Pode ter um pouco de elementos de Doutor Estranho aqui e na versão anterior de Naomi Haruno, mas não o suficiente para ser uma Crossover real.

Naomi Haruno era uma menina quieta.

Ela quase nunca falava com seus colegas fora de obrigações da academia, nem mesmo sua irmã gêmea.

Ao contrário das outras garotas em sua classe ela não passava a maior parte do seu dia perseguindo meninos (Mais especificamente Uchiha Sasuke e Namikaze Naruto), e a outra metade fofocando e preocupando-se com sua beleza. Na verdade cada professor que já ensinou sua classe iria imediatamente dizer a qualquer um que perguntasse que Naomi era a Kunoichi mais aplicada da sua classe e com certeza seria a Kunoichi do ano ao se formar, alguns mesmo iriam mais longe e dizer que ela poderia se formar mais cedo como outros prodígios antes dela. No entanto eles também diriam que ela era introvertida e anti-social, porque enquanto ela não tinha medo de abordar outras pessoas quando necessário, Naomi era simplesmente mais madura e inteligente para a sua idade do que o resto de seus colegas não prodígios tinham esperança de ser, e, portanto enquanto eles pareciam imaturos para ela, Naomi parecia fria e arrogante para eles.

Claro isso não impedia a maioria dos meninos da sua turma de terem quedas pré-adolescentes por ela uma vez que começaram a notar as meninas.

Se Sasuke e Naruto eram os galãs masculinos para as garotas do seu ano, Naomi, para a inveja eterna de outras garotas, era a Musa definitiva dos meninos. Principalmente porque enquanto ela era a Princesa de Gelo da classe ela também era a garota forte e inteligente que estava sempre no topo da sua turma. Ela também não era uma fangirl ou gaguejava insegura em cada frase. Ela nunca gritava ou realmente levantava a voz. Ela não dava risadinhas e corava quando Naruto ou Sasuke estava por perto e ela tinha um ar de confiança serena ao seu redor que fazia mesmo os mais rebeldes em sua classe parar e ouvir quando ela falava. Sem mencionar que toda a aura intocável que sua personalidade retraída emitia atraía fanboys como um imã.

#2

Naomi era uma imagem espelho de sua irmã gêmea, Haruno Sakura.

Ambas tinham olhos verdes brilhantes moldurados por longos cílios e sobrancelhas rosadas que se destacavam contra sua pele pálida. Ambas tinham compilações físicas semelhantes e os mesmos cabelos rosa algodão-doce o gosto pela cor vermelho. Mas, além disso, ambas as irmãs Haruno eram como o dia à noite.

Sakura gostava de manter sua aparência perfeita. Unha sempre pintadas, perfume floral, acessórios de cabelo e maquiagem, vestidos bonitos, um corpo petite, esbelto e feminino, pele macia e bem cuidada... Era uma raridade ver Sakura em qualquer forma menos que perfeita. Naomi não poderia se importar menos com sua aparência. A única preocupação com suas unhas era o básico de cortá-las quando ficar muito grande e limpar qualquer sujeira que se apegasse em suas mãos. Os únicos acessórios em seus longos cabelos eram a enorme quantidade de Senbon que ela diariamente escondia entre os fios rosa, perfume e era apenas para ocasiões especiais, maquiagem fora das aulas Kunoichi era ou para treinar-se em melhor disfarce ou em um evento formal como jantares de negócio de seu pai ou um festival. Todas as suas roupas tinham imediatamente sido substituídas por versões ninjas com bolsos escondidos e espaço para tudo que uma kunoichi poderia querer manter acessível fora de vista e parecer perfeitamente inofensiva ao mesmo tempo, por isso enquanto Naomi usava uma grande variedade de Kimono, Hakama e Getas de salto alto para trabalhar seu equilíbrio (E lhe dar uma arma extra em caso de necessidade afinal Getas Kunoichi eram feitas de madeira Hashirama extremamente resistente), tinha um propósito mais prático do que os vestidos qipao justos e shorts curtos que Sakura sempre usava. Apesar dos comentários menos que graciosos de sua irmã gêmea (E um monte de outras garotas femininas da sua classe) o corpo de Naomi debaixo de todas as camadas de tecido e armas era afiado por horas diárias de treinamento que tinham amadurecido e endurecido seu corpo precocemente. Suas mãos tinham calos e pequenas cicatrizes finas quase invisíveis contra sua pele pálida como marcas de treino doloroso em armas (Kunai: marcas mais grossas, Shuriken: Marcas mais finas, Senbon: Pequenos pontos, Fio Ninja: Barras maiores que às vezes enrolavam-se por todos os dedos e uma maior que ultrapassava o interior de sua palma até pulso; Pequenas marcas irregulares nos nós dos dedos a partir de socos de Taijutsu).

Sakura idolatrava Uchiha Sasuke e aspirava um dia casar-se e tornar-se uma parte de um clã prestigiado de Konoha. Ela sonhava com grandes vilões clichês ameaçando-a e Sasuke vindo constantemente em seu socorro protegendo-a de todos os males e caindo perdidamente apaixonado e pedindo-a em casamento num campo de flores ao por do sol e um casamento na primavera debaixo de uma árvore de Sakura em plena floração. O máximo que Naomi prestava atenção a Sasuke fora de um mastro de Taijutsu ou atividade obrigatória em grupo na academia era o mesmo que ela dava ao resto de sua classe: Observar e Catalogar mentalmente quaisquer traços sejam de personalidade ou habilidade que eles demonstravam e anotar em um de seus diários. Naomi não tinha quedas ou qualquer aspiração de namoro ou casamento. Ela era muito mais provável a tentar matar o vilão a si mesma do que esperar por um tolo príncipe encantado e sua época favorita do ano era o inverno quando tudo era mais frio e chovia com freqüência (Embora, infelizmente sem neve no país do fogo). Naomi também sabia que jamais iria aceitar se casar em um clã como o Uchiha, ou o Hyuuga, ou a maioria dos clãs de Konoha.

Os únicos que ela considerava mesmo ligeiramente aceitáveis eram Nara, Akimichi, Inuzuka e Yamanaka (Nessa ordem). E mesmo assim cada um tinha certos requisitos a serem cumpridos. Clãs como Uchiha e Hyuuga eram clãs de poder, política e tradição. Eles exibiam poder, viviam de política e exigiam tradição. Se Naomi se casasse em qualquer um desses clãs ela basicamente se colocaria em uma posição de vassalo para os anciãos e chefes de casas do referido clã, muito seria exigido dela e muito pouco dado em troca. Hyuuga e Uchiha eram clãs principalmente patriarcais, e enquanto ela não aspirava ser um chefe do clã, ela seria enfurecida se ela passasse sua vida trabalhando duro para se tornar uma Kunoichi forte e casasse em um dos clãs apenas para se tornar uma dona de casa e mãe. Ninjas masculinos eram predominantes e ninjas femininos só tinham sua liberdade até o dia em que casassem, depois disso, seus maridos e anciãos tinham a última palavra em sua vida e a vida de seus filhos. Naomi poderia parecer calma e razoável, mas ela tinha um temperamento tão forte quanto sua irmã e sabia que numa situação como essa ela provavelmente iria estourar uma veia e eviscerar qualquer pobre coitado tentando ditar suas ações ou a vida de seus filhos. Ela já não era especialmente amante do fato que ela vivia em uma vila militar com um ditador, vários comandantes, um conselho (Mais que certamente intrometidos e cheio de si mesmos como a maioria dos velhos em posições de poder por muito tempo eram), e um monte de soldados, onde ela estava treinando para ser um desses referidos soldados porque a outra opção era inaceitável aos seus olhos. Portanto a maioria dos clãs de Konoha foram firmemente marcados na sessão de "não se envolver" em sua mente. Sem mencionar que como um dos herdeiros do Clã Uchiha Sasuke seria quase certamente obrigado a casar dentro do clã enquanto seu irmão e qualquer outro herdeiro do clã também seriam casar dentro de seus clãs, as únicas exceções seriam no caso de um casamento arranjado por aliança e poder, ou muito mais raro, um shinobi não clã que exibe habilidades prodigiosas que complementam as habilidades comuns do referido clã, enquanto Naomi tecnicamente poderia se encaixar na categoria de shinobi não afiliado a nenhum clã com habilidades prodigiosas graças ao seu QI e controle de chakra, ela não tinha chamado atenção o suficiente para si mesma para ganhar a atenção de qualquer um dos clãs, e nem pretendia.

Se ela realmente tivesse que escolher ela iria primeiro para os Nara porque a partir das suas observações, eles eram extremamente inteligentes, mas também extremamente preguiçosos e, portanto mais razoáveis com suas leis. Ela teria companhia inteligente e exigências razoáveis. Daí os Nara era seu clã favorito em Konoha.

Segundo aos Nara, vinham os Akimichi. Assim como os Nara os Akimichi eram mais relaxados quanto à política e tradição. Eles muitas vezes se casavam por amor, dentro ou fora do clã, e eram amigáveis para qualquer um que fosse agradáveis a eles, afinal muitos deles sofreram um monte de intimidação sobre seus pesos por pessoas ignorantes que não entendiam a natureza dos jutsus utilizados pelo clã. Sem mencionar toda a comida deliciosa, Naomi realmente gostava de cozinhar e experimentar novas receitas algo que ela compartilhava com esse clã. Isso fazia o Akimichi seu segundo clã favorito em Konoha.

Os Inuzuka eram um clã que partilhava muitas características com seus homólogos caninos e respeitavam poder acima de gênero, como provado pela atual chefe do clã. Enquanto ela não particularmente queria fazer parte desse clã, porque mesmo que eles não ligavam muito para a política e atuavam mais como uma matilha do que um clã nobre havia todo o tipo de política canina baseada no poder e mesmo que ela sabia que poderia prosperar se fosse colocada na posição de se tornar um Inuzuka, ela realmente não queria. Eles ainda eram seu terceiro clã Favorito.

Normalmente os Yamanaka seriam o terceiro nessa lista, mas Naomi tinha um conhecimento muito mais próximo da Herdeira Yamanaka, e enquanto Kiba era apenas o segundo herdeiro e poderia ser desafiado pelo poder se fizesse mal, Naomi não confiaria em Yamanaka Ino como seu chefe do clã se ela continuasse pelo seu caminho atual. A menina era uma fã de Sasuke quase tão fanática quanto Sakura e por padrão isso a tornava inadequada. Enquanto ela treinava fora da classe, era perceptível que isso era o resultado de ser forçada a treinar pelo seu clã e ela fazia apenas o mínimo absoluto necessário para apaziguar seu clã, mas era óbvio que se pudesse ela passaria cada momento disponível perseguindo Sasuke, fazendo compras, preocupando-se com sua aparência e discutindo com Sakura. Portanto enquanto o clã Yamanaka era um mal menor entre os clãs de Konoha, mesmo cheios de pseudo-psicólogos e especialistas de tortura e informação que gostavam de jogos mentais e psicanalisar todos ao seu redor, Naomi nunca se colocaria sob liderança de Yamanaka Ino, assim, se ela se encontrasse na situação de que casar neste clã, um novo herdeiro teria que ser anunciado.

#3

Naomi não acreditava em contos de fadas. E ela tinha uma firme convicção de que os sonhos de Sakura eram apenas isso. Contos de Fadas.

Ser um ninja, pelo menos um ninja bom, com previsão de sobreviver ao seu vigésimo aniversário, requeria habilidade e experiência. E habilidade requeria horas e horas de treino e aperfeiçoamento. A experiência viria com o tempo.

Ela sabia que ser um ninja não seria apenas heróis e vilões ou batalhas cheias de glória e vitórias.

Naomi entendia muito bem o que estava em jogo ao escolher se tornar uma Kunoichi. Ela sabia que ser um soldado, um ninja, não seria um caminho fácil e brilhante ao contrário da maioria dos seus colegas que estavam sempre falando de salvar princesas, proteger castelos e derrotar vilões malvados.

Claro, Naomi não podia culpá-los por sua ingenuidade.

Ao contrário de si mesma Naomi duvidava que qualquer um de seus colegas tivesse o valor de quase cinqüenta anos de memórias de uma feiticeira morta exibidos em sua mente em forma de sonhos desde tão longe quanto ela poderia se lembrar.

Ela sonhava sobre outra garota, numa outra vida, cujos pais tinham sido assassinados por um maníaco sedento de poder, cuja infância, embora não abertamente abusiva tinha carecido do amor familiar que Naomi era oferecida tão livremente por seus pais, a garota que tinha sido jogada em um mundo de mitos e magia e enviada para uma guerra despreparada e desamparada, com uma morte premeditada desde cedo por alguém tinha respeitado e até amado como um mentor.

Hayley Potter tinha vivido quase toda a sua vida cumprindo as expectativas dos outros.

Toda sua infância tinha sido gasta jogando de acordo com os parâmetros e regras de seus parentes indiferentes que se preocupavam mais com sua fechada de família perfeita do que com seu bem estar emocional. Ela tinha sido a pequena dama perfeita que Petúnia queria que ela fosse por todos os primeiros 10 anos vivendo (Bem como os verões subseqüentes) sob o teto da mulher que tinha usado-a como substituição para a filha que não poderia ter. Oscilando entre amar o que ela representava e odiar o que ela realmente era. Os próximos sete anos de sua vida não foram melhores. Vivendo sobre a expectativa de ser a garota de ouro do mundo mágico, a grifinória perfeita, a garota corajosa, a garota destinada a enfrentar o Lorde das Trevas mais forte dos últimos seis séculos com mais de cinco décadas de experiência a mais que ela, com o mínimo de treinamento e conhecimento oferecido pelos seus professores. Dumbledore a tinha feito sua marionete desde antes mesmo que ela nascesse. Ver isso nas memórias de Snape só tinha deixado um gosto amargo de resignação em sua boca ao pensar no homem quem ela confiou apesar de tudo nela dizendo o contrário. Tudo que bastou foram alguns encontros enigmáticos, alguns louvores, e um ato de bondade e a criança sedenta de afeto nela tinha se agarrado as primeiras pessoas a lhe oferecer o que ela desejava.

Morrer pela mão de Voldemort foi assustador, tanto quanto foi libertador. Hayley tinha honestamente desejado unir-se aos seus entes perdidos ao caminhar diretamente para a morte durante a batalha de Hogwarts. Acordar tinha sido tanto um alívio quanto uma decepção. Derrotar Voldemort foi um peso fora de seus ombros e uma esperança de liberdade, que tinha sido rapidamente esmagada quando ela foi rapidamente empurrada para ser um auror, direto sob os holofotes após a guerra, os próximos quatro anos foram gastos vivendo uma vida que ela não queria, com responsabilidades que ela não queria, e exigências que ela estava cansada demais para negar. A única coisa que a manteve firme foi seu afilhado. E alguns poucos de seus amigos que não tinham se tornado incrivelmente irritante e arrogante com sua fama (Ron). Quando as pessoas começaram a sussurrar sobre casamentos e filhos e apontar noivos e sugerindo coisas se seu futuro que ela não estava disposta a dar Hayley tinha decidido que tinha o suficiente.

O mundo mágico não tinha realmente aprendido nada com a guerra sangrenta que Voldemort causou, ou todas as perdas que eles sofreram. Para eles tudo acabou uma vez que Voldemort estava morto. Os comensais da morte restantes tinham sido colocados sob responsabilidades dos aurores (Leia-se Hayley) para caçar e apreender. Mas fora isso tudo estava de volta ao normal para eles. Tudo de volta ao preto e branco onde a luz era boa a escuridão era ruim. Feiticeiros eram superiores, trouxas e criaturas mágicas eram inferiores. O preconceito não tinha diminuído nem um pouco. Se qualquer coisa tinha aumentado.

Quando Ron começou a sugerir um casamento entre eles mesmo quando sua amizade tinha lentamente desaparecido e eles pararam de falar durante anos antes da súbita proposta, Hayley tinha sido incrédula e simplesmente negado o pedido a queima roupa e ido com o seu dia. Quando rumor de um possível noivado entre eles começou a circular e a mídia ficou louca com rumores e sugestões e todos começaram a incomodá-la sobre isso, Hayley tinha lentamente começado a sair de seus anos de torpor e resignação. Quando Ron ganhou uma campanha como ministro da Magia utilizando seu suposto noivado e passou a pressioná-la em um casamento (Um onde ela seria a dona de casa descalço e grávida e ele seria o marido, chefe da família e no comando de toda sua fortuna herdada de perdas dolorosas) bem como se livrar da custódia recém adquirida de seu afilhado após a morte de Andrômeda, Hayley tinha ficado furiosa. Ela tinha então prontamente começado a colocar seus negócios em dia. Vendido todas as suas propriedades e ações no mundo mágico, se livrado da sua cidadania Britânica, feito cirurgias plásticas para se livrar se suas cicatrizes que a identificavam como Hayley Potter, tomado uma poção que revertia seus traços genéticos substituindo a pele bronzeada, cabelos negros rebeldes e olhos verde notáveis por pele pálida cabelos vermelhos ondulados e olhos cor de avelã, recolhido toda sua fortuna e saído do país com seu afilhado.

Eles tinham vivido na América, onde o mundo mágico era mais caótico e espalhado do que na Europa, e passado a construir uma vida no mundo trouxa como Jasmine Evan e Edward "Teddy" John Carter, Mãe solteira e filho, Americanos de descendência Irlandesa que tinham vivido toda sua vida na América e nunca colocado um pé na Europa.

O máximo de contato que ela tinha com o mundo bruxo era através de livros que ela tinha trago consigo da Inglaterra e a única forma que ela poderia usar magia depois de se livrar da sua varinha era através de áreas que não exigiam varinhas como poções, herbologia, runas, aritmancia, astronomia e adivinhação (Embora ela continuasse a ser terrível nisso). Ah, e os poucos feitiços que ela poderia fazer sem varinha, mas ela tinha optado por não expandir seu conhecimento nessa área por medo de que alguns dos malucos britânicos a rastrearem dessa forma.

Mas seu lado como uma feiticeira era algo de segundo plano em sua vida. Hayley, ou melhor, Jasmine tinha se integrado no mundo trouxa, estudando duro para conseguir entrar em uma universidade trouxa e voltando a participar das aulas de dança, (Hayley tinha realmente amado balé, uma das poucas coisas que ela era grata aos Dursley) que ela tinha sido forçada a parar ao entrar em Hogwarts.

Teddy foi matriculado numa escola trouxa e quando chegou a hora de aprender magia Jasmine ensinou em casa enquanto ele continuava indo para a escola mundana e mais tarde a Universidade.

Jasmine tinha se formado cinco anos depois de deixar o mundo mágico e investido sua fortuna em começar sua própria empresa de negócios no mundo trouxa (E em breve no mundo mágico especialmente nos países Americanos, na França e em menor medida na China e Japão, que eram países sede de seus maiores rivais no campo de especialização da Carter Corps. Bem como seus melhores amigos sendo os únicos outros países que realmente se preocupavam com a indústria da Tecnomancia. Grã-Bretanha continuava a ser o pais mágico mais medieval do século 21 e não parecia que iria mudar tão cedo).

A mesma empresa (Vários orfanatos específicas para crianças mágicas, Escolas e Universidades que ensinavam magia e estudos mundanos, Três organizações de caridade, dois estúdios de dança, um teatro, um apartamento em Manhattan, um apartamento em Tókio e uma casa de praia em Malibu e uma fortuna que o colocava como a terceira pessoa mais rica do mundo) que Teddy herdou 13 anos depois em seus 21 anos e os próximos 11 anos Jasmine passou aproveitando o resto de sua vida. Viajando e visitando os mais belos lugares da terra (Quase sempre conseguindo arrastar Teddy com ela irritando a maioria dos seus acionistas e administradores), assistindo peças famosas, lendo livros interessantes, aproveitando a tecnologia trouxa que não queimava ao seu redor (Sua principal razão para estudar a criação de tecnologia era utilizar runas para adaptar magia e tecnologia para ser acessível no mundo mágico. No final foi muito fácil. Tudo que ela tinha que fazer era criar matrizes que absorviam a magia ao redor do aparelho e convertia em eletricidade, então regulava a saída de energia nos aparelhos e viola! Tecnologia Mágica! [Jasmine amava runas]), fazendo tudo que ela poderia desejar até sua morte aos 49 anos. Jasmine não morreu de um acidente, ou em uma batalha feroz, ou praticando esportes radicais, ou qualquer coisa emocionante. Ela tinha morrido porque seu corpo e magia tinham sido muito lentamente voltando conta si mesmo desde que a Horcrux de Voldemort em sua alma tinha sido exterminada. Seu corpo, alma e magia tinha se acostumado com a Horcrux em seus anos de crescimento, e tê-lo tão brutamente arrancada tinha colocado uma rachadura numa parte fundamental dela. A única razão para ela viver tão tempo tinha sido o fato que sua pratica de magia tinha sido mínima em suas últimas décadas. Se ela tivesse continuado no mundo mágico usando diariamente sua varinha fazendo feitiços e caçando bruxos das trevas ela teria morrido antes dos 30 de acordo com o curador a diagnosticou. Jasmine tinha passado seus últimos 13 anos tomando ervas, chás e poções que tinham ajudado a esticar sua vida por mais tempo e pelo tempo que ela passou a empresa para Teddy ela parou completamente de usar magia, mantendo seu contado puramente na teoria e só tinha dito a Teddy de sua doença dois anos antes de sua morte quando ele se tornou desconfiado de mais para continuar escondendo.

Teddy tinha sido devastado, mas ele teve dois anos para acostumar-se com a idéia e Jasmine tinha lentamente se retirado mais e mais de sua vida com a desculpa de viajar pelo mundo e curtir a vida.

Jasmine tinha tido quase quatorze anos para se acostumar à idéia de que ela iria morrer e tinha levado dois anos de aconselhamento (Escondido de Teddy e fingindo ser um paciente com câncer terminal) e mais um ano vivendo em um templo cheio de monges na China para finalmente aceitar seu destino e viver o ultimo dos seus anos ao máximo.

Em seus últimos meses ela tinha vivido seus últimos seis meses com Teddy e sua família que consistia em sua esposa, Margaret Joanna Carter e seus filhos, Eliot Remus Carter, que tinha três anos e a filha recém nascida, Hayley Jasmine Carter.

#4

Naomi não era Hayley Potter ou Jasmine Carter.

Por um longo tempo ela não poderia realmente responder quem ela era, com as memórias da feiticeira morta influenciando-a desde seu nascimento, encontrar uma identidade separada tinha sido difícil.

As memórias de Jasmine tinham envelhecido e amadurecido Naomi além de seus anos desde cedo, dando-lhe uma sabedoria que a maioria das crianças não adquiria por muitos anos.

Naomi tinha levado mais de sete anos fazendo escolhas, aprendendo e conhecendo coisas sobre seu novo mundo antes de poder dizer sem vacilar que ela era Haruno Naomi, filha de Haruno Mebuki e Kizashi, irmã gêmea de Haruno Sakura, nascida em Konohagakure no Sato no país do fogo e que ela queria ser um ninja ao invés de ser Jasmine Carter que costumava ser Hayley Potter, filha de James e Lilian Potter, sem irmãos, nascida em Godric's Hollow na Inglaterra e que ela tinha sido uma feiticeira, um soldado, um auror, uma dançarina, uma mãe e uma mulher de negócios antes de morrer e renascer.

Naomi tinha escolhido deixar as memórias de Jasmine ser apenas isso. Memórias. Uma fonte de conhecimento que só ela tinha acesso. Como um livro ou um filme ao invés de suas próprias experiências e emoções.

Não tinha sido fácil e provavelmente nunca seria. Naomi sempre seria influenciada por Jasmine, mas pelo menos dessa forma ela poderia viver como uma pessoa de verdade e não como a extensão de uma pessoa morta. Jasmine tinha vivido sua vida plenamente, mesmo com as dificuldades através dela. Agora era a vez de Naomi viver.

Claro uma vez que esse dilema foi resolvido Naomi tinha finalmente começado a focar em sua vida e o que fazer com ela.

Naomi não tinha magia. Mas ela tinha chakra, que era próximo o suficiente para que ela poderia adaptar um monte do conhecimento de Jasmine como Naomi e aumentar suas chances como Ninja. O mundo de Jasmine tinha um enorme potencial, milhares de pequenas e grandes coisas que deixava Naomi formigando em desejo e aspiração, tanto o lado mágico quanto o trouxa.

Especialmente a tecnologia. E coisas mais Americanas e Européias que o mundo Shinobi, temático oriental nunca tinha descoberto ou criado, e o que tinha sido era puramente prático como portas com fechadura ao invés de portas shoji e camas ocidentais.

Havia tecnologia no mundo ninja é claro. Mas era como dar um passo de volta na infância de Hayley com toda a tecnologia do ano 2000 (Só que sem a dial-up. Ou qualquer forma de internet). Havia rádios, geladeiras, torradeira, baterias, telefones e fogões e várias outras coisas menores ou práticas que eram as tecnologias mais comuns do que ela poderia perceber. Havia câmeras fotográficas e câmeras de vigilância do tipo instantâneo como a que Colin Crevey usou em Hogwarts, e Televisões daquelas antigas maiores ao invés das finas e inteligentes que Jasmine tinha se acostumado. Não havia canais de TV, apenas fitas cassete e transmissões oficiais como mensagens do Damiyo ou Hokage, algo que também era transmitido pelo rádio. Aparentemente eles utilizavam formas rudimentares de energia como simples baterias de eletricidade produzidas em grande escala que possuíam um limite de carga baixo e amplo consumo, portanto a maioria da energia disponível para o público era direcionada para coisas como lâmpadas e eletrodomésticos e todo o resto era devido para departamentos da aldeia como a Divisão de Inteligência e o Hospital. Transmissões de longa distância ou com longas durações custavam energias demais para ser algo comum, portanto era uma utilização rara.

Aldeias pequenas, especialmente não shinobi raramente tinha acesso tecnologia diferente do básico, eram principalmente aldeias rurais cheias de camponeses, pescadores e comerciantes. Embora algumas mais famosas como a terra do chá, a Terra da Neve (Atualmente a mais avançada tecnologicamente do mundo shinobi, tendo carros e trens, e a maioria das invenções de tecnologia vindo do seu país). Computadores eram o básico do mais básico e não eram muito confiáveis porque ninjas eram paranóicos e preferiam guardar sua informação sob selos e habilidades ninjas confiáveis ao invés de um aparelho duvidoso. O que considerando o fato que Naomi poderia facilmente cortar em qualquer tecnologia atualmente em Konoha no nível atual, era uma paranóia justificada, mesmo que ela só poderia por causa das memórias de Jasmine. Qualquer outra pessoa teria um tempo difícil tentando haquear essa tecnologia puramente por falta de conhecimento.

Havia câmeras de vídeo profissionais para gravação de filmes que eram bem caras retroprojetores, bem como leitores de VHS, Telefones fixos cujo alcance era principalmente dentro da vila e com uma linha direta para a capital do fogo que só o Hokage e seus assessores tinham acesso porque como uma transmissão de longa distância era mais caro do que valia a pena. Embora telefones portáteis, nem mesmo os mais antigos ainda não existiam (O que ela com certeza iria corrigir, porque telefones inteligentes eram incríveis).

Os Haruno eram felizmente uma família civil relativamente acima da média na situação econômica, portanto tinha acesso a um monte dessa tecnologia, porque Naomi estava louca para desmontar cada peça de tecnologia desse mundo que ela poderia colocar suas mãos e descobrir tudo que era igual ou diferente do que Jasmine sabia. Os anos de espera para seu corpo conseguir lidar com o peso dos malditos eletrônicos (De que diabos eram feitos? Pedra?) e a bronca e castigo que seus pais tinham lhe dado ao pegá-la no meio de desmontar sua recém comprada TV caríssima tinha totalmente valeu a pena. Os Haruno Sênior foram mais felizes quando ela conseguiu colocá-lo de volta funcionalmente, mas ainda não estavam satisfeitos não tanto, depois disso ela foi mais cuidadosa em suas aventuras proibidas.

Naomi queria recriar um monte de coisas das memórias de Jasmine, mas sem um fundo de investimento, tudo que ela poderia fazer era desmontar e remontar qualquer coisa remotamente tecnológico que ela poderia colocar suas mãos e criar planos.

Apesar do seu entusiasmo ela se lembrava de um monte de filmes de espionagem e guerra tecnológica o suficiente para saber que ela teria que ser cuidadosa com o que criava e assegurar que nada disso caísse em mãos erradas afinal era um mundo Shinobi. Ela definitivamente não queria introduzi-los a guerra e perseguição cibernética. Ou armas de fogo (De qualquer forma. Eles já eram terrivelmente poderosos e destrutivos com o que tinham).

Felizmente, ela poderia patentear qualquer invenção logo no início antes de se tornar conhecido garantindo qualquer tentativa de forçá-la a produzir suas invenções em massa ou dar os projetos para a aldeia infrutíferos, dando-lhe o poder de escolher o que mostrar e o que manter em segredo, enquanto ela pudesse provar poder manter sua propriedade segura. Especialmente quando ela fosse shinobi. Se ela patenteasse qualquer coisa como um segredo do clã, Konoha não teria escolha a não ser deixar ir dada a quantidade de leis para proteger os clãs na aldeia. Sendo um clã Civil não lhe dava tanta proteção, mas era apenas mais uma razão para se tornar um ninja. Naomi sabia que eventualmente ela teria que liberar pelo menos algumas de suas invenções para o bem de Konoha, mas é por isso que ela já tinha começado planos para recriar planos de tecnologia que poderiam auxiliar o hospital e melhorar a vigilância da aldeia para apaziguar as pessoas quando suas (Re) criações se tornarem conhecidas (E iria. Eventualmente. Era uma vila ninja afinal).

O resto da proteção de suas invenções seria mais física. Haveria tentativas de roubo de projetos e amostras. Ela iria depender de suas habilidades ninja, sua esperteza bem como a quantidade de proteção que ela iria colocar em suas coisas, portanto ela teria que se tornar mais forte e adquirir mais conhecimento antes de sequer pensar em revelar qualquer coisa interessante para ninguém.

#5

Ela tinha as ferramentas a sua disposição e ela poderia escolher o seu próprio caminho, algo que Hayley não teve para boa parte de sua vida.

Naomi tinha decidido desde o início que ela não queria ser um civil.

Ela não tinha nada contra eles, mas um civil neste mundo era muito diferente do que no mundo de Jasmine. Aqui se você não era um ninja suas opções de vida eram bastante limitadas.

Civis eram ensinados a ser a base para o contínuo funcionamento do mundo ninja.

Eles se tornavam ferreiros, cozinheiros, comerciantes, lojistas, alfaiates cuidando de todas essas necessidades básicas para que os ninjas não tivessem que se preocupar com isso. Outros poderiam ser músicos, atores, escritores e poetas, principalmente aqueles com conexões nas Cortes Reais.

Entretanto sua liberdade (e segurança dentro e fora de uma vila ninja) era questionável na melhor das hipóteses. Oh, havia uma ilusão de liberdade e segurança perfeitamente trabalhada ao seu redor e para quem não sabia melhor, isso era perfeito, especialmente considerando que os civis eram tratados com muito mais respeito no país do fogo do que nas ouras aldeias (Algo que era bastante espalhado ao redor, se apenas para garantir que os civis acreditassem que não havia nada melhor), mas Naomi tinha visto o tipo de liberdade que o Mundo de Hayley propagava. Não era perfeito e sem falhas, mas havia uma maior liberdade de expressão, uma taxa de violência e morte menos generalizada e acima de tudo, o conhecimento era livre para quem quisesse buscá-lo. Aqui o conhecimento era guardado como um tesouro e Naomi almejava conhecimento. Ela queria aprender a exercer sua mente, seu corpo e seu chakra o melhor que ela poderia alcançar, e a melhor oportunidade que ela tinha era se tornar um ninja. Mesmo se ela não gostava tanto da idéia de ter a morte e violência como um companheiro constante nesse caminho, as opções enquanto melhores eram limitadas.

O conhecimento sobre Chakra e seus usos eram exclusivos para shinobis, a biblioteca tinha limites por posto Civil, Estudante da Academia, Genin, Chunin e Jounin. Mesmo que ela tinha certeza que havia um monte mais protegido pelos clãs e o Hokage ainda era conhecimento que ela queria alcançar. E se ela começasse a usar chakra como um civil isso iria chamar atenção indesejada para si mesma, então ela seria ou forçada a ser um ninja de qualquer forma, ou taxada como uma ameaça e levada para interrogatório.

Ela não queria um Yamanaka perto de sua mente. Nunca. As memórias de Hayley não eram algo que ela queria compartilhar com o público geral, conhecimento era poder, e poder era perigoso e tentador, especialmente num mundo de assassinos, mercenários e espiões. Razão pela qual ela estava tentando recriar as barreiras mentais de Oclumência, que Snape tinha tentado ensinar Hayley. Era um processo lento, mas depois de quase sete anos trabalhando nisso era se considerava hábil o suficiente para proteger sua mente se necessário.

Trabalhar em sua Oclumência teve benefícios inesperados.

Oclumência tinha uma grande base em meditação, autocontrole e autoconhecimento. Hayley tinha tido um tempo duro tentando aprender a dominar essa arte, o fato que ela tinha sido uma Horcrux danificando sua mente e alma por mais anos tinha sido um grande fator na sua dificuldade de aprender tanto antes como depois da remoção da Horcrux.

As aulas de Snape não tinham ajudado em nada. Na verdade tudo que Snape tinha feito era rasgar a resistência natural construída por sua magia durante seus anos de infância como um método de sobrevivência inconsciente da sua parte que impedia a Horcrux de ter mais influência sobre sua mente. As repetidas invasões brutais de Snape rasgou qualquer proteção que tinha sido desenvolvida ao longo dos anos e deixado sua mente aberta para Voldemort invadir.

Décadas depois o máximo que Hayley poderia fazer era construir uma fina camada de proteção com sua magia através de um monte de meditação. Qualquer forma avançada de Oclumência tinha estado fora do seu alcance pela remoção Horcrux e as invasões violentas de Snape e Voldemort.

Naomi não tinha o mesmo problema. Sua mente não a mácula de uma Horcrux ou sido violada sem delicadeza por leitores de mentes como Hayley tinha, infelizmente, ela também não tinha a magia que um enorme fator de eficácia da Oclumência devido à sensibilidade da magia para a intenções e emoções do feiticeiro. Razão para que bruxos tinham explosões de magia acidental, algo que não realmente acontecia nesse mundo exceto, talvez com usuários de Kekkei Genkai cujas linhagens eram sensíveis a suas emoções.

Naomi tinha que estar sempre focada para manter as proteções em sua mente, o que não era de nenhuma forma viável.

Ela não podia pagar para essa enorme distração, nem o fato de que manter as paredes Oclumência consumia ativamente seu chakra exaurindo-a muito rápido e impedindo-a de qualquer outra coisa que exigia seu chakra ativamente. Era como um Genin aprender uma técnica A ou S rank, não lhe faria nenhum bem se usar uma vez iria cansá-lo completamente dando o inimigo a chance de matá-lo. Portanto, técnicas que exigiam menos chakra era o caminho a percorrer. Infelizmente, não importa o quanto ela afinava seu controle e diminuía o consumo de chakra, no fim o 40% a 50% do seu chakra estava passivamente sendo utilizado em Oclumência e ela apostaria sua mesada que se alguém tentasse invadir sua mente, ela desmaiaria em segundos.

Ela tinha estado a trabalhar com Oclumência por quase seis anos para chegar a um nível aceitável, embora ainda desgastante. Felizmente todo esse trabalho não veio sem benefícios. Toda a meditação tinha ajudado a aumentar suas reservas e controle de chakra, bem como lentamente desenvolver habilidades sensoriais. Meditando ela estava basicamente sentindo seu chakra ao redor de seu corpo como Hayley tinha feito com sua magia, não era tão difícil inverter essa habilidade para sentir o chakra dos outros, embora ainda era desgastante se ela tentasse sentir muito longe, e exigia baixar sua Oclumência.

Estar constantemente dividindo seu chakra e atenção entre seu treinamento de Oclumência e tudo o resto, tinha também aumentado seu controle de chakra e a sua capacidade de multitarefa.

O dreno constante de chakra tinha tido o efeito de forçar seu corpo ainda em desenvolvimento a produzir mais chakra para compensar o que estava sendo usado e pouco a pouco suas reservas de chakra tinham aumentado de forma constante nos últimos anos.

Seu objetivo era treinar até que ela pudesse manter suas paredes mentais sem um segundo pensamento, tornar-se tão acostumada a isso que proteger-se era um reflexo ao invés de um esforço consciente e poder lutar ativamente sem parecer ter uma resistência e reserva de chakra patética.

Um benefício imprevisto da Oclumência que ela tinha descoberto no ultimo semestre do se segundo ano na academia quando eles finalmente começavam a fazer mais do que exercícios de controle de chakra rudimentar e exercícios físicos, é que ao treinar tanto sua própria mente, Naomi tinha feito a si mesma sensível e resistente a intromissões mentais (O que era todo o objetivo de aprender Oclumência) e Genjutsu era tecnicamente uma invasão mental. Não importa se a ilusão era visual ou não cada Genjutsu afetava o cérebro, a única diferença é que para afetar diferentes sentidos diferentes áreas do cérebro eram atingidas. Ao criar uma fortaleza de proteção ao redor de sua mente, Naomi tinha essencialmente feito a si mesma sensível e relativamente imune à Genjutsu.

Ela poderia senti-los lançados ou mesmo sentir seus efeitos, mas era o mesmo que leitura da mente, se ela fechasse sua mente completamente contra invasões tudo que ela iria sentir era a ilusão tentando (e falhando) em ganhar efeito, dava-lhe a capacidade de sentir e escapar da Genjutsu mais rápido que qualquer um em sua classe, algo que impressionou todos os seus professores. E graças ao seu controle de chakra perfeito, mente afiada e imaginação fértil Naomi também tinha uma enorme afinidade para Genjutsu.

Entretanto enquanto ela estava progredindo bem em manipulação de chakra, suas habilidades físicas não tanto.

Naomi tinha memorizado cada kata ensinado na academia e praticado diligentemente até se tornar reflexivo, mas só havia tanto que ela poderia praticar o básico antes que ela ficasse presa sem mais nada para aprender. As memórias de Hayley não eram úteis nessa área, porque a mulher morta tinha trabalhado principalmente com magia ao invés de artes marciais, e o máximo que ela tinha feito era corrida e treinamento de esquiva com um mínimo de combate corporal envolvido, mesmo durante seu tempo em kamar-taj onde artes marciais faziam parte do currículo.

Naomi não tinha realmente muito para ajudar a treinar-se em esquivar de armas já que ela não tinha todos esses feitiços (mesmo que ela estava fazendo muito mais progressos em feitiçaria do que magia, e sim, ambos eram coisas diferentes. Magia era o que ela aprendeu em Hogwarts, já feitiçaria era o que ela tinha aprendido com a anciã, e para seu prazer, envolvia chakra, portanto dentro de seu alcance atual) e Naomi não tinha parceiros de treinos úteis para lançar coisas em sua direção.

Isso a deixou com o problema de Taijutsu que era algo que ela não poderia apenas improvisar sem o medo de danificar seu progresso ao treinar-se errado, por isso ela resolveu apenas continuar a praticar os Katas (De Taijutsu e Bukijutsu) todas as manhãs e focar em melhorar sua resistência e velocidade fazendo corridas ao redor da aldeia, enquanto ela não podia pensar em uma solução para esse obstáculo.

#6

Fuuinjutsu.

Naomi tinha imediatamente sido interessada quando o tema de selos foi mencionado na academia. Não foi nada aprofundado. Uma mera rápida explicação que não durou dois minutos, mas tinha pego sua atenção pela enorme semelhança com Runas e ela tinha ido imediatamente para a biblioteca pesquisar o assunto assim que as aulas do dia tinham acabado.

E só assim Naomi tinha encontrado mais uma de suas maiores vocações.

Runas eram a base de magia. Portanto teoricamente Naomi não podia usá-las porque enquanto chakra era energias Yin e Yang sendo misturadas para a utilização do ser humano, Magia era ambos unidos a força de vida e vontade do feiticeiro. Tudo e todos no mundo shinobi possuía chakra, independente se eles poderiam usá-lo ou não. Com um pouco de treino eles poderiam se tornar bastante hábeis no uso de chakra. Magia era algo que apenas alguns seletos poucos tinham. Era algo que aparecia desde o nascimento, e devido a estar ligado a mente do usuário era praticamente sensciente. Chakra, só se desenvolvia através do uso e só se tornava um reflexo através do treino, chakra tinha o máximo de sensciencia como o resto dos membros do seu usuário. Era um órgão vital que passivamente melhorava a saúde da pessoa comum, mas qualquer coisa além disso precisava de trabalho.

Runas dependiam muito da senciencia e intenção do usuário, seria necessário chakra sensiente como o de um biju para poder utilizar runas, e Naomi não tinha exatamente acesso a esse tipo de chakra, portanto, por anos ela tinha enfrentado um obstáculo aparentemente imóvel nessa área, mas descobrir fuuinjutsu foi como ganhar na loteria. Claro ela só tinha acesso a sessão civil e a sessão de estudante da academia da biblioteca, ambas que só continha história e uma introdução à fuuinjutsu básico para iniciantes.

Mas a história ensinava mais do que eles percebiam e o básico era muitas vezes o mais importante.

Através de Uma Introdução à Fuuinjutsu Vol. 1 e 2 por Senju Mito, Fuuinjutsu para iniciantes por Senju Tobirama, Fuuinjutsu Básico por Sarutobi Hiruzen, Uma lição de Fuuinjutsu para idiotas por Uzumaki Kushina, Guia para se tornar um Mestre de Fuuinjutsu Vol. 1 por Jiraiya o Galante e Teoria básica de Selos Vol. 1 por Namikaze Minato, a História do Fuuinjutsu por Senju Mito, Grande Mestres de Selos Da História por Namikaze Minato e uma série de contos de fadas infantis que mencionam as possibilidades de selos acessíveis na biblioteca disponível a estudantes da academia e civis tinha sido o suficiente para Naomi ganhar conhecimento que a maioria das pessoas não perceberia. (Claro ela tinha a vantagem injusta de décadas de conhecimento de Jasmine, e um mestrado em runas para ajudá-la, mas ela não estava reclamando).

Fuuinjutsu era a utilização da linguagem (principalmente Kanji, com uma menor quantidade de Hiragana e Katakana), símbolos (YinYang para o chakra espiritual e físico, A espiral Uzumaki para regular e equilibrar o chakra no selo, Ou uma representação de um elemento [Era diferente para cada mestre de selos como pode-se utilizar o tensen ou uchiwa para o vento, assim como uma ave. E um peixe e uma nuvem, uma fogueira ou uma simples chama para o fogo, uma cobra ou uma planta para a terra, tudo dependia da imaginação do usuário, combinações diferentes tinham diferentes resultados e potencia) cálculos matemáticos, chakra e a imaginação do utilizador. A união de todos esses fatores sob uma caligrafia perfeita na tinta e papel poderia criar praticamente tudo que um mestre de selos poderia pensar. Selos de paralisia, selos de barreira, selos de contenção física, selos de contenção de chakra, selos explosivos, selos de armazenamento, selos de teletransporte (Hiraishin sendo o mais famoso exemplo) ou selar seres senscientes como os nove Biju, tornando-se um jinchuuriki como Mito-Sama tinha feito.

A mitologia e a crença tinha muito mais influência sobre Runas do que sobre Selos dada a natureza não religiosa dos shinobi e praticidade.

Runas era de certa forma mais simples que Fuuinjutsu. Enquanto uma mão firme e boa caligrafia era necessário, a sensciencia da magia, imaginação, intenção e conhecimento do usuário era o que mais contava quando se trata de runas. Utilizava-se principalmente as linguagens do Elder Futhark (Runas Nórdicas) e Hieróglifos Egípcios em runas, usando simbologia, junto à magia e intenção para criar efeitos. Por exemplo, a runa Thurisaz, representa o choque, o encontro entre duas forças e a energia, ou seja, conflitos e as complexidades de natureza agressiva, força reativa e força bruta. Runa muito utilizada tanto para criar como para romper barreiras, bem como causar destruição e proteção contra má intenção, muito usada em alas de proteção mais ativas. Por ser a runa de Thor, seus elementos associados são vento e raios, e magias de fertilidade. Quando combinada com Safira e ametista, as pedras que a representava se tornava mais potente, as vezes, dependendo do que se estava trabalhando influências como a numerologia (Nesse caso o 5) ou astronomia (Marte, Urano e Júpiter) influenciavam o poder ou o efeito na utilização da runa.

Para formar matrizes de runas, precisava-se primeiro saber o efeito desejado, em seguida compilar cada runa que se encaixava nos parâmetros, eliminar ou equilibrar runas conflituosas, calcular coisas como quantidade de magia necessária e potência (algo auxiliado por pedras de afinidade, utilização de aritmancia e astronomia) e a elaboração de uma seqüência padrão garantindo que runas que se chocam como runas de elementos como água e fogo, para serem adequadamente separadas por runas neutras ou equilibradas e por fim a infusão de magia na matriz para criar o efeito.

Para formar matrizes de selos, também era necessário saber desde o início o efeito desejado, a compilação de símbolos e linguagem era muito maior que em runas e as opções mais amplas. Kanji era a principal e mais comum forma de utilizar selos, desde que símbolos exigiam mais precisão, tempo e habilidade para desenhar, e era mais fácil desenhar Kanji para obter a mesma reação que um desenho, embora símbolos eram necessários quando o Kanji não era preciso o suficiente. Kanji não eram conflituosos entre si como runas naturalmente eram. O que era conflituoso era o chakra e suas funções dentro do selo. O melhor exemplo sendo chakra Elemental, mas também coisas como posicionamento prático dos Kanji, por exemplo seria contra producente colocar um kanji de barreira próximo ao kanji de fluxo, porque um iria interferir pelo outro, nesse caso o Kanji de fluxo deveria estar próximo da parte que deveria fluir, e a parte de barreira onde deveria haver uma barreira, ambos em lugares onde não poderiam diminuir a eficácia do selo por utilizarem energia extra em seu conflito. A quantidade de chakra era naturalmente calculada por vários fatores. O tamanho, a função e o diâmetro de efeito, uma vez que essas três coisas eram conhecidas a quantidade de chakra era facilmente calculada, embora raramente poderia ser alterada sem alterar o selo em si. Haviam certos materiais que interagiam de diferentes formas com selos. Por exemplo, selos de longa duração como selos de armazenamento ou selos Jinchuuriki eram mais apropriados a serem utilizados com material feito de chakra, como papel não processado especificamente para se tornar neutro de chakra que poderia interferir com selos, metais altamente sensíveis e condutor de chakra, ou mesmo um ser vivo com uma rede de chakra (principalmente shinobi, colocar selos em civis que não utilizavam chakra era complexo e perigoso porque eles não produziam chakra o suficiente para alimentar selos passivamente como shinobi faria, e isso poderia matá-los muito rapidamente), tintas especialmente preparadas para poder como a adição de sangue ou ervas que poderiam melhorar ou complementar as funções do selo, materiais mais naturais como madeira e pedras ou o solo eram bastante mais receptivos a esse tipo de selos duráveis. Para selos mais temporários como selos explosivos era melhor a utilização de materiais neutros como metal não condutor de chakra ou papel processado fora de seu chakra natural, e tintas mais comuns apenas infundidas de Chakra na hora da ativação, porque o chakra presente nos materiais onde o selo seria gravado interagia com natureza menos estável e cronometrada desses selos e geralmente causavam explosões fora de hora ou falhavam completamente quando não deveria.

Havia é claro, mestres que poderiam utilizar selos apenas com seu chakra e conhecimento, mas isso levava anos e anos de estudo, um controle perfeito de chakra, um extenso conhecimento e experiência de selos o suficiente para estar confiante em suas habilidades, afinal as chances de explodir um membro era maior ao usar selos com apenas o chakra para guiar e moldar sem o auxílio de tinta e papel bem como sua visão.

Selos eram as runas do mundo shinobi. Ambos semelhantes, mas fundamentalmente diferentes. Havia coisas que runas poderiam fazer que selos não poderiam, assim como haviam coisas que selos poderiam fazer que selos não poderiam, mas os dois juntos? Naomi tinha estado muito perto de um embaraçoso Nerdgasm com todas as possibilidades correndo por sua mente.

Notas no arquivo dessa história:

"Hayley tem 21 ao sair do mundo mágico.

49 anos ao morrer.

Hayley tem 25 e Teddy tem 8 ao formar a Carter Corps.

Teddy nasce quando ela tem 16/17

Teddy tem quatro anos quando eles saem da Inglaterra.

Hayley tem 38 quando Teddy tem 21 ao herdar a Carter Corps.

Teddy tem 32 quando Hayley morre.

Hayley tem 11 anos entre entregar a empresa a Teddy e morrer.

28 anos na América. 4 anos como Auror. 7 anos em hogwarts. 10 anos com os Dursley. 1 ano com os Potter.

Teddy e Hayley tem 17 anos de diferença de idade."