N/T: Obrigada pelos comentários, e, a que você pediu vai ser a próxima, bae
Capítulo 3
Quinn acordou na manhã seguinte ao alarme de um ataque aéreo. Ou algo que soava parecido com isso. Sério, desde quando telefones de hotel eram tão irritantemente altos? Todos no quarto estavam agitados, mesmo que eles não tivessem sido catapultados de seu sono tranquilo e aviltados com um medo irracional de um som que ainda estava tocando. Quinn era a mais próxima ao telefone, ao lado de Rachel, que estava grunhindo no travesseiro dela cansadamente e os outros não pareciam ter se tocado sobre elas ainda.
Ela então percebeu que ela já estava metade em cima de Rachel de qualquer jeito, como quer que isso tenha acontecido e apenas jogou o resto do corpo sobre ela num jeito cansado para alcançar o maldito telefone.
Quinn grunhiu em cumprimento e viu enquanto Rachel tateava ao redor dela, tentando descobrir o que estava acontecendo.
"Olá!"
Quinn já queria matar essa voz sem corpo sobremaneira felizinha.
"Esse é seu alarme das seis da MANHÃ!"
Quinn apenas grunhiu obrigada e desligou, errando o bocal e permitindo que o telefone caísse no chão. Ela deixou a cabeça dela cair onde estava e podia ter facilmente voltado a dormir jogada por cima de lado sobre Rachel.
Mas então uma pequena mão apalpou a face dela e tateou os ombros dela, até que começou a sacudi-la um pouco.
"Quiiiinn," a mão choramingou, "nós temos que levantar."
Quinn finalmente registrou os outros movimentos no quarto e a gritaria vindo da porta vizinha. Finn estava ajudando Artie a sentar na cadeira de rodas e Tina estava rolando Mike pra fora da cama. Ela pegou palavras aleatórias vindo da comoção na próxima porta, tais como "cale a boca," "sufocado," "pessoal," "matar você," "vadia," e "gato."
Quinn relutantemente se forçou a sentar e viu Rachel sair correndo da cama como se nunca tivesse dormido. A garota menor fez seu caminho até a mala dela, com maestria tateando seu caminho e Quinn saiu cambaleando da cama para ajudar a extrair o braço de Finn de onde estava preso no sofá-cama.
A porta que conectava os quartos abriu e Mercedes entrou, olhando ao redor.
"Ei, estão todos acordados?" Ela perguntou. "Kurt está tendo um aneurisma, dizendo que nós temos que estar na estrada em meia hora."
"Sim! Nós estamos todos acordados e ficando prontos!" Rachel disse entusiasmada de onde ela se trancou no armário para se trocar. Finn e Quinn, ambos, grunhiram.
Antes de Mercedes se virar pra sair, Quinn registrou o pêlo de gato dançando ao redor do rosto da garota e colado na parte de cima do pijama dela. Aquilo eram arranhões no pescoço dela?
"Hora do café da manhã!" Kurt chamou da outra porta, e, Quinn finalmente agarrou as roupas dela para se vestir.
-ooooooooo-
"Muffins, Rach?" Quinn perguntou enquanto elas ficaram na fila para o café da manhã continental do hotel.
"Que tipo?"
"Um... blueberry ou..." Quinn hesitantemente deu uma mordida no outro muffin sem descrição. Ela tossiu violentamente e Rachel bateu nas costas dela. Ela limpou a garganta, "Apenas blueberry. Eu nem quero saber o que tem naquilo."
"Okay. Blueberry está bom." Rachel sorriu e religou o braço com o de Quinn, permitindo que a garota maior as levasse de volta para a mesa do Glee no saguão. Quinn comeu o muffin dela e ouviu as conversas excitadas ao redor dela.
"Não Brittany, isso é Neverland." Artie explicou. "Você sabe, o local em Peter Pan. Nunca crescer, pra sempre uma criança..."
"Espere, então onde estamos indo?"
"Graceland!" Mike se meteu. "Casa de Elvis Presley."
"Mas... é aquele lugar com a roda-gigante? E os brinquedos e salas de jogos e coisas divertidas?"
"Não..." Artie disse lentamente, antes de sorrir em percepção. "Você está pensando no Rancho Neverland, Brittany. O lugar de Michael Jackson."
"Ohhh." Brittany concordou lentamente. "Eu quero ir lá."
"Tenho bem certeza de que você não quer, baby." Santana disse e distraiu a garota com algumas uvas.
"Eu encostarei o ônibus aqui na frente." Finn anunciou alto. Os integrantes do Glee trocaram olhares, encolhendo-se um pouco mas sorrindo e concordando vagamente. Quinn estava bem certa de que sua pressão sanguínea tinha atingido níveis críticos quando Finn disse a palavra "ônibus". Mesmo assim, ela agarrou a bolsa dela e a de Rachel e se encaminhou pra fora com todo mundo.
Com sucesso, eles saíram do estacionamento no minibus, apenas atingindo um cone de trânsito e por pouco evitando um pedestre no processo.
O minibus encostou no estacionamento de Graceland trinta minutos depois e os componentes do Glee saíram e fizeram seu caminho para a mansão pra um tour cedo.
"Cara, seria tão legal viver na Boulevard Elvis Presley. Eu apenas diria a todo mundo que encontrasse meu endereço. É, eu vivo na Boulevard Elvis Presley. Esse é o humilde lar do PuckMestre."
"É, exceto que você mora na Quarta Rua em Lima, Ohio, então isso não vai acontecer."
"Cale a boca, Santana."
Enquanto os meninos do Glee encontravam o guia turístico deles, Quinn decidiu que ela preferia passar a próxima hora com vadia animadinha do alarme do hotel. Como alguém podia fazer o rei do rock´n´roll soar tão chato. De verdade, essa mulher não tinha alma, e o resto do grupo pareceu concordar. Finn, Puck e Mike se evadiram pra encontrar o Cadillac Rosa enquanto Tina, Mercedes e Artie tentava fazer imitações sutis enquanto a mulher estava de costas. Não envolvia muito; apenas falar de forma monótona e parece estar a segundos da morte. Santana parecia que ela queria se matar.
Mas, Quinn sorriu quando olhou pra Rachel. A face da garota menor estava atenta e pensativa e ela parecia estar aproveitando cada palavra da mulher robô. Quinn balançou as mãos delas entre elas e Rachel olhou pra direção dela com um sorriso.
Quarenta e cinco minutos depois Quinn estava certa de que ela tinha deslizado pra algum estado de insanidade consciente-coma-andando. A única coisa a mantendo em um estado de mente semi-certo era a mão de Rachel, a qual nunca tinha deixado a sua. Quando a mulher disse, "Obrigada, nós esperamos que vocês voltem novamente," pareceu Natal. Um ano novo, uma nova esperança pro futuro. Regozijo!
"Bem, isso foi bem interessante!" Rachel disse confiante.
"Brincando um pouco rápido e solto demais com a palavra interessante aqui, né, Berry." Santana bufou. "Alguém me mate agora."
"Está terminado." Tina disse, parecendo experimentar o mesmo sentimento de euforia que Quinn estava, agora que a tour tinha terminado. "Vamos achar os rapazes."
Quinn tirou seu telefone pra ligar pra Finn, soltando a mão de Rachel e andando um pouco pra trás dos outros por alguns centímetros.
Enquanto saiam da mansão, Rachel andou um pouco mais rápido, indo direto bater em um cara qualquer com uma bebida em mãos, derramando tudo sobre eles. Rachel engasgou e cambaleou pra trás, chocada.
"Olhe por onde anda, imbecil!"
"Ei!" Santana levantou a voz, correndo pra ficar na frente de Rachel, que estava gaguejando uma desculpa. Ela percebeu que a bebida era café; não era uma bebida agradável de se ficar ensopada. Ironicamente, era o oposto exato de uma raspadinha.
"Espere Finn." Quinn disse pro telefone e rapidamente se aproximando pra pegar a mão de Rachel, deixando Santana lidar com o homem beligerante.
"Espere Quinn, quem era esse? O que acabou de acontecer?"
Brittany pegou Santana pelo braço enquanto Quinn enxugava o café do rosto de Rachel.
"Você está bem, Rach? Queimou você?" Ela perguntou preocupada, checando cada pedaço de pele exposta.
Rachel balançou a cabeça em negativa, o que acabou sendo pra baixo, e o cara pareceu registrar os olhos sem ver dela.
"Espere, ela é cega?" O canalha pareceu que ia começar a rir. Santana o empurrou e Kurt se juntou à Brittany, agarrando o outro braço da Latina e a virando pra ir pra fora.
"Arranje a porra de uma alma!" Santana gritou enquanto ela saía pisando duro nos degraus, Brittany e Kurt ao seu lado. Quinn levou Rachel pra fora logo atrás deles; ela viu as lágrimas nos olhos da morena e foi em direção ao banheiro, vendo Finn, Puck e Mike correndo pros outros.
Quinn fez com que Rachel parasse na frente do espelho e enxugou o rosto da menina menor com papel toalha molhado. "Queimou você, Rach?" Quinn perguntou novamente, gentilmente enxugando as lágrimas dela.
"Mmm, não." Rachel murmurou.
Quinn a estudou por um momento. "Aquele cara é um canalha. Realmente, estou bem certa de que eu o vi chutando filhotinhos e empurrando vovozinhas mais cedo. Eu o empurrarei pelas escadas se você quiser."
Rachel sorriu ligeiramente. "Parece que você ia recorrer a isso mais cedo pra sair da tour."
Quinn riu agora que Rachel tinha lhe dado um sorriso. "Sim! Esconda seus filhotinhos, esconda suas vovozinhas; Quinn Fabray está entediada pra caramba."
Rachel gargalhava agora, e, Quinn a segurou em um abraço, respirando o cabelo dela cheirando a café, não importando-se de estar ensopado a própria blusa. Elas deixaram o banheiro, juntaram-se ao amigos dela, que estavam cheios de insultos criativos para o cara canalha bebedor de café e embarcaram no minibus para a parte final da viagem deles.
-ooooooooooooo-
"Em que estado estamos?"
"Texas."
"Arkansas."
"Florida."
"Ohio."
"Kentucky."
"Mexico."
"Ummm... eu não sei em quem acreditar."
"Nós estamos no Mississippi, Noah." Rachel interviu, um pouco aborrecida por quão pouco seus colegas de time conheciam sobre geografia. Se eles quebrassem, eles estavam fudidos.
"Como é que Rachel é a única que sabe onde estamos? Ela nem consegue ver os sinais."
Rachel sorriu orgulhosa.
-oooooooooo-
"Finn, se você não parar de cantar Hound Dog, eu abrirei a porta de emergência e jogarei você pra fora do ônibus."
"Mercedes, nós estamos no Glee, nós devemos estar cantando!"
"Ele está incorporando o Elvis por seis malditas horas, Rachel. Isso não é aceitável!" Mercedes irou-se. "Onde está seu gato, Brittany? Talvez eu possa treiná-lo pra atacá-lo... vendo como ele ama fazer sua presença conhecidas nos rostos das pessoas."
"Mercedes! Ele tem problema suficiente pra dirigir desse jeito. Ele não precisa lutar com algum gato gorducho também." Artie se meteu.
"Espere, onde está Tubby?" Brittany perguntou. Todo mundo ao redor pareceu sem expressão; Mercedes parecia um pouquinho feliz demais com a possibilidade do gato estar desaparecido.
"Britts, onde foi o último lugar que você o viu?" Santana perguntou.
"Um... eu o levei pro banheiro na última parada... eu o coloquei no chão por um segundo e... Oh Meu Deus." Brittany pareceu horrorizada.
"Vire!" Santana gritou. "Finn, entre na próxima parada e retorne!"
"Isso é o que acontece quando nós temos que parar sete mil vezes pra ir ao banheiro..." Puck murmurou.
"Espere, talvez nós não tenhamos que voltar..." Mercedes disse enquanto Santana a encarava.
Finn passou por cima do meio fio na parada dez minutos depois e Brittany estava no banheiro antes de sequer o ônibus parar. Mercedes suspirou resignadamente enquanto ela emergia com o massivo gato nos braços dela e eles estavam de volta à estrada nos próximos minutos.
-oooooooooo-
"Você pode aumentar o ar, Finn?" Mike gritou.
"Deus, sim! Por favor, estou suando minhas bolas aqui atrás."
"Wow, Santana, isso é maravilhoso. Perfeito. Justo o que eu queria ouvir agora."
"Cale a boca, Hummel. Estou delirando da exaustão do calor. É como uma maldita sauna aqui. Não, na verdade é o inferno. É literalmente o inferno aqui."
"Bem, você deve se sentir em casa." Quinn disse.
"Estou na verdade com bem frio."
"Outra palavra, Rodinhas, e você terá que andar de cadeira de rodas todo o caminho até Key Largo."
Artie calou-se e Finn aumentou o AC, depois, claro, de acidentalmente ligar os limpadores de pará-brisa, luzes, setas e radio.
-oooooooo-
"Nós não devíamos ter comido naquela espelunca no Alabama." Puck disse. "Eu acho que alguém está prestes a colocar os bofes pra fora por todo o ônibus."
Quinn podia sentir ele a olhando, mas, ao invés disso focou em manter seu almoço dentro dela. Ela sabia que essa era uma batalha perdida; era apenas uma questão de tempo. Ela manteve os olhos focados no ponto no assento diante dela.
"Quinn, você está bem?" Rachel perguntou cautelosamente. "Você não vai vomitar em mim, certo?"
"Não."
"não, você não está bem ou não você não vai vomitar em mim?"
"Não."
"Umm, alguém pode nos passar um... saco ou um balde ou algo, por favor." Rachel disse.
Kurt deu a elas um saco de papel marrom, repulsa aparente no rosto dele. "Eu não posso ver. Se eu ver, eu também vomitarei."
"Ai Meu Deus, eu também!"
"Ugh, Quinn, você vai começar um círculo imparável de vômito. Eu espero que esteja feliz."
"Muito. Eu estou na verdade fora de mim de tanta felicidade no momento." Okay, é hora. Isso está acontecendo. Agora mesmo.
Quinn se curvou e vomitou no saco de papel marrom. Kurt cobriu os olhos e grunhiu enquanto Rachel esfregou as costas dela suavemente.
"Apenas deixe sair, querida. Eu sabia que havia algo errado com aquele bacon... Muito cedo? Okay, desculpe. Está tudo bem, querida, deixe sair."
Quinn se encostou de volta e fechou os olhos.
"Melhor?"
Ela concordou apática, amarrando a sacola antes que Kurt pudesse começar uma cadeia de vômito por todo o ônibus.
-oooooooooo-
Às onze horas da noite naquela noite, o minibus cruzou por Monroe County, Florida; eles seguiram a US 1, a Rodovia Overseas e chegaram em Key Largo. Destino final.
"Cara, você realmente deveria ter melhorado essa besta com GPS."
"Não é nosso caro, Puck. Isso seria vandalismo. Ou algo."
"Bem é melhor do que dirigir por aí perdido numa maldita ilha no escuro.
"Islands in the sun, that is what we are..."
"Rachel! Agora não é o melhor momento para começar a cantar."
Quinn encarou Kurt e esfregou o ombro de Rachel confortando-a.
"Vire à esquerda!"
O ônibus desviou, catapultando todos pra fora dos seus assentos e batendo a cabeça de Rachel na janela. "Mmmm." Ela cantarolou, estremecendo. Quinn agarrou o queixo dela e virou a cabeça dela para examinar o catombo. No escuro. Então tudo que ela realmente viu foram dois olhos grandes, castanhos, maravilhosos. Ela tirou a mão do rosto de Rachel e decidiu focar na navegação.
"Como a casa da sua avó se parece, Kurt? E nós sequer estamos na estrada certa?"
"Em que estado estamos?" Brittany gritou do fundo.
"Uhh, pequena, verde, um pavimento e... eu não tenho ideia."
"Quão pequena estamos falando aqui, Kurt?"
"Oh! Ali está! É isso! Vire Finn, vire!" Kurt pulou excitadamente, se segurando no corredor pra virada violenta.
Eles estavam preparados dessa vez. Quinn segurou a cabeça de Rachel no ombro dela enquanto o minibus virou à esquerda indo pra entrada estreita da garagem. Em admiração, todos moveram-se lentamente uma vez que eles rolaram até parar, não acreditando muito que eles tinham realmente alcançando o destino deles. Quinn não podia acreditar muito também. Ela pensou que eles iriam chegar ao Kentucky, talvez Alabama, sofrer um pneu furado ou uma discussão enorme e voltar enquanto as coisas virassem um caos e tudo em jogo daria terrivelmente errado. Isso era uma surpresa agradável.
Os componentes do glee começaram a pegar as coisas, e Quinn descreveu o que ela via pra Rachel, que estava sentada quieta ao lado dela.
"Bem, essa casa certamente parece... convidativa, Rach. Vamos ver, é verde mar, o que é realmente meio que legal. Talvez a avó de Kurt seja hipster. Uh, um pavimento; há um pequeno jardim na frente. Garagem pra dois carros. Parece que lá atrás dá direto na praia, mas está realmente escuro, eu não consigo ver realmente."
Rachel concordou excitadamente. "Vamos, levante! Vamos!" Ela pulou, empurrando Quinn com o joelho dela.
Todos cambalearam pra fora do ônibus e foram pra porta da frente, a qual abriu, revelando uma pequena e magra mulher com cabelo cinza enrolado e um grande sorriso no rosto dela.
"Kurt!" Ela disse excitadamente e o garoto foi empurrado pra frente pra cumprimentá-la.
"Oi Vovó!" Ele deu um abraço cuidadoso, sorrindo largamente. "Como você está passando?"
"Estou incrível! Apresente-me ao seu grupo lindo de amigos, o clube glee, certo?"
Kurt concordou e convidou todos a vir à frente, apontando-os e os nomeando um por um. Sra. Hummel os levou pra dentro da casa dela e começou a distribuir os arranjos de dormir. "Eu sei que vocês crianças devem estar cansados depois de uma viagem tão longa." Eles podiam apenas grunhir concordando.
Santana e Brittany clamaram o quarto de hóspedes com a cama dupla, enquanto Mercedes e Kurt caíram no sofá-cama da sala. Puck clamou o sofá menor na mesma sala e dormiu antes que qualquer um pudesse protestar. Isso deixava o quarto de solteiro com dois beliches iguais.
"Ai Meu Deus, Kurt estava certo quando ele disse que nós iriamos conhecer um ao outro."
"Venham caras, isso será legal. É tipo acampamento!" Finn disse, escalando uma das camas de cima. Mike e Tina olharam um pro outro e deram de ombros, falando simultaneamente. "Nós caberemos." Eles pegaram a cama de baixo enquanto Artie fazia o mesmo com a outra.
"O que restou, Quinn?" Rachel perguntou suavemente, segurando-se na lateral de Quinn enquanto era levada.
"Umm... Bem você pode ficar com a cama de cima e eu colocarei um saco de dormir no chão."
"Como acampar!" Finn disse, meio dormindo.
"O que? Não! Você não vai dormir no chão, Quinn. Nós podemos dividir. Eu sou pequena, nós faremos você caber."
"O que você está dizendo, Berry? Me fazer caber é um desafio?" Quinn perguntou brincando.
"Estou dizendo... Estou muito cansada pra pensar direito, então nós podemos por favor ir dormir." Rachel fez beicinho e Quinn a levou pra escada sorrindo. "Sim. Claro. Amanhã, Key Largo espera!"
