Meu Fantasma

Disclaimer: Bleach não me pertence. Aiai, que triste realidade.

Capítulo 03 - The Mirror

Mal o dia já havia começado e Hinamori acordou transpirando. Um pesadelo terrível a assombrara a noite toda, dando uma sensação de solidão na garota. Abraçou-se e ficou, tentando se acalmar. A respiração estava acelerada e tremia de medo, mesmo não conseguindo se lembrar de nada do sonho. Um mal estar se formou e ela correu para o banheiro bem a tempo de vomitar.

Enquanto estava sentada no chão do banheiro, passando uma toalha molhada na nuca, ouviu batidas na porta. Nanao ainda não havia saído para o trabalho e ouvira barulhos estranhos no quarto da prima. Chamava pelo seu nome insistentemente, esperando resposta. Com dificuldade Hinamori a abriu, surpreendendo-se ao ser arrastada para a cama, pasma com sua palidez aparente.

"Hinamori! Você está bem?"

"E-estou... um pouco...p-pesada, nada mais."

"Não, você está doente."

"Estou bem...!"

Tentando se levantar, a cabeça de Momo girou e ela caiu novamente nos travesseiros, sentindo o enjôo voltar. Não conseguia entender, não ficava doente há tempos e se cuidava muito bem. Viu Nanao procurar pelo telefone, murmurando algo como 'me desculpe Shunsui'. Arregalou seus olhos quando percebeu que ela faltaria do trabalho, tentando dizer algo. Sua cabeça doeu novamente.

o.o.o

"Matsumoto! Mas que diabos?"

Rukia estava com um péssimo humor. Eram apenas nove horas da manhã e seu irmão estava no trabalho, deixando-a sozinha em casa, sendo acordada insistentemente pelo telefone. Pela bina viu que se tratava da amiga, provavelmente fugindo de algum compromisso do emprego. Girou os olhos e atendeu berrando, mas surpreendeu-se com o tom de voz usado pela mesma, do outro lado da linha.

"Não sei se poderemos ir à festa."

"Por que?"

Ali tinha coisa, ela sabia. Segurou o aparelho com mais força, sentando-se no sofá branco. Olhava em algum ponto do chão, ignorando até mesmo sua coelhinha de estimação que acordara, de tamanha a preocupação. Matsumoto séria? O mundo iria acabar.

"Hina-chan está no hospital."

"O QUE?"

Ah sim, aquilo era sério. Correu para o quarto, tentando equilibrar o telefone no ombro enquanto procurava por roupas quentinhas no armário.

"Me diga qual e vou correndo!"

"Claro, faça isso por mim." - Matsumoto pareceu terminar o assunto até algo apitar em sua mente. - "Ah, avise aquele amigo novo dela, quem sabe assim ela se anima mais."

Dando o endereço do hospital, a ruiva desligou sem dar tempo à Rukia de dizer que não o conhecia. Lembrou-se de Ichigo e sorriu aliviada, com certeza ele saberia de quem se trata. Vestiu um vestido azul claro de mangas compridas, uma legue branca e sua bota de mesma cor, agarrando o cachecol também branco e saindo correndo de casa, sem mesmo dar a comida da coelhinha Chappy.

Para sua sorte, Ichigo não morava muito longe e sim em uma clínica próxima. Adentrou na mesma encontrando o pai do garoto, surpreso por vê-la. Sorriu sem graça, deixando a pressa repentina de lado.

"Bom dia, Kurosaki-san."

"Rukia-chan! Quer falar com o Ichigo?"

A jovem assentiu afirvativamente, vendo-o sumir por uma porta e voltar rapidamente trazendo o filho pela orelha, ainda com uma torrada na boca. Ichigo parecia mais irritado do que de costume, ainda mais pela grande cara de sono. Rukia se acabaria de rir se não estivesse prestes a pedir um favor.

"Rukia, isso são horas?" - Ele esbravejou.

"Ichigo, não é hora pra isso. Hinamori está no hospital e ainda não sei o motivo."

Diante das palavras apressadas e preocupadas da Kuchiki, o ruivo pareceu acordar. Sentou-se em uma das cadeiras para espera dali e ficou atento, surpreso por Hinamori estar doente. Não a conhecia direito, mas Rukia sempre falou tanto que talvez soubesse até seus gostos mais secretos.

"E...?"

"Tem um amigo novo que ela fez que acho que você conhece. É Hitsugaya alguma coisa."

"Ah sim, o Toushirou." - Ichigo piscou. - "Eles se conhecem!?"

"Sim, se conhecem." - Rukia girou os olhos. - "Eu gostaria que você avisasse-o pra mim, nem o conheço pra chegar falando alguma coisa."

O ruivo passou as mãos pelos fios laranjas, suspirando. Assentiu afirmativamente e só viu um papel sendo jogado em sua direção para logo a garota sumir correndo dali, rumando para o suposto hospital. Resmungando algo intendível, Ichigo entrou em sua casa, procurando pelo telefone. Merda. Sua briga com o pai na noite passada deixara a casa em uma verdadeira bagunça, demoraria para achar.

Já Rukia, corria apressada, chegando ao destino quase sem fôlego. Depois de muito falar com algum funcionário da recepção, ela consegue entrar no quarto, encontrando Nanao parada ao lado da amiga adormecida na cama. O que mais assustou a baixinha não fora o fato de Hinamori estar tomando soro na veia, mas sim que ela parecia bem pálida e perturbada.

"Hina-chan..." - Sussurrou.

"Ah, olá Rukia-san." - Nanao lhe sorriu, indicando uma cadeira no canto do quarto branco. - "Que bom que veio. Sei que talvez eu incomode, mas você poderia ficar aqui, com ela? Ainda tenho que trabalhar."

"Não precisa nem pedir, Nanao-san."

Fazendo uma pequena mesura, a mulher saiu correndo, quase deixando cair o óculos. Rukia a observou sair e se sentou na cadeira, observando com preocupação a face pálida de Hinamori. Esquecera-se de perguntar o que ela tinha, mas logo descobriria.

o.o.o

"Meu mestre!" - Uma moça vestida em um elegante vestido, de cabelos encaracolados, cantava. Estava em um camarim de luxo do grande teatro, ouvindo a voz de seu misterioso anjo. - "Por favor, revele-se!"

"Criança lisonjeira, você deve me conhecer!" - Uma voz forte cantou, de um lugar que ela não conseguia ver. - "Veja porque me escondo nas sombras!"

"Sim mestre, por favor!" - Ela respondia, emocionada.

"Olha bem fundo, no espelho... eu estou aí dentro!"

E a moça aproximou-se, vendo um homem trajado em elegantes roupas e uma misteriosa máscara branca cobrindo somente metade de seu rosto. Ele parecia belo, o que aumentava a admiração da mesma. Misteriosamente, a mão dele atravessou o espelho, puxando-a para dentro. E assim, a moça entrava no lar do Fantasma da Ópera.

"Uh..."

Hinamori acordou, asustada. Olhou para o fio do soro preso em seu braço, arrancando-o. Estava leve, talvez pelo sonho tranqüilo que acabara de ter. Levantou-se lentamente da cama, fitando o quarto vazio. A janela aberta deixava o ar entrar, balançando as cortinas. Um espelho estava preso na parede, ao canto, chamando-a como se fosse mágica.

A garota rumou até lá, não sabendo ao certo o que era aquela sensação. Se sentia dentro do livro, até mesmo a canção teimava em querer sair de seus lábios. Ela a conhecia de cor.

Parou em frente ao espelho, fitando sua face. Levantou uma das mãos, tocando seu rosto no objeto. Estava ainda um pouco zonza e o vento teimava em balançar seus cabelos soltos. Seu anjo da música... quem seria ele? Quem a salvaria daquela solidão? Fechou os olhos, ouvindo claramente a música em sua mente.

Insolent boy!
(garoto insolente!)
This slave of fashion
(escravo da moda)
Basking in your glory!
(se aproveitando da sua glória!)

Sim, a canção estava ali, em sua mente, mas seu anjo não estava naquele estranho e vazio quarto. Continuou fitando o espelho, balançando seu corpo como se estivesse ouvindo realmente a melodia. Quando abriu os olhos, surpreendeu-se. Aquele rosto, atrás de si... Como um fantasma no espelho.

Virou-se e ali estava ele, parado, a fitando. Sorriu, antes de tudo girar ao seu redor e seu corpo amolecer. Hinamori pensou que fosse cair no chão, até que ele a amparou, com uma feição preocupada.

o.o.o

Hitsugaya estava em sua casa, comendo um pacote de salgadinhos, já que não teria almoço naquele dia. O telefone toca e como era o único em casa, teve de atender. Arqueou uma sobrancelha quando viu que se tratava de Ichigo e rolou os olhos, imaginando ser mais um daqueles convites para dar uma volta com a turma do garoto.

"Toushirou, estava te procurando!"

"Já achou, agora, o que quer?"

"É que uma amiga minha me pediu para te avisar..." - Suspeito, pensou Toushirou. - "Uma amiga dela, a Hinamori, está hospitalizada."

O pacote de salgadinhos caiu no chão e quase que o telefone junto. Hinamori, hospitalizada? Correndo para o primeiro pedaço de papel com uma caneta próxima, Hitsugaya só restou berrar no ouvido do pobre Ichigo.

"Onde?? Em qual ela está?"

"Calma, já vou te passar."

Aproveitando que estava usando uma roupa descente, largou a comida ali, caída no chão e saiu correndo na direção do hospital assim que desligou, na cara do pobre Kurosaki. Pelo que entendia da cidade; e não era muita coisa; chegaria mais rápido se pegasse algum ônibus e havia um parado bem próximo de onde estava correndo. Conseguiu entrar a tempo e ficou fitando da janela as ruas, preocupado com a amiga.

"Hinamori..." - Sussurrou.

Mais algum tempo e ele finalmente descia, sufocado com o pelotão de pessoas que lutavam para sair e entrar. Se bater não fosse proibido, ele sairia chutando quem quer que o atrapalhasse. Respirando fundo, finalmente avistou o hospital, correndo até lá. Assim que entrou, procurou por um funcionário disponível, sabia que era horário de visitas.

Um estágiário lhe indicou o andar e o quarto que Hinamori se encontrava ao garoto, que saiu apressadamente daquela fila. Nunca gostara de lugares cheios, fosse pelo seu tamanho, já que não era muito alto, ou seu cabelo, que insistia em chamar a atenção. Diminuiu o passo quando percebeu que estava chegando, parando completamente quando viu Hinamori olhando de uma maneira estranha para o espelho.

Adentrou no quarto lentamente, percebendo o vento frio que insistia em entrar, arrepiando-o. Parou atrás da menina, arregalando os olhos ao ver que Momo parecia bem fraca. Perdeu algum tempo admirando a face da amiga, perdendo-se na intensidade dos olhos profundos. Somente despertou quando ela se virou e ameaçou cair.

Hitsugaya podia se orgulhar de muitas coisas e não o fazia, até aquele momento. Agradeceu por ser rápido o suficiente para segurá-la e impedir sua queda. Hinamori fechou os olhos com força, logo abrindo-os lentamente, até fitar a face preocupada do amigo.

"Hitsugaya-kun..." - Ela sorriu fracamente. - "Você veio!"

"Hinamori, o que estava fazendo em pé?" - Ele esbravejou. - "Olhe seu estado!"

Segurou-a com mais força, esperando uma resposta. Estranhou o semblante triste que se formou na face da menina, resolvendo guiá-la até a cama e assim o fez. Com Hinamori já sentada e devidamente coberta, Hitsugaya sentou-se na cadeira que estava ao lado, não deixando de fitar aquela face.

"O que foi?"

Hinamori abaixou a cabeça, segurando os cobertores com força. Respirou fundo e resolveu desabafar:

"Hoje, faz um ano que meu pai abandonou minha mãe..." - Hitsugaya arregalou os olhos. - "Eu o amava muito, ele era mais que um pai pra mim, era um professor, um amigo. E ela o amava muito... tanto que entrou em depressão logo depois. Eu não podia fazer muita coisa, cuidava dela o máximo que podia e até lia histórias como se eu fosse a mãe, não a filha."

Toushirou surpreendeu-se ao ver aquela menina tão sorridente e doce com os olhos arregalados, quase chorando. Era uma cena estranha de se ver, que talvez a deixasse com um aspecto mais infantil do que aparentava.

"Mamãe chegou a melhorar depois de um tempo, mas abandonou o sobrenome dele, inclusive mudando o meu nome." - Ela continuou, segurando os lençóis de maneira mais forte. - "O processo demorou para ser aceito e quando estava chegando dezembro, ele nos enviou uma carta. Dizia que tinha seus motivos e ambições, que eram mais importantes do que uma família tola." - Respirando fundo, Hinamori começou a chorar. - "Minha mãe enlouqueceu, chegando até a tentar se matar..." - Hitsugaya arregala os olhos, vendo-a fitá-lo de uma maneira angustiada. - "Eu não podia fazer nada! Estava com medo, não sabia o que fazer! E foi na noite de natal, que em vez de ganhar um presente, eu perdi. Minha mãe não se alimentava e a depressão a tirou da sanidade. Ela acabou... morrendo de uma maneira que eu...eu fiquei sozinha no mundo..."

Hinamori não conseguia terminar, seu choro tornara-se alto, até assustando Hitsugaya. Ele sentiu-se mal por sempre ter condenado sua família pelo seu passado, mas viu que existiam pessoas com lembranças piores. Sentou-se na borda da cama, limpando algumas lágrimas do rosto da jovem.

"Tudo bem, já passou." - Hinamori o fitou, surpresa. - "Realmente, seu passado é triste, mas chorar não combina com você. E, você não está sozinha. Seus amigos e sua prima são o que? Distrações? Sabe, eu não sou bom em consolar alguém, mas quando se sentir triste, pode desabafar comigo. Somos amigos, não somos?"

"S...sim..." - Hinamori voltou a chorar, deixando que um sorriso sincero se formasse em sua face. Abraçou Hitsugaya com força, deixando as lágrimas rolarem, em um misto de felicidade e tristeza. Ele apenas ficou acariciando seus cabelos, sorrindo fraternalmente. Momo levanta seu rosto para fitá-lo, fungando. - "Obrigada... Muito obrigada!"

"Sua boba, não precisa agradecer." - As bochechas dele atingiram um tom avermelhado. Ela percebeu a proximidade e corou também, mesmo já estando vermelha por culpa do choro.

Novamente seus rostos estavam próximos, até demais. Hitsugaya não aguentaria daquele jeito, acabaria tomando-a em um beijo a qualquer instante! Percebeu que ela tremia e sabia que não era por culpa do frio. Seu coração estava acelerado e ficou ainda mais quando a porta se abriu, revelando uma menina baixinha de curtos cabelos negros.

"Hã?" - Rukia piscou, vendo Hinamori quase agarrada a um garoto! Aquilo era de se espantar e muito. Piscou novamente vendo que não conhecia-o, estranhando seus cabelos brancos. - "O que está acontecendo aqui?"

"É... bem..." - Hinamori parou de chorar, afastando-se do Toushirou e sentou-se na cama, procurando alguma desculpa. Ele já estava magicamente grudado na cadeira, fitando o pé com uma curiosidade intensa. - "E-eu não estava me sentindo bem! A-aí o Hitsugaya-kun m-me ajudou e..."

Ah sim, aquele era o amigo novo dela, concluiu Rukia. Arqueou uma sobrancelha vendo-os em um desconforto tremendo, imaginando que não fora aquilo que realmente aconteceu. A vermelhidão em seus rostos entregava-os. Um plano se formou em sua mente, pensando que finalmente achara um namorado para a amiga, mas só o colocaria em prática mais tarde.

"Hum.. entendi." - Rukia virou-se para Hitsugaya, que deu um pulo. - "Sou Kuchiki Rukia e você é...?"

"Hi-Hitsugaya Toushirou."

"Prazer e... o horário de visitas está acabando. Hinamori, não vou poder ficar por mais tempo."

"Tudo bem! Obrigada por vir!"

Com um aceno de cabeça, Rukia saiu. O silêncio se instalou entre os dois, já que estavam constrangidos demais para qualquer coisa a ser feita. Levantando-se, Hitsugaya decidiu imitar Rukia, acenando discretamente e saindo pela porta, apenas parando quando ouviu um agradecimento vindo novamente de Hinamori. Sorriu de canto e seguiu seu caminho pelo corredor, vendo uma enfermeira entrar no quarto da amiga e armar um escândalo quando viu que a mesma havia arrancado o fio do soro.

"Hinamori, você não tem jeito mesmo." - Ele pensou, divertido.

o.o.o

Hinamori contava que iria sair dali no dia seguinte, mas somente no final da tarde do domingo foi liberada. Ela vestia uma roupa normal pensando que no dia seguinte talvez passasse mal novamente, já que as aulas voltariam. E conhecendo sua escola, sabia que as provas já estariam todas marcadas. Suspirou, enquanto terminava de calçar seu sapato boneca e andava até a saída, despedindo-se de todos que cuidaram dela por aqueles dias.

Havia recebido o recado de que alguém viria buscá-la, já que Nanao estava repondo um dia que perdera no trabalho, mesmo a protestos. Chegando na porta do prédio, procurou alguém conhecido. Sorriu quando avistou o carro de Matsumoto e a mesma, acenando ao lado, animadamente.

"Rangiku-san!" - Hinamori correu até ela e a abraçou, sorrindo. - "Que bom que pôde vir pelo menos hoje!"

"Eu consegui por culpa dele!" - A ruiva apontou para alguém sentado no banco de trás. Hinamori tentou enchergar mas não conseguia, por culpa do vidro preto. - "Enfim, entre e vamos!"

"Hai!"

Hinamori abriu a porta do banco de trás e se sentou, jogando no chão sua pequena mochila com trocas de roupas que Nanao levara no dia anterior, além de uma revista para que a mesma não ficasse no tédio durante o dia todo. Olhou para o lado e arregalou os olhos, vendo Hitsugaya sentado com um semblante irritado, mesmo que sorrisse disfarçadamente.

"Eeeeh? Vocês se conhecem?"

"Matsumoto é funcionária do meu meio-irmão." - Ele respondeu.

"Ah, entendi... mas que bom que você veio me buscar também, Hitsugaya-kun!"

Hitsugaya corou, murmurando que "não foi nada". Hinamori sorriu, com as bochechas também vermelhas, virando-se para a ruiva para agradecer também. O garoto sentia seu coração bater acelerado, feliz por vê-la sorrindo tão abertamente outra vez.

"Ah!" - Momo exclamou. - "Amanhã começam as aulas! Nós vamos juntos, né?"

"Hum? Ah, vamos."

Hinamori pulou, animada. Começou a tagarelar alguma coisa com Hitsugaya, que mais ouvia do que respondia. Matsumoto apenas observava pelo retrovisor, imaginando que eles dariam um belo casal.

Continua.

Caramba! Eu revivi! Mas, a culpa é de um certo garoto que me fez muito mal. Meu coração que o diga, queria desesperadamente alguma sacada bem alta! Mas, deixemos isso de lado, já estou bem e metade do quarto capítulo está pronto! 8D

Reviews:

Hitachiin Sayumi

s2 PinkCherry s2

Lecka-chan

Brigada gente! Eu gostei muito dos comentários, fiquei feliz!

Até o próximo capítulo!

Ja ne! ;3