— Senhorita, já levantou. Quer conhecer a casa?
— Se não for incomodar.
— De forma alguma terei prazer em fazê-lo, já que as visitas que recebo nunca ficam muito e sempre tenho a ordem de dispensar o quanto antes.
— Essa casa deve ser muito antiga.
— É sim, tem muita história vivida entre essas paredes. Algumas das coisas que temos aqui já estavam antes de nos mudar.
— Olhe aquele retrato, que casal mais feliz.
— Eram os antigos donos da propriedade devem ter vivido aqui uns 100 anos antes de nós.

— Você conhece o Remy há muito tempo?

— Sim, eu trabalhei para o pai dele também. Vou te mostrar a galeria de arte.

— Galeria de arte!

— O Sr. Lebeau é um grande apreciador de arte. Há uma obra que segundo ele é a mais importante de todas. A qual ele diz ser uma pena não poder ter a original.

Eles entram em uma galeria muito luxuosa, quadros de várias correntes artísticas: impressionistas, expressionistas... E em um lugar de destaque a obra que o mordomo falava um quadro no estilo realista com a imagem de sua musa, Vampira.

— Agora entendo o incrível senso de perfeição do Sr. Lebeau, foram feitos dezenas de retratos seus, mas nenhum ele achava bom o bastante.

Entra Belladona na mansão.

— Senhorita Belladona, sabe que não está autorizada a entrar nesta casa.

— É melhor que se controle já que os seus empregados não poderão ajudá-lo. — Quero falar com Remy, onde ele está?

— Ele saiu.

— Ora, o que temos aqui. Vampira, achei que tivesse dado um pé na bunda do Lebeau.

— Belladona, e eu achava que ele tivesse dado um pé na sua bunda, não é engraçado estarmos nós duas aqui.

— Não sou desinforma, sei que todos os mutantes perderam seus poderes, portanto sugiro que fique calada e responde o que eu perguntar.

— Como se eu tivesse medo de você mesmo sem meus poderes.

Belladona parte para cima de Vampira e dá lhe um tapa, Vampira não deixa barato e revida com um soco. O segurança de Bella tenta apartar a briga.

— Meninas, se controlem.

— Eu disse para não me desafiar. Amarrem essa idiota. Vamos levá-la acho que ela vai ser útil eu meu plano.

Eles a deixam desacordada e ao abrir os olhos e a levam para um prisão muito confortável, parecia-se mais com algum tipo de hotel.

"É isso que dá vir atrás do Gambit ele sempre está envolvido em algum tipo de encrenca que acaba me levando também."

Gambit vai atrás de Vampira.

— Belladona, cadê a Vampira?

— Remy, depois de tanto tempo te esperando enfim você apareceu?

— O que quer? Por que pegou ela?

Ela se aproxima de Gambit e passa a mão em seu rosto.

— Remy, você sabe o que eu quero.

— Já disse que não vou ficar com você.

— Sabe o quanto seria vantajoso para nós dois, reunir a liga, as fortunas, um tratado de paz entre o clã dos assassinos e dos ladrões.

— Isso não deu certo antes e não dará agora. Vamos mande-os buscá-la.

— Não, sem antes fechamos nosso acordo.

— Bella, ficou surda também! Não vou me casar com você, quer que eu escreva!

— É sua amada em jogo aqui.

Ele aproxima-se e a pega pela garganta.

— Diga onde ela está!

— Remy, você a está machucando, o pessoal chegou para procurar sua garota.

Ele a solta.

— Nunca vai achá-la.

Vampira já estava presa a dois dias. Eles a tratavam bem a alimentavam e até traziam livros para que ela se distraísse.

"Por que ninguém me diz o que está acontecendo. Remy no que se meteu dessa vez."

Remy estava muito preocupado já haviam vasculhado todas as propriedades de Belladona sem sucesso.

— Remy, voltou disposto a negociar imagino.

— Quer se casar comigo, aqui vamos nós, eu aceito. Porém quero vê-la.

— Só depois do casamento. Ela vai poder participar da festa, se quiser.


— Está livre.

— O que? Você vai ser escoltada para fora da cidade, se voltar aqui e tiver a infelicidade de encontrar conosco não seremos tão hospitaleiros.

— Mas o que aconteceu, por que vocês me prenderam?

— Parece que os noivos se acertaram e entraram em um acordo.

— Posso falar com ele?

— Não, seja inteligente moça e saia da cidade o Lebeau não vale a pena.

— Preciso com uma pessoa antes. Depois disso faço o que você disse desapareço daqui.


— Henry, preciso de outro favor seu.

— Não, me diga que quer voltar a falar com o Lebeau.

— Você sabe se ele está bem?

— Sim, você não ficou sabendo ele até ficou noivo.

Decepcionada ele disfarça.

— Pode entregar isso a ele.

Ele pensa um pouco.

— Vou te dar a outra metade do que ganhei.

— Claro.

Vampira retorna a Nova York triste por tudo não ter saído como o planejado


— Bella, pronto já nós casamos agora me mostra onde ela está.

— Gambit ainda estamos no altar, não constranja os convidados.

— Não me importo com isso, sabe qual foi o motivo de ter me obrigado a fazer isso.

— Ela já está solta, pode perguntar ao seu irmão que está presente ele até falou com ela.

— É por ela que se casou. Ela está bem e já saiu da cidade. E pediu para eu te entregar isso.

" Remy, você não toma jeito mesmo não é, as mulheres da sua vida são só confusão. Não imaginei que minha presença deixaria sua noiva com tanto ciúme, mas não fique preocupado eu estou bem, não me machucaram nem nada. Foi bom te ver novamente.

Beijos

Vampira"

— É cherry, e você me abandona mais uma vez.


1 mês depois.

— Vampira chegou uma encomenda para você.

Ela abre, são as coisas que tinha deixado na casa de Gambit.

— Um bilhete e o documento de separação assinado.

" A razão e a emoção travaram uma batalha em mim. Meu coração diz que você me procurou porque queria me ver já a minha razão discorda acha que queria a assinatura. Eu prefiro acreditar na emoção, mesmo assim agi como a razão pede.

Remy Lebeau"