Disclaimer: Harry Potter, personagens e lugares, são propriedade de J.K. Rowling, Warner Bros. Esta história não tem fins lucrativos.

Legenda: - Fala \ "Pensamento"

Por favor, deixem Review! Preciso saber se estão gostando das mudanças. Ah, O segundo livro vai aumentar em um capitulo ^^ (até agora =x)


Após se recuperar, Malfoy recebia constantes visitas de Molly, que, em seu tempo livre, ficava com Draco para ajuda-lo a responder tantas cartas, claro que Draco selecionava as caixas que Molly lhe ajudava, retirando toda parte 'impura', vamos dizer assim... Ela estava sendo uma boa amiga e algumas vezes uma mãe que ele não teve. Apesar de ter convivido um menor tempo que fosse com uma mulher Weasley, havia sido tempo o suficiente para entender outra. E ao que parece, ela o entendia, como se já tivesse vivido com 'um Malfoy'.

Era estranho ela o entender com meias palavras. Mas assim como Molly, era Gina, com meias palavras ela entendia o que Draco queria, mesmo com tão pouco tempo de convivência, e ele a ela. Malfoy e a Sra Weasley, por incrível que pareça, se deram muito bem. Bem até de mais! Muitas vezes, Draco preferia que Molly o tratasse com indiferença, pois ele sempre se lembrava de Gina, outras vezes, tê-la ali era como se Gina não tivesse morrido.

Após ter Molly próximo Os sonhos com Gina diminuíram drasticamente, mas nenhum deles tinha sido real o suficiente como os que tinha antigamente. Todos eram apenas sonhos...

Havia realmente muitas cartas. Cinco mil pareciam brincadeira para as muitas caixas que ele via. Algumas eram ameaças de comensais,que quando vivos, lhe mandavam, achando que ele fosse o mentor dos assassinatos, outras perguntando se ele estava vivo, outras de jornalistas querendo exclusiva com o último herdeiro Malfoy, coisa que ele ainda não tinha absorvido.

Apesar de sempre estar em contato com Molly e o Senhor Weasley, Draco andava meio que desconfiado! Não que fosse com Molly ou Sr Weasley. Mas a insistência de Molly parecia com a teimosia de Gina.

- Não é nem um pouco parecido com sua casa – Se desculpava pela enésima vez - Mas creio que você iria gostar.

- Não, Molly, ainda não quero almoçar com vocês...

- Mas que besteira Draco! Tá, não é nada como sua mansão, mas não envenenamos a comida. – Sorriu amavelmente.

- Bom, receber ameaças dos cinco ruivos restantes não ajuda! – Diz Draco.

- Cinco? São seis. Percy, Fred, Jorge, Carlinhos, Ronald e Guilherme. Mas que ameaças?

- Você vai lê-las. – Dizia já cansado dela insistir tanto. No fundo queria que os seis se dessem mal também. - Accio caixa com as cartas dos Weasley's filhos - Ele comanda com a varinha e uma caixa com todas as cartas de ameaças que Jorge, Fred, Rony, Carlinhos e Percy haviam escrito vão parar na mão dele. Ao total eram cinqüenta.

EU JURO QUE ARRANCO AS CABEÇAS DELES! - Grita Sra Weasley, lendo uma das cartas que os gêmeos tinham mandado. - COMO ELES SE ATREVEM! AHHH... ELES VÃO TER O QUE MERECE! Draco... Desculpe eles... Você sabe, irmãos protetores.

- Tudo bem. - dizia Draco mais calmo, vendo que quando Molly voltasse para a Toca, eles iam apanhar!

Era agradável a companhia da mãe de Gina. Se ele soubesse disso antes, tanta coisa poderia ter mudado. Mas, a vida parece que só funciona assim. Mesmo com os resultados dos exames do corpo de Gina, ela se mantinha amigável. Diferente dos filhos que queriam a cabeça dele a qualquer custo.

"Creio que algum dia ela pergunte." – Pensava vendo-a ler mais algumas cartas e irritada aparatou para a'Toca. Sim, Molly era a única, além dele próprio, claro, que podia aparatar em sua casa. Nem mesmo Arthur aparatava dentro da casa, só no portão de entrada. Todo o resto era impedido de aparatar no minimo quilômetros da casa dele. Uma medida que seus pais tinham, e que ele lógico reforçou.

Perguntas... Exatamente o resultado do exame. Fazia agora exatamente uma semana que ele não colocava o pé pra fora de casa, pois sabia que poderia ser atingido por algum balaço solto por algum 'cabeça vermelha'. Ele sabia o que os irmãos da Gina iriam acusar. Ele sabia que se fosse pra casa dos Weasley's, ele não sairia vivo de lá!


Já Molly não se conformava dele não vir. Ela sabia o que tinha dado o exame, mas nunca ia pensar do mesmo jeito que os outros seis pensavam...

Até mesmo Harry e Hermione sabiam que Rony e os gêmeos estavam exagerando muito. O que só piorava quando os três inventaram mais coisa para que Percy, Carlinhos e Gui quisessem saber da verdade pelo próprio Malfoy.

- Temos que trazê-lo para cá e fazer ele confessar! - começava Rony, falando com todos os irmãos, que estavam reunidos entre si para escutar o que os gêmeos e Rony diziam.

- Rony! - Começa Hermione. - Você acha que se tivesse dado isso mesmo, o ritual do Adeus não o teria expulso não?

- É a verdade! - Diz Carlinhos.

- Ele é um Malfoy! Vai ver usou magia negra para que nada acontecesse com ele e ninguem desconfiasse!

- Bom Ponto. - Diz Percy.

Hermione levantava os olhos, e bufava.

- Você, melhor que ninguém Percy, deveria saber que AQUELE ritual não se pode enganar! - Continuava argumentando Mione.

- Você está defendendo o Malfoy também, Mione? - Diz Rony afetado. - ELE é um MALFOY! Malfoy's não são confiáveis! Já basta mamãe defendendo ele!

- E lembre-se que ele é o ultimo! - Começa Harry. Mione olha pra cara de Harry irritada, como se dissesse 'calado'!

- Ta vendo! Mais uma ideia! Ele que matou todos os outros comensais! - continuava Rony.

Mione gargalha

- Ele? Draco Malfoy? Me poupe Rony! O Malfoy não mataria nem uma mosca se tivesse na frente dele! O que ele ganharia, me diga?

- Vai ver tem mais algo na historia e ninguém sabe! - Começa Jorge.

- Vai ver tem você-sabe-quem na historia e ninguém sabe!

- É provável - começa Gui. - Assim como seja provável o que Mione esta dizendo.

- Gui! Realiza comigo! você-sabe-quem viveu transmutando! Vai ver agora ele ta em alguma parte do corpo de Malfoy, fazendo o mesmo fazer tais barbaridades, matando inclusive a própria família, receber tudo dos outros, pois havia testamentos e mais testamentos dando a Draco Malfoy todas as propriedades e bens de consumo, ou seja, ele já era rico, agora é bilionário! Não, Arque-milionário! É muuuuuito estranho Malfoy receber tantos testamentos no nome dele dos comensais mortos!

- bom ponto Rony! - Diz Percy. - É algo que o ministro quer investigar a fundo! Todas estas doações e testamentos, dando a Malfoy todas as terras, e muitas outras coisas.

- Gente! Para! - Começava Mione. ela estava ficando irritada. - Vocês não podem falar deste jeito sobre algo que nem sabem! É estranho ele receber estas doações, mas sua mãe disse que ele estava semi-morto na cama dele!

- Ta ai outra prova! - Começa Fred.

- Se você-sabe-quem está usando ele, deve estar sugando a vida dele! - Continua Jorge.

- Sugando ele, vai mata-lo e você-sabe-quem volta a vida! Desta vez no corpo do Malfoy! - termina Rony sem deixar que os gêmeos concluíssem.

- Rony, você está assistindo muita novela lá com minha mãe! - Debocha Mione.


- Atchim! - Draco espirrava. - Odeio espirrar. Sempre é aviso de encrenca. - resmunga Malfoy, lendo mais uma das cartas que ele via ser 'herdeiro' - Preciso saber destes detalhes urgente com Molly, ou o Sr Weasley. Isso é mais grave que eu poderia imaginar.

Draco começa a escrever uma carta a Molly enviando imediatamente a mesma.

- Só aceitaria conversar com ela sobre este assunto. Ok, seria bom também conversar sobre o outro assunto com ele. -Diz Draco pegando outro pergaminho e escrevendo algumas poucas palavras, endereçando a Dumbledore.

Sua paz ultimamente havia lhe sido tirada. Não por conta das ameaças e de tantos advogados dizendo que ele agora possuía terras e mais terras, uma conta bancaria infinita em Gringotes. Seu sono e sossego haviam lhe sido tirado com o ultimo sonho vivido que tinha tido com Gina. Há três dias atras.


- Vejo que está melhor. - Dizia Gina, aparecendo para ele, em seu sonho. Ela estava muito linda, e realmente um pouco mais gordinha. Ela havia sentado na frente dele, já que o mesmo adormecera na cadeira, escrevendo uma carta.

- Gina! - ele ia se levantar e ela o segurou. - O que foi?

- Estou arriscando tudo. Vou lhe trazer até onde estou. Já estou reunindo tudo o que posso. Nos encontraremos logo, se tudo der certo, Draco.

- Como assim, Gina? Você está viva?

Ela apenas da um sorriso, mas o mesmo muda e Draco pode ver uma silhueta bem conhecida nas sombras. A voz de Gina endureceu um pouco.

- Não me procure mais, nem em sonho, nem na memoria. Eu lhe procurarei.

E com isso ela desaparece. Draco olhava a silhueta dele, com raiva.

- Ora Malfoy, por que da raiva? - Dizia em tom irônico.

- Lord. O que está fazendo aqui?

- Já lhe disse que é fraco, meu jovem, mas eu posso lhe fazer forte. Mas seu tempo não chegou de saber de nada. Nem quero estragar a surpresa. Mas se continuar procurando, vai encontrar mais do que está procurando...

- O que quer dizer com isso?

- Ela é minha... E você não pode fazer nada, já que é tão fraco! - Dizia Voldemort com um sorriso sínico nos lábios. - Se continuar a procurar, terei que usar de meios pouco convencionais para lhe deixar inutilizado, Draco, e não quero dar o luxo de perder seu corpo.

Draco emanando em fúria tenta se levantar, sem sucesso.

- Ah! tsc, tsc, - dizia com o dedo indicador balançando em um não. - Não, não não, nada disso adianta meu caro, estou passos a sua frente.

- O que quer?

Voldemort sorri novamente. Draco começava a se contorcer na cadeira, como se estivesse levando a maldição cruciatus.

- Logo você saberá. Então fique quietinho, para não macular meu futuro corpo.

- Nem em sonhos!

- Nossa, Draco Malfoy respondendo? A mim? Isso é o que dá, andar com traidores de sangue, mas desculpe dizer isso, mas eu serei seu pior pesadelo, Draquinho... e sonhos, sim, será nos meus sonhos. Você vai ceder, e perderá. Assim com o Potter...

Draco acorda em um sobressalto estava deitado no chão, seu corpo dolorido avisava de um perigo real. Sim, aquilo não era sonho nem pesadelo, era real até de mais...


Ele suspira vendo o pássaro voar, esperando que a carta chegasse nas mãos de Molly e Dumbledore, e que eles estivesse ali o mais rápido possível. Havia demorado muito a mandar a carta. Com receio, com toda certeza. Mas ele só tinha eles para confiar e pedir ajuda agora. Ela, o Sr Weasley e Dumbledore.

Draco abria uma carta, que Moly escrevera ha poucos dias atras. Sempre dava prioridade as cartas dela quando as mesmas chegavam.

'Querido Draco,

Sei que você está com receio de vir para minha casa por causa dos meus filhos. Mas por favor, pode vir. Prometo que eles irão se comportar...'

- Se não arrancarem minha cabeça... - Diz Draco com desdém... E continua a ler a carta. Apenas noticias, como ela sempre mandava.


- Nos vamos! - Diz Percy. - Precisamos saber da verdade!

- QUE?! - Indaga Mione! - Eu vou chamar a mãe de vocês agora e voc...

- Immobilus! - brande Rony para Mione, a mesma quase se estatela no chão, pega desprevenida, mas Harry a segura antes de cair. - Me perdoa Mione! Mas isso é assunto para resolvermos só nos! Você guardou Jorgue? - Termina Rony

- Claro... Aqui está. - Responde. - Agora vamos logo!

- Vem conosco Harry? - Pergunta Rony. Harry põe a amiga na cama, e suspira.

- Eu vou com eles, Mione, para qualquer coisa ajudar a apartar o que acontecer.- Fala apenas para ela escutar.

- Voltamos com a cabeça dele! - Diz Rony e Mione protestando com o olhar os vê partir.

"Tomara que ninguém se mate!" - Pensa Hermione. Ela estava nervosa e totalmente imobilizada.


- Jorge, você tem certeza que estamos perto da casa dele? - pergunta Rony.

- É... Essa é a chave que mamãe usou pra ir deixar Malfoy na casa dele depois do... - engole seco. -... Enterro.

- Mas não foi destruída?- Diz Harry.

- Não, eu troquei elas. - Diz Rony. - Pedi pro Jorge guardar a peça em local seguro.

- Desde o enterro? - Diz Harry espantado.

- Vamos logo! Este local me da arrepios! - Termina Rony.

Eles andam um pouco até chegar ao portão negro da mansão Malfoy. Harry se adiantava para chamar atenção de dentro, para abrirem a porta, Rony, Fred e Jorge o seguram.

- Não Harry! Vamos entrar sem ele perceber e o pegamos desprevenido! - Diz Jorge

- Nada disso... Isso invasão de privacidade! - Reclama Harry.

- E o que ele fez, não foi invasão não? - Diz Fred sarcástico.

- Se batermos ele não vai nos receber...- Diz Rony.

- Por favor, Rony! - Diz Harry. - Se vocês invadirem eu volto e falo com os pais de vocês... E vocês não vão me imobilizar como fizeram com a Mione!

- Eu não vou duelar com você, Harry! - Diz Rony irritado.

- Parem de brigar. - Diz Gui em sua pose fria habitual. - Chamem os elfos e pronto. Vamos entrar normalmente! Uma visita e não uma corte para matar ninguém!

- Tá bom! Pois vamos... - Diz Rony impaciente, irritado e inchado de ódio.


Toc, toc, toc...

Batidas surdas na porta despertam Malfoy da carta. Um elfo entra no quarto.

- Sr Malfoy, o Sr ter visitas. Despacho?

- Quem são?

- Sr. Potter e Sr's Weasley's.

- Quem são os Weasley's?- Diz meio com receio.

- Sr. Ronald, Frederic, Jorge, Percival, Carlos e Guilherme Weasley.

"Droga! Era só o que me faltava! Eles tinham que vir aqui em casa pra me matar!" - Pensa, ficando Branco. "E para completar o Potter está com eles! É hoje que eu morro!"

- Mande-os esperarem... Desço já!

- Sim senhor.

Ele sai.

Rony se encontrava em pé na porta, irritado e com medo de tocar em tudo!

-Tudo aqui me cheira a magia negra! Nem sei como minha mãe conseguiu vir aqui, tão constantemente! - Diz Rony que parecia estar muito contrariado.- Por que é que temos que entrar pela porta, pedir 'por favor' para falarmos com aquele...

- Olha o palavrão, Rony! - previne Harry

- Que se dane! Por que não entramos a força e o matamos de uma vez?- Começa Jorge.

- É... Diz Harry. - começava Fred.

- Parem vocês três! - Comanda Percy. - Não somos assassinos... Deixem de besteira!

- Besteira? - começa Fred - Mano esse Malfoy estuprou nossa irmã! E você quer que nos mantenhamos calmos?

- Não fale isso... Se tivesse acontecido isso, ele não seria o único a pegá-la nos braços, e vocês não podem dizer o contrário! - Diz Harry a contra gosto.

- Como você pode dizer isso, Harry? - pergunta Rony. - Aquilo foi magia negra! Das pesadas!

- Por favor, Rony! Se fosse, não acha que teríamos sentido? - Rebate Carlinhos.

- Tudo aqui cheira magia negra! Ele deve ter arrumado uma forma de mascara-la! - Continuava Rony.

- Chega com essa conversa boba, - Começa Carlinhos. - Vamos conversar com ele e pronto.

O elfo aparece. E logo todos estavam numa sala, esperando Malfoy aparecer.

- Essa casa me dá arrepios! Eu quero tirar satisfações com o Malfoy logo e sair daqui! - começa Rony.

- Satisfações de que, Weasley? - pergunta uma voz arrastada.

Draco havia decido e olhava o que tentava impedir durante um mês e vinte e dois dias. Os seis 'cabelos de fogo' estavam ali, encarando-o, três tinham fúria nos olhos, um lembrava seu pai, frio, e sem emoções aparentes um com ar de intelectual que Malfoy odiava, e outro aparentava bem descontraído mas com duvidas. Para estragar mais ainda, Potter estava junto!

Harry vendo que os Weasley's estavam a ponto de explodir, começou a falar.

- Vimos uma coisa nos exames da Gina... - Começa.

- E... ? - diz Draco, se mantendo em sua habitual pose.

- Ela tinha... - Harry fica meio que com vergonha de falar...- Resquícios de... Você nela.

- E... ? - continuava Draco...

- E? - começa Rony. - E…? Você só sabe dizer isso Malfoy?

- Resquícios... Sim... Eu estava segurando a mão dela. Carreguei-a nos braços. O que tem de mais? - Ele falava na maior calma e indiferença, mas uma voz chata ecoava na sua cabeça: "Se você quer viver, tire as varinhas deles!"

- SEU... VOCÊ ABUSOU DELA! - Rony empunhara a varinha, junto com os gêmeos. - Seu desgraçado! Você abusou de nossa irmã!

- Eu não abusei ninguém... Muito menos Gina! - Harry suspirou aliviado. Lógico! Se fosse estupro ele tinha sido expulso do circulo. - Nós fizemos amor...- Draco diz na maior cara de pau.

Rony, Fred, Jorge estavam em fúria. Mas antes que qualquer um pudesse fazer algum movimento...

- Expelliarmus - Ele joga a varinha de todos que estavam lhe mirando pra longe! -Accio varinhas! - As varinhas de todos vão parar na mão de Draco. - Se vocês querem conversar, tudo bem. Mas eu não permito que me acusem de abusar de 'criancinhas indefesas' ou coisa parecida! Sim, eu e Gina ficamos e fizemos amor. Se não fosse, vocês acham que o 'ritual do adeus' iria me colocar na posição de ser o único a tocar o corpo, já frio, de Gina durante e depois do ritual?

O tom de sua voz era o mais frio e 'natural' possível para o costume do ouvido de Potter e Rony.

- Malfoy - Começa Rony - Você acha que eu iria engolir essa?

- Temos certeza que fez magia negra! - Diz um dos gêmeos e Draco arqueia a sobrancelha.

- E magia negra indetectável! - Diz o outro gêmeo, Malfoy suspira cansado.

- Nunca fui detentor profundo da arte da magia negra. Conheço superficialmente, mas nunca me envolvi profundamente como meu pai.

- Você é farinha do mesmo saco, Malfoy! - Continuava Rony

- Olha, seus pais parecem ser mil vezes melhores que você. Molly...

- NÃO OUSE A CHAMAR MINHA MÃE PELO NOME DE BATISMO, SEU... - Explode Rony - VOCÊ QUE SEMPRE A XINGOU! VOCÊ ACHA QUE EU VOU ENGOLIR SUA MUDANÇA, MALFOY? - Rony estava explodindo, se Harry não o segurasse junto com Carlinhos, o mesmo já tinha corrido para cima de Malfoy. - Você-sabe-quem está por trás e está vivo, sugando sua energia, assim como o do professor Quirrel no nosso primeiro ano!

Malfoy arqueia a sobrancelha novamente.

- Como? Por que eu iria querer ter algo com Lord Voldemort?- Draco falava o nome dele sem problema. Surpreso ficou quando nenhum deles se arrepiaram com o nome. - E outra, se o Lord tivesse vivo, Potter saberia! Não eram unidos ou coisa do gênero? Então?

- Bom ponto. - Diz o que parecia intelectual e Malfoy voltou a se odiar por não saber o nome dos cinco direito. - Mas por que tantos testamentos para seu nome? doações de ex-comensais?

- Eu bem que gostaria de saber a mesma coisa, Weasley... - Diz ele olhando Percy. - Mas acabo de saber disso e estou tão surpreso quanto você.

- Sínico! Você é muito sínico! - Resmunga Rony. Malfoy da um sorriso de canto de boca.

- É minha marca, Weasley... E outra, sei menos do que vocês. Não conhecia nem metade deles para ter qualquer ligação, e ganhar tantas coisas. A menos que esteja com inveja de não ganhar nada, Weasley.

- NUNCA TERIA INVEJA DISSO! PODE ENFIAR TUDO... - Harry não deixou que ele continuasse. Draco só debochou. No mesmo segundo Molly aparata bem no meio do fogo cruzado entre seus filhos e Draco.

- Oh, Draco querido, recebi sua carta e... - Quando Molly vê seus filhos ali, a mesma fica vermelha e incha de raiva em contra partida, os cinco diminuíam ficando brancos. - MAIS O QUE DIABOS VOCÊS FAZEM AQUI? GUI! CARLINHOS! PERCY! HARRY? ATÉ VOCÊ?

- C-C-Como a Sra v-v-v-v-eio pra c-c-c-c-cá? - Engole seco os gêmeos e Rony.

- NÃO INTERESSA! INTERESSA QUE VOCÊS ESTÃO AQUI! COMO CHEGARAM ATÉ AQUI?

- Rony tinha uma chave de portal! - Diz Harry e Jorge o chutava forte na canela. - Ai!

- Traidor! - resmunga Fred.

- RONALD WEASLEY! DE ONDE VOCÊ PEGOU ESSA CHAVE?

- Como ele pegou? Qual chave? - Diz Draco.

- Oh! Draco, Querido, mil perdões! Eu sei que destruí todas as chaves de portais para cá! - dizia Molly amável a Draco, e se virava para os 7 inchando de raiva. Draco queria rir dessa mudança de humor brusca, mas a situação não era a das melhores para isso. - VOCÊ ME DEVE UMA EXPLICAÇÃO MUITO SERIA MOCINHO!

- S-s-s-s-s-s-sim m-m-m-m-m-m-m-mamãe - Dizia Rony em um fino de voz.

- Até você Gui? - Começava Molly em tom mais baixo, mais ainda de reprovação e Gui sorri.

- Não se preocupe, mamãe. Viemos conversar com o Sr. Draco Malfoy... - Dizia tranquilo dando um beijo no alto da cabeça de sua mãe. Se voltando depois para Draco e batendo palmas. Se fosse na pose de Lucius, aquelas palmas diriam a Draco que ele estava debochando, mas com Gui, Draco realmente não entendia.- Quem diria... Depois de séculos das nossas famílias brigando, um amor nasce para juntar estas mesmas. Sim. Desde o dia do ritual senti que Gina estava afeiçoada a alguém... Mesmo que ela estivesse morta, eu senti que tinha alguém que iria pegá-la nos braços na hora do ritual. Quando lhe vi, Sr. Malfoy, eu percebi... - Diz se aproximando um pouco de Draco, mas parando na lareira. - Percebi que você era essa pessoa. A áurea que sempre emanava do corpo da pequena Gina, ainda em vida, estava ao seu redor. Um Malfoy... Quem diria... É sempre bom ter novos ares por perto. Não se preocupe com os outros, logo eles se acostumam com a ideia É apenas ciúmes que sempre tivemos de nossa caçula.

Draco estava atônito. Um Weasley... Dizendo aquilo? Daquela forma? "Endoidei de vez!" - Pensa Malfoy, olhando aquela cena.

- GUI! VOCÊ ESTA DO LADO DELE? DE UM MALFOY? COMO PO...- começava Rony, Mas sua mãe puxava-lhe as orelhas tão fortemente que o mesmo calou a boca. - AIIII mamãe! ai,ai,ai,ai! Minha orelha!

- Você quieto! Onde já se viu!?

Gui olha para Rony e mesmo com a mãe puxando a orelha, este logo se cala. Gui tinha esse poder. Talvez por ser o mais velho... Não... Não era só por ser o mais velho. Também era por causa de suas atitudes. E talvez com o que trabalhava. Era frio, sim, bastante frio. Sabia ser um Weasley na hora que tinha que ser, mas também sabia ser um autentico funcionário do banco Gringotes da Roma. Implacável, autoritário, que não aceita cara feia, nem muito menos gritos desmerecidos.

- Rony... - Ele tinha um tom frio de voz - De todos, você é o único que continua falando idiotice. - Rony fica vermelho de ódio. - Acha que se o Malfoy tivesse feito o que você colocou na cabeça de todos, desde que soube do exame, nossa mãe teria convidado-o diversas vezes? Ou mesmo no ritual, você acha que ele iria parar na posição que ele parou? Não há magia negra! É tudo da sua cabeça!

- Magia negra? Foi assim que você convenceu todos? - Diz Molly que puxava ainda mais a orelha de Rony que parecia que ia ser arrancada fora Draco se divertia interiormente - Mas que grande babaquice Ronald! Deixem de serem cabeças duras! Aceitem o destino. Sua irmã e Draco se amavam! E este assunto encerra aqui! Ora! Francamente, Magia negra? - Dizia Molly.

Gui sorri, se virando para encarar Draco

- Sr. Draco Malfoy, estaremos esperando-o hoje para almoçar conosco, lá em casa. Nossos pais iam adorar sua companhia. Não acha, mamãe?

- Sim, adoraríamos, mas antes eu tenho que ter uma conversa com Draco. Fiquei preocupada com o conteúdo da carta, Draco, o que houve?

- Carta? - Diz Harry.

- O assunto seria particular, Molly. - Começava Draco. - Preciso conversar contigo e com Dumbledore, talvez. Preciso tirar uma duvida urgente. Depois disso, creio que eu poderia sim, ir almoçar contigo. - Draco sorri. A Presença de Molly lhe deixava mais tranquilo. - Se nenhum destes ai quiser arrancar minha cabeça, ou partes vitais...

- Não se preocupe. - começa Jorge sarcástico. - Você não vai sentir nada quando te matarmos!

- E você não vai sentir nada depois que mamãe/eu te matar!- Carlinhos e Molly falam ao mesmo tempo. - Gui está certo! - Continua Carlinhos.- Por mais que nenhum de nós queira aceitar, Malfoy não fez o que vocês ficaram falando.

- Hermione estava totalmente correta - Continua Percy. - Me influenciei também por conta do ministro e os fatos curiosos de tantos testamentos no nome de Draco Malfoy.

- Pedimos perdão, Sr Draco Malfoy. - Continua Gui em sua pose.

Talvez se estivesse a sós com Guilherme Weasley, estaria tão travado quanto ficava na presença do pai, Lucius Malfoy. A postura de Gui era idêntica a de seu pai, com uma unica diferença, com sorriso maroto nos lábios, não um sorriso sinistro.

- Ok, chega disso! - Começa Molly. - Vou aparata-los para casa, Draco, volto em instantes.

- A contra gosto, Potter, fique também. Acho que seria interessante conversar sobre isso contigo.

- Muito bem. - Diz Harry e o mesmo se solta de Molly. Draco entrega a varinha de todos a Guilherme Weasley, mas continua segurando a de Harry.

- Volto em instantes, Draco.- Molly diz e parte com todos os filhos para casa.

Malfoy olha para Potter, resmungando algo.

- Malfoy.

- Que?

- Você a amava mesmo, não?

Draco só limitou olhar a Harry. E este olhar foi o suficiente para Harry saber a resposta e saber que ele não era bem vindo, e só estava ali por que seria necessário. E com isso Harry se calou, esperando a volta da sra Weasley.