Anna acordou.Estava um pouco tonta, e não se lembrava do que tinha acontecido antes de estar ali.Falando nisso, aonde seria ali? Era a mesma pergunta que ela estava fazendo.
-Bom, se não sei onde estou, vou explorar o local.
Ela estava com um uniforme esquisito, meio largo no corpo dela.Era um vestido curto, sem mangas e azul, que parecia meio plastificado, nele se liam as letras "LEP".
-Que diabos...?
A porta se abriu antes dela pensar em terminar a frase.
-Olá. Que bom que você já acordou, srta...?
-Anna.Anna Voutté.
-Capitã Holly Short-ela fez questão de frisar o capitã.
-Muito prazer. Hey, onde estou?
-Na posição 19 da LEProcon, em Sylt.Você estava com umas roupas humanas quando a achamos.Estava em alguma missão?
-Missão!LEPrecon!Que diabos é isso?
-Ora, se não trabalha para a LEP é uma civil comum de Sylt?
-Eu nem sei que lugar é esse!
-Ora, então donde és?Thay, Fyllis, Luthién...?
-Não conheço nenhum desses lugares.Sou de Londres.
-Londres!Isso faz de você uma...humana?
-Claro que sou humana!Você acha que sou o quê?
-Uma fada, talves uma elfa.Duende ou Gobein, não, por que você não tem as características físicas deles.
-Peraí...para...tudo.Você está querendo me dizer que todos que vivem aqui são...?
-Isso mesmo.
-AAAAAAAH!
De repente, a porta se abriu com estrondo.
-Capitã Short, o que está acontecendo aqui!Eu ouvi gritos.
-Essa humana ficou espantada por não sermos...hã...humanos, comandante.
-Mais ela não pode ser humana!
-Não!-exclamarão Anna e Holly em uníssono.
-Mais é claro que não!Se ela conseguiu entrar no nosso país ela ou tem que ter, no mínimo uma gota de sangue de fada, elfo, duende ou gobeim, ou então, ter o livro das fadas.
-E como sabem que ela não tem?-Falou Holly, com desprezo.
-Revistamos a garota.Ela não tem.
-Capitã Short!-Um grito feminino ecoou.
-Com licença, comandante.
Depois que Holly saiu Anna suspirou aliviada, sabe se lá por que.
-Vejo que ficou mais calma, menina.Sou Gary Ashe, comandante da LEPrecon.
N/A: Tham, tham, tham. "Continua no próximo episódio".músiquinha ao fundo.
