Parte III
O bruxo vagava pelas desconhecidas ruas de Bruxelas escondendo-se de tudo que pudesse ser uma ameaça, policia, gente de branco caminhando muito junto etc... encontrando abrigo em um beco aparentemente desabitado, aparentemente, pois trouxas desprovidos de sorte ali habitavam, porém Severo teve muita sorte, não eram mais sem tetos, eram apenas boas pessoas com uma sorte diminuta ou uma ingenuidade elevada.
Perguntas como "qual o seu nome?", "de onde você é?" e mais algumas do gênero eram feitas mas Severo não sabia responde-las, apenas contou a um dos desabrigados que fugira dos hospital porque sentia que estavam o trancando sem ele Ter nada, na verdade ele estava mais do que bem, apenas desmemoriado.
- Sabe meu jovem, se eu estivesse em um lugar onde me dão casa e comida, eu nunca fugiria.- dizia um sr muito mal vestido porém muito simpático e que não permitiu que o grupo entregasse o estranho a policia.
- Mas sabe sr, eu sentia que aquela gente sabe quem eu sou, apenas pareciam Ter medo de falar, principalmente a enfermeira Milena ela fazia de tudo para que eu me lembrasse sozinho, mas ela sabe quem eu sou isso eu posso escrever.
- Entendo, existe muita maldade nesse mundo, as vezes eu penso que as pessoas não são mais pessoas. Não existe mais aquele sentimento de fraternidade que as pessoas costumavam Ter.
Por algum motivo desconhecido de Severo ele se sentia bem falando com o estranho senhor de cabelos e barba brancas e compridas e com olhos azuis que mostravam a sabedoria de anos, era como se falasse com um velho amigo.
- Você disse que essas roupas são suas?
- Sim, foi o que a tal enfermeira disse.
- Então você deve Ter dinheiro meu jovem afinal parecem ser caras e de boa qualidade. Posso tocar?
- Claro, Severo retirou o casaco e entregou para o velho.
- É muito bem feita, corte reto simples, mas de um ótimo tecido e com um caimento perfeito, sabe rapaz, eu não vivi minha vida toda na rua, eu tinha uma alfaiataria muito conhecida daqui de Bruxelas meu irmão e eu éramos sócios, porém minha cunhada o convenceu a me dar um golpe me endividando na praça e quando eu vi estava aqui, sem casa, sem sociedade, sem nada a não ser minhas velhas roupas no corpo, mas você verá eu ainda vou Ter meu negocio para tocar nem que seja no meu último dia de vida, meu irmão enriqueceu e volta e meia o vejo passar por aqui e ele nem me olha com uma mercedes preta passa olha para mim com nojo, quando olha, e é isso que eu não gosto, somos do mesmo sangue, eu o ajudei e agora ele me despreza. Agora você comeu?
- Não, eu esqueci do jantar.- falou tentando não tocar naquela ferida que o velho carregava no peito, pegou o casaco e o colocou também pegou um "prato" de sopa e comeu com o velho senhor.
- Aqui cada um faz uma coisa para ajudar o grupo a sobreviver, se você quiser ficar terá que trabalhar também.
- Claro sr, mas eu tenho urgência de ir a Inglaterra, tenho uma lembrança de uma moça, que eu amo muito e preciso procura-la.
- Ei, ei calma não é bem assim, você não vai chegar lá e simplesmente encontra-la, se você não lembra onde ela mora vai precisar de dinheiro para Ter até encontra-la. Olha, você sabe escrever, pelo jeito até cursado é. Então, nesses guetos, tem muita gente que não sabe nem escrever, eu por exemplo ganho alguns trocados escrevendo e lendo cartas ou o jornal para os outros, você pode fazer o mesmo, uma parte você junta e a outra você usa para comprar algo para incrementar isso- falou o velho erguendo a cumbuca que servia de prato.
- Certo, não tenho muita opção mesmo, vou aceitar a sua dica, mas isso vai lhe tirar a freguesia não é justo?
- Bruxelas é enorme, você fica em uma parte e eu em outra.
E assim foi, no outro dia as 5 e 30 da manhã Severo e o velho estavam se dirigindo para a região mais pobre da cidade, carregando cada um caderno, envelopes e uma caneta.
Hermione estava finalmente em um trem para Bruxelas, passara a noite fugindo de gente de Dumbledore que a procurava, entendia que o velho se preocupasse com ela, que a quisesse segura mas tinha que ir trás de seu amor fosse onde fosse. Chegou na cidade e começou sua 'via crusis' indo a todos os hospitais da cidade, só faltando um publico que estava perto dos guetos da cidade.
Chegando lá a moça ainda uma certa esperança entrou parou na frente da recepcionista e disse:
- Moça, meu nome é Hermione Snape e eu procuro por um homem de mais ou menos um metro e oitenta cabelos, branco, negros e lisos até os ombros e olhos negros que está sofrendo de amnésia. Por acaso ele veio para cá?
- Deixe me ver- ela olhou no computador dizendo- não aqui não consta nada sobre alguém com amnésia.
Mione ficou arrasada pois toda a sua esperança estava morta, havia visitado todos os hospitais da cidade e nada. Mas ao sair ganhou uma brisa de esperança, um segurança a parou quando virou a esquina.
- Ei moça, eu sei de quem você está falando.
- O que? Quem é você?
- Olha, eu sou segurança desse hospital e a sua descrição bate com a de um homem que fugiu ontem.
- Fugiu, sim e o mais gozado é que ele disse que estava indo buscar algo para a esposa, Hermione Snape.
- Severo, era ele, mas para onde foi? Ele estava aparentemente bem? Para onde será que ele foi?
- Calma, ele estava tão bem que eu deixei ele sair sem desconfiar. Mas acredito que ele não posso estar muito longe, essa cidade é cheia de ruelas se cortando, é bem fácil se esconder.
- Obrigada sr, mas nem sei como te pagar.
- Não precisa me dar nada, eu sinto que to fazendo a coisa certa.
Oi gente, um capitulo curto, nem eu sei por que, mas eu curti esse capitulo e principalmente as idéias que ele me deu.
Beijinhos
Susana Snape!
O bruxo vagava pelas desconhecidas ruas de Bruxelas escondendo-se de tudo que pudesse ser uma ameaça, policia, gente de branco caminhando muito junto etc... encontrando abrigo em um beco aparentemente desabitado, aparentemente, pois trouxas desprovidos de sorte ali habitavam, porém Severo teve muita sorte, não eram mais sem tetos, eram apenas boas pessoas com uma sorte diminuta ou uma ingenuidade elevada.
Perguntas como "qual o seu nome?", "de onde você é?" e mais algumas do gênero eram feitas mas Severo não sabia responde-las, apenas contou a um dos desabrigados que fugira dos hospital porque sentia que estavam o trancando sem ele Ter nada, na verdade ele estava mais do que bem, apenas desmemoriado.
- Sabe meu jovem, se eu estivesse em um lugar onde me dão casa e comida, eu nunca fugiria.- dizia um sr muito mal vestido porém muito simpático e que não permitiu que o grupo entregasse o estranho a policia.
- Mas sabe sr, eu sentia que aquela gente sabe quem eu sou, apenas pareciam Ter medo de falar, principalmente a enfermeira Milena ela fazia de tudo para que eu me lembrasse sozinho, mas ela sabe quem eu sou isso eu posso escrever.
- Entendo, existe muita maldade nesse mundo, as vezes eu penso que as pessoas não são mais pessoas. Não existe mais aquele sentimento de fraternidade que as pessoas costumavam Ter.
Por algum motivo desconhecido de Severo ele se sentia bem falando com o estranho senhor de cabelos e barba brancas e compridas e com olhos azuis que mostravam a sabedoria de anos, era como se falasse com um velho amigo.
- Você disse que essas roupas são suas?
- Sim, foi o que a tal enfermeira disse.
- Então você deve Ter dinheiro meu jovem afinal parecem ser caras e de boa qualidade. Posso tocar?
- Claro, Severo retirou o casaco e entregou para o velho.
- É muito bem feita, corte reto simples, mas de um ótimo tecido e com um caimento perfeito, sabe rapaz, eu não vivi minha vida toda na rua, eu tinha uma alfaiataria muito conhecida daqui de Bruxelas meu irmão e eu éramos sócios, porém minha cunhada o convenceu a me dar um golpe me endividando na praça e quando eu vi estava aqui, sem casa, sem sociedade, sem nada a não ser minhas velhas roupas no corpo, mas você verá eu ainda vou Ter meu negocio para tocar nem que seja no meu último dia de vida, meu irmão enriqueceu e volta e meia o vejo passar por aqui e ele nem me olha com uma mercedes preta passa olha para mim com nojo, quando olha, e é isso que eu não gosto, somos do mesmo sangue, eu o ajudei e agora ele me despreza. Agora você comeu?
- Não, eu esqueci do jantar.- falou tentando não tocar naquela ferida que o velho carregava no peito, pegou o casaco e o colocou também pegou um "prato" de sopa e comeu com o velho senhor.
- Aqui cada um faz uma coisa para ajudar o grupo a sobreviver, se você quiser ficar terá que trabalhar também.
- Claro sr, mas eu tenho urgência de ir a Inglaterra, tenho uma lembrança de uma moça, que eu amo muito e preciso procura-la.
- Ei, ei calma não é bem assim, você não vai chegar lá e simplesmente encontra-la, se você não lembra onde ela mora vai precisar de dinheiro para Ter até encontra-la. Olha, você sabe escrever, pelo jeito até cursado é. Então, nesses guetos, tem muita gente que não sabe nem escrever, eu por exemplo ganho alguns trocados escrevendo e lendo cartas ou o jornal para os outros, você pode fazer o mesmo, uma parte você junta e a outra você usa para comprar algo para incrementar isso- falou o velho erguendo a cumbuca que servia de prato.
- Certo, não tenho muita opção mesmo, vou aceitar a sua dica, mas isso vai lhe tirar a freguesia não é justo?
- Bruxelas é enorme, você fica em uma parte e eu em outra.
E assim foi, no outro dia as 5 e 30 da manhã Severo e o velho estavam se dirigindo para a região mais pobre da cidade, carregando cada um caderno, envelopes e uma caneta.
Hermione estava finalmente em um trem para Bruxelas, passara a noite fugindo de gente de Dumbledore que a procurava, entendia que o velho se preocupasse com ela, que a quisesse segura mas tinha que ir trás de seu amor fosse onde fosse. Chegou na cidade e começou sua 'via crusis' indo a todos os hospitais da cidade, só faltando um publico que estava perto dos guetos da cidade.
Chegando lá a moça ainda uma certa esperança entrou parou na frente da recepcionista e disse:
- Moça, meu nome é Hermione Snape e eu procuro por um homem de mais ou menos um metro e oitenta cabelos, branco, negros e lisos até os ombros e olhos negros que está sofrendo de amnésia. Por acaso ele veio para cá?
- Deixe me ver- ela olhou no computador dizendo- não aqui não consta nada sobre alguém com amnésia.
Mione ficou arrasada pois toda a sua esperança estava morta, havia visitado todos os hospitais da cidade e nada. Mas ao sair ganhou uma brisa de esperança, um segurança a parou quando virou a esquina.
- Ei moça, eu sei de quem você está falando.
- O que? Quem é você?
- Olha, eu sou segurança desse hospital e a sua descrição bate com a de um homem que fugiu ontem.
- Fugiu, sim e o mais gozado é que ele disse que estava indo buscar algo para a esposa, Hermione Snape.
- Severo, era ele, mas para onde foi? Ele estava aparentemente bem? Para onde será que ele foi?
- Calma, ele estava tão bem que eu deixei ele sair sem desconfiar. Mas acredito que ele não posso estar muito longe, essa cidade é cheia de ruelas se cortando, é bem fácil se esconder.
- Obrigada sr, mas nem sei como te pagar.
- Não precisa me dar nada, eu sinto que to fazendo a coisa certa.
Oi gente, um capitulo curto, nem eu sei por que, mas eu curti esse capitulo e principalmente as idéias que ele me deu.
Beijinhos
Susana Snape!
