Notas da Historia:

Obs. Os personagens pertencem à tia Steph, mas se fossem meus, há as possibilidades...

Obs. 100% Beward

Obs. Pov. Edward

Obs. Historia para maiores de 18 anos


Capítulo 3

Chamei o garçom e pedi como entrada tabule, seguido do prato principal, arroz pilaf com cordeiro assado. A sobremesa, nós ainda iríamos pensar.

- Traga um Château, sim?

- Imediatamente, Senhor. - assim que ele se afastou, ela me olhou com uma sobrancelha arqueada.

- O quê? Você prefere um Chardonnay? - ela riu.

- Achei que seria um almoço sem extravagâncias.

- Ghazal, um bom vinho não é extravagância, é uma necessidade.

- Huh, eu não sou muito fã de vinhos.

- Já provou uma Château?

- Definitivamente, não!

- Experimente então, se não gostar, pode pedir outra coisa, sim?

- Certo, vou experimentar. ..

- Boa garota, agora me fale de você.

- O que sobre mim?

- Qualquer coisa... Quantos anos você tem? Sempre morou em Nova York? Mora com os seus pais? Tem irmãos e...

- Woah! Calma aí, quantas perguntas!

- Só quero conhecê-la melhor...

- Certo, deixe-me ver... - antes que ela falasse algo, o garçom voltou com o nosso vinho e partiu.

Vi que Isabella olhava hesitante para o copo, ao pegá-lo, deu uma leve cheiradinha, ato que me fez sorrir, adorável, ela suspirou e tomou um pequeno gole.

Os seus olhos se arregalaram e as bochechas coraram

- É bom...

- Sabia que iria gostar. - sorri e ela deu mais um gole, em seguida, colocou a taça sobre a mesa.

- Onde estávamos?

- Iria me contar os segredos de Isabella. - ela riu, aquele era o som mais gostoso que já ouvi, me inclinei em sua direção ansioso para estar mais próximo dela.

- Não bebi o suficiente para derramar os meus segredos.

- Oh, está bem... Então me conte sobre você.

- Huh, qual era a primeira pergunta... Ah, sim... Eu tenho 21, nem sempre morei aqui, moro com a minha mãe e sem irmãos. Sua vez!

- Minha?

- Sim, me diga os seus segredos Sheik. - sorri.

- Bem, tenho 28, sempre morei em Al Fujayrah. Não é um lugar muito grande, mas é próspera e belíssima, moro com a minha tia e Hassan, que é o meu irmão, se bem se lembra.

- Aé irmãos. Ainda é difícil de acreditar.

- Por que? Não vê que ele me chama de Khay, o tempo todo. - ela riu e me deu mais um daqueles olhares como se eu fosse um idiota.

- Eu não falo árabe, Edward.

- Ah, sim, perdoe-me. Enfim, algo mais que queira saber?

- Onde estão os seus pais?

- Faleceram há alguns anos... - ela suspirou e para a minha surpresa, pegou a minha mão.

- Eu sinto muito, perdi o meu pai, também... – a sua voz ficou fraquinha e entrelacei os nossos dedos.

- Lamento Ghazal.

- Está tudo bem, já faz um tempo agora.

- A dor ainda continua... Não importa quanto tempo se passe. - sussurrei e ela assentiu.

- Sim, eu... - antes que ela falasse, o garçom trouxe a nossa comida.

Afastamos as nossas mãos e passamos a comer. Isabella apreciou muito a comida e mal tivemos a chance de conversar mais.

Tomamos mais duas taças de vinho com o almoço e ao acabarmos, sugeri a sobremesa.

- Huh, doces... Os doces árabes são bons?

- Os melhores, mas sou meio tendencioso, não é? Vou deixar você experimentar.

Pedi Baklava, o meu doce favorito.

Quando o garçom trouxe os doces em forma de triângulo, feitos de maça fina e recheados com frutas secas e mel embebido, Isabella os olhou com ceticismo.

- É bom?

- É o meu favorito. - ela sorriu.

- Então devo experimentá-lo.

- Com certeza deve!

Ela riu e pegou um, dando uma pequena mordida.

Sorri, ela fez isso com toda a comida, dava pequenas mordidas para experimentar, uma vez que gostasse, ia com tudo, mas só se gostasse.

Felizmente, ela gostou de tudo.

- Hummm é bom. - gemeu e comeu o resto, lambendo os dedos, me movi desconfortável.

- Eu lhe disse! - murmurei ainda olhando para os seus lábios carnudos e deliciosos...

- Não vai comer? - ela já havia pegado mais um, pisquei me concentrando no prato e não nela.

- Claro...

Dividimos os Baklava, quando sobrou apenas um, ambos nos entreolhamos.

- É o meu doce favorito... - a lembrei e ela sorriu.

- É a minha primeira vez o comendo...

- Eu estou longe de casa... - ela estreitou os olhos.

- Eu duvido que eu vá comer isso de novo...

Ambos rimos, esticamos a mão ao mesmo tempo.

- Edward, seja um cavalheiro!

- Não existe cavalheirismo com um delicioso Baklava. - ela riu, eu sorri encantado.

Não me importaria em passar o dia fazendo-a rir e sorrir de volta, o som era delicioso, sem contar que o seu rosto se transforma adoravelmente, ela parecia mais jovem e inocente.

- Ainda assim, eu comerei o último.

- Não, eu não abrirei mão dele! - ambos estreitamos os olhos.

- Eu até posso abrir mão dele, com uma condição... - ela se afastou um pouco me olhando desconfiada.

- Me dará um beijo...

- Não! - guinchou se afastando mais e suspirei.

- Certo... Você não beija no primeiro encontro?

- O que... - ela engasgou e sorri.

- Então, me dará um segundo encontro?

- Ah...

- Vamos Ghazal, sei que quer... - ela acabou por sorrir, pegou o Baklava e o enfiou na boca.

Sorri e pedi a conta. Bella pediu licença para ir ao banheiro, enquanto ela estava lá, paguei e pedi alguns Baklavas para viagem.

Quando ela voltou, me levantei com a minha pequena caixinha e a vi olhar curiosa para ela.

- O que tem aí?

- Uma coisa...

- Que coisa?

- Quem sabe se eu ganhar aquele beijo, eu não lhe revele. E até, divida com você? - ela rolou os olhos e saiu... Nós caminhamos tranquilamente de volta para o escritório.

- Então, há alguma dançarina do ventre te esperando em Al Furraja? - ri.

- Al Fujayrah. - a corrigi e ela bufou.

- Que seja! Há?

- Não... A minha tia Amani, me apresenta algumas moças com certa frequência, mas não me interessei por nenhuma delas.

- As mulheres árabes são bonitas?

- São lindas, mas nenhuma delas despertou o meu interesse.

- Huh, então nada de esposas, ou noivas, nem amantes ou namorada? - franzi as sobrancelhas diante da pergunta.

- Não tenho nada disso. E quanto a você Ghazal?

- Eu?

- Sim, algum marido ou noivo, quem sabe um amante ou namorado? - ela riu.

- Nada dessas coisas.

- Então por que não quer me beijar? – nós já estávamos quase no prédio, quando ela suspirou e parou de andar, eu logo a imitei.

Ela ficou de frente para mim, me encarando.

- Sou Isabella Swan, tenho 21, sou uma faxineira, moro no Brooklin, pago aluguel de um apartamento do tamanho de um ovo, não tenho carro e quase não tenho grana. O que você quer de mim, Edward? - sorri e me inclinei até a minha testa estar quase colada na dela.

Ela suspirou com a nossa proximidade, mas não se afastou, só ficou me olhando com os seus grandes olhos castanhos e esperando uma resposta.

- Quero você... - ela engasgou e se afastou.

- A mim? - sorri e entreguei a caixinha para ela, que pegou me olhando confusa.

- Sim Ghazal, só a você. - pisquei e comecei a me afastar indo em direção as portas.

Entrei no prédio e respirei fundo algumas vezes, em seguida, sorri.

Ela, em breve, seria minha.

E mais uma vez, não fazia ideia do que fazer com ela, quando ela fosse.

[...]

Entrei em minha sala e vi os binóculos sobre a mesa, estreitei os olhos. Hassan lia o jornal no sofá, parecendo muito ocupado.

Aquele mentiroso...

- Boa tarde, Hassan.

- Ah, Edward já voltou? - abaixou o jornal, o dobrando e me olhou de esguelha.

- Sim, e você fez o quê hoje?

- Nada demais, comi e li um pouco, organizei os seus contratos... Ah, e como foi o almoço?

- Muito bom. Excelente comida.

- Sim, eles são muito bons lá, e huh, como foi com a moça?

- Ótimo.

- Como pode ter sido ótimo, nem a beijou...

- Ahaa! Eu sabia que estava me espionando.

- O queeê? - ele guinchou e apontei para os binóculos sobre a mesa. - L'na. Esqueci-me de guardar!

Ri e sentei no sofá, o olhei com um sorriso.

- Ela é perfeita! Bonita e divertida, um pouco fechada, mas com o tempo ela se abre pra mim.

- Isso é bom, quando vai vê-la de novo?

- Não faço ideia.

- Como?

- Eu lhe disse que ela é fechada. Tenho a impressão de que algum idiota a usou, por isso ela se recusa a confiar em mim.

- Huh, vai ser mais complicado conquistá-la, então.

- Sim, mas ela vale à pena!

- Então tem o meu apoio Khay. O que fará agora?

- Ainda não decidi, mas a quero Hassan, e a terei!

- E depois?

- Não faço a mínima ideia, acho que descobrirei quando chegar o momento.

A secretaria bateu na porta e com um suspiro voltei ao trabalho. Mesmo a minha mente ainda estando em Isabella.

Ah Ghazal, o que vou fazer com você?

[...]

Passaram-se alguns dias sem que eu a visse. Não a avistei nos corredores e nem mesmo almoçando na fonte, estava começando a me preocupar, ao ponto de eu ligar para o RH, somente para saber se ela ainda trabalhava na empresa.

E sim, ela trabalhava.

Então só tinha um motivo para que eu não a visse mais.

Ela está me evitando.

L'na. Maldita seja!

Já fazia quase uma semana desde o nosso encontro. Eu estava começando a ficar irritado com o seu sumiço.

Por que ela me evita tão descaradamente?

Hassan não estava me ajudando, ele dizia que quando fosse à hora nos encontraríamos de novo. Que eu tinha que ser paciente, e mais um monte de blá, blá, blás...

Nada que me interessasse ou fizesse com que eu me acalmasse.

Aproveitei que Hassan havia ido buscar o nosso almoço e saí de minha sala para tomar um pouco de ar.

Ao invés de ir para o térreo, fui para o último andar, tomar um pouco de vento no telhado.

Ao chegar à porta de incêndio, subi as escadas que davam para a saída e assim que abri a porta, congelei ao ver uma mulher sentada no chão.

Devagar me aproximei, mas o barulho de meu sapato chamou a sua atenção e ela se virou me encarando, eu engasguei.

- Ghazal?! - ela suspirou e virou o rosto rapidamente.

Mas eu pude ver muito bem o olho meio arroxeado, me aproximei mais dela, porém ela rapidamente se levantou e colocou óculos escuros.

- Olá sheik... – grunhi, cheguei mais perto e arranquei os óculos.

- L'na. Quem fez isso com você?

- Do que está falando?

- Isabella! - a olhei estupefato, peguei o seu rosto em minhas mãos, sem querer, toquei em seu rosto e ela estremeceu.

- Eu bati a cara em uma porta... - murmurou e neguei.

- Você mente! Diga-me Ghazal! Ou que Alá nós proteja! Eu irei fazer um inferno até descobrir! - ela grunhiu e se afastou de mim.

- Isso não é de sua conta, Edward. Eu não tenho que lhe dizer nada sobre isso!

- O quê?! Claro que tem!

- Não, eu não tenho! Você não é nada meu... Os meus problemas não são de sua conta.

- L'na, tão teimosa. Eu quero que eles sejam. - ela me encarou por alguns segundos que pareceram horas e quando os seus olhos se encheram de lágrimas, ela tampou o rosto com as mãos e ofegou, o meu coração se partiu...

Sem pensar duas vezes, a puxei para os meus braços, os seus ombros tremiam com o choro e a apertei mais contra o meu peito.

- Me deixe cuidar de você Ghazal. - ela fungou, em seguida, passou os braços em volta de mim.

Ela chorou baixinho abraçada a mim, a sua cabeça deitada em meu peito e lágrimas silenciosas escorrendo por sua bochecha. Beijei o topo de sua cabeça e toquei o seu rosto ferido com cuidado.

- Ficará tudo bem, Ghazal. - ela me olhou e franziu o cenho.

- O que quer de mim, Edward?

- Só você... - deu um pequeno suspiro.

- Por que eu?

- E por que não? - ela mordeu o lábio me avaliando, em seguida, sorriu.

- Ainda vamos sair para jantar?

- Quando quiser... Eu ainda terei o meu beijo? - ela riu baixinho.

- Quando quiser... - repetiu e voltou a deitar a cabeça em meu peito.

Sorri para mim mesmo, abracei-a um pouquinho mais apertado, mas ela não pareceu se importar, já que sorriu e me abraçou de volta.

Quando ela estava mais calma, se afastou de mim, eu não queria que ela fosse e nem ela parecia querer, mas ainda assim, nos afastamos relutantes.

Ela se virou, agarrou os óculos que eu havia jogado e os colocou de volta, torci o nariz não gostando de não ver o seu lindo rosto.

Ela se abaixou e vi que pegava alguns papeis.

- Era aqui que estava almoçando todos os dias?

- Não queria que você me visse assim... - murmurou terminando de limpar a sua bagunça, quando se voltou para mim, parecia tão perdida, que só quis abraçá-la mais um pouco.

- Pensei que estava me evitando...

- Eu estava...

- Mas não porque não gostasse de mim...

- Não, não por isso.

- Então gosta de mim?

- Eu não disse isso.

- Então não gosta?

- Também não disse isso.

- L'na, você é difícil, Ghazal.

- O que significa isso?

- O quê?

- L'na? - tentou repetir e sorri.

- É como um xingo.

- Sério?

- Sim... Maldição! Maldito seja! É tudo a mesma coisa.

- Ah entendi, a sua língua é tão diferente.

- Quer aprendê-la?

- Não sei se conseguiria.

- Acho que você consegue qualquer coisa que quiser. - ela sorriu.

- Nem tudo...

- O que você quer? É só pedir e será seu. - dando um longo suspiro, ela me olhou, e mais uma vez, o meu coração se partiu, ela parecia, tão perdida.

- Queria não ter que voltar para casa. - estreitei os olhos.

- Quem fez isso com você, Isabella?

- Eu bati com o rosto na porta... - falou rapidamente e evitou os meus olhos.

- Certo... Não quer me dizer...

- Desculpe-me Edward, eu... - ergui a mão a calando.

- Só seja honesta comigo em uma coisa e prometo não perguntar mais.

- Tudo bem... - me olhou ansiosamente e suspirei.

- Foi um namorado ou ex-amante?

- Não, não, eu lhe disse não tenho ninguém. Eu... - ela se calou e me olhou como se me implorasse para deixar para lá.

- Bem, posso aceitar isso, por enquanto. Mas você virá comigo.

- Para onde?

- Minha casa.

- O quê?

- Não sei o que aconteceu com você, Ghazal, mas Alá é a minha testemunha, não deixarei mais que aconteça.

- Não, não posso ir com você. - guinchou e bufei.

- Por quê? Você obviamente não está bem em sua própria casa, já que está caindo e batendo o rosto em portas.

- Eu...

- Nada de discussão. Ficará comigo por uns dias.

- Mas, huh...

- Se está preocupada com a sua virtude, não precisa. Hassan estará conosco e eu ainda tenho uma governanta que cuida da casa, ela nunca me deixa fazer besteiras.

- O seu irmão não se incomodará?

- Não, Hassan me apoia! Ele sabe que me preocupo com você. - ela sorriu um pouquinho.

- Oh Edward, o que farei com você? - sorri maliciosamente.

- O que quiser, sou todo seu. - ela riu.

- Bom saber, eu preciso voltar ao trabalho.

- Não, vamos para a minha casa agora.

- Edward, eu preciso desse trabalho. Não posso perdê-lo.

- Você não vai, eu lhe garanto. Mas você precisa descansar e colocar um pouco de gelo em seu olho.

- Por que está sendo tão bom para mim?

- Porque gosto de você, sabe disso, Ghazal.

- Mas o que isso significa Edward? Serei um caso? Você me quer por um tempo, aí voltará para a sua Al Furaja, depois se casará com uma moça bonita que a sua tia escolher?

- Primeiro, é Al Fujayrah. E segundo, eu ainda vou ficar aqui por um mês, você poderá me seduzir e conquistar, assim quem sabe eu não a leve comigo? - movi as sobrancelhas e ela riu.

- Você é doido!

- Sou realista Ghazal, e fácil me seduzir, só para você saber...

- É bom saber!

Agarrei a sua mão e comecei a puxá-la para fora do telhado, no caminho, saquei o celular e pedi ao motorista para me esperar no estacionamento do subsolo.

Em seguida, chamei Hassan.

- Khay, onde está?

- Desculpe-me Hassan, eu encontrei com Isabella e ela precisa de mim. Eu a estou levando para casa, pode cancelar os meus compromissos de hoje? Porém se for algo muito importante você poderia me representar?

- Eu?

- Sim, você é o rosto da família tanto quanto eu.

- L'na! Sabia que usaria isso contra mim um dia.

Sorri, apertei o botão para o estacionamento.

Isabella estava quietinha todo o caminho e a deixei.

- Preciso ir Khay. - desliguei antes que ele reclamasse mais.

Ao chegarmos ao térreo, a minha limusine já esperava por nós, ajudei Isabella a entrar e ela sorriu em agradecimento.

Pedi ao motorista que nos levasse para casa, durante a maior parte do caminho ficamos em silêncio, quando não estava mais suportando, falei a primeira coisa que me veio a cabeça.

- Enfim, consegui colocá-la em meu carro. - ela olhou em volta e para mim, em seguida, riu.

- É parece que a sua persistência valeu a pena, afinal.

Sorrimos, mas voltamos ao silêncio.

Como o meu prédio não ficava longe da empresa, chegamos rapidamente.

Ajudei-a sair, guiei-a para os elevadores, apertei o botão para a cobertura, ao chegarmos e as portas se abrirem, dando diretamente em minha sala, vi Isabella olhar o ambiente com a boca aberta.

Sorri, era realmente uma sala impressionante, decorada com cores vibrantes como na minha terra, mas ao mesmo tempo moderno como qualquer outro apartamento em Nova York.

- Você gosta, Ghazal?

- É incrível!

- A minha casa é a sua casa. - ela sorriu.

- Ah, já em casa Sheik?

- Sim, precisei sair mais cedo.

- E o Sr. Hassan?

- Ficou para cuidar das emergências para mim, essa é... - olhei para Isabella e vi que ela me olhava com o cenho franzido. - O quê?

- Por - por que ela te chamou de Sheik? - abri e fechei a boca, em seguida, sorri.

- Bem...

- Oh Meu Deus! Você é mesmo um sheik?

- Bem... - ela se afastou de mim, me olhando horrorizada e muito vermelha.

L'na! Será que aquele pequeno detalhe iria atrapalhar as coisas entre nós?


N/A: kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

Eita, será que isso vai atrapalhar? Um detalhezinho pequenininho ne :p

Agora o que será que aconteceu com a Bella OO

QUem ta cuirosaaaaaaaaaaaaaaa? Eu to kkkkkk

Vou acabar apanhando aqui hehe

Então vão ler e comentar, por que os comentários estão divasticos \o/

Agora me vou \o/

.

N/B: Lascou-se!

TUCA