Observação: Inu Yasha não me pertence, muito menos as personagens de Sesshoumaru e Rin, eles pertencem a Takahashi Rumiko. Mas o que é que custa imaginar.
Essa historia não foi feita em busca de fins lucrativos e sim para divertimento de uma fã maluca, no caso eu.
Nota da autora:
"..." pensamento das personagens.
-...- fala das personagens
- AAAAAAAAA- personagem berrando
(caso seja necessário eu interrompendo)
O passado e o presente
3º capitulo – Um pedido de noivado e outro recusado?
--------------------------------No capitulo anterior---------------------------------
Rin recostou a cabeça entre o ombro e o pescoço dele, colocou as mãos no tórax dele. E sentiu o cheiro que tanto a imprecionava.
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De repente sentiu-se fraca mais foi envolvida mais fortemente pelo abraço de seu amado Sesshoumaru.
- Torno a repetir, - Começou novamente Sesshoumaru com tranqüilidade e amorosidade na voz. – Você não esta sonhando, abra os olhos.
- Antes de acordar, - Repetiu Rin com um sorriso. – Preciso dizer o que tem no meu coração. Eu te amo. – Falou segura de suas palavras. – E se eu estiver mesmo acordada, por favor, não me despreze, sei que é um sentimento humano e que meu lorde não o acha bom o suficiente, mas... – Ela nunca terminaria a frase, pois ao abrir os olhos castanhos enquanto falava deparou-se com a figura de Sesshoumaru sorrindo para ela. "Ele nunca sorri! Não pode ser verdade..." – Só pode ser alucinação... – Falou sussurrando pensando alto demais. – Estou ficando louca por estar a prender esse sentimento dentro de mim por tanto tempo! – Ela falou assustada, mas sem se afastar. Sesshoumaru sorriu ainda mais com a reação de Rin.
- Não, você não esta louca. – Afirmou ele encarando-a, sentiu-a estremecer. – Vou te colocar na cama, ainda esta em estado de choque e fraca demais com o ocorrido. – Ele levantou-a nos braços e caminhou até a cama colocou-a com cuidado recostada nos travesseiros de encontro a cabeceira.
- O que significou aquele... – Ela deixou as palavras saírem de sua boca sem conter-se. – beijo? – Corou fortemente com o olhar dele, porém não desvio-se.
- Significa que fico satisfeito com cada pretendente que você nega. – Afirmou serio, mas logo mostrando um meio sorriso.
- O que vai acontecer agora? – Falou com segurança ao tocar a mão de Sesshoumaru uma Rin muito corada.
- O que você quiser. – Respondeu um Sesshoumaru feliz. Ele segurou o rosto dela com a mão direita e aproximou-se ficando a uma distancia curtíssima. Instintivamente Rin fechou os olhos, porém ele continuou a falar. – Eu estava tão distraído com meus próprios sentimentos, que quase te perco. Fiquei cego com meu orgulho e não percebia que você correspondia a tudo o que sinto por você. – Rin o observou, nem sequer um rubor subiu ao rosto de Sesshoumaru com o seu olhar, as suas feições não se alteraram, contudo ela sabia que era difícil para ele dizer tudo aquilo a ser observado por ela. – Eu não acho tolo o seu sentimento. Tenho uma admiração por sua coragem em senti-lo e não se deixar abalar. – Terminou firme.
- Então eu ... Aceito! – Falou Rin com um largo e tranqüilo sorriso na face angelical. – Quando será? – Ela perguntou se afastando calmamente como se sua frase tivesse sentido.
Sesshoumaru estreitou os olhos perigosamente. Sentindo-se enquadrada naquele olhar Rin ponderou o seu sentimento. Antes que qualquer coisa a assustasse ela entendeu o motivo do desagrado de seu lorde.
- Ssssssssenhor Ssssesssssshoumaru, a Kagura acabou de chegar. – Ouviu-se a voz de Jacken atrás da porta.
E logo em seguida a porta se abriu e Bah passou pelo portal deixando Jacken entra seguindo a ela. Sesshoumaru e Rin olharam os novos seres no quarto. Bah ficou contente em ter Rin de volta ao normal. Sesshoumaru levantou-se andou até a porta aberta sendo acompanhado por Jacken. Ele parou.
- Duas semanas. – Falou ela sem direcionar-se a ninguém, soando a voz fria de sempre.
Rin sorriu, então todos no quarto entenderam que ela deveria ter pedido alguma coisa, só não sabiam o que seria, isso ficaria apenas entre os dois.
"Sesshoumaru... O nome dele me causa arrepios. Antes mesmo do Naraku morre já amava esse youkai. Agora que já sou novamente dona do meu coração e não preciso mais obedecer ordens do Naraku, posso vir sempre que quiser ao encontro dele. Eu o quero, desejo, anseio pelos seus toques, seus beijos, seu corpo... Uma vez consegui fazê-lo me beijar. Descobri uma planta que se desidratada e pisada vira um pó alucinógeno, que engana olfato, audição e visão. Eu fiz o teste em outros youkais e funcionava durante trinta minutos. Sabia que não iria durar tanto com o Sesshoumaru, pois ele é mais forte do que qualquer outro youkai em que testei. Pensei, porém, que fosse durar mais o efeito. Qual não foi a minha decepção ao passar-se apenas o tempo de um beijo... Quem ele viu não sei, mas eu queria ser esse ser... Ele beijava com tudo o que tinha em si. Depois disso nunca mais me tocou... Por fim, estou eu aqui novamente, no seu castelo, não sei o que passou aqui apenas me mandaram esperar por ele no seu escritório. Escuto passos... Deve ser ele."
A porta do escritório abriu e Sesshoumaru pode ver sentada em uma cadeira a frente de sua mesa, a figura de Kagura a olhá-lo. Kagura possuía olhos avermelhados bem abertos, visualizando a figura masculina a sua frente, nunca deixaria de admirá-lo. A figura imponente de Sesshoumaru atravessou o escritório sentou-se atrás da mesa encarando Kagura de frete.
- Bom dia, Sesshoumaru! – Soou a voz de Kagura nas paredes do cômodo.
- Quero que vá embora. – Sesshoumaru falou direto e frio como sempre.
- Hoje você esta de péssimo humor. O que aconteceu por aqui? – Perguntou ignorando a grosseria de Sesshoumaru.
- Não te interessa. Apenas vá embora sem complicações.
- Por quê? – Perguntou Kagura se levantando com sensualidade.
- Não te interessa, já disse. – Falou se levantando também, mas sempre com tranqüilidade e frieza e inabaláveis.
- Não sairei sem antes você me oferecer uma resposta plausível para minha pergunta. – Falou impondo a sensualidade na voz.
- Não vou querer você como pretendente. – Falou andando rumo à porta. – E não questione mais. Vá logo embora, antes que me arrependa de ter te deixado viva no dia em que acabamos com aquele meio youkai desprezível. – Se retirou do escritório sem olhar para trás.
Kagura ficou parada com os olhos fixos no portal pelo qual Sesshoumaru tinha acabado de sair.
"Duas semanas... Foi a resposta dele. Por que demorar tanto? Pelo menos, não me negou. Sei que foi muita ousadia de minha parte pedi-lo em casamento, mas não podia mais ficar calada depois daquela declaração dele. Pensei no começo que ele ira dizer não, mas quando ele me respondeu soube que ele já havia na hipótese de ocorrer aquilo. O Sesshoumaru-sama sempre sabe de tudo, mesmo ele dizendo que não sabe."
"Acho que torturei-a um pouco com a demora da minha resposta. Não poderia falar abertamente com Bah e Jacken dentro do quarto. Ela aceitou o pedido de casamento que iria fazer antes que as palavras fossem pronunciadas de minha boca. Previ o que ela iria falar antes mesmo que ela o fizesse. Então fui o mais abrangente que pude para que somente ela soubesse ao que me referia. Sendo que precisaremos de duas semanas para eu poder lhe dar o presente que ela me pede desde os 12 anos de idade. Só encontrei-o agora. Só poderia dar-lhe este presente com a certeza nos meus sentimentos e nos dela: Dar-lhe-ei a juventude eterna. Mandei por tanto, Kagura embora, não a quero, nunca a quis. Iria fazê-la minha pretendente pois queria herdeiros para as minhas riquezas, mas agora os terei com a mulher que amo. Serão filhos amados mesmo tendo certeza que serão meio youkais. Agora sei o que meu pai passou, entendo o que ele queria me mostrar, entendo suas palavras..."
"Ele não me quer como pretendente? O que está acontecendo? Eu tenho certeza que fiz tudo certo. Mas tem... aquele ser... será que ele achou o SER? Será que eles se acertaram? Isso não vai ficar assim. Eu agora estou pronta para acabar com quem quer que seja. E irei acabar com esse amor, nem que pra isso tenha que matar... para que essa raiva não me consuma e quem irá morrer serei eu. Quero o Sesshoumaru ele me querendo ou não."
O dia se passou sem mais conturbações. Rin passará o dia inteiro no quarto se recuperando do ocorrido. Sesshoumaru passará o dia fora do castelo para organizar os guerreiros sem general e escolher dentre eles um novo general de guerra. A noite chegou sem nuvens, mostrando um céu estrelado e uma lua cheia. Os ventos frios vinham com mais força mostrando um sinal claro da aproximação do inverno.
Rin estava acordada em seu quarto observando o céu de sua varanda. Estava vestida apenas com sua camisola, com o roby aberto cobrindo suas costas, ombros e braços. Ela estava distraída quando sentiu um respiração atrás de si, sentiu duas mãos fortes segurarem sua cintura, sentiu o cheiro do perfume que tanto gostava, os cabelos sedosos e prateados caírem em seu ombro esquerdo.
- Senhor Sesshoumaru? – Falou ela com surpresa, com relação a ação de Sesshoumaru.
- Sesshoumaru... – Falou ao ouvido dela fazendo-a estremecer e divertindo-se com as reações dos seus corpos.
- Como? – Perguntou ela tentando voltar ao normal.
- Não me chame de senhor deve me chamar apenas pelo meu nome, Sesshoumaru. – Falou ainda ao ouvido dela mais dessa vez mordiscou a cartilagem da orelha de Rin.
- Senh... – Interrompeu-se Rin. – Sesshoumaru, por favor me explique o p... – Ela tentava se manter na realidade. Ele começou a beijar o rosto dela, passando para o pescoço. Ela falou num sussurro. – Me escute, por favor! – Ele virou-a para se encararem e esperou ela falar. – Por que duas semanas?
Sesshoumaru encarou-a e sabia que ela perguntaria isso, mas não sabia que seria tão rápido pensou que ela seria vulnerável as suas caricias, porém impressionou-se com a força de vontade de Rin. Ele não conseguira antever o questionamento, pois concentrara-se no cheiro das flores que emanava do corpo de Rin. Também concentrara-se no impulso dos dois corpos.
- Você lembra do presente que você me pediu quando tinha 12 anos, e me disse que iria me pedir um presente em troca de todos os seus aniversários? – Perguntou ele com carinho e um pouco no olhar que ela nunca tinha visto antes.
- Sim. Mas o que isso tem... – Ela foi cortada antes de terminar a frase.
- Eu achei o seu presente. – Falou ele com um sorriso.
Rin abriu os olhos em sinal de espanto.
- Quando?
- Hoje.
- Como foi isso?
- Quando confirmei nossos sentimentos.
- Não entendo o que isso significa.
- Vamos fazer um feitiço de união durante a cerimônia do nosso casamento. E quando nossos sangues se unirem você fará parte de mim. Confirmaremos essa união durante a lua de mel.
- Você sabia disso desde quando? – Perguntou Rin ainda com espanto.
Revisora: Rhu-chan
respondendo os reviews...
Mattaro: Tudo! # olhinhos cheios de agua de tao feliz# Arigatou!!!!! Espero que tenha gostado desse capitulo tambem # roendo as unhas#! hehehehe... Vou tentar postar o mais rapido que puder!!!! Mais uma vez arigatou!!!
kissus!!!!!!!!
Gheisinha Kinomoto: Tô fazendo o que posso!!!! #olhinhos brilando# Serio? Arigatou! Pois é Sesshy é o maior!!! pode deixar vou dar um jeito na KAGUNOJO!!!!kkkkkkkk... Beijou!!!! e pode esperar por mais!!!!
kissusssss!!!!
Lhyl: Arigatou!!!! Pode deixar vou fazer Sesshy e Rin ficarem cada vez mais unidos e quanto a Kagura...#olhinhos e risada malevola# Vou dar um jeito nela!!! Vou postar o mais rapido que puder!!!
kissus!!!!!!!!!!
natykagomeinuyasha: Ufa! nominho cumprido em! Arigatou!!! Espro continuar te agradando, vou tentar ser rapida!
kissusssssss!!
Hiwatari Satiko: Que bom!!!!!!#pulos de alegria# E mais uma vez arigatou por tudo!!!!
kissussssssssss!!!!
HIME RIN: Que bom que vc gostou!!! Ufa... me deixou nervosa no msn. Nao se preoculpe com a Kgura darei um jeito nela!!! E quanto ao trato... # olhinhos estreitos# bem... tenha calma ameaço mas nao mordo!!!! hehehehe
kissusssss!
