se vestiu rapidamente, indo chamar Madame Pomfrey. Ele saiu tão rápido que Florence só pode rir, começando a soluçar, ao imaginar o choque da medibruxa ao encontrar o Mestre de Poções de Hogwarts, bruxo excepcional, ex-Comensal da Morte, às portas da enfermaria dela às duas da manhã, vestindo uma camisa do avesso, calças de pijamas e chinelinhos rosa de coelhinho.
FIM
Nota da autora: final fofíssimo! Eu amei essa fic!
Beijos para as lindas que comentaram:
Emily Farias: saudades mil! Amor e mais amor neste último capítulo!
Lari SL: mega fofo e mega quente... rsrs
Hatake KaguraLari: Sev sempre faz alguma bobagem, é da natureza dele!
Jaque: Sev não sabe que se ele se leiloasse na net teria gente se matando pra arrematar ele! Oh se teria! rsrsrs
Yasmin Potter: não posso aumentar essa fic no momento, você sabe! Mas não duvido nada que nas férias, se eu tiver tempo ela, ela ganhe uns 20 capítulos! rsrs
Milena Guevara: obrigada mesmo pelo elogio! E eu acho que voltarei aqui para aumentar essa fic, mas no momento as provas e afazeres pessoais estão mandando na minha vida.
Espero que tenham gostado!
FICS COMPLETAS TAMBÉM MERECEM REVIEWS!
