XXXOO Capítulo 2: Acidente no Corredor XXXOO
- É uma capa da invisibilidade?!
- Juro, você me ajudou pra caramba com a Lily hoje, mas, por Merlim, está muito esquisito. Primeiro faz anotações! Depois isso! O que esperava que fosse? Trajes de Baile?
James riu, como se nada fosse tão divertido quanto aquilo. Um pontada no fundo do peito de Lily indicou o quanto ela sentia falta de estar com ele. Ter uma amizade com James era como Felix Felicis: uma maravilha viciante, mas cheia de efeitos colaterais.
- Eu... não sei. Talvez alguém tenha me confundido - Lily-Sirius deu de ombros, tentando mostrar indiferença, mas achando que, para ter pensado em James e maravilha na mesma frase, alguém realmente tinha que ter confudido-a.
- É, talvez - ele deu de ombros. - Bem, se lembra do plano?
- Claro.
Os dois sorriram, cúmplices.
- Juro solenemente não fazer nada de bom... Ah, que saudade do Mapa... -James ergueu as sobrancelhas. - Não vai jurar?
- Ah, claro. Juro solenemente não fazer nada de bom. - Que tipo de juramento era esse? E de que Mapa que ele falava?
Andaram em silêncio sob a capa, apesar de Lily-Sirius ter tropeçado umas duas vezes, por falta de prática em andar com os pés tamanho 40 de Sirius. Ela sentia falta de seus pés normais, adoráveis tamanho 35.
- Ele está lá dentro, imagino. No três, ok? Um, dois, três!
No mesmo instante os dois amigos atiraram as primeiras bombas. Filch urrou e correu para a porta. James jogou a segunda, e acertou em cheio os pés do zelador.
- Oo-ops! - ele sussurrou, rindo baixinho.
Ela não sabia se ria ou se sentia culpada.
Por fim, Lily jogou a última, acertando a parede dos fundos, e eles saíram correndo deixando o fedor, a bagunça e o histérico Filch.
Ela decidiu que ia rir. Mas não sem antes ajudar Filch e lançar um feitiço de limpar pelas costas de James.
Afinal, ela estava no corpo de Sirius, mas ainda era ela.
Ou pelo menos, achava que era.
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- Eu não acredito que ele te mandou aqui só para me dizer isso! E não acredito que você se sujeitou a isso, Lily! - Oh-Oh! Rachel estava enfurecida. Tanto com ele, quanto com Lily. - Isso é o cúmulo! Vai me dizer que você não acha que eu tive razão!
Argh, terreno perigoso.
- Ah, Rachel, eu não fui mandada por ele. Eu sou amiga dele, e vi como o Si está triste com o rumo das coisas. E vim conversar com você para saber se tem como voltarem. Ele nem sabe que estou falando isso.
Ele amava a ironia da vida.
- Não tem como. Eu não vou voltar só para vê-lo babando pela Cooper de novo, ou babando NA Cooper, nunca se sabe. Não sou idiota. Melhor um pássaro na mão do que dois voando.
- Mas você gosta dele, não? - Ele perguntou esperançoso. Rachel lhe olhou como se fosse idiota.
- É claro. Dã! Quem não gostaria de tirar uma casquinha do Sirius? Esse que é o problema!
Sirius sorriu, incapaz de se controlar.
- Só dê uma chance dele se desculpar e...
- Prometer que vai mudar. Sei. Mas ele não pode prometer isso, ninguém pode. Agora, diga pra ele que não mande mais nenhuma amiga dele falar comigo, que eu não vou ser tão educada da próxima vez. Eu gosto de você, Lily, mas não venha prometer o que não pode.
E saiu, fumegando de raiva.
É... a coisa estava mais complicada do que ele pensara. Sirius-Lily se jogou no banco da mesa da Grifinória, frustrado. Caramba, mas que garota difícil! E que gênio! Aquela situação era um absurdo, sim, mas porque ela foi embora porque ele podia traí-la!
- Ah, então 'tá! Eu não quero mais você porque talvez, quem sabe, eu possa deixar de gostar de você no futuro! Isso, vamos todos terminar nossos namoros, noivados e casamentos! A continuação da espécie que se dane! Hunf!
- Lily?
- Quê foi?!
A verdadeira Lily encarou a falsa, estupefata.
- Será que dá pra se comportar de um jeito mais feminino enquanto estiver no meu corpo? E pare de falar sozinho, PRINCIPALMENTE reclamando das garotas! E coma com os TALHERES, são pra isso que eles foram inventados - encerrou seu pequeno discurso irritado, pegou o garfo e a faca e enfiou um em cada mão de seu falso eu, que bufou.
- Ah, bem me desculpe se não sou uma garota. Faça-me um favor, e quando estiver no meu corpo só use talheres em casos extremos, coma até estourar e durma nas aulas, pelo amor de Merlim. Olhe os peitos das garotas bem descaradamente, e por favor, cumprimente os caras com tapas nas costas.
- Oh, me desculpe se não sou um macho-alfa! - respondou a verdadeira irônicamente, antes de dar as costas e se reunir com os marotos.
Lily-Sirius se jogou no banco, exatamente como havia se visto fazer momentos antes. Sirius não ia ter do que reclamar de seu comportamento. Arrancou uma coxa do frango com a mão e arrancou a carne à dentadas, exatamente como um bom Neanderthal. Lily estava bem orgulhosa de si mesma, mas então Peter se sentou também. Deu tapinhas no seu ombro ("Mão pesada, hein?"), coçou suas partes e em seguida arrancou a outra coxa. Com a mesmíssima mão.
É, Peter era um verdadeiro Australopitecus, um espécime intacto, apenas viajando no tempo. Se não usasse roupas, poderia ser um macaco sem problemas. Poderia ser até o líder do bando. Coisas mínimas como polegares opositores não pareciam afetá-lo.
Lily-Sirius estava horrorizada, e meramente dava mordidinhas na sua coxa, imaginando se outro macaco teria colocado suas mãos imundas nela. Se esse macaco teria lavado as mãos quando foi ao banheiro.
Ou quem sabe, para não dizer que estava pedindo demais, lavado as mãos algum dia na vida.
Mais tapinhas no ombro indicaram a chegada de Remus e James. ("Eles não podem simplesmente dizer 'Cheguei!' ao invés de ficar com todo esse festival de tapas? Que coisa mais irritante! Se eu chegar e dar um soco em vocês não vai ser engraçado, vai?!") James se sentou/jogou ao seu lado. Estava chateado.
- Pelo visto algum professor ajudou Filch e limpou a bagunça das bombas de bosta. - Lily teve o cuidado de bater o punho na mesa e xingar em alto e bom som.
Os outros olharam-na como se fosse louca. É, bem, talvez ela tivesse exagerado um pouco. Torceu para não parecer culpada.
- Proponho que a gente volte lá - James disse, parecendo repentinamente empolgado.
- Mas e a Lily?! - perguntou ela no mesmo instante, talvez um tanto surpresa demais.
- Não foi você mesmo que estava doido para que eu fosse jogar as bombas?
- Er... é que... A Rachel brigou comigo de novo. Fiquei preocupado por você, cara - Uau, ela estava ficando boa em inventar desculpas.
Incrivelmente, os outros três marotos gargalharam da sua declaração.
- Sirius? Preocupado?
- Essa garota virou mesmo sua cabeça, hein?
- Ah, vão cuidar da vida de vocês. E, James, vá em frente, detone a sala do Filch. Depois, não diga que eu não avisei.
James ficou repentinamente mais sério, e lançou olhares nervosos para a ruiva.
- Droga, o que a gente não faz por elas? - ele bufou, enquanto servia seu prato.
Lily não deixou de reparar que ele usava os talheres.
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- Lily? Lily? Acorda! - Ah, não, me deixe dormir. Vá embora. Eu estou quase beijand... - Lily! Acorda!
Muito a contragosto, Sirius-Lily abriu os olhos. Garota irritante. Ele estava quase beijando Rachel. Bom, pelo menos no sonho.
- Que foi?
- É hora de praticar! - É bom que seja mesmo, pra ter me acordado! Ele se virou para o quadro e focalizou o título. Como se ele já não soubesse tudo aquilo.
- Ah, tudo bem. Vamos lá. - eles se posicionaram esperando o apito do professor.
A verdadeira Lily observou a si mesma preparando-se para o duelo com Mary. Uau, é assim que meu cabelo fica quando durmo na aula?!
- Black? O-oi, o duelo é aqui! - Lily demorou uns segundos para se lembrar que estavam falando com ela.
Virando-se para Alice, de repente se lembrou de como a amiga queria fazer par com Frank. Estivera tão concentrada em outras coisas que esqueceu de ajudá-la.
- Um minuto - rapidamente ela foi até Frank Longbottom, que fazia par com Marlene Mckinnon. - Hey, vocês não querem trocar de dupla? Alice e Frank, eu e Mckinnon?
- Ah, claro! - Marlene num segundo dispensou Frank. Caramba, até que era bem legal ser Sirius. Alice ficou toda desajeitada e vermelha, mas feliz. Ah, aquela tinha sido a boa ação do seu dia.
Sirius-Lily observou, com terror crescente seu falso eu trocar de dupla, indo duelar com Mckinnon. Queria ter avisado Lily que aquilo era fria. E das grandes. Agora ele estava condenado à fazer dupla com sua ex. E Rachel ia achar mais ainda que ele não valia nada.
Droga, Lily tinha estragado tudo. Bem, não que tivesse sobrado ainda alguma coisa que pudesse ser estragada depois da última conversa com ela, mas enfim.
O apito soou. E os feitiços ricocheteavam por toda a sala, o que tornava a coisa ainda mais díficil: se defender do seu oponente e de todo o resto. Os minutos se passavam, e os mais fracos iam caindo por terra. Com cuidado para não ser atingido, Sr. Carter, o professor, ajudava os abatidos a se sentarem no canto da sala e juntava novas duplas com os sobreviventes
Quanto mais perto do fim da aula, mais alunos se juntavam naquele canto e menos continuavam a duelar. Faltando cinco minutos para o sinal, Lily-Sirius derrotou Mckinnon e, sem esperar que o professor mandasse, entrou no duelo de James, Remus e da falsa Lily. Feitiços voavam e até os pobres abatidos no canto da parede tinham de se proteger do show pirotécnico.
O professor soou o apito, mas os quatro não pararam. Lily-Sirius tinha os dentes cerrados com força e uma pequena ruga se formava em sua testa, de concentração. Mas Remus e James gargalhavam como loucos enquanto duelavam. Pareciam cientistas malucos, na visão da garota. Mas ela estava morrendo de inveja deles. Queria rir também.
Então, James conseguiu acertar Sirius-Lily. Num segundo de distração, em que a verdadeira ruiva observou a si mesma jogada no chão, Remus conseguiu acertá-la.
Os dois amigos restantes riram enquantocontinuavam o duelo, enlouquecendo o professor.
Coitado do Sr. Carter. Aqueles alunos o fariam perder seus últimos fios de cabelo.
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- Ainda não acredito que você escapou de arrumar a sala só porque foi atingido! - reclamou James.
Lily-Sirius girou os olhos.
- O que posso fazer se todos me amam? - respondeu, numa atitude cada vez mais parecida com a de Sirius.
Foi a vez dos outros rolarem os olhos. Moony deu uma facada particularmente agressiva em seu empadão de carne.
- Hey, sinto lhe informar, mas você não pode matar o seu empadão de novo, Remus.
- Hein?
"Garotos. Qual é? Eles nascem sem algo chamado sutileza? Percepção? Atenção? Inteligência? CERÉBRO?"
- Ele está dizendo que você está atacando seu empadão, mas que não pode matá-lo de novo porque a car... - explicou James enfadonho, sem tirar os olhos de algum ponto atrás do ombro de Peter.
- Eu SEI que a carne está morta. Pelas barbas de Merlim, eu só não estava prestando atenção!
- TPL, Moony? - perguntou Peter (de boca cheia).
O outro bufou e não se dignou a responder.
Lily-Sirius tentou entender, sem sucesso. Mais um segredo maroto que ela desconhecia. Tensão-Pré-Loucura? Ela encarou uma fatia de limão sobre a mesa. Tensão-Pré-Limonada? Riu baixinho, tentando abafar o som. Teria que perguntar para Sirius mais tarde.
- O que você fica olhando, Prongs? - Peter perguntou, procurando o lugar onde James encarava.
- Lily. Por que ela está conversando com o Dixon?
Remus e Peter rolaram os olhos, mas a verdadeira Lily foi pega de surpresa por (mais uma) declaração de James sobre sua pessoa. Ele era um tanto obssessivo, não?
- Vai ver eles são amigos.
Os outros na mesa riram como se fosse a piada mais engraçada do mundo. E ela nem conseguia se lembrar de ter sido irônica.
- Cara, olha o jeito como ele baba nela... é nojento. HEY, O QUÊ É ISSO?! Desde quando ele pode por a mão no cabelo da MINHA LILY?! Principalmente quando EU não posso?!
Enfurecido, James saiu da mesa como um furacão, deixando a verdadeira Lily atordoada, ultrajada, humilhada e irritada. Furiosa e assassina também. E ela não era "MINHA LILY" de ninguém, oras bolas! James não tinha o direito de ser possessivo desse jeito. Incomodada, ela seguiu o maroto, querendo saber que raio de coisa ele pretendia fazer.
E, claro, assassinar Sirius de forma lenta e dolorosa também, se possível.
Alcançou James, e eles e se aproximaram a tempo de ouvir Dixon perguntando (de um jeito meio abobado, diga-se de passagem)
- Você quer ir no nosso treino?!
E Sirius-Lily responder (numa voz que a verdadeira ruiva nunca usaria, nem se vivesse um bilhão de anos):
- Claro! Grifinória se acha demais! E aquele Potter fica se exibindo toda hora. Mas eles não jogam tanto assim. Eu quero ver um treino de verdade, com jogadores de verdade!
James cutucou o ombro dela (que continuava tagarelando sobre como o time da Grifinória era horrível, sem se dar conta que James estava às suas costas) e declarou:
- Bem, mas esses jogadores de verdade que você diz não ganham a taça há... o quê? Cem anos?
A Lily falsa estacou, e lentamente se virou, enquanto a verdadeira amaldiçoava o momento em que começara aquela poção. Aquilo só estava detonando sua reputação.
Bem, pelo lado bom, talvez James ficasse tão irritado que cancelasse o encontro!
- James! Posso ter uma palavra com você em particular? - a falsa Lily perguntou, para desgraça da verdadeira.
- Hum... pode. Claro.
Mas aquilo não ficaria assim. Não mesmo!
- Eu não acho que você deveria, James - o falso Sirius rebateu. - Ela acabou de ofender a Grifinória inteira!
- Oh, James, por favor! Cinco minutos, sim? - a garota pediu, lançando um olhar fuzilante para seu oponente.
- Eu acho que... - começou o maroto, mas o falso Sirius o interrompeu.
- Dixon, me conte, ela não estava falando mal da Grifinória? Dizendo que nosso time não presta?
O pobre Stanley Dixon estava num beco sem saída, perdido num duelo de gigantes.
- Hey, eu não tenho nada a ver com isso, ok? Ela apareceu, falando que queria ver nosso jogo, e eu queria saber porque. Ok, caras? Nada a ver. E, pra informação de vocês, só fazem seis anos que não ganhamos a taça. Corvinal não está tão mal assim.
Falsa-Lily e James rolaram os olhos.
- Oh, por favor! - disseram ao mesmo tempo. Dixon encarou a garota com os olhos arregalados.
- Você é doida. Maluca de pedra, Evans. Quer saber, Corvinal não quer uma espiã assistindo nossos jogos!
E saiu, irritado, mas um tanto aliviado de ter escapado ileso.
- Viram? Ela nos traiu. Ponha razão nessa cabeça, James, e cancele esse encontro! Ela é uma agente dupla!
- Ah, não exagera, Sirius - reclamou o outro.
- É, você está caçando chifre em hipogrifo, Black. Eu só estava tentando assistir o treino da Corvinal e depois repassar a informação para vocês. Mas vocês apareceram e estragaram tudo! Hunf!
E saiu, batendo os pés pelo Salão, deixando James alegre como se o Natal tivesse chegado mais cedo, e o falso Sirius... estupefato. Muito estupefato.
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"Eu preciso ir ao banheiro. Preciso ir ao banheiro. Deus, eu vou estourar se não for ao banheiro!"
O falso Sirius estava sentado numa perto dos Marotos, mas sem conseguir digerir uma palavra. A única coisa de precisava era fazer xixi. Ela nunca mais pediria coisa nenhuma a Deus, se pudesse fazer xixi naquele momento.
Mas, só de pensar que estava no corpo de um garoto... Bem, ela pensava que talvez pudesse agüentar mais um pouco. Afinal, só mais quarenta minutos ela voltaria ao seu confortável corpo de sempre.
- Hey, Pads, tem algo realmente grande no seu bolso ou você só está feliz em me ver?
- Quê? - Lily-Sirius perguntou, com um arrepio na espinha de mau-agouro. Não podia ser. Não, piedade, por favor, tudo menos isso.
Os três marotos deram risos cúmplices, enquanto, completamente horrorizada, Lily observava o gancho de suas calças e amaldiçoava Sirius Black até a vigésima geração.
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Sirius-Lily observou a si mesmo levantar-se e sair correndo da sala comunal, com um certo volume extra nas calças. Ah, ele morreria de rir, se aquilo não fosse tão vergonhoso para si mesmo, quando voltasse para seu própriocorpo...
O mais discretamente possível, ele a seguiu para fora, e alcançou-a no corredor.
- Foguinho!
- Aah, agora vem você! Seu... UGH! - a próxima coisa que soube foi ser jogado contra a parede por um movimento da varinha de seu falso eu.
- Você marcou um encontro com o Potter, se comportou como um macho-alfa no almoço, deu em cima do capitão da Corvinal (Deus sabe porquê), me fez parecer uma traíra, E NÃO ME AVISOU QUE ISSO ACONTECERIA SE...
Então, Sirius - mesmo agonizando de profunda dor - observou a si mesmo fazendo xixi nas calças. A cena era tão engraçada, que ele próprio quase molhou as calças de rir.
- Bem, isso poderia acontecer também.
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Nota da Autora: Pelo número de reviews, acho que teve um bocado de gente que achou o capítulo passado pior que ler o Código Tributário... Bem, sinto muito por quem prefere ler sobre impostos a ler sobre Sirius Black. Porque o Sirius é beeeem mais legal *\o/*
Agradecimentos especiais a:
Tiif Prongs: *--* Muito obrigada! Espero que goste desse capítulo também ^^ PS: Glee é muito bom, não? :*
Layla Black: Aaah, que linda você! Comentou dois capítulos seguidos! *festinha* Espero que goste desse também! E viva o Sirus bem quente e vivo! (6' hasdoiahsd :*
E no capítulo que veeem:
"- Eu não acredito que vou ter um encontro com o Potter! É um absurdo! E você é o culpado!
- Lily, tem alguma coisa errada.
- Claro que tem! EU VOU TER UM ENCONTRO COM O POTTER, você não ouviu?
- Fecha essa matraca e escuta - ... - Você também está ouvindo os meus pensamentos, ou sou eu que fiquei maluco?"
Mwahahahaha! Coitados deles nas minhas mãos! (66'
Um mega-beijo e uma poção polissuco para todos que leram/favoritaram/riram/comentaram! =D
Um aperto de mão e uma banana verde pra todo mundo que preferiu ler o Código Tributário! :~
E não esqueçam: o próximo capítulo só vem com algumas reviews para fazer minha pobre vida de autora mais feliz ^^ Façam uma boa ação, e digitem algumas palavras simpáticas (ou não) naquele botãozinho verde!
Regia Victoria.
